Como estabelecer um relacionamento com cliente durante eventos?

 

Utilizados como estratégia de relacionamento entre empresas e colaboradores há bastante tempo, foi somente nos últimos anos que os eventos corporativos também começaram a ser planejados pensando no relacionamento com o cliente. E não é para menos!

Com as profundas transformações na maneira como as pessoas consomem e, principalmente, escolhem suas empresas preferidas, é imprescindível que as companhias se adaptem a esse novo cenário, caso pretendam manter sua sustentabilidade e potencial competitivo a longo prazo.

A era da informação ampliou o poder de escolha e comparação entre empresas de todos os setores, o que aumentou a exigência dos consumidores e, mais do que isso, facilitou sobremaneira a troca de uma empresa por outra.

Dentro desse contexto, os eventos surgem como uma ferramenta estratégica extremamente eficiente quando o assunto é melhorar o relacionamento com o cliente. É durante esse tipo de ação que o estreitamento de laços é extremamente facilitado. O resultado? Altos níveis de fidelização à sua marca!

Mas, afinal, como estabelecer um bom relacionamento com o cliente durante os eventos de sua empresa? Continue a leitura e fique por dentro de 7 estratégias criativas para atingir esse objetivo!

1. Participação em programas de fidelidade

Os programas de fidelidade, nos quais o cliente passa a acumular pontos a cada compra realizada para depois trocá-los por produtos ou benefícios, é uma estratégia de fidelização comprovadamente eficiente, sendo utilizada por diversas empresas. Então por que não uni-la aos eventos e maximizar ainda mais os resultados?

Assim, é possível oferecer aos participantes a chance de cadastrarem-se no programa de fidelidade da empresa durante o evento. Obviamente, para que isso gere um laço real, é necessário que o programa seja de simples compreensão e cadastramento — ninguém quer preencher formulários enormes em meio a um evento, certo? — e, mais importante do que isso, ofereça benefícios reais.

De nada adianta criar um programa de fidelidade “meia-boca” só para conseguir uma enorme lista de e-mails. Se você decidir utilizar essa estratégia, ofereça algo de valor aos seus clientes. Somente assim as chances de sucesso são reais.

2. Equipe altamente treinada e capacitada

O ponto de contato entre a sua empresa e os clientes durante o evento é a equipe que vai recebê-los e atendê-los. Dessa maneira, é extremamente importante que os profissionais estejam altamente treinados e capacitados para essa tarefa.

Além da recepção e acolhida calorosa, que deve acontecer seja qual for o tipo de evento, a equipe deve atender os clientes com segurança e, mais do que tudo, conhecimento sobre a empresa, seus produtos e os objetivos do evento.

Uma palestra está agendada? Então a equipe que coordenará o evento deve estar totalmente por dentro do assunto, sendo capaz de responder dúvidas e questionamentos bastante específicos e detalhados. Isso gerará autoridade e passará aos seus clientes a impressão de que sua empresa se preocupou verdadeiramente em organizar um evento que agrega valor às suas vidas.

3. Recepção diferenciada

Especialmente se o seu evento se trata de um workshop, palestra ou congresso, o sistema de recepção não tem muito como sair do lugar-comum “fila de cadastro/entrega de material”. Entretanto, saiba que sempre é possível inovar em algum detalhe, tornando a recepção diferenciada e marcante, características capazes de fidelizar de vez um cliente.

E se engana quem pensa que recepção diferenciada é sinônimo de performances superelaboradas e caras. Uma banda tocando uma música agradável, uma mesa com café quentinho e fresco disponível ou alguém da equipe designado para tirar fotos das pessoas em frente ao banner do evento são “mimos” simples e que fazem a diferença.

4. Conteúdo relevante

Atenção! Essa estratégia é crucial se o seu evento for uma palestra ou um workshop. Com o aumento do nível cultural e educacional da população, é extremamente provável que seus clientes se deem conta caso o evento não agregue nada de relevante, novo ou importante às suas vidas.

Por isso, nada de “encher linguiça”, ok? Contrate profissionais competentes e que dominam muito bem o assunto que será abordado. Dessa maneira, os clientes sairão do evento com a sensação de que algo de valor foi adicionado ao seu dia a dia e de que sua empresa é uma autoridade no assunto. Nem é necessário dizer que isso está intimamente relacionado a um aumento na fidelização, certo?

5. Espaços de comunicação

Faça com que seu evento não seja apenas um local onde seu cliente buscará informações, mas também onde ele poderá expressar-se e ser ouvido. Em palestras ou cursos, sempre programe intervalos de tempo para que o público possa fazer perguntas aos palestrantes e tirar dúvidas.

Além disso, propicie ambientes em que as pessoas possam conversar entre si, trocar informações e ideias. Um coffee-break ou um coquetel são excelentes opções nesse sentido.

6. Brindes úteis

Aqui, esqueça de vez os brindes como canetas ou bonés. Essa estratégia, além de estar ultrapassada, pode se revelar um desperdício incrível de dinheiro para a empresa, já que os brindes ficarão esquecidos no fundo de um armário ou gaveta.

Para que a distribuição de brindes realmente cumpra seu papel (de fazer o cliente não esquecer da empresa e promover a fidelização), é crucial que os brindes sejam objetos úteis, de design bonito e fáceis de carregar. Lixeiras para carros, porta-cartões de visita, cases para tablets ou um bloco de notas de qualidade são algumas boas opções.

7. Relacionamento pós-evento

Muitas empresas investem muitos recursos no planejamento e criação de eventos incríveis, mas acabam esquecendo de um ponto bem importante: o relacionamento pós-evento. É essencial ter em mente que, por mais que um evento tenha sido um verdadeiro sucesso, é necessário manter as coisas “quentes” na mente de seu cliente.

Dentro desse contexto, enviar e-mails com arquivos em PDF contendo um resumo dos conteúdos abordados nas palestras, uma mensagem de agradecimento pela presença ou mesmo um formulário solicitando um feedback construtivo são excelentes maneiras de manter o relacionamento depois que as luzes do evento se apagam.

Mas atenção! Nesse ponto é necessário cautela e bom senso. Nada de entupir a caixa de entrada de seus clientes com centenas de e-mails ou marcá-los em dezenas de fotos em redes sociais. Essas atitudes podem ter o efeito inverso ao desejado, fazendo com que seus clientes associem sua marca a algo chato ou insistente.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Como funciona a contratação de seguros para eventos?

 

Quem já organizou qualquer tipo de evento, desde os mais simples até os de grande magnitude, sabe quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado e zelo para que tudo saia conforme o planejado. E, mesmo assim, a verdade é que os mais diversos imprevistos podem acontecer, por mais que a equipe mantenha o controle e atenção sobre tudo.

Acidentes envolvendo participantes ou funcionários que estão trabalhando no evento, danos a equipamentos durante sua montagem ou desmontagem, incêndios, explosões, não comparecimento de alguma atração ou fornecedor, ou até mesmo o cancelamento do evento em função de mau tempo estão na lista de situações imprevistas — e, portanto, incontroláveis — que podem ocorrer durante um evento.

Dentro desse contexto, muitas empresas vêm apostando na contratação de um seguro para eventos na hora de estruturar eventos corporativos. Afinal, a contratação de um seguro desse tipo é capaz de garantir tranquilidade para a empresa e, ao mesmo tempo, segurança para todos os convidados e equipe responsável pela ação.

Quer saber mais detalhes sobre como funciona a contratação de seguro para eventos e quais os seus benefícios? Então continue a leitura e fique por dentro desse assunto!

Afinal, seguro para eventos é obrigatório?

Ainda não, mas essa realidade está prestes a mudar. Desde o trágico acidente na boate Kiss em Santa Maria (RS), a preocupação com a segurança e a responsabilidade civil durante a realização de eventos é cada vez maior.

Baseado nessa premissa, um Projeto de Lei Complementar (PLP 1/2015), de autoria do deputado federal Lucas Virgílio (Solidariedade-GO), em tramitação no Congresso Nacional, prevê a obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil de empresas, proprietários, promotores e organizadores de eventos.

