Prevenção de acidentes e sinistros em eventos

 

Gestores e produtores de Eventos organizam desde pequenos eventos sociais até mega eventos e, sendo o principal responsável, chama para si a responsabilidade sobre perdas e danos. Qualquer evento tem suas implicações legais que inclui responsabilidades pessoais, civis e criminais para as partes envolvidas, por isso é preciso ter o conhecimento da legislação e dos princípios básicos de direito, que pode ser a grande diferença entre o sucesso e o insucesso de um evento.

O uso do direito na realização de um evento implica fundamentalmente em observar as leis concernentes ao meio ambiente, à segurança e integridade física das pessoas, do local e de materiais. Para isso existem requisitos que devem ser preenchidos como ações para preservação do espaço utilizado, conservação de parques, jardins e áreas verdes, prevenção para evitar poluição sonora, congestionamento de trânsito e principalmente avaliação dos riscos de acidentes e sinistros como incêndio, desabamento, tumultos etc.

Para realizar um evento, independente do seu tamanho, seja em local público ou privado, é necessário ter a documentação obrigatória por lei. Conseguir um licenciamento para um evento não é tão complicado, basta fazer a requisição e entregar nos órgãos municipais. Os prazos para obtenção do alvará pode variar de uma cidade para outra, já que é regulamentado por uma lei municipal que está no código de postura da Lei Orgânica de cada município. O ideal é solicitar de 2 a 4 semanas antes.

Todo local contratado para a realização de um evento deve ter também o alvará de funcionamento atualizado, isso significa que os órgãos competentes procederam a fiscalização e constataram que a atividade exercida e o local atende a todos os requisitos exigidos por lei. No entanto, cabe ao Gestor de Eventos avaliar se realmente o espaço é suficiente para o número de convidados e se as medidas preventivas de acidentes e sinistros são adequadas, pois caso venham a ocorrer o Gestor de Eventos responderá solidariamente por eles.

O local da recepção além de confortável e elegante deve oferecer boa ventilação, local apropriado para bar, copa e cozinha, além de no mínimo 1 banheiro em boas condições de uso para cada 60/100 pessoas. O espaço livre do salão de festas, boate ou casa de diversão deve ter capacidade de 1,00 metro quadrado para cada 2 convidados. Quando se tem alguma dúvida deve-se recorrer à orientação do Corpo de Bombeiros, pois o compromisso com a saúde e segurança dos convidados e empregados que participam de um evento vem antes da produção, afinal pessoas são mais importantes do que resultados e bens materiais.

Contratar um seguro é um meio do Gestor de Eventos garantir as possíveis reparações de danos. Existem coberturas não só para danos materiais ou corporais causados a terceiros durante o evento, mas também para danos causados ao local, cancelamento, adiamento, interrupção de shows gerados pela ausência dos artistas ou palestrantes ou por condições adversas que provoquem perda forçada de público. Algumas seguradoras garantem inclusive a devolução do valor pago para ingresso em eventos cancelados, adiados ou interrompidos, que é um direito do consumidor.

O fogo é a maior ameaça identificada nos eventos e devem ser usados todos os meios técnicos e organizacionais a fim de tentar evitar, controlar ou extinguir o fogo bem como um plano de evacuação em casos de emergência. As saídas de emergência devem ser sinalizadas e a quantidade de portas será definida pelo número de pessoas presentes dividido pela capacidade de passagem, de modo que seja possível a saída de todas as pessoas em no máximo em 3 minutos.

A norma 9077 da ABNT dispõe sobre saídas de emergência e a distância máxima a ser percorrida até a área de escape, servindo de base para as instruções técnicas do Corpo de Bombeiros. Fundada em 1940, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

A obediência a uma norma técnica, tal como norma ISO ou ABNT, quando não referendada por uma norma jurídica não é obrigatória. No entanto, minimizar os riscos aplicando procedimentos preventivos demonstra profissionalismo. Prática e teoria são elementos interdependentes e tratar riscos e segurança apenas de forma empírica demonstra amadorismo, gerando graves consequências que podem não envolver apenas perdas materiais e financeiras, mas também perdas humanas.

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Porque mudar sua vida é difícil

 

Por que temos tanta dificuldade para mudar?

Texto de Leo Babauta

Muitos de nós temos coisas que gostaríamos de mudar: hábitos de dieta e exercício, procrastinação e produtividade, paciência e mindfulness, organização e finanças, leitura e aprendizado e todas as coisas que queremos fazer – ou deixar de fazer – na vida.

Mas, muitas vezes, ficamos aquém de nossas esperanças.

Qual é o problema? Por que temos tanta dificuldade com essas mudanças?

Há muitas razões. Algumas delas se devem a fatores externos, mas a principal, na verdade, se deve a um fator interno: nós mesmos viramos um obstáculo.

Como? O problema é nossa maneira de pensar. Veja se você já fez alguma dessas coisas:

- Você procrastina ou vacila em suas mudanças de hábito, e então é muito crítico consigo mesmo.
- Quando chega a hora de fazer o que precisa, você adia e procura por algo mais fácil, busca distrações.
- Se você está fazendo algo desconfortável, procura uma maneira de escapar, dizendo a si mesmo que não consegue fazer.
- Você se estressa muito quando está fazendo algo difícil, e cria expectativas irracionais que lhe deixam em agonia.
- Você imagina como será o resultado de seus objetivos, mas então se preocupa e se estressa, se perguntando se irá conseguir alcançar esses objetivos.
- Você se sente mal, duvida de si mesmo e se tortura, o que lhe impede de agir.

Acho que a maioria de nós fez isso em algum momento, muitas vezes sem sequer ter consciência disso. Nós atrapalhamos o nosso próprio caminho, e tornamos as coisas mais difíceis do que já são.

Porque viramos nosso próprio obstáculo

Por que fazemos isso, se apenas dificulta as coisas? Estes são padrões antigos, construídos ao longo dos anos, que funcionam como mecanismos de defesa para lidar com as dificuldades.

