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A gafe é sempre sem querer: falamos o que não devíamos ou falamos o que não queríamos; ou, simplesmente, falamos demais. Ou ainda, não poderíamos ter feito algo. Gafe! A sensação é de desastre total. Queremos fugir, morrer de vergonha. O pior é quando se faz aquele silêncio acusador, embaraçoso, perplexo… ou quando, em desespero, tentamos consertar uma gafe.

A gafe é impiedosa e bem que pode atrapalhar nossa vida, causando vários transtornos, mas uma gafe não é o fim do mundo e, é claro, que dá para sobreviver. Com humor e muita presença de espírito é até possível contornar uma gafe quase fatal, e o mais importante: você pode evitar as gafes, conhecendo suas armadilhas e as situações em que elas acontecem com maior frequência.

A “gaffe”: de onde vem esse termo? Na marinha francesa gaffe era uma vara com gancho na ponta para puxar os botes de desembarque. Na década de 20 criou-se uma miniatura de gaffe para colocar, durante as refeições e eventos, quando o marinheiro sofresse um embaraçoso erro de etiqueta.

Hoje, toda situação fora do contexto é considerado uma gaffe:
– esquecer o nome de uma pessoa,
– esquecer datas importantes,
– confundir nomes ou eventos,
– desculpar-se com assiduidade ou o clichê “Desculpe qualquer coisa”,
– perguntar a idade,
– fazer muitas perguntas indiscretas sobre a vida pessoal de outros
– querer saber o preço das coisas que as pessoas compram
– perguntar se as pessoas ainda se lembram de você
– perguntar quem é um acompanhante
– recomendar dietas sem que tenha sido pedido
– recomendar tratamentos
– querer saber detalhes da vida dos outros, da saúde, relacionamentos
– querer saber se alguém foi convidado para uma festa…
– e milhares de outras situações constrangedoras.

Traduzir os códigos de etiqueta e comportamento para a vida real, não é tarefa fácil. São milhares de situações que podem ser consideradas como gaffes. Desviar-se delas e do embaraço mortal que se segue a elas, é inevitável, pois ninguém está livre de cometer alguma. Mas não é o fim do mundo.

Se a língua acabou sendo mais rápida que o raciocínio e você acabou falando uma tremenda besteira, não adianta entrar em parafuso e ficar se culpando, tentando se esconder. Todos nós falamos e cometemos gafes, isto faz parte da natureza humana. Somente pessoas muito prepotentes não conseguem desculpar os próprios erros. Tem muita gente que acha que é o fim do mundo só por que não parece perfeitinho diante do mundo e ficam se controlando o tempo todo, pensam centenas de vezes antes de abrir a boca, e quando resolvem falar algo, descobrem que o assunto já mudou há muito tempo. Como diz o ditado: Errar é humano, mas se divertir com os próprios erros é divino!

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
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