Na prática, o projeto visa garantir o pagamento de seguro de responsabilidade civil do organizador do evento em caso de danos pessoais causados por qualquer participante, bem como o pagamento de despesas por danos pessoais aos convidados e participantes do evento.

Quais são os tipos de coberturas de seguro para eventos?

De maneira geral, existem dois tipos de cobertura de seguros para eventos. A primeira, denominada básica, refere-se à responsabilidade civil do organizador e do expositor (em caso de feiras e exposições). A cobertura básica é a que passará a ser obrigatória caso o PL 1/2015 seja aprovado e a lei passe a vigorar. Ele garante, até o limite de gastos previstos na apólice, o pagamento de indenização a pessoas que venham a sofrer qualquer tipo de acidente durante a realização do evento.

Entretanto, apesar de a cobertura básica já trazer uma boa dose de tranquilidade à empresa no momento de organizar e promover um evento corporativo seguro e confiável, outros inúmeros tipos de intercorrências podem acontecer durante uma ação desse tipo. Para cada uma delas, existem as chamadas coberturas adicionais. Ao agregá-las à apólice, é possível prevenir-se de:

  • danos a equipamentos durante sua montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte;
  • não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comida e bebida;
  • ações de danos morais;
  • dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento;
  • danos ao conteúdo do local;
  • danos a prédios e construções de terceiros;
  • não utilização do espaço do evento;
  • danos a equipamentos em exposição;
  • subtração de valores de bilheterias;
  • responsabilidade civil a pessoas designadas;
  • acidentes pessoais;
  • não comparecimento de palestrantes ou atrações;
  • cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos;
  • explosões e incêndios;
  • acidentes e intercorrências com fogos de artifício.

A contratação das coberturas adicionais é, obviamente, facultativa e cada uma das opções deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. Se no evento não haverá bilheteria ou nenhuma atração será apresentada, contratar coberturas adicionais para essas questões é totalmente desnecessário e oneroso, por exemplo. Por isso, fique de olho no contrato e no tipo de cobertura que está sendo oferecida antes de fechar negócio.

Quais os principais motivos para contratar um seguro para eventos corporativos?

Absolutamente qualquer coisa que aconteça durante a realização de um evento é, por lei, responsabilidade de quem o organizou. Tendo essa questão bastante clara em mente fica bem fácil perceber o motivo de contratar uma apólice de seguro para eventos, não é mesmo?

Afinal, além dos enormes prejuízos financeiros que um acidente ou imprevisto pode trazer à empresa, já que a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações e ações judiciais, a imagem da companhia pode sair extremamente prejudicada após a repercussão de uma situação em que as pessoas não puderam contar com o auxílio imediato e eficiente, garantido pelos seguros.

Além disso, engana-se quem pensa que o valor investido na contratação de seguros desse tipo é um gasto desnecessário frente aos riscos (relativamente baixos) de que algo não previsto venha a ocorrer durante o evento. Saiba que o valor de um seguro para eventos gira em torno de apenas 0,4% a 1% do valor total do evento, segundo dados da AMPRO (Associação de Marketing Promocional).

Ou seja, muitas vezes, a decisão de não contar com nenhum tipo de cobertura ou proteção, com o intuito de enxugar o orçamento, pode revelar-se uma estratégia bastante mal calculada. Se algum acidente ocorrer, o valor necessário para reparar os danos pode ser muito maior do que o que teria sido pago pela contratação de uma apólice.

Como encontrar a melhor opção de cobertura para eventos corporativos?

Agora que você já está convencido da importância e dos motivos para a contratação de seguros para eventos, pode estar se perguntado como acertar em cheio na escolha de um seguro que esteja alinhado e preparado para oferecer a segurança e tranquilidade que a sua empresa necessita, não é?

Apesar de ser possível buscar informações sobre esse assunto de maneira rápida e ágil, especialmente em tempos de internet democratizada, saiba também que contar com o auxílio e orientação de quem entende do assunto pode ser a estratégia mais acertada.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Tendências em eventos corporativos

 

A cada ano, o mercado se renova e ideias inéditas despontam no horizonte. Quando o assunto é tendências de eventos corporativos em 2019, essa realidade não é diferente: são muitas as tecnologias, serviços e possibilidades originais que vão agregar ainda mais valor aos encontros preparados por sua empresa.

O nicho dos eventos corporativos já está consolidado, tanto que cada vez mais instituições, independentemente do seu segmento, os adotam como uma das principais estratégias para potencializar seu negócio. A gestão eficaz de eventos auxilia empresas a ampliar seu networking, fortalecer a marca, promover maior interação e estreitar laços entre funcionários, clientes e parceiros.

Por isso, para proporcionar experiências marcantes e inovadoras, é importante se informar sobre o que o futuro reserva para esse setor. Pensando nisso, separamos, neste post, as 6 principais novidades para garantir que seus eventos sejam competitivos e surpreendentes neste próximo ano!

  1. Sustentabilidade

Uma das tendências de eventos corporativos em 2019 mais fortes é o cuidado em relação à sustentabilidade. Repensar o uso de recursos materiais, evitar o desperdício e pensar em ações que ressaltem a importância da reciclagem e da conservação do meio ambiente.

Esses são temas que há tempos chamam muito a atenção do público, tanto que consumidores continuamente pressionam empresas a se posicionar sobre o assunto e assumir uma postura mais sustentável.

Como cada vez mais pessoas priorizam comprar de marcas que demonstram sua responsabilidade ambiental, é natural que essa disposição — que já faz parte do branding de muitas instituições — seja transportada para o mundo dos eventos corporativos. Nesse sentido, exemplos práticos muito usados e que continuarão a fazer sucesso no próximo ano são:

  • usar materiais recicláveis — ou, ainda melhor, reutilizáveis, como sacolas e canecas;
  • economizar energia e água;
  • compartilhar com os participantes informações sobre como a empresa faz para minimizar sua pegada de carbono (volume de emissão de gases poluentes);
  • doar o excedente de material;
  • arrecadar alimentos ou recursos diversos como ingresso para realizar uma posterior doação a alguma instituição.
  1. Plataformas e aplicativos de gestão de eventos

Sempre presente na vida moderna, as novidades tecnológicas estarão em alta nos eventos corporativos em 2019. Ferramentas que serão muito usadas nesse ano são plataformas para gerenciamento de eventos, que colaboram para que todos possam tirar um melhor proveito da programação. Nesses aplicativos, o participante pode:

  • conferir o horário das atrações e se programar;
  • confirmar presenças e fazer reservas para um determinado workshop ou palestra;
  • receber atualizações e conteúdo sobre o evento;
  • fazer comentários e interagir com outras pessoas;
  • ter um processo de credenciamento facilitado.

Para os convidados, esses softwares proporcionam mais agilidade e conveniência e maximizam o engajamento. Simultaneamente, essa tecnologia é extremamente útil para os organizadores que, em suas dashboards, têm maior controle e organizam melhor todas as ações de logística e marketing do evento.

Por meio de comandos simples e coleta de dados, eles podem criar listas de presença, customizar preferências por usuário e automatizar uma série de tarefas redobrando o conforto e a segurança e otimizando o budget, tempo e mão de obra.

  1. Marketing experiencial

O marketing experiencial tem o intuito, como o nome indica, de levar um usuário a ter uma experiência com a marca. Para que isso aconteça, a empresa foca no que o cliente pensa e elabora atividades interativas e relevantes.

Ações baseadas no marketing experiencial aplicadas em eventos elevam os níveis de envolvimento, participação do púbico e o ROI (Retorno sobre Investimento), além de assegurar que a marca seja lembrada mesmo após o término da solenidade. São 5 os tipos de iniciativas que podem ser feitas de acordo com essa abordagem:

  • sensoriais (vivências que aguçam os 5 sentidos);
  • emocionais (têm o objetivo de mexer com sentimentos e emoções);
  • cognitivas (envolvem o pensamento e o conhecimento);
  • comportamentais (levam a pessoa a pensar em seu estilo de vida e como age diante de certas situações);
  • relacionais (cria uma ligação com algo que seja do interesse do público, com o qual ele se identifica ou deseja ter ou ser).
  1. Integração e análise de dados

A inteligência de dados é uma forte tendência no mundo empresarial como um todo, e essa tecnologia será popularmente utilizada em eventos corporativos em 2019.