Os motivos para os padrões mencionados acima:

- Temos muita incerteza ou desconforto sobre a tarefa ou o projeto, então procuramos uma saída e começamos a buscar justificativas e procurar algo mais fácil.
- Criamos grandes expectativas (objetivos, ideais, fantasias) e, em seguida, tememos não atender a essas expectativas.
- Não acreditamos em nós mesmos porque duvidamos que somos bons o suficiente.
- Cobrar-se demais por procrastinar ou falhar é uma maneira de lidar com a incerteza que surge quando fazemos essas coisas.

Dessa forma, surgem as incertezas: sobre nós mesmos, sobre como acabamos de procrastinar, sobre como o projeto será feito, sobre como terminar a tarefa e se alcançaremos nosso objetivo.

Então, reagimos a esse sentimento incômodo de incerteza e nos criticamos, nos estressamos, procrastinamos e procuramos distrações, acreditando que devemos desistir. Estes são padrões antigo: é como lidamos com o desconforto da incerteza.

Não é uma sensação boa, mas é uma reação natural. Há mais conforto e certeza em nossas distrações, fugas, autocríticas, e nas histórias que inventamos sobre porque não conseguimos agir.

É do desconforto que queremos nos afastar. Nós viramos um obstáculo quando tentamos nos desvencilhar dos sentimentos de incerteza.

Como liberar o caminho

Então como deixamos de ser o nosso próprio obstáculo? Liberando o caminho. Quando percebermos que estamos procrastinando, procurando distrações, nos estressando ou buscando explicações para adiar ou desistir de algo, devemos parar por um momento e perceber o que estamos fazendo.

Reflita sobre como você está dificultando as coisas. Podemos fazer com que tudo seja mais fácil se não reagirmos à incerteza. Note a sensação, veja que está lá e que você quer se afastar dela. Mas reconheça que é apenas uma sensação, e que não há motivo para entrar em pânico.

Na verdade, ao praticar esse hábito de atenção, de mindfulness, de reconhecer a incerteza e acomodá-la, podemos evitar o desconforto da dúvida. E quando fazemos isso, podemos simplesmente voltar à tarefa e agir.

Se estamos procrastinando com uma tarefa de escrita, podemos parar de fugir,  incerteza e então apenas escrever, sem se preocupar. Se estivermos nos estressando por não seguir um plano, podemos notar que estamos nos criticando demais e simplesmente recomeçar, deixando o estresse para trás. O mesmo vale para os objetivos: se eles parecem difíceis de serem alcançados, reconheçamos nossa incerteza e continuemos em frente sem nos preocupar com as expectativas.
Perceba a incerteza e sua vontade de fugir. Mas siga em frente, com gratidão e um sorriso. Não precisamos atrapalhar nosso próprio caminho, as coisas não precisam ser difíceis.

Muitos de nós temos coisas que gostaríamos de mudar: hábitos de dieta e exercício, procrastinação e produtividade, paciência e mindfulness, organização e finanças, leitura e aprendizado e todas as coisas que queremos fazer – ou deixar de fazer – na vida.

Mas, muitas vezes, ficamos aquém de nossas esperanças.

Qual é o problema? Por que temos tanta dificuldade com essas mudanças?

Há muitas razões. Algumas delas se devem a fatores externos, mas a principal, na verdade, se deve a um fator interno: nós mesmos viramos um obstáculo.

Como? O problema é nossa maneira de pensar. Veja se você já fez alguma dessas coisas:

- Você procrastina ou vacila em suas mudanças de hábito, e então é muito crítico consigo mesmo.
- Quando chega a hora de fazer o que precisa, você adia e procura por algo mais fácil, busca distrações.
- Se você está fazendo algo desconfortável, procura uma maneira de escapar, dizendo a si mesmo que não consegue fazer.
- Você se estressa muito quando está fazendo algo difícil, e cria expectativas irracionais que lhe deixam em agonia.
- Você imagina como será o resultado de seus objetivos, mas então se preocupa e se estressa, se perguntando se irá conseguir alcançar esses objetivos.
- Você se sente mal, duvida de si mesmo e se tortura, o que lhe impede de agir.

Acho que a maioria de nós fez isso em algum momento, muitas vezes sem sequer ter consciência disso. Nós atrapalhamos o nosso próprio caminho, e tornamos as coisas mais difíceis do que já são.

Porque viramos nosso próprio obstáculo

Por que fazemos isso, se apenas dificulta as coisas? Estes são padrões antigos, construídos ao longo dos anos, que funcionam como mecanismos de defesa para lidar com as dificuldades.

Os motivos para os padrões mencionados acima:

- Temos muita incerteza ou desconforto sobre a tarefa ou o projeto, então procuramos uma saída e começamos a buscar justificativas e procurar algo mais fácil.
- Criamos grandes expectativas (objetivos, ideais, fantasias) e, em seguida, tememos não atender a essas expectativas.
- Não acreditamos em nós mesmos porque duvidamos que somos bons o suficiente.
- Cobrar-se demais por procrastinar ou falhar é uma maneira de lidar com a incerteza que surge quando fazemos essas coisas.

Dessa forma, surgem as incertezas: sobre nós mesmos, sobre como acabamos de procrastinar, sobre como o projeto será feito, sobre como terminar a tarefa e se alcançaremos nosso objetivo.

Então, reagimos a esse sentimento incômodo de incerteza e nos criticamos, nos estressamos, procrastinamos e procuramos distrações, acreditando que devemos desistir. Estes são padrões antigo: é como lidamos com o desconforto da incerteza.

Não é uma sensação boa, mas é uma reação natural. Há mais conforto e certeza em nossas distrações, fugas, autocríticas, e nas histórias que inventamos sobre porque não conseguimos agir.

É do desconforto que queremos nos afastar. Nós viramos um obstáculo quando tentamos nos desvencilhar dos sentimentos de incerteza.

