FESTA DE DIVÓRCIO

 

           

Primeiro foi o jornal New York Times, em reportagem de 14 de fevereiro de 2005, que informava que os americanos, e americanas, estavam realizando um tipo novo de evento: comemoração para celebrar o divórcio!

Segundo a matéria, a festa de divórcio, um misto de despedida de solteiro e bacanal exorcista, era uma celebração completa, com listas de presentes e um conjunto de protocolos sociais.

Especialistas em comportamento viram como uma necessidade da sociedade de mais rituais para marcar os estágios importantes da vida.

Com o conhecido espírito pragmático, uma das características do povo americano, logo surgiram empresas especializadas nesse tipo de eventos. E claro, um livro: “How to Throw a Divorce or Breakup Party” (como organizar uma festa de divórcio ou rompimento) de Christine Gallagher.

Desde então, empresas estão lucrando com as festas de rompimento, anunciando seus serviços como uma perfeita injeção de ânimo ao recém solteiro.

Uma festa de divórcio ou de rompimento gera algumas questões de etiqueta espinhosas.

Os ex-casais devem celebrar juntos ou separados? Seria apropriado queimar o álbum de casamento? Os amigos do ex devem  ser convidados?

Essas e outras noções de etiqueta social estão no programa do Curso básico de produção de eventos.

A novidade há muito já chegou por aqui. Mais um segmento, ainda não explorado, no sempre surpreendente e inesgotável mercado de trabalho do produtor de eventos.

 
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