Trata-se da prática de usar ferramentas como o CRM (Customer Relationship Management, em português Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente), para coletar dados sobre os participantes e expandir análises a fim de descobrir formas de aprimorar as próximas atrações e alavancar o ROI.

Outra aplicação comum da ciência de dados é a oportunidade que ela confere aos organizadores de personalizar ainda mais a vivência dos convidados. Toda pessoa gosta de sentir que uma empresa teve esse cuidado e o fez sentir único.

Com uma simples avaliação de dados levantados de pesquisas ou cadastros, a instituição pode disparar e-mails com linguagem humanizada e oferecer comandos e alternativas customizadas que encantem o usuário.

  1. Equilíbrio entre online e offline

Na contramão dos avanços tecnológicos, há uma grande parcela de público que, ao mesmo tempo em que gosta das conveniências digitais, está à procura de uma vivência diferente.

Assim, uma tendência para eventos corporativos em 2019 é viabilizar dinâmicas totalmente offline, que dão espaço e tempo para a pessoa se desligar um pouco do caos da internet, refletir, internalizar pensamentos e se conectar com maior qualidade com os demais a sua volta.

Um tema muito atual é o Mindfulness, que diz respeito a um estado mental de total concentração no presente. Ao conseguir distanciar interrupções e preocupações, a pessoa é capaz de focar no que sente e dar atenção ao que acontece agora.

Mais e mais pessoas hoje em dia buscam atingir um equilíbrio entre as atividades online offline. Nesse sentido, essas ideias podem ser incorporadas em seus eventos na hora de elaborar as atrações e exercícios.

  1. Produção de conteúdo em parceria com influenciadores

Engajamento pré, durante e pós-evento é um assunto desafiador e que demanda criatividade. Algo que tem sido feito é a criação de conteúdo — em forma de vídeos, posts ou podcasts, por exemplo — em colaboração com influenciadores digitais para alimentar as plataformas.

A contratação dessas personalidades contribui para que o evento ganhe mais visibilidade e expressão com o público. Se for possível estender essa parceria, o influenciador pode ser convidado para cobrir o evento e fazer postagens sobre ele em suas redes sociais.

Com essas ideias inovadoras para seus eventos corporativos em 2019, sua empresa vai promover encontros mais relevantes, produtivos e inesquecíveis para seu público. Desse jeito, ela ganhará destaque no mercado e ​se tornará ainda mais competitiva.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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As cidades mais visitadas do mundo

 

Sempre cabe + um – Este parece ser o lema de Hong Kong, que recebe 30 milhões de turistas por ano, metade deles, são chineses

Quem mais atrai estrangeiros?

Quais das cidades mais visitadas por turistas internacionais lidera o ranking? A maioria das pessoas já pensa em Paris, ou Londres. Ou quem sabe New York. Pois todo mundo está errado! A resposta correta é Hong Kong, na Ásia.

Com quase 30 milhões de visitantes em pouco mais de mil km2 de extensão, é desde 1997 uma bem-sucedida região administrativa da China. Isto serve pra explicar em parte o seu impressionante número de turistas, quase o dobro de Paris, e, claro, metade deles chineses.

Mas Hong Kong oferece muito mais que inúmeros e bons shopping centers. Conta também com uma geografia deslumbrante, onde 70% do território é ocupado por montanhas, área verde e uma linda baía. Para diversificar e atrair mais passageiros, a cidade soube explorar também suas atrações naturais, como oferecer várias rotas para bicicletas e trilhas para caminhadas.

Efeito UAU! – Uma combinação perfeita de natureza e atividades faz de Hong Kong um destino imperdível

Este não é o único caso de sucesso turístico na Ásia. Dos 100 destinos mais concorridos, 41 estão no continente. Em segundo lugar é a Europa, com 32 cidades. Seguem-se 16 situadas nas Américas. Por último vem o Oriente Médio e África, com 11.

E o Brasil?

Quanto ao Brasil, só é representado pelo Rio de Janeiro. Mesmo assim, por pouco não cai fora da lista dos 100 mais. Ocupa um perigoso 94º lugar, com 2,3 milhões de visitantes – umas 13 vezes menos que a campeã Hong Kong. Sim, a concorrência entre destinos está cada dia mais acirrada e profissionalizada.

Estas e outras informações sobre as cidades líderes em turismo do mundo em 2018 fazem parte de um estudo realizado anualmente pela empresa de pesquisas Euromonitor International.

Por que este estudo é relevante para os que atuam no Turismo? Das 1.4 bilhão de viagens globais por ano, enquanto o crescimento global de chegadas cresce a 5%, as 100 cidades mais visitadas apresentam em média taxas de 7,5%. Ao identificar a preferência dos viajantes estrangeiros, a pesquisa da Euromonitor ajuda também a entender que fatores atraem ou afastam visitantes.

Os dez mais

Em 2018, mais de 240 milhões de turistas internacionais (17% do movimento global) visitaram os dez destinos mais bem colocados, quatro no território chinês. Por ordem, lideraram Hong Kong (China), Bangkok (Tailândia), Londres (Reino Unido), Cingapura (Cingapura), Macau (China), Paris (França), Dubai (Emirados Árabes Unidos), New York (Estados Unidos), Kuala Lumpur (Malásia) e Shenzhen (China).

Três cidades chamam a atenção por entraram pela primeira vez na lista das 100 mais visitadas em 2018. Batam, na Indonésia e Santiago, no Chile, na faixa de 2,5 milhões de visitantes cada, apresentaram igualmente um crescimento de 18% em relação a 2017. Já Porto, em Portugal, que recebeu 2,4 milhões de turistas, beneficia-se ainda da classificação do país como o melhor destino do ano concedido pelo World Travel Award. A capital, Lisboa, por sua vez, recebeu 3,8 milhões e é número 62 da relação da Euromonitor.

Outro destaque foi Jerusalém (Israel), que ocupa o 63º lugar com 4,8 milhões de turistas internacionais. Graças a uma relativa estabilidade e trabalho intenso de marketing, cresceu seus visitantes em 32% em 2017, e quase 38% em 2018.

Jerusalém eterna – Com 4,8 milhões de turistas, a cidade cresce seu turismo graças a um trabalho intenso de marketing

Paris X Londres

Paris, apesar dos ataques terroristas de 2016, passou a frente de Dubai. Com quase 17 milhões de viajantes, é a sexta cidade mais visitada do mundo. Mas perde para Londres, que com quase 21 milhões de turistas ocupa o terceiro posto.

Já Istambul, na Turquia, tenta reduzir a dependência de viajantes europeus e busca atrair chineses. Como 12º colocado, recebeu 12,1 milhões. Para atrair voos para o país, acaba de inaugurar um novo aeroporto com seis pistas A sua capacidade é de 200 milhões de passageiros por ano. É o dobro de Atlanta, Estados Unidos, considerado o aeroporto de maior movimento do mundo.

Das  cidades mais visitadas do mundo, destaca-se nas Américas Punta Cana. É um caso de sucesso da pequena República Dominicana. Apesar da área de 420 km2 e 325 mil habitantes na ilha – menos da metade de Hong Kong – é o 58º lugar na lista. Recebe 4,3 milhões de visitantes por ano. Não satisfeito, o país almeja mais que dobrar o número até 2023. Para isto estabeleceu metas ambiciosas. Entre elas, quer atrair moradores de países que fogem do inverno pesado, como Reino Unido, Suíça e Dinamarca.

Afinal, o que faz um turista internacional priorizar um destino, e menosprezar o Brasil?