Como liberar o caminho

Então como deixamos de ser o nosso próprio obstáculo? Liberando o caminho. Quando percebermos que estamos procrastinando, procurando distrações, nos estressando ou buscando explicações para adiar ou desistir de algo, devemos parar por um momento e perceber o que estamos fazendo.

Reflita sobre como você está dificultando as coisas. Podemos fazer com que tudo seja mais fácil se não reagirmos à incerteza. Note a sensação, veja que está lá e que você quer se afastar dela. Mas reconheça que é apenas uma sensação, e que não há motivo para entrar em pânico.

Na verdade, ao praticar esse hábito de atenção, de mindfulness, de reconhecer a incerteza e acomodá-la, podemos evitar o desconforto da dúvida. E quando fazemos isso, podemos simplesmente voltar à tarefa e agir.

Se estamos procrastinando com uma tarefa de escrita, podemos parar de fugir,  incerteza e então apenas escrever, sem se preocupar. Se estivermos nos estressando por não seguir um plano, podemos notar que estamos nos criticando demais e simplesmente recomeçar, deixando o estresse para trás. O mesmo vale para os objetivos: se eles parecem difíceis de serem alcançados, reconheçamos nossa incerteza e continuemos em frente sem nos preocupar com as expectativas.
Perceba a incerteza e sua vontade de fugir. Mas siga em frente, com gratidão e um sorriso. Não precisamos atrapalhar nosso próprio caminho, as coisas não precisam ser difíceis.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Mitos sobre criatividade que precisamos esquecer

 

Inovação, invenção, genialidade… chega de confusão. Entenda o conceito de criatividade — e como ela se aplica aos negócios — de uma vez por todas

Criatividade, inovação, pensar fora da caixa e outros termos da moda viraram palavras de ordem nas empresas. Mas falar e exigir é mais fácil do que trabalhar e criar uma cultura corporativa onde as pessoas possam se manifestar sem receio de represálias — o que é apenas um começo. A criatividade, mesmo desejada, é desestimulada e esmagada pelas demandas do cotidiano.

Isso ocorre, em parte por conta de desconhecimento acerca do conceito. Muitos gestores não sabem exatamente o que procuram quando exigem criatividade das suas equipes — possivelmente uma solução iluminada que resolva boa parte de seus problemas e atraia lucros. Não é bem assim que funciona.

Para que a criatividade possa ser levada a sério no cotidiano das empresas, alguns mitos precisam ser desconstruídos. Confira abaixo os cinco principais.

1. Apenas gênios podem ser criativos

O mito romântico da genialidade ainda parece permear o imaginário das pessoas. Cultuamos personalidades como Leonardo da Vinci, Pablo Picasso e Salvador Dalí e pensamos que as empresas precisam de gênios como eles. Mas esquecemos que todos esses artistas são fruto de sua época e viveram e produziram conforme as demandas contemporâneas.

Um exemplo claro é a carta — hoje seria chamada de currículo — endereçada ao Duque de Milão, onde Leonardo Da Vinci propõe uma série de soluções para problemas cotidianos baseadas na sua capacidade. “Eu faço uma espécie de ponte extremamente leve e forte”; “eu sei como, quando um lugar está sitiado, levar água para fora das trincheiras”; “eu tenho métodos para destruir cada pedra ou outras fortalezas, mesmo que elas tenham sido fundadas em uma rocha”.

São basicamente conhecimentos adquiridos e aplicados. Algo que qualquer pessoa, em perfeitas condições físicas e mentais, com acesso à informação, pode fazer sem dificuldade. “Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; e, finalmente, comunicar resultados”, define a pesquisadora e psicóloga Eunice Alencar no livro Criatividade.

A criatividade artística renascentista muitas vezes é louvada, mas seu caráter pragmático é esquecido. “Os artistas sempre trabalharam ‘sob encomenda’ e com prazos de entrega”, lembra o pensador Domenico de Masi em O ócio criativo. “A criatividade deles muitas vezes se atiçava com a ideia de desafiar esses limites. Os grandes artistas do renascimento recebiam instruções muito precisas por parte de quem lhes encomendava a obra”, conta. Para de Masi, a diferença entre um trabalho criativo e um trabalho burocrático é a maneira como as regras são encaradas: no primeiro caso, como um desafio; no segundo, como limites.

2. Inovação e criatividade são a mesma coisa

Inovar é imperativo nas empresas, especialmente porque hoje não é possível manter o crescimento e superar a concorrência sem inovação. Assim como ocorre com a criatividade, seu conceito tornou-se um pouco nebuloso em virtude da sua disseminação indiscriminada. Alguns acham que inovar é simplesmente criar novos produtos. Ou que inovação e criatividade são a mesma coisa. Não é bem assim.

A inovação acontece quando algum elemento novo é introduzido no produto final ou nas rotinas da empresa, de modo a gerar maior valor econômico. Seu resultado depende, em parte, da criatividade. Criação é efeito, criatividade sua causa.

No entanto, não são termos sinônimos nem devem ser tratados como tal. O processo para o desenvolvimento de uma equipe onde a criatividade é um valor fundamental é diferente dos processos de inovação, cada qual com um propósito específico.

3. Criatividade é assunto estritamente individual

Tanto especialistas da área de educação quanto da área de negócios entendem que a criatividade não brota e se desenvolve sozinha na mente do indivíduo — algo que Aristóteles elucidou há alguns milhares de anos em sua Poética. Fazer parte de um ambiente que estimule a criatividade e estar na companhia de pessoas que reforcem esse traço são fatores que exercem papel fundamental no comportamento das pessoas. A criatividade tem um componente social. E nesse aspecto consistem os maiores problemas relacionados ao comportamento criativo.

A psicóloga e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Argentina Rosas aponta que os três principais ambientes de formação individual — família, escola e trabalho — por vezes atuam com a intenção de inibir a criatividade em nome da estabilidade social. Porém, de maneira contraditória, exigem das pessoas que elas sejam criativas, sobretudo em momentos de crise. Não é raro que verdadeiros talentos sejam penalizados por agirem de maneira diferente ou se destacarem.