Atração total – A concorrência de destinos pelos turistas exige bem mais que bela geografia e povo gentil

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

Reprodução de matéria publicada na Brasilturis 

 
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11 eventos criativos pelo mundo para se inspirar

 

Inovação e criatividade são as novas palavras-chave dos eventos corporativos de sucesso. No entanto, nem sempre é fácil encontrar soluções criativas para gerar engajamento entre funcionários, motivar o comparecimento de clientes e potenciais compradores, captar investidores ou fortalecer a marca.

O primeiro passo é se inspirar em eventos já realizados, observando novos pontos de vista e estruturações. Assim, você consegue criar novas referências para atingir os objetivos da sua empresa ao planejar eventos de excelência.

Para sair do velho esquema de confraternização de fim de ano, palestras e workshops, resolvemos listar aqui alguns exemplos de eventos criativos que potencializaram a área de atuação das empresas que os promoveram. Pronto para ficar inspirado?

  1. Festival SXSW

Festival South by Southwest (SXSW), criado por Roland Swenson em 1987, surgiu como um evento para divulgar nomes das artes e da música. A primeira edição já foi um sucesso! Acredite: os organizadores, que haviam convidado apenas 150 pessoas, foram surpreendidos por uma multidão de mais de 700 participantes.

O encontro é realizado anualmente na cidade de Austin, no Texas, e atualmente é responsável pela difusão de tendências não só do universo musical, mas também das áreas de empreendedorismo e cinema. É considerado, hoje, um dos eventos mais importantes de tecnologia, inovação e economia do mundo.

O festival é atrativo graças à sua proposta de programação recheada de variedades e atrações. Na ocasião, palestras sobre empreendedorismo são seguidas por outras abordando temas ligados à vida pessoal e assim por diante. Sem contar que a cidade inteira fica em clima de festa, promovendo shows animados em pubs conhecidos.

Entre as figuras empreendedoras reconhecidas que marcaram presença nesses mais de 30 anos de eventos, podemos citar Jimmy Wales, cofundador do Wikipedia, Craig Newmark, criador do Craigslist, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Foi também durante a realização do SXSW que as redes sociais Twitter e Foursquare surgiram, tornando o festival conhecido pela divulgação e estouro de artistas e empresas.

 

  1. MECA Inhotim

Em sua 2ª edição, realizada em 2017, a proposta de ser o maior menor festival tem mostrado êxito. Realizado no maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo, o evento mistura shows, workshops, exposições e talks, além de outras atrações e experiências durante dia e noite. A última edição durou 3 dias diretos e contou com a participação de Jorge Ben Jor, Lia Paris e Lumen Craft.

A inovação aparece na estrutura criada para o evento, além das atividades criativas proporcionadas, como aulas matinais de ioga, visitas guiadas exclusivas e até passeio de balão de ar quente para os convidados. Além dessas ações interativas, os participantes também têm a possibilidade de acampar no local, aproveitando cada instante.

  1. Festival de Cannes

Ao falar de festival, não podemos deixar de abordar o Festival de Cannes, que já acontece há mais de 65 anos e é um dos mais prestigiados eventos da área do cinema. É realizado na cidade de Cannes, na França, e recebe artistas de todas as partes do mundo.

De frequência anual, o evento é midiatizado internacionalmente e a cerimônia de abertura é transmitida nas telas de cinema, além de projeções ao ar livre abertas à população. No festival, o que sobressai é o cuidado e o luxo em cada detalhe, do tradicional tapete vermelho à cronometragem das apresentações de cada premiação. É pelo planejamento e pelo trabalho impecável de um evento desse porte, reconhecido mundialmente, que o Festival de Cannes merece entrar na nossa lista de inspirações.

  1. TED

Com o slogan inovador ideas worth spreading, o TED foi fundado em 1984 pela organização sem fins lucrativos Sapling, com a proposta de realizar palestras, corporativas ou não, de no máximo 18 minutos, em um formato simples, objetivo e envolvedor.

O segredo do grande sucesso do TED envolve a escolha palestrantes carismáticos e ótimos oradores que explicam inovações de modo envolvente. São abordados os mais diferentes assuntos, de ativismo a entretenimento. No site oficial, é possível conferir os vídeos das conferências já realizadas.

Com o intuito de favorecer a disseminação de ideias, o programa criou, em 2009, o TEDx. São eventos locais organizados de forma independente e com o estilo difundido pelo TED, de forma que as instituições consigam espalhar ideias de maneira inovadora usando um nome já tão conhecido.

  1. RD Summit

Considerado o maior evento de Marketing Digital e Vendas da América Latina e idealizado pela empresa Resultados Digitais, o RD Summit é um evento que acontece anualmente em Florianópolis, capital de Santa Catarina e apontada como a Ilha do Silício.

Sua primeira edição aconteceu em 2013, com 300 participantes, mas ganhou relevância em cada realização. Hoje, é classificado como um dos principais eventos do setor no âmbito nacional. Quatro edições depois, esse número cresceu 250%, contando com a participação de mais de 8 mil profissionais em 2017.

A proposta do evento é uma imersão completa nas áreas de marketing, marketing digital e vendas. Seus grandes diferenciais são os conteúdos compartilhados por profissionais que ocupam grandes cargos em empresas mundiais como Google, Netflix, RD Station, Endeavor e Trello. Além disso, cerca de 70% dos profissionais que marcam presença no RD Summit são tomadores de decisão, tornando o aprendizado e a prática de networking muito valiosos.

Também se destaca a dinâmica do evento: a programação das palestras é bem delimitada e separada em temas; os happy hours  e as festas auxiliam na formação de conexões de maneira espontânea e descontraída; as feiras permitem a realização de negócios e o encontro de novas soluções para todos os tipos de empreendimentos; e a feira gastronômica equipada com dezenas de food trucks é planejada para agradar todos os gostos.

  1. ABAV — Expo Internacional de Turismo

Organizada pela Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), a ABAV Expo Internacional de Turismo é considerada a mais importante feira de turismo do Brasil, e uma das maiores feiras do setor da América Latina. O tradicional evento, já em sua 46ª edição em 2018, possui caráter profissionalizante, além de englobar empresas de renome da área, sendo um importante canal de relacionamento e de informações significantes.

Em 2016 e 2017, sob a presidência de Edmar Bull, também presidente e fundador da Copastur, as edições da ABAV Expo contaram com diversas novidades, o que incentivou a participação de mais de 25 mil profissionais de turismo em sua última edição. A inovação foi vista principalmente na preocupação em tornar o evento mais moderno e tecnológico, garantindo uma experiência holística e mantendo o público qualificado para a formação de novos negócios.

Para isso, em 2017, foi construída uma área exclusiva para o segmento de luxo na ABAV Expo, com a exposição de produtos diferenciados. Edmar Bull explica a importância de arquitetar uma área específica para esse setor dentro da feira: “Hoje você consegue comprar o aéreo, o hotel e alugar um carro com facilidade. Mas para atender o passageiro de luxo e suas necessidades é preciso ter capacitação e conhecer o fornecedor”, afirma o presidente.

Em 2016, foi realizado um Hackaton Viagens, incentivando a criação de soluções preparadas para atender o mercado de turismo e viagens. Foram mais de 50 desenvolvedores e analistas de sistemas reunidos e 8 projetos desenvolvidos no espaço da feira, demonstrando a importância do uso da tecnologia e agregando novas ideias e soluções ao setor.

  1. Savassi Festival

O Café com Letras é um bistrô renomado em Belo Horizonte. Além do ambiente aconchegante e da gastronomia de primeira, o espaço também é uma referência cultural, abrigando uma livraria e abrindo espaço para shows — especialmente de jazz.

Procurando ampliar o alcance da marca e em parceria com uma instituição especializada em pensar o ambiente urbano, o Instituto Cidades Criativas, os donos do empreendimento passaram a produzir e divulgar o Savassi Festival, que começou na rua do Café com Letras, em 2003.

A ideia era atrair novos clientes, fortalecer a marca e ampliar a ideia de uma empresa que ajuda no desenvolvimento cultural da cidade. A iniciativa deu tão certo que hoje, quase 13 anos depois, o evento de jazz anual é considerado o maior a céu aberto da América do Sul e já teve edições até em Nova York.

  1. NRF Big Show

Esse evento é organizado pela National Retail Federation, uma organização que engloba diversas empresas varejistas do mercado americano. Durante o NRF Big Show, são envolvidos mais de 30 mil profissionais da área varejista online e offline, em uma maratona de 4 dias que incluem palestras, shows e apresentações de novos produtos e soluções para o mercado.

Sua importância é tão grande que existem pacotes turísticos vendidos em várias partes do mundo (inclusive no Brasil) para quem deseja ir a Nova York apenas para participar do evento.

  1. Grande Prêmio de Mônaco

O mais tradicional e glamoroso evento de Fórmula 1 do mundo é o Grande Prêmio de Mônaco, que acontece em um circuito de rua em Monte Carlo, na cidade-estado de Mônaco, na França. Grandes nomes do esporte se reúnem para essa ocasião, ainda comparecendo políticos e celebridades, além da família real de Mônaco.

O automobilista a dar a volta mais rápida no local, repleto de curvas acentuadas e perigosas, foi Michael Schumacher. A lição deixada pela organização do GP é o cuidado com o espaço onde acontece o evento. Todo o microestado colabora para criar a sensação de cenário de filme, com seus cassinos, iates e, claro, o Palácio do Príncipe.

  1. Campus Party

É impossível falarmos em eventos voltados para o mercado digital sem mencionar a Campus Party. Desde 2008, o evento é a principal referência no Brasil quando o assunto é tecnologia, inovação e cultura geek.

A Campus Party tem um evento principal que acontece anualmente, no qual personalidades da área de tecnologia, grandes empresas do setor e startups se encontram com os campuseiros (aqueles que literalmente acampam na sede da conferência) para dar início a uma série de palestras, workshops e apresentações de novos produtos.

O evento é tão prestigiado que é comum que empresas e startups promovam viagens de incentivo para que seus funcionários possam comparecer. Assim, além de se divertirem, eles também serão capazes de aumentar seu conhecimento sobre as tendências do mercado, ampliar o networking e ainda conhecer as tecnologias que vão modificar a forma de fazer negócios digitais nos próximos anos.

  1. BlueHack

Não podemos deixar de falar do BlueHack, o maior hackathon da América Latina, que leva o nome de uma gigante da computação: a IBM. Um hackathon é um evento corporativo que reúne profissionais da informática que, durante um período, unem esforços para encontrar soluções ou criar produtos inovadores. Em alguns casos, essa maratona de hackers é competitiva, premiando os melhores resultados.

Esses eventos criativos fazem muito mais que fortalecer o nome da empresa, gerando engajamento real do público, atraindo talentos para o raio de captação dos empreendedores e ainda ajudando a testar ou desenvolver os próprios produtos da realizadora.

No caso da IBM, os participantes tinham que usar uma suíte de APIs da empresa e, ainda, desenvolver ideias de melhorias para o software de inteligência artificial que está em desenvolvimento pela organização.

Deu para perceber que criar eventos criativos pode ser uma ação estratégica para seu negócio, trazendo resultados reais para a lucratividade da empresa, certo? Mas, na prática, organizar esse tipo de ação exige tempo, recursos e um bom conhecimento da área para que não haja desperdício de dinheiro com custos excessivos.

Para ajudá-lo nessa missão, vale a pena contar com uma empresa especializada em eventos corporativos, que tem o know-how necessário para ajudar nos processos burocráticos, encontrar os melhores fornecedores e fazer com que os eventos criativos atinjam os resultados esperados.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Influenciadores digitais? Vamos falar sério!

 

Siga o chefe – a mesma relação dos seguidores atrás de um líder se repete no mundo digital

Texto: Fabio Steinberg

Como cogumelos que parecem brotar do nada, uma nova categoria surgiu com a disseminação intensiva da internet. Exímios pilotos de redes sociais, os influenciadores digitais são uma segunda geração de blogueiros, só que mais descolados. Ou seja: atraem maior número de seguidores e conseguem acumular mais curtições.

Este expressivo volume de gente que segue bovinamente o líder não passou despercebido no mundo dos negócios. Faltava só monetizar esta oportunidade em prol de produtos e serviços. E isto aconteceu na calada da noite, lá nas nuvens, bem longe dos olhos dos usuários das redes sociais.

Blogs pipocam – Qualquer um com um mínimo de recursos pode criar blog para chamar de seu

Blogs às pencas

Com a desenfreada multiplicação das espécies, ser blogueiro perdeu charme. Virou carne de vaca. Qualquer pessoa medianamente esperta capaz de dominar as primeiras letras e com um corretor ortográfico pode escrever sobre qualquer coisa, ou até sobre o nada. Sempre haverá gente interessada em seguir seus movimentos.

Assim, os consumidores viraram massa de manobra. Atrás de aparentes blogueiros desinteressados que falam maravilhas de uma viagem, hotel, destino, transporte ou restaurante, há um intenso comércio. Nada é por acaso. Estes escritores de ocasião são estimulados, e por vezes pagos, para apresentar um local, serviço ou produto, independente dos méritos.

Há vários exemplos. Como o caso da Tamyris (Tamy) Roxo. Ela é destas forças da natureza que deixam rastros de luz por onde passam. Apesar de muito jovem, o seu talento e sagacidade atraem milhares de adeptos ao site que produz sobre gastronomia, o boccanervosa.

Carta de Tamy

Outro dia a Tamy desabafou no Facebook. Foi quando recebeu um e-mail, do qual reproduzo alguns trechos:

“Boa tarde, Tamyris!

Aqui é xxxx, do programa de influenciadores dos azeites, que terá três meses de duração.

Nós adoramos o seu perfil no Instagram e achamos que tem tudo a ver com o nosso programa. Por isto, gostaríamos de convidá-la para participar.

A ideia é que os influenciadores façam posts no feed do instagram em que os produtos xxxx apareçam usando o hashtag xxxx… seja no preparo de receitas ou ao lado de um prato, em cima da mesa… A sugestão é que cada influencer faça cinco posts por mês.

Participando, você terá acesso a kits mensais de produtos especiais …. e eventos exclusivos da marca!

Convite ou suborno? – Este foi o email que a Tamy recebeu para virar “influenciadora de azeite”

Depois de mais benefícios mencionados, o convite conclui:

Cada like nos posts se transformará em pontos, que podem ser trocados por ainda mais experiencias e produtos.

Na sua deliciosa irreverência, Tamy postou o texto recebido com a sua resposta: “Um panda morre de catapora toda vez que uma proposta de parceria como essa é enviada no mundo”.

Infelizmente, nem todos têm a mesma integridade da Tamy. É preciso destacar também que ela não é a única. Há muita gente séria neste mercado, e por isto mesmo se sente prejudicada pelos picaretas de plantão.

Indústria das curtidas

Outro exemplo. Uma recente matéria da revista Veja denunciou uma incrível indústria de falsas curtidas. Uma blogueira com mais de 100 seguidores no Instagram e 200 mil fãs no Facebook confessou ter sido parte do esquema. Trata-se de grupos que se formam para criar uma espécie de pirâmide de curtidas. Funciona assim: em troca de 350 “likes” diários em perfis designados, o participante recebe o mesmo benefício em volumes até quadruplicados. Com isto, surgiu até uma nova atividade: a terceirização das curtidas ao custo de 30 reais mensais.

Influenciador sob tutela – sob o comando de quem o peixe amarelo puxa o cardume de brancos?

Gerados os volumes, é fácil prever as consequências. Os posts deixam de representar a opinião de quem os escreve, mas sim interesses comerciais. E que nada teriam de errado se os informes fossem apresentados às claras, para o leitor não ser tratado como idiota.