“Falar de criatividade tomou-se modismo. O termo vem assumindo uma dimensão mágica, principalmente nos meios de comunicação de massa. Contudo, não nos iludamos. Ainda estamos longe de observar aqueles meios de socialização — família, escola, trabalho — cultivando a criatividade, a fecundidade imaginativa, a reflexão crítica, a intuição”, alerta Rosas.

Jean Piaget, um dos maiores pensadores do século 20 e entusiasta do desenvolvimento da cognição infantil, destacou o papel da coletividade na formação de pessoas criativas. “A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe”, escreveu no livro O nascimento da inteligência na criança.

Durante a fase adulta, quando já atuam em ambientes de trabalho geralmente burocráticos, as pessoas têm condições de pensar de maneira criativa, mesmo após anos de conformação familiar e escolar. Se o ambiente, a direção e os colegas fornecem a liberdade necessária e reconhecem o esforço na concepção de novas ideias, a criatividade individual é beneficiada.

4. Uma empresa ou equipe deve ter os “criadores” e os “executadores” em ordem hierárquica

Essa é uma noção possivelmente oriunda da Revolução Industrial de 200 anos atrás. A cultura corporativa que determina a alguns funcionários que eles “não são pagos para pensar, mas para fazer” não ajuda muito. E tudo isso está redondamente equivocado.

Conforme já foi dito, a criatividade é uma capacidade inerente das pessoas. As soluções mais criativas podem vir de qualquer lugar, inclusive das pessoas que executam atividades de nível operacional. Delegar o trabalho de pensar apenas aos executivos e gerentes é desperdiçar o potencial latente da própria empresa.

Em outras palavras, uma companhia com esse pensamento não irá resistir à concorrência. Todas as pessoas são criativas, embora nem todas tenham o mesmo potencial; é trabalho da empresa garantir que essa criatividade se transforme em um ativo.

“A criatividade não é totalmente maleável – a personalidade estabelece certos limites – mas pode ser cultivada por meio de intervenções deliberadas, especialmente por períodos longos de tempo. Estudos genéticos sugerem que os genes determinam cerca de 10% da variabilidade do potencial criativo, portanto há muito espaço para desenvolvimento”, afirma Tomas Chamorro-Premuzic, professor de Psicologia aplicada aos negócios da University College London.

No entanto, o professor também alerta que ter pessoas com o mesmo perfil criativo em uma equipe ou empresa pode ser prejudicial. “Embora geradores de ideias sejam essenciais para qualquer equipe criativa, suas ideias só serão implementadas se a equipe também contar com pessoas que amem execução, pensem de forma pragmática, sejam atentas aos detalhes e ajudem a transformar ideias criativas em verdadeiras inovações”, explica.

5. Criatividade não guarda qualquer relação com a cultura empresarial

“O cotidiano em um ambiente de trabalho está essencialmente relacionado ao engajamento dos funcionários, que influencia fortemente a criatividade e a produtividade”, explica a psicóloga e pesquisadora Teresa Amabile em uma palestra no TED.

Ao relacionar três fatores indissociáveis — engajamento, criatividade e produtividade –, a psicóloga conclui que essa é a força motriz da performance. Portanto, ter funcionários criativos é fundamental para que uma empresa consiga gerar valor para clientes, sócios e acionistas. A busca dessa valor, no entanto, não deve se dar apenas no âmbito da contratação. Assim como o engajamento e a produtividade, a criatividade pode ser estimulada.

“O pensamento criativo refere-se a como as pessoas abordam os problemas e propõem soluções — a capacidade delas de criar novas combinações com ideias que já existem”, explica a psicóloga em um artigo publicado na Harvard Business Review.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

Comunicação eficaz

 

A comunicação eficaz é um estudo muito amplo e gera grandes transformações em si e nos outros. Isso tem uma explicação extensa, já que a linguagem é a expressão dos nossos pensamentos. Por enquanto vamos tratar apenas de algumas palavras que tem um poder extraordinário para influenciar as pessoas.

  • Cuidado com a palavra NÃO: a frase que contém “não”, para ser compreendida traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… nada vem nada à mente. Agora se eu lhe pedir: “não pense na cor vermelha”, imediatamente você pensa na cor vermelha. Por isso é essencial ser afirmativo na expressão do que se quer e nunca citar o que  não quer. É importante especificar, por exemplo: Quero uma peça branca … Isso vale também para o pensamento: pense apenas no que você quer.
  • Cuidado com a palavra MAS: essa é uma palavra que nega tudo que vem antes. Por exemplo, se alguém diz: “Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas não tem um diploma…”. Se substituir o mas por e tem outra conotação afirmativa: “Pedro é um rapaz inteligente, esforçado e pode continuar estudando…
  • Cuidado com a palavra TENTAR: quando se diz que está tentando, pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você…” substitua por “Tenho grande chance de não ir.”
  • Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU.
  • Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO…, DECIDO NÃO…, ou NÃO PODIA…, NÃO CONSEGUIA…, que pressupõe uma afirmação de poder e vontade.
  • Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Diga por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso…”
  • Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, ao invés de dizer “vou conseguir” substitua por “estou conseguindo”;
  • Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, ao invés de dizer: “se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar” substitua por “quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. Quando pressupõe que você já decidiu viajar e só falta o dinheiro.
  • Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, ao invés de dizer “eu espero aprender isso”, substitua por “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.
  • Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, ao invés de dizer: “eu gostaria de agradecer a vocês”, substitua por “eu agradeço a vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Perguntas com uma orientação para o objetivo são:

  • O que você quer?
  • Qual é a situação atual que será modificada?
  • Que recursos você tem?
  • Como você se sentirá quando resolver o problema?
  • O mais importante: Por que você deseja isso?