Somos diariamente inundados por inúmeros embustes em forma de posts. Eles nada mais são que a manipulação grosseira da opinião pública. São envernizados sob a forma de pseudociência, que ganhou o nome charmoso de “influenciador digital”. Cabe a cada um de nós distinguir o joio do trigo.

Consumidor não é burro – cedo ou tarde o influenciador de araque será desmascarado

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 

 
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Afinal, como e por que montar um questionário de satisfação pós-evento?

 

Não podemos ignorar o fato de que até mesmo os eventos de pequeno porte precisam de um cuidado especial quanto ao desfecho. Nesse sentido, a importância de um instrumento de análise como o questionário de satisfação pós-evento jamais deveria ser subestimada.

É fato que todo evento demanda um bom planejamento para evitar frustrações e manchas ao nome da empresa, mas muita gente se esquece que esses cuidados devem se prolongar até a etapa de finalização, que pode melhorar bastante a perspectiva dos participantes a respeito da organização.

Pensando nisso, que tal saber de uma vez por todas os reais motivos para você apostar em um questionário pós-evento? Então vamos em frente!

O que é um questionário de satisfação pós-evento?

Na prática, trata-se de um compilado de até aproximadamente 10 perguntas, entregue em mãos ou enviado por e-mail, com o propósito de obter informações e impressões dos convidados sobre o evento.

Um dado importante que podemos ressaltar desde já é que cada questão deve disponibilizar alternativas de resposta ordenadas em escala, mantendo um equilíbrio entre opções positivas e negativas. Também devem existir perguntas abertas para colher impressões mais elaboradas dos participantes.

Por que é importante para eventos de sucesso?

A visão do convidado sobre o evento sempre será diferente da visão dos profissionais envolvidos em sua produção e organização. Impressões sobre os itens do buffet ou sobre os palestrantes escolhidos só os participantes podem dar, pois suas opiniões são baseadas em sua própria expectativa.

Os feedbacks obtidos com o questionário enriquecem a percepção da organização, permitindo verificar se a estratégia teve êxito, se os fornecedores e parceiros foram as melhores escolhas, além de ajudar também a avaliar o impacto do evento nos participantes. Aquela pergunta crucial sobre o interesse (ou a falta de interesse) da pessoa em participar de outra edição é bastante útil para esse tipo de avaliação.

Naturalmente, mesmo sem um questionário pós-evento, a equipe pode se reunir para fazer um levantamento dos pontos positivos e negativos, a fim de aprimorar a organização. Com as respostas dos participantes, no entanto, é possível coletar informações confiáveis para embasar um planejamento eficaz para as próximas edições.

Como o questionário deve ser apresentado?

Atualmente, uma boa opção é o envio do questionário por e-mail. É importante montar a lista dos participantes com antecedência, planejando para fazer o registro desses dados em alguma etapa posterior — como no credenciamento.

Para estimular os participantes a responderem ao questionário, a empresa pode desenvolver ações promocionais, oferecendo brindes. Outra forma de incentivo é com o envio de outros materiais. Antes mesmo de mandar o questionário, você pode disparar e-mails de agradecimento pela participação, pedidos de desculpa por eventuais problemas, mandar e-books com assuntos semelhantes aos assuntos tratados na ocasião, divulgar imagens ou mesmo fazer uma síntese de tudo o que aconteceu.

O envio desses conteúdos deve ser feito ao mesmo tempo com uma certa frequência, mas espaçadamente, para não se tornarem desgastantes. A comunicação por meio de e-mail marketing estimula que o questionário seja respondido e condiciona o participante a refletir sobre o evento.

Já se o questionário for entregue em mãos (na saída do evento, por exemplo), outras questões estão envolvidas. Ainda no local, os participantes certamente têm uma percepção mais recente sobre pontos fortes e fracos, o que normalmente leva a respostas mais imediatistas. Afinal, há pouco tempo para análises aprofundadas, que considerem a totalidade do evento.

Que itens o questionário deve conter?

Alguns pontos são fundamentais para estruturar bem o questionário de satisfação pós-evento. Confira agora mesmo os principais!

Nota geral para o evento

Essa deve ser a primeira questão, pois funciona com uma introdução ao tema. Podem ser dadas opções de resposta em uma escala ímpar — de 1 a 5, por exemplo. Dessa forma, a resposta 3 seria uma avaliação mais neutra quanto à satisfação.

Avaliação item a item

Nesse caso, vale selecionar os principais itens que a organização pretende avaliar — buffet, atendimento, organização, palestrantes e por aí vai. Lembrando que o questionário tem que ser direcionado à avaliação do que foi alcançado em relação aos objetivos pretendidos.

Questões abertas

O ideal é que as questões abertas não tomem mais de 20% do questionário. São importantes para receber feedbacks mais abrangentes, como sugestões ou reclamações. E não se esqueça de que as respostas negativas sempre demandam mais atenção, ok?

Indicação do evento ou da empresa

Pergunte se o convidado indicaria o evento em si ou a empresa. Essa é uma maneira inteligente de perceber o nível de satisfação do participante. É, assim, o tipo de pergunta que não pode ficar de fora.

Qual é a abordagem mais adequada?

O tom usado no questionário deve estar alinhado com o tipo de evento organizado. Aposte, portanto, em uma linguagem mais descontraída e informal para eventos com essa característica ou em um tom mais formal se for conveniente para a comunicação com aquele público específico.

Um aspecto interessante a levar em conta é o uso da tecnologia na organização do evento. Sabia que existem aplicativos que captam as opiniões dos participantes em tempo real? Pois isso pode ser bastante útil para perceber a influência da marca.

Como a tecnologia sempre traz praticidade, o uso de e-mail marketing costuma gerar resultados extremamente satisfatórios. É isso aí: processos curtos e simplificados de interação no meio virtual ajudam a entender a experiência dos participantes durante o evento. Nesse ponto, é também importante monitorar as mídias sociais para receber feedbacks.

Como lidar com as respostas dos participantes?

É fundamental estar preparado para receber críticas. Por outro lado, existem também os elogios, que, mesmo não preocupando, ajudam a confirmar os pontos percebidos pela organização como positivos. Já as reclamações devem ser enxergadas como oportunidades para promover mudanças e aprimorar os processos. Juntando pontos altos e baixos, é possível orientar planejamentos mais precisos de eventos futuros.

Vale salientar que é de suma importância que, ao elaborar um questionário de satisfação pós-evento, o foco das perguntas esteja relacionado ao que se pretende avaliar. Se a ideia é compreender como o público avaliou o desempenho dos palestrantes ou o que acharam do local e da estrutura física do evento, as questões devem girar em torno disso

Em geral, o questionário de satisfação pós-evento fornece uma impressão detalhada e única a partir da ótica de cada convidado. Dessa forma, elaborar um bom compilado de perguntas é uma forma de a empresa se beneficiar da interação com os participantes, colhendo feedbacks valiosos.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Intoxicação digital ameaça férias

 

 Cada dia mais dependentes de mídias sociais criam universos paralelos e deixam de viver experiências reais

Texto: Fabio Steinberg

Tudo indica que mobilidade virou sinônimo de intoxicação digital. Uma das principais vítimas desta tendência é o setor de turismo e viagens. O que antes parecia uma promissora evolução da tecnologia para facilitar as comunicações nos trajetos hoje começa a se transformar em pesadelo.

Passageiros parecem cada vez menos interessados em curtir paisagens, ouvir os guias, ou se socializar. Geralmente estão muito ocupados interagindo nas redes sociais.

Evolução

Primeiro vieram os notebooks. Trambolhos bem pouco portáteis, foram substituídos pelos tablets. Logo vieram dispositivos leves e práticos, como telefones e relógios inteligentes. Foram saudados pela capacidade de fotografar, telefonar e mandar mensagens para todo mundo, de qualquer parte do planeta.

Novo perfil – o dependente digital não é mais só quem passa dias isolado em um desktop

Mas o tiro saiu pela culatra. Ficaram tão populares que hoje é mais provável alguém embarcar e esquecer cônjuge ou filhos em casa do que deixar de trazer o dispositivo eletrônico. Companheiro inseparável, tornou-se tão exigente que faz questão de participar de todos os momentos da viagem.