O oposto de pensar no objetivo é pensar na situação a ser resolvida. Isso o concentra no que está errado. Muitas pessoas ficam perdidas num labirinto de problemas, buscando a história, custo, conseqüências ou quem é o culpado. Pensar no problema gera perguntas como:

  • O que está errado?
  • Qual o tamanho desse problema?
  • Há quanto tempo o problema está acontecendo?
  • Por que você não o resolveu ainda?
  • Por que você o tolera?
  • Qual é o pior exemplo desse problema?
  • De quem é a culpa?

Essas perguntas focalizam no passado ou no presente. Elas também fazem com que a pessoa fique completamente associada ao problema e se sinta mal com isso. Focalizar no problema, frequentemente induz a um estado sem recursos que o torna ainda mais difícil de lidar. Focalize no que você deseja e o universo irá conspirar para que você o consiga. Basta você acreditar!..

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

A arte de presentear e receber presentes

 

Presentear alguém é uma demonstração de apreço, carinho, gratidão e consideração; e não há quem não goste de ser presenteado. A arte de presentear está em fazer com que as pessoas se sintam prestigiadas e queridas, no entanto, a escolha do presente deve envolver certo cuidado; um presente pode estabelecer um relacionamento, enfraquecê-lo, transformá-lo e até extinguí-lo. Cada presente que você oferece torna-se uma extensão do seu gosto, do seu interesse, da sua posição social e de sua personalidade.
O presente pode acrescentar um sentido maior a um romance, levar alegria e aquecer celebrações, por isso, o presente ideal é aquele bem escolhido que marca a sua imagem e como você gostaria de ser lembrado. Existem presentes que são originais e agradam a quase todos os gostos como guardanapos personalizados, saca-rolha elegante, toalhas de rosto bordadas, aromatizador de ambientes, cabides sofisticados, livros de receitas, licores ou bombons finos.

De acordo com a psicologia, os presentes podem despertar complexas emoções e um mesmo presente pode ter significados diferentes para quem o recebe. Alguns presentes podem revelar emoções negativas em quem recebe, o que se torna embaraçoso. Existe uma regra social que sugere não presentear estranhos bem como não oferecer presentes caros a quem não conhecemos muito bem. Nas situações profissionais nunca se deve oferecer um presente durante a conclusão de um negócio. Pode-se presentear, porém depois de concluída negociação.

Quando se tem mais intimidade, se conhece bem a quem quer presentear, logo sabe exatamente do que ela gosta ou o que gostaria de ganhar. Há situações mais simples como chá de panela e casamento quando os noivos deixam uma lista em duas ou três lojas e você escolhe dentro de suas possibilidades financeiras. No entanto, quando não se conhece bem a pessoa ou não tem intimidade com ela, o ideal são os presentes neutros. Nessa situação, flores para as mulheres ou uma garrafa de um vinho de qualidade para os homens, resolve bem algumas situações.

Também valem presentes como um bom livro, um bonito porta retratos, um conjunto de canetas de qualidade, um bonito chaveiro, mas deve-se evitar presentes de uso pessoal como perfumes, roupas etc. E nunca pergunte se a pessoa gostou do presente; é uma indelicadeza. Diversas lojas disponibilizam um cartão junto ao presente; caso a pessoa queira trocá-lo, por qualquer motivo, ela pode fazê-lo sem constrangimento com quem a presenteou.

Quando se deseja presentear os anfitriões de um jantar, pode-se oferecer vinhos e chocolates. O vinho deve ser servido durante o jantar desde que não esteja em conflito com o cardápio, e os chocolates servidos após o jantar. Outra opção é oferecer flores, desde que se tenha atenção aos seus elementos simbólicos. Rosas ou flores amarelas e brancas, crisântemos e cravos remetem a funerais e por isso nunca devem ser oferecidas. Também deve-se evitar presentear com facas e lenços, pois as facas sugerem corte da amizade e os lenços são associados a tristeza e lágrimas.

Um importante cuidado é certificar-se de que retirou a etiqueta com o preço antes de embalar o presente. As embalagens também fazem parte do presente, por isso merecem cuidados especiais. E sempre que enviar um presente, faça acompanhar de um cartão pessoal, escrito de próprio punho, desejando felicidades e tudo o mais que você sinceramente sentir pela pessoa.

A habilidade para dar e receber presentes envolve muitos aspectos e o melhor posicionamento é dar presentes com alegria e receber presentes com emoção. Em algumas culturas aceitar o presente com ambas as mãos significa apreciar a generosidade de quem dá. A idéia é de que apenas uma mão não seria suficiente para segurar o valor simbólico de ser presenteado. Estender uma só mão pode ser considerado falta de gratidão e ser interpretado como menosprezo.

Em alguns casos é elegante retribuir um presente, por exemplo, um presente de natal. Recomenda a boa educação sempre agradecer o presente, abordando um aspecto positivo. Se lhe for agradável, use-o. Se não gostou do presente, nada de passá-lo adiante entre amigos comuns. Quem deu o presente pode se sentir ofendido; e com toda razão.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Likes não vendem e você precisa parar de focar sua estratégia somente neles

 

Engajamento vai muito além das interações formais e é esse envolvimento com o público que gera resultados

Pesquisa americana confirma que os famosos “likes” não se convertem em vendas. Especialista acredita que as marcas precisam aprofundar na estratégia para conseguir valer o investimento

Uma palavra capaz de resumir o sucesso das campanhas online é “envolvimento”. E envolver um cliente é muito mais do que simplesmente ligá-lo a um produto ou serviço. Trata-se de uma série de abordagens que permitirão sua página gerar lucros a longo prazo. Algo distante da lógica ultrapassada de que é preciso fazer tudo para ter o maior número possível de seguidores.

Um pensamento que, de fato, não se traduz em aumento real de vendas. Um estudo publicado no Journal of Marketing Research e recentemente divulgado pelo site de negócios Entrepreneur.com confirma uma máxima já difundida no mercado de marketing digital: Likes no Facebook ou Instagram não são traduzidos diretamente em compras.

“A maioria das empresas pensa que essas interações sociais levarão a mais fidelidade de clientes e leads mais rentáveis. Isso não é necessariamente o caso. Os seguidores raramente postam na página de uma marca por conta própria e, normalmente, só vê uma fração do conteúdo do Facebook da marca, a menos que sejam alvo de publicidade paga”, indica o professor assistente de Marketing Daniel Mochon, da Tulane University, nos Estados Unidos.

O estudo não representa uma novidade para Celso Fortes, diretor executivo da agência digital Novos Elementos. O especialista em marketing digital está há uma década no mercado online e já entregou mais de uma centenas de projetos online. Ele enxerga que a associação “like-venda” é um exagero promovido até por boa parte das agências e freelancers.

“Muitos prometem mundos e fundos para conseguir novos contratos. É preciso saber elaborar a estratégia de comunicação com sabedoria. A mídia digital realmente é uma ferramenta capaz de tirar muitas empresas da crise. Tudo isso com baixo custo, alta conversão, publico qualificado e segmentado, fidelização e velocidade. No entanto, se a pessoa seguir com a mentalidade corporativa de falar somente sobre aquilo que é interessante para a companhia e não naquilo que é do interesse do consumidor, já era”, crítica.

Confira abaixo cinco pontos que Celso considera fundamentais para conseguir envolver o consumidor e tornar a campanha digital ainda mais produtiva.

1 – Originalidade – Não é pequeno o número de marcas que investem tempo e dinheiro em ações sem originalidade. Volta e meia vemos uma empresa copiar a “receita” de outras campanhas. Um case de sucesso da Coca-Cola vai funcionar bem para quem bebe refrigerante, mas ainda assim será uma espécie de plágio se você o copiar. Se seu projeto estiver desconectado de quem realmente consome o seu produto ou serviço, não vai haver aceitação do público. Portanto, em comunicação digital é preciso se aproximar dos seguidores, entender o que eles querem e oferecer isso.

2 – Faça parte – Se a sua marca está em uma rede social ela precisa ser sociável. Muitas empresas criam uma página no Facebook ou Instagram e se comportam de maneira corporativa. Divulgar balanços, entre outros dados “caretas” é algo que vai afastar os usuários. Eles usam a rede para acessar informações leves e descontraídas. Isto vai requerer que a marca tenha um “comportamento” específico. É preciso apontar como será o “temperamento” da sua página ou seja, qual é a linguagem, o que ela vai publicar ou compartilhar para os demais seguidores.

3 – Proximidade – Sua marca nada mais é do que um reflexo do que seus consumidores pensam de você. Estar perto deles, seja por meio de uma perfil no Facebook, um site ou aplicativo são maneiras de demonstrar disponibilidade. Ter um site desatualizado ou manter uma página no Facebook sem uso é muito ruim. O cliente que não se sente acolhido pela marca, com certeza vai procurar outra empresa que o satisfaça ou atenda mais rápido.

4 – Renovação – É importante manter-se atualizado para atrair novos consumidores. Cuidar da renovação da base de clientes é fundamental para garantir o futuro da companhia e fazer os negócios irem além das conquistas do passado. Por justamente ter uma imagem já consolidada no mercado, esta empresa tradicional terá ainda mais chances de conquistar os novos clientes e passar segurança aos interessados.

5 – Atenção aos problemas – Ter uma página no Facebook ou Instagram é mais um canal para entender o que seus clientes pensam de você. Muitos dos comentários e das mensagens enviadas podem facilitar os atendimentos e até auxiliar em novos processos e rotinas. Sua marca fica ainda mais inteligente e bem informada para poder se destacar de maneira positiva no mercado.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Azeite artesanal de Andradas/MG está entre os melhores do mundo

 

Em Andradas (MG), no sul de Minas, a repórter Edlaine Garcia conheceu uma família que produz um azeite artesanal que está entre os melhores do mundo, segundo um guia italiano. Para entender mais sobre como reconhecer a qualidade de um azeite, a nossa repórter faz uma degustação e aprende a identificar algumas características que apontam se o produto é de qualidade. (na foto acima Edlaine Garcia aprende a como degustar um azeite e identificar as qualidades do produto (Foto acima: reprodução EPTV)

Em uma loja em Campinas (SP), onde são encontradas 200 marcas de azeite, que variam entre 10 nacionalidades diferentes, a repórter do Mais Caminhos se encontra com uma especialista no assunto. Edna Bertoncini é pesquisadora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), fez curso na Itália e ministra aulas aqui no Brasil sobre o produto e como identificar as suas características.

Dicas

O primeiro detalhe que deve ser observado na hora de comprar um azeite é a embalagem. As mais escuras, segundo a especialista, são as mais adequadas, pois tanto a luz quanto o oxigênio interferem na qualidade do produto. Outro tipo de recipiente que contribui para um azeite de qualidade são as latas, entretanto, “tem que ser uma lata sem costura”, diz Edna. As pequenas embalagens também são as melhores, pois toda vez que o produto é aberto, mais luz e oxigênio entram e ele vai perdendo a qualidade.

Com relação à acidez, a pesquisadora explica que os melhores estão abaixo de 0,80%, o que significa que o produto passou por várias análises antes de ser aprovado e é considerado extravirgem. Acima deste índice, “a legislação fala que não seria um azeite extravirgem, cai para a categoria virgem”, pontua Bertoncini. A diferença básica do dois é que o extra virgem é um azeite mais puro e distante do óleo tradicional.

A especialista conta que o consumidor tem que buscar no azeite um aroma de “grama fresca cortada”, afinal o produto vem de uma fruta, que é a azeitona, então quando exprimido, tem que haver o odor de fruta fresca.

Chegou a hora da degustação!

O primeiro azeite que nossa repórter experimenta é um produto nacional, vencedor de um evento na Sicília, região italiana. Os copos indicados para experimentar, no caso da nossa reportagem, seguem um padrão internacional, em um formato no qual a base é mais larga que o topo. “O copo tem este formato, porque você coloca o azeite aqui dentro e ele é aquecido a vinte e oito graus”, explica Edna. Já o consumidor “pode fazer em um copinho de café”, completa a especialista.