O problema não é o aparelho, mas como separá-lo das mídias sociais. Há uma regra não escrita de que uma experiência só se torna verdadeira se for registrada e compartilhada, e tem que ser na mesma hora.

Família (des) unida – ninguém mais está imune aos dispositivos e mídias sociais, nem mesmo o cachorro

Seita gigantesca

O número de adeptos da nova seita é avassalador. Há mais de três bilhões de usuários, quase metade da população global. Cada um possui em média oito contas – entre elas Facebook, Instagram, LinkedIn, WhatsApp e Twitter. Basta dizer que sessenta bilhões de mensagens são disparadas por dia só pelo Facebook e WhatsApp juntos.

As mídias sociais vieram para ficar, e crescem de forma exponencial. A cada trimestre mais 120 milhões de usuários se somam aos existentes. Em média, diariamente cada pessoa se afasta do mundo real por mais de duas horas. Ou seja, pode até estar fisicamente presente, mas emocionalmente está lá longe.

Intoxicação digital

Vício maldito – o dependente digital é tão viciado quanto o de drogas ou álcool

Esta dependência digital – que especialistas já comparam ao álcool, drogas ou superalimentação, afeta não apenas comportamentos individuais, mas relacionamentos. Há efeitos colaterais, desde perda de sono, ansiedade, depressão, irritação, até prejuízos no trabalho e estudos. Por conta disso, a cada dia surgem organizações especializadas em livrar os viciados da intoxicação digital.

O uso sem limites das redes sociais, principalmente nas férias, tornou-se motivo de separação de casais. Intrigado com a questão, o escritório de advocacia londrino Brookman patrocinou uma pesquisa. Descobriu que nas viagens clientes se queixam dos parceiros “ausentes-presentes”, pois passam a maior parte do tempo grudados nos dispositivos.

Casamentos em crise

Pivô da crise – Tornou-se comum casais se separarem e culpar a dependência do cônjuge pelas redes sociais.

Dos entrevistados, 60% denunciaram que, ao invés de curtir a viagem, o acompanhante não parava de acessar as mídias sociais. Cerca de 25% reclamaram de viciados seriais, capazes de se desligar do mundo real incontáveis vezes por dia. O estudo concluiu que a dependência tecnológica aumenta o desgaste de casais. Assim, há gente que gasta mais tempo em relações virtuais com amigos, seguidores, e até estranhos, do que com quem está ao seu lado.

Nem sempre muito tempo dedicado às redes sociais caracteriza esta patologia. Um estudo da Universidade de Connecticut concluiu que a situação se torna grave quando o comportamento extravasa para o lazer e se replica em fins de semana, feriados e férias.

O trabalho avalia ainda que algumas pessoas têm menor risco de dependência, pois buscam nas redes apenas informação. Já o mais preocupante é quem está atrás de felicidade, realização pessoal, ou sentir-se parte de algo que falta em sua vida.

Fuga do vício 

Para preservar a qualidade de vida e relacionamentos intactos durante as viagens, há três gradações de medidas. A primeira é radical: não levar o telefone, principalmente em saídas curtas ou passeios com amigos ou familiares.

Uma alternativa mediana é usar o dispositivo no modo “avião”. Mas para casos graves, quando o usuário receia crises de abstinência, recomenda-se o acesso controlado às mídias sociais. Não mais que dois minutos, duas vezes por dia. E como cigarro bebida, sempre fugir de situações que levem à recaída no vício.

Rotas em contraste – o risco das redes sociais é a experiência verdadeira ser substituída pela versão falsa e irreal.

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 
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O que é o live marketing e como usá-lo em eventos?

 

Texto de Alexandre Kida

Quer garantir que seu evento corporativo tenha um impacto inesquecível sobre o público presente? Pois então chegou a hora de começar a pensar fora da caixa, buscando soluções e estratégias para turbinar o potencial da sua iniciativa! Neste post, vamos apresentar uma tática que vem conquistando o mercado e apresentando resultados bastante positivos: o live marketing. Pode acreditar: nessa modalidade, o reconhecimento da marca é alavancado e os resultados podem ser sentidos praticamente de imediato. Quer descobrir como isso é possível? Continue lendo!

Conheça o live marketing

Assim como nas transmissões televisivas, live pode ser traduzido como ao vivo. Mas quando falamos em live marketing, simplesmente exibir em tempo real e em cores determinada ação de promoção não basta. Estamos falando de ações que acontecem por meio de interação direta, ao vivo e em cores, entre sua marca e clientes. Assim, podemos dizer que a tradução mais acertada para live marketing é marketing de experiência. O objetivo desse tipo de ação é, portanto, fazer com que a empresa promova experiências sensoriais para seus clientes e, assim, consiga encantá-los.

Para que essa definição fique mais clara, vamos a um exemplo? Uma grande instituição financeira, em parceria com diversas prefeituras, lançou um programa de aluguel de bicicletas. Todas elas são plotadas com a marca do banco e podem ser usadas por qualquer pessoa, sendo cliente ou não. Alguma dúvida de que esse tipo de ação aumenta a ideia de preocupação social da marca e ainda dá a oportunidade para clientes e leads desfrutarem de uma experiência real?

Mas o live marketing também pode ser realizado dentro de eventos corporativos. Nesse sentido, uma ação bastante comum é oferecer testes de produtos durante palestras ou convenções ou mesmo preparar pequenas gincanas para a distribuição de brindes. Para que você consiga fazer do live marketing um diferencial no seu evento corporativo, porém, é preciso conhecer alguns segredos. Confira a partir de agora nossas dicas e saia na frente da concorrência!

Capriche na divulgação

O sucesso de um evento corporativo começa lá atrás, na sua promoção. Fazer com que a ação da empresa seja amplamente conhecida de antemão e, assim, consiga instigar a participação e o comparecimento do público: esses são os primeiros desafios que você deve saber como superar.

Em geral, a divulgação é feita de maneira tradicional, com o envio de convites e propaganda paga, além da ajuda do marketing digital, dando visibilidade ao evento por meio das redes sociais, do e-mail marketing ou do uso do próprio site ou blog da empresa. E é desde essa fase que o live marketing pode ser um importante aliado! E, ao contrário do que muitos podem pensar, dá sim para manter a simplicidade aqui: que tal distribuir folhetos pessoalmente com sua equipe vestindo uniformes personalizados do evento? Quer potencializar essa ação? Distribua brindes a quem se mostrar interessado!

Pense na estrutura do evento

É importante fazer com que as ações planejadas de live marketing sejam coerentes com o tipo de espaço e de estrutura física disponíveis no local do evento. Afinal, você não quer que sua iniciativa se transforme em um Frankenstein, muito menos quer deixar seus convidados desconfortáveis, correto?

Grandes centros de confraternização ou auditórios, por exemplo, permitem ações mais ousadas, envolvendo bandas, DJs ou apresentações teatrais. Por outro lado, eventos com espaços mais restritos exigem ações mais pontuais e pessoais, como uma distribuição de brindes. Mas existem outros recursos que exigem pouco espaço, como o uso de dispositivos de realidade virtual ou mesmo a disponibilização de notebooks ou tablets para que os convidados experimentem determinado produto ou serviço.

Fique de olho no orçamento

As ações de marketing de experiência exigem um certo investimento. Por isso, tal impacto deve ser mensurado já na elaboração do orçamento de todo o evento corporativo. Lembre-se de incluir o pessoal contratado para executar ou orientar determinadas ações, o custo de adaptação da infraestrutura, incluindo aí o aluguel de equipamentos e as despesas com brindes e pagamento de material de divulgação.

Não se esqueça que nem sempre é preciso investir em grandes e custosas apresentações ao vivo para atingir os objetivos esperados. Ações modestas, mas que façam o público realmente interagir com a marca e seus produtos, podem ter um melhor custo-benefício, com altos índices de retorno.

Amplifique o live marketing usando a internet

Toda a ideia por trás do live marketing está em fazer seu convidado viver uma experiência com a marca durante o evento, de maneira imediata e direta. Mas sabia que os efeitos do marketing de experiência ainda podem ser ampliados? Para isso, você tem que conseguir divulgá-los da maneira certa.

A transmissão ao vivo de eventos via plataformas de streaming é uma boa maneira de dar visibilidade às ações realizadas por sua empresa, gerando um ótimo engajamento on-line. Da mesma forma, a documentação dessas ações também pode ser transformada, posteriormente, em material de divulgação da empresa que será agregado à promoção do seu próximo evento corporativo.

Tome cuidado para não ser invasivo

A essa altura do post, você já entendeu que o marketing de experiência só é efetivo quando há uma interação real entre o convidado e a marca. Mas e quando essa interação é forçada, acabando por se tornar desconfortável para o público? Esse cenário não parece ser nada promissor, não concorda?

Para evitar cair nessa armadilha, lembre-se de que existem pessoas mais ou menos tímidas, que estão mais ou menos dispostas a participar de determinadas iniciativas propostas por sua empresa. O importante é nunca deixar que a interação seja invasiva ou carregue um potencial constrangedor. O objetivo deve ser sempre promover uma ação aberta à interação voluntária.

Mantenha o foco na estratégia

Como toda ação corporativa, o live marketing precisa dar resultados concretos, que só serão alcançados com um planejamento estratégico. Antes de elaborar uma iniciativa de marketing de experiência, portanto, defina as metas que você pretende alcançar. A intenção é converter leads em clientes, captar e-mails para contato futuro ou divulgar espontaneamente a marca nas redes sociais?

Cada objetivo exige um tipo de ação e um investimento diferente, o que implica em adaptações de todo o evento corporativo para que atenda às expectativas. Também é importante que o controle se estenda após a realização do evento, com a comparação dos objetivos propostos e os efetivamente alcançados. Assim você consegue visualizar se o live marketing realmente vem mostrando o resultado esperado ou se ainda precisa ser mais bem elaborado para dar resultados reais para a empresa.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Saiba o que oferecer como brinde em um evento empresarial

 

Os eventos corporativos são ótimas formas de a empresa se aproximar dos seus clientes, estreitar laços com fornecedores, fidelizar ou mesmo promover uma maior integração dos funcionários, favorecendo a parceira entre eles e o trabalho colaborativo na organização. Mas para desfrutar de todas essas vantagens e ainda fortalecer seu nome no mercado, é preciso saber organizar o evento empresarial de modo a torná-lo marcante. Para isso, fornecer algumas comodidades aos convidados pode ser uma excelente estratégia.

Além de ser uma eficiente tática de marketing, presentear os convidados com brindes empresariais os deixará bastante entusiasmados, fazendo com que a empresa fique gravada na memória — principalmente se os brindes fugirem do tradicional kit de bolsa com caneta, bloquinho de anotações e panfleto da marca.

Para assegurar o fornecimento de presentes verdadeiramente apreciados pelos convidados, aqui vão algumas dicas de como escolher os melhores brindes para seu evento empresarial e agradar os participantes. Confira!

Analise o público-alvo

A melhor forma de fornecer um brinde realmente marcante para seus convidados é adequando a escolha ao perfil e às necessidades do público. Contextualizar a lembrança com a profissão ou mesmo com o hobby dos participantes pode ser uma excelente estratégia para assegurar o sucesso da iniciativa.

Oferecer chaveiros em forma de trenas para engenheiros, uma régua estilizada para um arquiteto ou uma miniatura de carro para um colecionador são ótimas formas de ser lembrado com frequência (e com carinho) por essas pessoas.

Faça um planejamento

De toda forma, antes de decidir o brinde a ser ofertado aos participantes do evento, é preciso pensar no objetivo que a organização busca alcançar com sua disponibilização. Por meio da disponibilização gratuita de alguns mimos, a empresa pode cativar os clientes, gerar afinidade, fidelizá-los, estreitar laços comerciais com seus parceiros ou desejar simplesmente ser lembrada pelos consumidores, tornando-se uma referência em determinado segmento.

Assim, após definir o objetivo que deseja alcançar, a organização deve verificar a maior ou menor necessidade de oferecer produtos mais simples ou mais sofisticados, tendo em vista que, em qualquer caso, deve adotar outras cautelas para conseguir registrar sua marca na mente das pessoas de uma forma duradoura e bem-sucedida.

Contextualize os brindes

Outra dica de ouro para agradar seus destinatários é associar os brindes corporativos ao evento promovido pela empresa. Essa dica está relacionada à utilidade imediata das comodidades e é uma excelente técnica para garantir boas lembranças aos participantes — principalmente se os brindes forem não só úteis, mas necessários.

Um bom exemplo disso seria fornecer bonés em uma pedalada da empresa durante o dia, camisetas leves em eventos esportivos ou canecas personalizadas em festas. Já teve alguma ideia por aí?

Pense na utilidade

Outra boa estratégia para garantir que os produtos oferecidos farão sucesso e serão realmente usados pelas pessoas é investir em funcionalidade. O objetivo da oferta de brindes pelas empresas é fortalecer o nome da marca por meio da lembrança, certo? É essencial, portanto, que a empresa se preocupe em proporcionar algo que acrescente ou amplie as experiências do público, que facilite alguma tarefa ou sirva para acomodar outros produtos de uso diário.

Ao pensar em tudo isso antes, em vez de simplesmente encomendar mil canetas, você automaticamente garante uma maior vida útil dos brindes nas mãos dos participantes. Consequentemente, sua marca também será lembrada por muito mais tempo.

Associe o produto à empresa

Para garantir a rápida identificação e memorização da sua marca sempre que o presenteado usar o brinde, opte por opções que tenham a ver com o produto da sua atividade.

Que tal um exemplo para esclarecer essa técnica? Mouse pads dados por uma empresa de informática ou de processamento de dados. Pode ser também um joguinho de porta-copos no caso de uma marca de bebidas. Não faz todo o sentido?

Aposte na personalização

Se o evento for para um público pequeno, em que seja possível fazer um controle sobre a quantidade exata necessária e o nome dos participantes ou mesmo se for para os próprios colaboradores da empresa, uma forma de surpreender a todos é presenteando com brindes personalizados, com o nome ou até mesmo uma foto junto com a marca da companhia.

Essa tática certamente será muito apreciada pelo público participante do evento empresarial, que se sentirá importante e valorizado. E é justamente esse reconhecimento que consegue desencadear um círculo virtuoso de gratidão e afeto pela empresa.

Invista na qualidade

Mesmo sendo apenas uma lembrancinha dada pela organização, a qualidade dos produtos oferecidos em seu evento corporativo faz sim toda a diferença para a respeitabilidade e o nome da companhia.

Embora não seja necessário investir muito nos brindes fornecidos para que agradem os convidados, já que há comodidades dos mais variados preços, que cumprem igualmente sua missão de conquistar, fidelizar ou converter o público, eles devem ser de boa qualidade. Afinal, não fica bem associar o nome da sua empresa a um produto ruim ou de procedência duvidosa, sob pena de comprometer a confiança que as pessoas depositam na marca.

Em um mercado cada vez mais competitivo, torna-se fundamental que as organizações procurem apresentar diferenciais a seus clientes, alavancando seu nome no cenário em que atuam e largando na frente da concorrência. Para conseguir atingir um objetivo tão arrojado, é preciso ousar, apostando em estratégias diferenciadas para se aproximar cada vez mais do público e manter boas relações com parceiros, fornecedores e funcionários, tornando-se uma referência no seu segmento.

Para ajudar as organizações nessa complexa tarefa, os eventos empresarias são ótimas formas de promover o nome e a cultura corporativa, informando o público sobre as conquistas e os desafios empresariais e se aproximando da audiência — seja ela interna ou externa. Nesse contexto, os brindes dão a tônica dos eventos e são importantes mecanismos para fomentar a propagação da marca.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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