Antes de degustar é necessário esquentar o azeite com as mãos; também é importante tentar sentir se há o cheiro de frutado, colocando o produto no nariz e tirando em seguida”. O próximo passo é colocar o azeite na boca e fazê-lo girar para depois empurrar o produto para o fundo da boca serrar os dentes, a fim de sentir o seu real sabor.

Andradas (MG)

Depois de pegar diversas dicas sobre a degustação de azeite, Edlaine foi a Andradas (MG), onde também há variedades de oliveiras europeias, uma delas a “Arbequina”, da Espanha. No meio da Serra da Mantiqueira, um casal começou com 900 pés, há oito anos, e hoje já são quatro mil. “Nós utilizamos dez quilos para produzir 1 litro de azeite”, conta a produtora Carla Retuci.

O Azeite produzido na propriedade vai para 25 pontos de venda no Brasil e faz parte de uma associação de olivicultores de cinquenta municípios dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Juntos, eles produzem dez mil litros de azeite por ano.

O produto da agricultora Carla Bertuci já recebeu reconhecimento internacional. “Existe um guia na Itália que se chama ‘Flos Olei’ e ele mapeia os principais azeites do mundo; nós estamos representando o Brasil hoje neste guia mundial”, conta a produtora. E não para por aí! Carla conta que eles receberam um convite para participar de uma feira no Japão e exportar para a China. Mas a produtora afirma que a produção “ainda é pequena e atende apenas o mercado local”. No entanto, futuramente o casal pretende investir para aumentar a produção e exportar para diversos países,

Algumas marcas de Azeites da Serra da Mantiqueira

BORRIELLO


A marca pertence ao casal Carla Retuci e Mário Borriello, de Andradas MG. Extraem azeite de arbequina e grappolo na fazenda, aberta a visitação. Informações: https:www.azeiteborriello.com.br

VERDE OLIVA

Azeite orgânico produzido em Delfim Moreira MG, pelo casal Newton Litwinski e Fátima Garcia. Visitas a fazenda podem ser agendadas e também aceitam encomendas pelo correio.
Informações: tel.: 35 3624-1334 (foto acima de Mateus Ribeiro)

PAIOL VELHO

Numa fazenda em Cristina MG, pertencente a família de Luiz Menezes, são plantados 4 variedades de azeitonas. A produção desse azeite vem crescendo a cada ano.
Informações: tel.: 12 99719-2083

EPAMIG


A Estatal Mineira sediada em Maria da Fé MG, produz azeites em seus olivais experimentais e processa azeitonas de produtores da Região da Mantiqueira. Informações: tel.: 35 3662-1227   (foto acima de Rosane Vidinhas)

Fonte do artigo: http://gshow.globo.com/EPTV/Mais-Caminhos/noticia/2016/11/azeite-artesanal-de-andradas-mg-esta-entre-os-melhores-do-mundo.html

Fonte: www.conhecaminas.com

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Como ser um profissional bem-sucedido trabalhando em casa

 

No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas

Por mais que seja um sonho para muitas pessoas trabalhar em casa, conseguir ter um emprego sem precisar acordar cedo e ir todo dia para a empresa é uma tarefa que também tem seus desafios e percalços. Para ser um bom profissional no home office, é preciso ter uma série de requisitos necessários que geralmente são importantes.

Seja como ghost writer, jornalista na área de blogs, tradutor ou qualquer outro ramo para os profissionais que trabalham em casa, a principal virtude é ser disciplinado. No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas. Além disso, as distrações são bem maiores no home office, pois não há ninguém para te supervisionar pessoalmente.

Portanto, ser disciplinado é um ponto muito importante. Programar o dia desde cedo, cumprir todas as tarefas marcadas e não procrastinar chegam junto com uma boa disciplina. Além disso, a organização vem junto com o planejamento de metas. “Estabelecer metas no trabalho e, claro, cumpri-las, é a melhor maneira de crescer profissional”, de acordo com Paulo Caruso, professor de economia da PUC.

Junto com a disciplina, é bom ter em mente um planejamento adequado para os seus horários. Na maioria das vezes quem trabalha em casa tem a liberdade de escolher a hora de trabalhar, e você precisa usar isso ao seu favor. Isso significa saber a hora do dia que você é mais produtivo, e dedicar o seu tempo de trabalho nesse período.

O conforto também não pode ser esquecido ao trabalhar em casa. Quem não trabalha em notebook e precisa do computador de mesa para executar as tarefas, precisa de ter uma boa cadeira e não ficar com a postura errada para evitar problemas físicos que possam aparecer. Para quem fica mais do que a média sentado na frente do computador, a coluna pode ser uma vilã.

Além do conforto, outro ponto para maximizar a sua produção no trabalho é descansar. Quem trabalha em casa tem que fazer as tarefas na internet, e isso pode levar com que você exagere na produção. Quando terminar o serviço, é bom se desligar do mundo virtual e ter um tempo para os seus lazeres. E isso está longe de ser um capricho, pois de acordo com Jeff Bezos, fundador da Amazon, quem trabalha além do ideal não rende como poderia.

O home office possibilita várias opções de carreira, de diversas áreas do mercado de trabalho. Para quem trabalha em outros segmentos online, como por exemplo o poker, é ideal saber a hora de se tornar um profissional. Isso é muito importante, pois não é nada bom dar um passo maior do que a perna.

Outro ponto importante é criar uma relação amigável com os seus colegas de trabalho ou, se você for o chefe, os seus funcionários. Em empresas que funcionam através de home office, não é raro os empregados não se conhecerem pessoalmente, mas isso não significa que eles precisam ficar isolados.

O ideal é construir uma amizade entre os funcionários da empresa e ser criativo para achar maneiras que os envolvam diretamente. “Ter uma equipe de trabalho unida é essencial para a produtividade em time. A boa relação dos empregados maximizam o trabalho realizado, e a empresa só tem a ganhar com isso. É um efeito dominó”, de acordo com Ana Paula Marchetti, diretora de uma multinacional.

Trabalhar em casa tem sido uma realidade cada vez mais presente na vida do brasileiro. Cerca de 12 milhões de brasileiros trabalham em home office, e esse número só tende a crescer.

Disciplina, organização, senso do tempo, trabalho em equipe e saber a hora de descansar. Dicas importantes que não podem passar em branco na rotina para se tornar um bom profissional em home office.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Deixar um comentário

Porque Cristiano Ronaldo é nome de aeroporto na sua terra natal

 

Para além do fato de ser quem é, o melhor jogador de futebol do mundo, o  “acordo de cavalheiros” firmado em 2013 entre Eduardo Jesus,  secretário da Economia,Turismo e Cultura da Madeira e Cristiano Ronaldo  para promover o arquipélago como destino turístico junto aos  milhões dos seus seguidores como potenciais visitantes foi tão bem sucedido que culminou na troca do nome do aeroporto da ilha rebatizado com o nome dele agora em março de 2017.

Foi estabelecido uma parceria e uma abordagem simples: todos os meses, o jogador compartilhar imagens da Madeira e posts relacionados ao arquipélago, a ilha onde nasceu, promovendo assim este destino turístico.

Além dessas ações nas redes sociais, o craque investiu pesado no turismo e economia da ilha fazendo outra parceria, esta envolvendo muitos euros, com o Grupo Pestana – também uma empresa que nasceu na Madeira – e inaugurando o primeiro hotel assinado, o CR7 Pestana Hotel que já é um sucesso de ocupação e referência na gastronomia local. O CR7 Pestana Hotel já está presente em Lisboa, Madri, Nova York e prepara-se para inaugurar em Miami e outras cidades.

No Funchal tem ainda o Museu CR7 e a Praça CR7. São muitos os turistas estrangeiros que vão à Madeira por causa do craque.

Ele é a maior exportação da Madeira. Além dos atrativos naturais e as potencialidades turísticas que a ilha oferece, Cristiano Ronaldo é cada vez mais um chamariz de visitantes à sua terra natal.

Parabéns Cristiano Ronaldo, a Madeira e Portugal.

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Turismo de Portugal é eleito o melhor Organismo de Turismo da Europa pelo terceiro ano consecutivo. O que podemos aprender com eles?

 

Por Rogério Ruschel

Em 2016 o turismo português gerou 40 mil empregos e foi responsável por 17% das exportações do país. E a agência de desenvolvimento Turismo de Portugal venceu os World Travel Awards 2016 – os “Óscares do Turismo” – na categoria de Melhor Organismo Oficial de Turismo Europeu (Europe’s Leading Tourist Board), pelo terceiro ano consecutivo. Além disso o Algarve foi o destino líder de praia da Europa; a TAP foi a companhia aérea lider da Europa para America Latina e para a África e editora da melhor revista de bordo da Europa e vários hotéis e spas portugueses foram vencedores em suas categorias – aliás, em todas as categorias de praia Portugal de novo deu show.

A eleição foi resultado de uma votação da qual participaram milhares de profissionais do setor de todo o mundo. Portugal foi distinguido com um total de 24 prêmios na edição de 2016 na categoria Europa, e 13 prêmios na categoria País. Os World Travel Awards existem desde 1993 e a Turismo de Portugal IP, integrado ao Ministério da Economia português, é a Autoridade Turística Nacional responsável pela promoção, valorização e sustentabilidade da atividade turística.

O presidente é Luis Araujo, jovem ex-administrador do grupo Pestana para a América Latina, ex-chefe de gabinete do Secretário de Estado do Turismo (Ministério do Turismo português) e formado em direito com várias especializações em hotelaria pela Universidade de Cornell; no Brasil o coordenador é Bernardo Barreiros Cardoso. Mas de onde vem tamanho desempenho de um país que é menor do que o estado de Pernambuco? Da qualidade dos gestores, do respeito com que a atividade é tratada, da percepção de que o turismo é um bem público e do foco da organização. As referências e o ambiente competitivo de Portugal são os vizinhos, campeões em turismo, como França, Espanha e Alemanha.

Baseado nesse ambiente Portugal tem que se esforçar para atrair turistas e seu Plano Estratégico Nacional do Turismo está integrado a um Programa de Qualidade com referenciais de qualidade para destinos, produtos, organizações e serviços turísticos – como por exemplo empresas, o alvo da apresentação acima. Desta forma o pequenino Portugal vem investindo com seriedade para se posicionar como destino de excelência no contexto nacional e internacional – e obviamente vem conseguindo.

Os órgãos federais de turismo de muitos paises, inclusive o Brasil poderiam estudar não só as práticas de boa gestão dos portugueses, mas também um pouco de sua inteligência estratégica. Por exemplo: colocar profissionais do ramo de turismo na gestão dos órgãos públicos. Sendo profissionais do ramo e não políticos, entenderiam porque a Turismo de Portugal participa de duas empresas – a Portugal Ventures e a Turismo Fundos. A Portugal Ventures é uma Sociedade de capital de risco que foca a sua política de investimento em projetos inovadores de base científica e tecnológica, bem como em empresas com projetos de expansão internacional e do setor do turismo.Os fundos totalizam aproximadamente €600 milhões.

Turismo Fundos administra, gere e representa três Fundos de Investimento Imobiliário, cuja intervenção tem possibilitado a modernização e redimensionamento da oferta hoteleira, demonstrando que o sector do turismo é uma área estratégica para o país. O capital é de 375 mil Euros e a Turismo de Portugal, I.P. tem 53%. Ou seja, além de políticas com visão de incentivo a longo prazo, atuam em mobilização de mercado, sem interferências ou achaques.

Fonte: http://www.invinoviajas.com

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário