Educação e elegância no transito

 

Texto: Lucia de Belo

Dados publicados em 1960, na primeira edição da revista Quatro Rodas, dizia que no Brasil existiam menos de 500.000 veículos. Atualmente a frota de comerciais leves, automóveis, caminhões, ônibus, caminhões e motocicletas já somam mais de 50.000.000 unidades.

Esse enorme crescimento,  que se reflete na qualidade de vida das pessoas, também revela vários transtornos mentais decorrentes do ritmo de vida alucinado.  Os casos mais comuns envolvem transtornos de ansiedade e de comportamento, mas há também o transtorno explosivo intermitente, causado principalmente por situações de estresse no trânsito.

As vias sempre lotadas e eternamente paradas acabam causando mau humor, deixando as pessoas esquecidas dos benefícios das gargalhadas e também da boa educação no transito. Apesar de constar no Código de Trânsito Brasileiro os direitos e deveres de condutores e pedestres, cujo principal objetivo é humanizar o trânsito, o que vemos são motoristas apressados, intolerantes, impacientes e imprudentes.

Não há paciência. Usam a buzina como se fosse seu próprio grito ou usam o farol alto exigindo passagem. Mostram o desejo de correr e, além disso, não permitem que ninguém venha a ultrapassá-los, numa competitividade que apenas mata e não dá vitória a ninguém. Está em falta a boa educação, a gentileza e a responsabilidade diante do volante.

Muitos motoristas negligentes e imprevidentes por natureza, mesmo sabendo que o transito está complicado, não se empenham em sair de casa meia hora antes e não evitam as vias mais congestionadas. Sentindo-se pressionadas pelo tempo, as pessoas culpam todos no mundo por seus atrasos e demonstram mau humor, enquanto a solução está na própria pessoa que poderia evitar todo o desgaste.

Além disso falta jogo de cintura e  criatividade. Por acumular tanta pressão dentro de si, as pessoas acabam explodindo encima de quem não tem nenhuma culpa ou terminam provocando um acidente. Se zelassem por seu conforto já teriam providenciado ar condicionado, direção hidráulica e um bom som para seu carro, de forma a tornar o tempo de espera no trânsito menos angustiante.

Controlar a ansiedade e o nervosismo pode não ser fácil nessas situações, mas se tentassem respirar de forma mais lenta e profunda poderiam se controlar melhor. Há dias em que já acordamos indispostos e mal humorados. Uma dica para esses dias é chamar um táxi e ler o jornal durante o trajeto, sendo talvez a oportunidade de descobrir que desgastes desnecessários só prejudicam a saúde e diminuem o tempo de vida. Revidar fechadas, buzinar, xingar e fazer gestos obscenos não faz o transito fluir melhor, apenas mostram a falta de educação e despreparo para viver em sociedade…

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , , , | Deixar um comentário

Memórias de recepcionista de hotel

 

Livro de recepcionista de hotel de luxo revela os bastidores e o que ocorre na intimidade da operação, longe dos olhos dos hóspedes

Quase tudo que acontece em hotel passa pelo recepcionista, que pode transformar a vida do hóspede em céu ou inferno

Texto: Fabio Steinberg  

Já ouviu falar em Jacob Tomsky? Provavelmente não. Afinal, é só mais um nome no universo de 15,5 milhões de profissionais que constituem a indústria de hospitalidade nos Estados Unidos. E ele passaria desapercebido se não tivesse escrito um livro de enorme sucesso.

Por fazer carreira em áreas não gerenciais, principalmente Recepção, Tomsky obteve visão privilegiada da rotina dos hotéis de luxo. Não é qualquer setor. Trata-se de uma área estratégica, pois tudo passa por ali.

Detonador – 10 anos em recepção deram a Jacob Tomsky visão privilegiada do que ocorre em hotel de luxo

A obra apresenta com doses generosas de sarcasmo os bastidores de um hotel, algo que o autor conheceu de perto por dez anos. O título do livro, não traduzido para o português, prenuncia a bomba a ser detonada: Heads in Beds (Cabeças nas Camas). Trata-se de uma expressão hoteleira norte-americana que retrata bem a impessoalidade que predomina por vezes a gestão deste negócio. Ou seja, é preciso atingir a meta da ocupação, e isto só se faz com o máximo de gente dormindo nas camas disponíveis.

O autor

Tomsky, que é formado em Filosofia, começou sua carreira na hotelaria como manobrista de carros num hotel de luxo em New Orleans. Depois de passar pela governança, chegou enfim à Recepção. Dela nunca mais saiu, só mudando-se anos depois para outro cinco estrelas de New York.

Publicado em 2012, o livro não se obsoletou. Continua atual e relevante, pois lida com o comportamento humano. Isto não muda, mesmo com todos os avanços tecnológicos.

Best seller – O livro sobre bastidores de hotel em português se chamaria “Cabeças nas Camas”

Para o autor, há dois fatores na hotelaria que se destacam por afetar, para o bem ou mal, a experiência do hóspede.

O primeiro é a gorjeta, por vezes disfarçada de suborno. Nos hotéis, move montanhas. “Dizer obrigado não paga minhas contas”, parece ser o mantra que permeia todas as categorias.

O segundo item é o papel vital do recepcionista, a iminência parda da operação. De seu humor e boa vontade dependem coisas como seleção do melhor quarto, cortesias como vinho ou frutas no quarto, upgrades, late checkouts, ou exclusão de gastos extras da conta, quando contestados.

Tomsky afirma ser erro fatal maltratar ou cair na desgraça do recepcionista. Jamais o deixar esperar enquanto conversa no celular ou ser grosseiro. A vingança pode ser maligna. O ideal é dar boas gorjetas (jamais moedas), e de fazer isto antes de completar o check-in.

O livro

As histórias do livro oscilam entre engraçadas, patéticas, irreverentes e chocantes. Por exemplo, o leitor fica sabendo arrumadeiras podem usar polidor de móveis para aumentar o brilho dos espelhos, mas também como tira manchas dos copos do minibar. E que represálias por humilhações passam até por substituir o conteúdo de perfumes de hóspedes por urina. Recepcionistas ressentidos podem despachar clientes malcriados para apartamentos barulhentos, mal localizados, com problemas técnicos ou com telefones que tocam por engano sem parar.

Procura-se  – Bernard Sadow, inventor da mala com rodinhas, é odiado pelos mensageiros de hotel

Um conselho importante: jamais cite o nome de Bernard Sadows para um mensageiro. Trata-se do inventor da mala com rodas, que se tornou o sujeito mais odiado pela categoria. Numa atividade que depende de gorjetas, o hóspede carregar sua própria bagagem faz toda diferença. Apesar disso, ainda é o posto onde mais se ganha dinheiro no hotel. Quem entra no cargo implora para não ser promovido. Isto explica a presença de tantos idosos no setor, pois lá fazem carreira de vida.

O livro revela também o cotidiano dos funcionários, nem sempre glamurosa. Na maioria das vezes mal pagos, com carga horária desgastante, e maltratados por colegas e hóspedes, precisam manter um eterno sorriso entre rodízios de “bom dia” e “até logo”. E nunca cometer dois pecados mortais: roubar ou dormir no expediente.

10 mentiras 

Finalmente, o autor revela as dez mentiras mais contadas nas recepções:

  1. Todos os quartos são do mesmo tamanho.
  2. Claro que me lembro do senhor! Bem-vindo novamente!
  3. Sinto muito, não há nada que eu possa fazer.
  4. O seu feedback é muito importante para nós.
  5. Pode deixar que informo a gerência sobre a má atitude do colega.
  6. Jamais tive a intenção de ofendê-lo.
  7. Não se preocupe que envio pelo correio agora mesmo.
  8. O prazer foi todo meu.
  9. Minhas sinceras desculpas pelo ocorrido.
  10. Espero revê-lo novamente.

Quem manda – A chave do tratamento diferenciado em hotel é saber administrar bem gorjetas

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , | Deixar um comentário

Formatos para salas de eventos: 7 maneiras de adaptar suas reuniões

 

Você já parou para pensar que a configuração do ambiente é capaz de favorecer ou prejudicar a dinâmica de uma reunião? Quem se preocupa em organizar experiências memoráveis deve ter isso em mente e buscar sempre os melhores formatos para salas de eventos.

Não há nada melhor que exercer atividades profissionais em um local agradável e adequado à programação prevista. Colaboradores nessa situação conseguem desfrutar de uma boa experiência e aproveitar o momento ao máximo para trocar ideias, discutir negócios e criar uma nova rede de contatos.

Seja em um coworking, em um hotel com sala de conferência ou em um espaço próprio para receber eventos, é fundamental prever a disposição correta das cadeiras e demais móveis. O objetivo é deixar o local pronto antes do início das atividades.

Que tal se inspirar com nossas soluções? Fique de olho nos formatos que listamos e acerte na escolha!

  1. Auditório

Bastante tradicional, esse arranjo é composto apenas por cadeiras e uma área de palco. Ainda que o nome seja relacionado a uma instalação de auditório, pode ser montado em qualquer salão vazio.

É a configuração perfeita para dinâmicas que não envolvam grande interação entre o público e o ministrador de conteúdo. Bons exemplos são as palestras, já que envolvem a transmissão de informações aos ouvintes que se limitam a acompanhar os sinais, falas e gestos dos especialistas.

Por esse motivo, os assentos costumam ser organizados em fileiras e voltados ao palco onde o locutor se posiciona. É um modelo bastante versátil porque permite adaptar a quantidade de assentos ao número de participantes sem muito trabalho.

  1. Escolar

Como o nome sugere, se baseia nas disposições comumente encontradas dentro das escolas e outras instituições de ensino. Esse tipo de organização inclui mesas ou cadeiras com pranchetas de apoio, todas dispostas em fileiras e conectadas por um corredor central.

É um dos formatos para salas de eventos corporativos mais simples e serve para atividades de treinamento. Com o apoio das mesas, os colaboradores podem levar computadores, agendas, cadernos e outros materiais que são empregados tanto em aulas de grupo quanto em exercícios individuais.

  1. Espinha de peixe

É muito semelhante ao modelo anterior, com a diferença de que as mesas ou pranchas ficam dispostas em diagonal, formando um pequeno ângulo em relação ao corredor central da sala — daí o nome “espinha de peixe”.

A escolha do local não tem muita importância, desde que tenha a quantidade adequada de móveis para acomodar todos os participantes com conforto. Mas por que essa leve alteração na posição dos assentos?

O motivo é simples: para facilitar a interação e a visualização do profissional que conduz a atividade. Uma simples mudança nas fileiras também permite que os colaboradores enxerguem seus colegas e discutam os exercícios.

  1. Sala em U

O termo se refere à letra U, que surge a partir da conexão de várias mesas e cadeiras, formando um semicírculo — sua extremidade aberta fica voltada para a área em que o ministrador de conteúdo se posiciona.

Como dá para imaginar, esse arranjo possibilita a visualização de todos os participantes, sem qualquer barreira visual entre eles. Por esse motivo, é indicado para atividades que exigem maior interação, conversas e troca de ideias. Cabe destacar que o grupo não deve ser muito grande, pois, desse modo, as pessoas tendem a ficar muito distantes umas das outras.

Por não prejudicar a visão de ninguém, a sala em U é perfeita para reuniões que utilizem reprodução de vídeos e outros materiais em telão. Não é à toa que também funciona em eventos corporativos internos.

  1. Mesa redonda

É um modelo recomendado para reuniões que visam discutir uma temática ou conteúdo específico. Geralmente, essas atividades contam com um moderador para garantir que todos os integrantes possam expressar suas opiniões e ideias.

As salas de mesas redondas também estimulam o trabalho em equipe e incentivam os colaboradores para que contribuam com a discussão proposta. O objetivo é criar um ambiente propício para novas ideias, construção de planos, definição de projetos etc.

Ao contrário de formatos para salas de eventos mais tradicionais, permite maior flexibilidade de movimento e proximidade entre os envolvidos. Assim, é comum que seja empregado durante encontros de negócios que envolvam discussões.

  1. Palco 360 graus

Novidade no mercado de eventos corporativos, o palco 360 graus é uma solução interessante para fazer com que os participantes se sintam conectados aos locutores. Afinal, diferentemente dos auditórios e salas comuns, garante a visualização do público a partir de qualquer ponto/ângulo.

O efeito é possível porque o palco fica no centro da plateia. Algumas estruturas, inclusive, permitem a realização de giros. Assim, o palestrante consegue se direcionar a grupos específicos do público.

  1. Coquetel

Esse formato tem um caráter mais informal, já que conta apenas com mesas de apoio para que os convidados coloquem suas bebidas, quitutes, utensílios e copos. É claro que a proposta deve ser realizada em um local que permita servir buffet.

O coquetel é bastante utilizado para comemorar conquistas e confraternizar bons momentos com colegas de trabalho. Por causa do ambiente descontraído, também funciona quando o objetivo é estreitar laços com parceiros, fornecedores e clientes em potencial.

Assim, muitas empresas podem promover coquetéis que envolvam a participação do público externo. É uma ótima forma de fazer networking, de apresentar a marca a quem é de fora e, ainda, de criar novas oportunidades de negócio.

Esses foram alguns dos arranjos possíveis para você investir nos próximos encontros, sejam eles mais animados ou focados em negócios. Em todo caso, vale observar as tendências para esse tipo de atividade com a finalidade de levar ótimas novidades aos participantes.

Uma das mais recentes é o uso de mobiliário confortável e diferenciado para melhorar a experiência das pessoas. Assim, peças como puffs, poltronas e até mesmo almofadas podem substituir ou complementar os jogos de mesas e cadeiras.

Tudo vale quando o objetivo é valorizar a presença dos colaboradores em reuniões e outras atividades. Agora que você conhece os principais formatos para salas de eventos, suas características e utilidades, pode escolher a opção certa para cada situação.

Fonte: www.copastur.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Pra que viajar com dinheiro?

 

Do ancestral dinheiro no bolso aos cartões de crédito, os gastos em viagens se renderam à praticidade da carteira digital

Cadê o dinheiro? Quem já enfrentou cartão que não funciona, perdido, ou clonado, sabe o perrengue que vem depois

Texto: Fabio Steinberg

Há uns vinte anos, era impossível viajar sem encher o bolso de dinheiro vivo. Nos percursos em períodos mais longos, que exigiam carregar grande volume de notas, a situação ainda era pior. A questão se agravava nas idas ao exterior, quando era indispensável levar moeda estrangeira em cash.

O medo de perder dinheiro ou ser roubado quase que estragava o prazer de viajar. O viajante mantinha um olho no destino e outro no bolso, sob tensão contínua. Naqueles tempos heroicos, era comum até encontrar gente que costurava notas nas roupas. Ou embuti-las em incômodos cintos de pano, presos em volta da barriga. Dinheiro e corpo só se separavam por alguns minutos, na hora do banho.

Ninguém merece – não faz mais sentido viajar com dinheiro vivo debaixo da roupa como antigamente.

 A plena massificação do cartão de crédito reduziu radicalmente o problema. Afinal, agora era só levar o plástico no bolso e pronto. No entanto, criou outra preocupação no lugar. Tornaram-se indispensáveis cuidados adicionais para evitar perder ou ter o cartão roubado. Ele podia deixar de ser funcional também por falhas técnicas, programas antifraude das instituições financeiras acionados indevidamente, ou ser eventualmente clonado. E quem já passou pela experiência conhece a desagradável maratona, muito amplificada em viagens internacionais. A dor de cabeça vai de comunicar a perda ou roubo do cartão, providenciar seu cancelamento, obter novo cartão no interim, alterar pagamentos pré-programados, a até questionar débitos indevidos.

Carteira digital

Tantos revezes abriram espaço para o surgimento das carteiras digitais. Este dinheiro invisível permite fazer compras online de forma segura e prática através de transações eletrônicas pelo computador ou smartphone. O novo formato de meio de pagamento reduziu drasticamente o risco do uso imobilidade, devido do cartão de crédito por terceiros. Na prática, funciona como  seguro financeiro, hotel,hosptanto para quem paga como para quem recebe.

No Brasil, apesar de relativamente recente, o sistema ganha adeptos a cada dia. Um estudo da Mindminers patrocinado pela Paypal mostra que nas viagens internacionais a predominância do cartão de crédito sobre a moeda já não é tão absoluta.

A utilização de carteiras digitais, principalmente pelo próprio Paypal, já alcança 17% das pessoas. O índice é significativo, e já se aproxima dos 23% do cartão pré-pago, um meio bem mais consolidado. Nos percursos domésticos, a pesquisa mostra uma tendência ainda mais favorável, com a  intenção de uso futuro devendo chegar a 39%.

Viagem sem riscos – A carteira digital alivia a vida até da mais distraída das mochileiras

Turismo e segurança

Estes dados ganham uma importância especial para o Turismo, uma indústria particularmente sensível a questões de segurança. Isto porque de um lado a carteira digital oferece maior tranquilidade ao usuário em suas compras, atividades culturais e passeios. De outro, dá ao comerciante mais garantias de recebimento da transação financeira. Além disso, a carteira digital também cria oportunidades adicionais de serviços que facilitem a organização de atividades como eventos e tours ou consumo.

A pesquisa, realizada há dois anos, reforça o potencial do setor para introdução destes novos meios de pagamento. Por exemplo, 92% afirmaram a intenção de viajar pelo país, especialmente Nordeste e Sudeste. Já 79% declararam sua vontade de embarcar para o exterior, priorizando a Europa e Estados Unidos. E quanto maior a facilidade e segurança nos desembolsos, maiores as perspectivas de bons negócios.

Para quem insiste em adotar velhas práticas de comercialização, a mesma pesquisa deixa importante aviso. O avanço dos novos meios de pagamento no pagamento de viagens é inexorável. Ou seja, veio para ficar. Basta dizer que cerca de 60% dos passageiros só pagam suas passagens aéreas domésticas e internacionais através de crédito. Isto significa cerca de três vezes mais que em dinheiro. Será que é preciso dizer algo mais?

Dar sorte ao azar – perder dinheiro ou cartão em viagem é tão ruim como chuva durante todas as férias

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , , , , , , , | Deixar um comentário

Como ter inteligência emocional no ambiente de trabalho?

 

Como blindar nossa mente para não cair nas ciladas emocionais

Texto: Bruna Andrade

Nem sempre o ambiente está a nosso favor, gerir nossas emoções não é valido somente para nossa vida pessoal, mas sim para qualquer área de nossas vidas, estamos em um momento onde tudo é muito corrido deixando assim nossas emoções frágeis e estando a mercê dos mais variados sentimentos que na maioria das vezes são negativos. Mas hoje vamos falar de nossas emoções no ambiente de trabalho principalmente quando esse ambiente não é nada agradável e as vezes é um verdadeiro caos. Vale a pena salientar que julgar o ambiente como ele realmente é já facilita, entender que não estamos em um bom ambiente é o primeiro passo para tomar as ações, quantas vezes nos sentimos desmotivados por estarmos em ambientes não favoráveis a uma boa execução de trabalho e também a uma boa saúde de nossas emoções, assim elevamos nosso nível de stress e acabamos desmotivados, o que não é nada bom para ambas as partes. Mas se blindar contra as consequências ruins que os ambientes de caos trazem é necessário.

O primeiro passo para ter uma saúde emocional em boas condições é entender que ter problemas no dia a dia faz parte, o que torna as coisas diferentes é como me sinto em relação aos problemas que acontecem, até que ponto deixo que isso interfira de modo negativo no que sinto.

O segundo ponto é criar estratégias para diminuir todo esse caos, se é criar uma nova rotina melhorando seus processos, o que vai trazer uma sensação de melhor gestão do tempo e assim impactar de forma positiva no seu emocional.

Tenha feedbacks não tenha medo de conversar com as pessoas certas sobre como se sente em relação ao que acontece e assim ter aliados na melhora constante do ambiente e dos processos de trabalho, é importante que essas pessoas tenham os mesmos valores que você, e assim se identificar com ideias que embora possam ser diferentes mas que irão beneficiar a todos

A última técnica é a do saber dizer não que é muita válida pois as vezes ajudamos a criar o ambiente de caos quando dizemos sim a tudo e a todos.

Nossa saúde emocional deve ter um cuidado constante pois é ela quem traz o equilíbrio entre aquilo que somos e o que fazemos, cuidar da nossa inteligência emocional é cuidar do nosso interior, entendendo que tudo acontece de dentro para fora.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

Cerimônia casamento

 

Texto: Lucia de Belo

O casamento é uma  instituição importante e com isso o sonho,  é um dia entrar na igreja para essa tão maravilhosa celebração. Mesmo que a atualidade venha quebrando padrões tradicionais e algumas novidades estão surgindo, a maioria das noivas sustenta seu sonho. Contratar um cerimonial, com regras e dicas facilitam em muito a situação dos noivos e dispensa quebrar a cabeça tentando criar soluções adequadas. Quando existe a orientação e supervisão, muitas respostas prontas podem vir para os noivos.

Cerimônia  igreja católica

O cortejo de entrada deve obedecer à ordem de precedência, ou seja, todas as mulheres devem estar à esquerda do homem, exceto a noiva, que entra à direita de seu pai. De frente para o altar:

  • Lado esquerdo do templo, ficam os pais, padrinhos e convidados da noiva.
  • Lado direito do templo, ficam os pais, padrinhos e convidados do noivo.

O lado direito é um prolongamento do altar e o ponto mais alto em razão da precedência. Os bancos em frente e a esquerda de quem entra, são destinados às precedências mais altas, autoridades e convidados de honra.

Entrada dos Padrinhos

  • Os primeiros a entrar durante o cortejo de entrada são os casais de padrinhos. Entra um casal de padrinhos do noivo, depois um casal de padrinhos da noiva, e assim sucessivamente até que todos os casais de padrinhos tenham entrado. A sugestão é manter uma distância para a entrada dos casais, de forma somente depois de percorrido 1/4 do caminho total até o altar, entra outro casal. Os casais de padrinhos entram de braços dados, com a mulher à esquerda do homem. De frente para o altar, os padrinhos se posicionam: os da noiva na esquerda e os do noivo à direita do altar. É de bom senso não convidar muitos padrinhos.

Entrada da mãe da noiva e do pai do noivo

  • Após a entrada do último casal de padrinhos, espera-se o corredor estar livre e então entram a mãe da noiva com o pai do noivo. A mãe da noiva entra à esquerda do pai do noivo. Chegando à frente, a mãe da noiva aguarda à esquerda do altar e o pai do noivo aguarda à direita do altar.

Entrada do noivo e sua mãe

  • Aguarda-se até que o corredor esteja livre. O noivo entra com sua mãe ao seu lado esquerdo. Chegando à frente do altar, a mãe do noivo se posiciona junto ao marido à direita do altar.

Entrada das Damas e Pajens

  • As daminhas e pajens podem entrar antes da noiva ou juntos com ela à sua frente. Muitos preferem que as daminhas e pajens entrem antes ao som de uma música mais suave ao invés de entrarem à frente da noiva ao som da marcha nupcial ou a música escolhida. Esses devem se posicionar aos pares, o primeiro par vai para a direita, o segundo à esquerda e assim sucessivamente.

Entrada da noiva e seu pai

  • Após esse cortejo, as portas da igreja se fecham para que a noiva se posicione para a sua entrada. Ao serem abertas novamente, entra a noiva junto com seu pai. Como a noiva é a presença mais importante do casamento, pela ordem de precedência ela entra à direita do seu pai. No entanto, qualquer um dos lados é aceito. Ao encontrar o noivo, a noiva passa para o lado esquerdo do noivo, que a conduz ao altar.

Horário do casamento

  • Apesar da tradição de que a noiva deva se atrasar, pessoas bem educadas tem consciência de que o celebrante, seus convidados e familiares estarão atendendo ao convite para a cerimônia do seu casamento. Isso torna a noiva uma anfitriã, e pelas regras de etiqueta, o atraso denota desconsideração com os outros
  • O cerimonial ou recepcionistas devem orientar e acomodar os convidados, de forma de que a entrada do local da celebração esteja desobstruída pelo menos, 10 minutos antes da entrada da noiva. Em algumas igrejas há inclusive multas para as noivas que se atrasam.

Saída do altar

  • Na saída, os noivos se viram de frente para a saída; a noiva toma o braço direito do noivo e são seguidos pelas damas, pais e padrinhos. Todas as mulheres tomam o braço direito de seus acompanhantes nesse cortejo de saída. É delicado oferecer uma flor do buquê à mãe e à sogra.

Cumprimentos

  • Para os cumprimentos, os noivos se colocam no centro, tendo os pais da noiva ao seu lado e os pais do noivo ao seu lado, na mesma ordem que sairam da igreja. Caso desejem, os noivos também podem acrescentar os avós de ambos nos cumprimentos.
  • Os cumprimentos aos noivos e aos pais devem ser breves evitando-se saudações demoradas que atrasam a fila de cumprimentos e cansam aos noivos e à sua família.
  • Na atualidade, quando há recepção, dispensa-se a fila de cumprimentos que serão dados quando os noivos chegarem ao salão da recepção e circularão pelo salão junto com os pais para cumprimentar os convidados. Mesmo assim, os cumprimentos devem ser breves, de forma que os noivos possam aproveitar a festa.

Livro de Cerimônia

  • O Livro da Cerimônia é um registro permanente de todos que estiveram presentes na celebração. Colocado em uma mesa, do princípio ao fim da celebração num ponto em destaque, permite que os convidados expressem suas mensagens e felicitações aos noivos. Os pagens e damas se posicionam ao lado do livro para auxiliar aos convidados.

Entrada da noiva com o pai e com a mãe

  • Em geral a noiva entra na igreja acompanhada pelo pai. No entanto, o casamento é uma celebração especial e os noivos podem e devem fazê-la de uma forma que lhes traga satisfação. Quando a noiva quer entrar no templo acompanhada tanto do pai quanto da mãe, isso é possível, desde que o corredor da igreja seja largo para evitar um andar descompassado e apertado.

Entrada dos noivos com parentes ou amigos

  • A vida tem muitos imprevistos e não é raro filhos de pais separados ou que um dos pais tenham falecido, terem dúvidas do procedimento quanto aos preparativos de casamento. Para aqueles que são filhos de pais separados ou falecidos, todos os de seu meio social, amigos, parentes e colegas, sabem dessa dificuldade e são solidários. Por isso, na ausência do pai, a noiva pode entrar com um irmão, avô ou tio mais próximo; é estar com alguém que tem importância afetiva na vida da noiva e com certeza a pessoa convidada se sentirá honrada com isso.
  • O mesmo acontece com o noivo, na ausência da mãe ele pode entrar com uma irmã, tia, avó, ou mesmo uma amiga que tenha significado afetivo para ele.
  • Também há a opção da noiva entrar sozinha, como também do noivo entrar sozinho e isso é bem aceito pelos convidados.

Entrada da noiva com a mãe

  • No caso da noiva ter sido criada apenas pela mãe e desejar entrar na igreja acompanhada por ela, estará prestando homenagem à pessoa que tanto fêz por sua vida. Isso é possível e todos seus amigos se emocionarão com esse detalhe fundamental. Ela pode ir até a metade do corredor central e o noivo encontrá-la.
  • Após cumprimentar a sogra, o noivo conduz a noiva até o altar. Porém, nesse caso, deve-se evitar o constrangimento do pai perante os convidados, se ele estiver presente. Uma cerimônia religiosa não deve ter objetivo de vingança do passado. O pai, estando presente, pode ser convidado a estar no banco da frente.

Pais separados 

  • A situação parece ser mais complicada quando há separação dos pais que não se dão bem. O casamento deve ser um momento onde mesmo que os pais não tenham mais vínculos matrimoniais, devem estar ligados pelo elo ainda presente: o filho ou filha. Por conta disso, pelo menos o cortejo do casamento deve acontecer com a participação dos pais, como unidade familiar e em função do filho.
  • Ainda que tenham constituído nova família, em respeito aos noivos, este casal se une novamente. Brigas e desentendimentos devem ser esquecidos e o amor que une os noivos serve como base de perdão para o dia mais feliz da vida dos noivos. Porém há casos em que isso não é possível. Para se evitar indisposição entre os pais, sugere-se que os pais após entrarem na igreja, fiquem sentados nos bancos da frente separados.

Padrastos/Madrastas

  • Padrastos que insistem em acompanhar a mãe da noiva ou do noivo, só devem permanecer no altar se os noivos concordarem e mesmo assim, se o pai ou a mãe natural não estiver presente. Algumas religiões são contra o divórcio e não permitem o acompanhamento do padastro ou madrasta no altar.
  • Quando um dos noivos tem o pai natural ausente e foi criado pelo padrasto, são os noivos que devem decidir ainda que o cerimonial recomende outras regras. Se a noiva, não teve a figura do pai presente em sua vida, não deve no dia de seu casamento se sentir obrigada a homenageá-lo. E se ela tem uma outra figura que fez o papel de pai em sua vida, a vontade da noiva prevalece.
  • O mesmo ocorre com o noivo em relação à sua mãe.
  • Quando os pais são divorciados e ambos já tem outro relacionamento, prevalece a vontade dos noivos, porém deve-se evitar situações constrangedoras. Tudo depende da maturidade e compreensão dos pais e seus respectivos companheiros.
  • Se os pais naturais estão presentes, seus novos companheiros não devem estar presente no altar e devem permanecer junto aos demais convidados.
  • Em geral, o pai da noiva entra com a noiva; a mãe do noivo, entra com o noivo. Caso os novos companheiros do pai e da mãe insistam em entrar no cortejo, o padrasto e a madrasta podem entrar juntos e depois os casais se juntam. Mas se houver oposição e para evitar desentendimentos, os noivos podem entrar sozinhos e os casais entram logo depois. Importante é a vontade dos noivos, quem ama apoiará a decisão.

Fonte: www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

Turismo e terno não combinam

 

Lazer e terno não combinam, exceto nas propagandas e eventos de turismo no Brasil

Texto: Fabio Steinberg

Uma das questões mais intrigantes do turismo brasileiro é a razão do uso de ternos escuros por líderes ou empresários em todos os eventos que ocorrem no setor. Repare: basta aparecer uma feira ou congresso, ou uma destas premiações às pencas, ou mesmo alguma comemoração, e lá vão eles, trajando solenemente ternos e gravatas.

Esta questão seria menor, não fosse a dissintonia em relação à própria essência do Turismo. Afinal, esta é uma indústria que, apesar de séria, privilegia o lazer e o casual. Portanto, simboliza a antítese do formalismo de trajes praticado por seus representantes. E que no fundo agrada mesmo é aos fabricantes de ternos e gravatas.

O chamado “traje passeio completo” vem gradativamente perdendo sua relevância no universo dos negócios. Tornou-se extemporâneo. Até a sisuda IBM, que no passado tinha funcionários reconhecidos à distância pelos inevitáveis trajes azul marinho, camisa branca e gravata listrada, aboliu este modelo de vestimenta. Hoje, a exemplo de todo setor de tecnologia, predomina o informal, tipo calça social e camisa polo.

Com que roupa eu vou? 

Assim como as roupas costumam refletir o estado de espírito dos usuários, também têm a capacidade de influenciar seus comportamentos. Tornam-se assim uma espécie de embalagem de um produto chamado de “gente”.

Em termos de percepção, a aparência fala mais sobre uma pessoa do que o que ela diz ou como age. Ternos têm o potencial de engessar atitudes e cercear movimentos. Até porque, em ambiente tropical como o Brasil, ninguém pode se sentir plenamente confortável com o pescoço espremido por uma gravata e superaquecido por um paletó. Na prática, estes apetrechos podem contribuir para ampliar a rigidez física e mental, e funcionar como freio à criatividade ou inovação.

Uma provável explicação ao uso intensivo dos ternos no turismo brasileiro é a sua histórica dependência de governos. Até pouco tempo, a presença de autoridades em eventos no passado causava frenesi. Obrigava participantes a seguir protocolos e liturgias que hoje perderam a razão de ser.

O Brasil em descompasso

Mesmo com todo o descompasso do Brasil em relação ao mundo, o nosso turismo mal ou bem cresceu e evoluiu. E isto aconteceu quase sempre pelas mãos da iniciativa privada. Neste processo os governos deixaram de ser protagonistas para se tornar figurantes. Na sua vocação atual, devem tão somente apoiar a indústria, jamais operá-la.

Por isto, não faz sentido manter cerimoniais de beija-mão, ou prestigiar autoridades que só fazem discursos e cortam fitas. Isto demonstra subserviência a um poder que que hoje apenas mantém a pompa e circunstância, sem a majestade de outrora.

O turismo brasileiro, debaixo da orientação estatal, vive grave paralisia. Os resultados não mentem. Estancou em torno de seis milhões de estrangeiros por ano. É bem menos que o museu do Louvre recebeu no ano passado. Foram 10,2 milhões de visitantes, dos quais 7,6 milhões internacionais. Ou a Torre Eiffel, com 7 milhões anuais.

Turismo e governo

Associar-se automaticamente às ações do governo pode ser mau negócio. Um exemplo atual é o Plano Nacional de Turismo. Propõe dobrar o número de turistas em quatro anos, mas retira do texto o incentivo ao turismo LGBT. Ou seja, desprestigia um público estimado em 10% dos viajantes do mundo. Além do preconceito inaceitável, está desalinhado à tendência mundial.

O empresariado do turismo precisa se libertar das garras governamentais. Tem maioridade e capacidade para tal. E este esforço começa por abandonar cacoetes comportamentais adquiridos pelo tempo, dos quais o terno é emblemático.

Chegou a hora de menos discursos e sonhos, e assumir o barco – que anda à deriva. Quem duvidar da inoperância governamental, convém contabilizar quantos ministros, secretários estaduais e municipais que o país já teve nos últimos anos – a maioria de uma mediocridade galopante, e que nada fez para mudar as coisas. Enfim, é tempo de despir ternos – junto com o imobilismo e resignação que representam – e ir à luta, em busca de novos tempos para o turismo brasileiro.

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , | Deixar um comentário

Feiras e exposições

 

Participar de feiras e exposições, dentro do segmento em que atuam, representa uma grande oportunidade para empresas de pequeno, médio ou grande porte. Na maioria dos casos, as empresas pagam à produção para ter um estande nesses eventos. O investimento é bem visto por analistas de marketing, pois aumenta a visibilidade da marca, permite a divulgação dos produtos, além de proporcionar contatos com outros empresários e futuros clientes.

Feiras e exposições são frequentadas por um público específico, que realmente está à procura de comprar e conhecer novos produtos. Portanto, é uma excelente oportunidade para realizar vendas de produtos ou serviços, mas também para divulgar a marca e cultivar futuros clientes. Uma boa ideia para isso é orientar os vendedores a coletarem dados, como nome, telefone e e-mail, para que possa ser feito um contato posteriormente. O mailist irá crescer muito.

As feiras geralmente reúnem diversos especialistas e empresários, tornando-se também uma excelente fonte de informações sobre o que está acontecendo no mercado. Isso possibilita estar antenado com inovações, tendências e se inspirar com novas e boas ideias para seu negócio. Uma feira com tema dirigido a noivas, eventos e festas, com certeza terá estandes de aluguel de materiais para festas, distribuidores de bebidas, buffet, convites, espaços para cerimônia e recepção, decoração, cerimonial, fotografia e filmagem, acessórios para noivas e noivos, trajes para pajens e padrinhos, cabelo e maquiagem, alianças, automóveis de luxo, lembrancinhas e souvenirs, música ao vivo, iluminação especial, telão, efeitos especiais, noite de núpcias, viagens de lua de mel etc.

Tudo isso permite construir contatos com outros empresários do seu ramo e de outros segmentos, possibilitando novas parcerias ou mesmo troca de informações. Além disso, é uma boa oportunidade de conhecer melhor seus concorrentes diretos, saber como estão atuando em termos de marketing e ver de perto seus produtos. Para que todas as vantagens acima se concretizem, é essencial que antes do evento seja feito um planejamento cuidadoso.

Planeje suas ações de marketing e os materiais de divulgação, assim como avalie a possibilidade de oferecer brindes para os clientes. Um brinde não é apenas um agrado que a marca dá aos seus possíveis compradores para ser gentil. Dentro das feiras – onde o importante é chamar a atenção e se destacar em meio aos inúmeros concorrentes, os brindes são um impulso para que isso aconteça, e seu objetivo é reforçar a imagem da marca. Por isso, não distribua brindes genéricos. Escolha um que represente a empresa e que servirá para atrair clientes em potencial.

O marketing anterior à feira é essencial para que as pessoas tenham ainda mais vontade de conhecer o seu estande. Invista em chamadas nas redes sociais e demais mídias, convidando os visitantes a conhecer a sua exposição. Além disso, é uma boa oportunidade para se aproximar de contatos da área dos negócios, como fornecedores e leads, portanto, invista e chame a atenção para o seu empreendimento antes mesmo de a feira começar.

Escolha bem o local onde seu estande estará disposto. Veja o mapa do local com a organização do evento. Lembre-se que ele deve ser o mais bem apresentável possível para atrair o público. Invista em uma estrutura bonita e que dialogue com seus produtos e marca. Quando se fala em negócios, é importante falar em números exatos. Saiba quanto poderá destinar do seu orçamento para investir na exposição e partir daí você poderá traçar as ideias para seu estande sem extrapolar os investimentos.

A modernização dos setores é uma realidade inegável e nas feiras de negócios não é diferente, porque cada vez mais os empreendedores apostam na tecnologia para atrair e conquistar os clientes. Portanto, não fique fora desse recurso. Através de sistemas, é possível montar, de maneira simples, planilhas com as informações dos visitantes que passam pelo seu estande, traçando o perfil de quem mais se interessa pelo seu negócio. Além disso, as telas touch, os jogos relacionados a negócios e a interação com as redes sociais são ótimas opções para fisgar os clientes potenciais.

Verifique a quantidade de funcionários que serão necessários e invista num treinamento. Repasse o objetivo de sua empresa estar participando da feira e certifique-se de que eles compreendem e são capazes de executar a abordagem mais conveniente para o sucesso desse propósito. Mensure o resultado de sua participação por meio de vendas realizadas, contatos estabelecidos e o aumento de sua lista de possíveis clientes. Com certeza, um trabalho bem feito trará bons rendimentos.

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , | Deixar um comentário

Hotéis disfuncionais: os erros fatais

 

Hotéis disfuncionais são resultado da falta de planejamento na construção ou má adaptação de prédios criados para outro fim.

Texto: Fabio Steinberg

Cadê o papel? Falta de um bom projeto, improvisação e burrice podem levar a aberrações arquitetônicas nos hotéis

Qual o hóspede que não enfrentou experiências desastrosas em hotéis disfuncionais, que parecem fazer de tudo para afugentar seus clientes? Como comida que demora demais a chegar. Ou que vem fria para os quartos, áreas comuns, e até os próprios restaurantes. Ou elevadores com capacidade insuficiente para o movimento, e que levam uma infinidade para vir para os andares.

Pior ainda. Enfrentar barulheira que incomoda o sossego do hóspede, tanto vindo da área externa, como dos corredores e quartos vizinhos. Aguardar tempo excessivo para a água no banheiro aquecer. Testar a paciência nas filas intermináveis da recepção, junto com ambiente tumultuado devido a circulação de tanta gente.

Por que há tantos hotéis disfuncionais, capazes de prejudicar e até inviabilizar a operação? Como alguém faz investimentos tão vultosos, principalmente em hotéis independentes, e depois reclama que a operação só gera prejuízo e clientela aborrecida?

Disputa de espaço – Como foi que esta coluna folgada foi parar no meio da mesa do restaurante?

Resposta curta e longa

Há duas respostas. A mais curta é que hotelaria e improvisação nunca combinam. Falando claro: não basta ter dinheiro e vontade; hotel exige muito planejamento antes de sua implantação.

Já para a resposta longa à questão, pedimos ajuda a dois especialistas da Accor Hotels. Um deles é Abel Castro, vice-presidente de desenvolvimento de novos negócios. Ele resumiu os erros fatais dos hotéis disfuncionais em três categorias.

 

Roubaram a janela? – Ganha uma diária de hotel quem conseguir entrar nesta varanda.

A primeira é mercadológica. Isto inclui menosprezar a facilidade de acesso, visibilidade do empreendimento, e o tipo de vizinhança. Os três fatores andam sempre juntos. Por exemplo: não faz sentido construir um hotel de luxo em região degradada ou com trânsito pesado, ou longe do trabalho ou áreas de lazer.

Todo mundo sabe que hotel precisa de boa localização. Mas isto só não basta. É preciso também oferecer fácil acesso e proximidade a “geradores de demanda”. São fábricas, shoppings centers, centros culturais, comércio, hospitais e universidades que atraem pessoas ao local.

A segunda falha grave está ligada ao projeto. Como construir uma área de eventos no última andar do prédio, mas sem o devido apoio operacional e cozinha por perto. Faltar um gerador de energia capaz de funcionar 100% do tempo. Não adotar um isolamento acústico com vidro duplo para o lado externo, assim como drywalls com mantas entre os quartos.

A falta que o planejamento faz– Será que neste caso sobrou banheira ou ficou faltando torneira?

Poucas vagas de estacionamento – o correto é pelo menos uma para cada dois quartos. Construir o restaurante e a cozinha em andares diferentes. Sem falar que um mau projeto cobra um alto preço na utilização de alto número de funcionários, o que desequilibra a relação custo-benefício.

O terceiro erro fatal é menosprezar o fator segurança. Os melhores hotéis possuem duas escadas de emergência nas extremidades, assim como sprinklers e detectores de fumaça em todos os lugares. “Hoje estes quesitos deixaram de ser apenas necessários, mas uma exigência de mercado”, explica Abel.

Fluxos operacionais

Paulo Mâncio, Vice-Presidente Técnico de Design e Implantação d Accor, destaca a importância dos fluxos operacionais. Aliás, é nesta hora que a hotelaria profissional se distingue do amadorismo. Uma coisa é projetar um hotel com criatividade; outra é este design funcionar na prática.

Engarrafamento no lobby – a gestão do fluxo evita que hóspedes e funcionários se atropelem.

A única forma é investir em um modelo funcional e planejado por quem tem experiencia no assunto. Como por exemplo prever ainda na construção uma caixa externa fora dos quartos do hotel. Conhecida como “shaft”, ela permite reparos no encanamento, sistemas elétricos e de comunicação sem incomodar o hóspede e o fluxo operacional.

Da mesma forma, um lobby de hotel que recebe ao mesmo tempo hóspedes, funcionários e público para restaurantes e eventos é sinônimo de flertar com o tumulto. Assim como uma cozinha com espaço tão reduzido com certeza vai afetar a passagem de alimentos, louças, pessoas e lixo.

Infelizmente, o que não falta são hotéis que já nascem com graves erros. Monstrengos arquitetônicos, são filhos bastardos e indesejados. Foram criados por adaptações malfeitas de prédios já existentes, criados para outro fim, ou construídos sem qualquer critério técnico inteligente.

Disfuncionalidade explícita – olha só o que criatividade e improvisação conseguem produzir…

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , | Deixar um comentário

Soluções de gestão de eventos que podem melhorar a imagem da empresa

 

Usados cada dia mais como ferramentas estratégicas, os eventos corporativos estão em alta. E não é para menos! Quando bem estruturado, esse tipo de ação é extremamente poderoso para alavancar a marca, fidelizar clientes, melhorar a imagem da empresa, aumentar o engajamento e a produtividade de colaboradores, entre inúmeros outros benefícios.

Por outro lado, para que todas essas vantagens sejam, de fato, uma realidade, é essencial que a gestão de eventos da empresa esteja muito bem estruturada. Caso contrário, o risco de que as ações se transformem em um ralo de investimentos fracassados e desperdícios financeiros é grande. E o pior: dependendo da situação, a imagem da empresa pode sair extremamente prejudicada!

A boa notícia é que já existem diversas ferramentas que podem ser usadas na gestão desses eventos, possibilitando uma melhor organização e, consequentemente, uma significativa melhora na imagem da empresa durante a divulgação e a execução do seu evento corporativo. Quer conhecer algumas delas? Então não deixe de acompanhar o post de hoje, que traz 7 soluções de gestão de eventos que podem ser usadas para realizar tarefas das mais diferentes naturezas. Pronto para melhorar a imagem da empresa?

1. Digitalização da venda de ingressos

Caso o evento esteja estruturado para que os interessados tenham que realizar inscrições e comprar ingressos (como congressos e simpósios, por exemplo), digitalizar essa função é algo quase primordial. Além do controle das vendas se tornar muito mais fácil e eficiente, ao ter acesso on-line à compra, a possibilidade de aumentar de maneira significativa o número de participantes é uma realidade inquestionável.

Usando uma plataforma robusta, criada especificamente para esse fim, é possível realizar a gestão de absolutamente tudo referente às inscrições e à venda de ingressos para a ação. Entre as principais funções disponíveis estão: configurar preços e datas de lotes, gerenciar listas de espera caso os ingressos se esgotem, ter acesso a listas com os dados de cada participante e programar disparos de e-mails de maneira automática. Facilidade para a empresa e também para quem compra!

2. Uso de tecnologias de streaming

Com o processo de democratização da internet e o fácil acesso a dispositivos móveis, o uso de vídeos em tempo real já é uma realidade em todo tipo de evento. As chamadas tecnologias streaming nada mais são que ferramentas, aplicativos e softwares que permitem que o evento seja transmitido ao vivo em determinadas redes sociais, previamente escolhidas pela empresa organizadora.

Com esse recurso, é possível ampliar de forma significativa o alcance do evento, permitindo até que quem não tenha comparecido possa ter acesso a conteúdos, palestras, mesas redondas e discussões promovidas durante a iniciativa. Além disso, muitas dessas ferramentas também permitem o compartilhamento das transmissões, o que aumenta ainda mais o leque de impacto da ação.

A variedade de ferramentas existentes para transmissões ao vivo é enorme. A escolha dependerá, assim, do orçamento disponível para isso, bem como do grau de complexidade da transmissão. O importante é ter em mente que, ao usar tecnologias de streaming em seu evento, é possível melhorar (e muito) a imagem da empresa, compartilhando conteúdo relevante nas redes, permitindo o acesso a um público maior e enriquecendo a experiência dos participantes.

3. Controle logístico digital

Todo gestor de eventos corporativos conhece a montanha de questões que devem ser levadas em consideração, controladas e planejadas para que tudo saia de acordo com o esperado. Tendo isso em vista, fica bem difícil acreditar que basear toda a logística de um evento em planilhas seja a melhor alternativa, não é mesmo? Afinal, as chances de cometer equívocos ou deixar algo imprescindível se perder em meio a tantas tabelas soltas é imensa.

Por isso, é cada vez maior o número de empresas que têm investido na digitalização do controle logístico de seus eventos por meio de ferramentas criadas especificamente para esse fim. Com esses recursos, é possível centralizar absolutamente tudo relacionado ao evento em um só lugar, ao alcance de um clique.

Além do mais, ao lançar mão dessa estratégia, a gestão consegue cruzar dados de maneira precisa, o que facilita enormemente o controle de prazos, pagamentos, custos e comunicação com fornecedores, gestores e equipe. O fluxo de atividades se torna mais fluido, os erros diminuem significativamente e a produtividade aumenta. O resultado vem em forma de um evento mais bem organizado e controlado.

4. Envio de informações em tempo real

Outra estratégia que vem se revelando como uma excelente ferramenta de fidelização e melhoria da imagem da empresa é o envio de informações em tempo real aos participantes do evento. Como isso é possível? Criando um aplicativo próprio ou enviando e-mails e mensagens. Assim, fica muito mais fácil e rápido avisar os convidados sobre o horário da próxima palestra, sobre alterações de último minuto ou quaisquer surpresas.

5. Disparo de e-mail marketing

É fato mais que consumado: o e-mail marketing chegou para ficar. Além de ser uma estratégia de marketing comprovadamente eficiente e que vem se expandindo em diversos setores empresariais, ele não só pode como deve ser utilizado na hora de divulgar seu evento, viu?

Por meio de uma plataforma especializada, é possível criar listas de participantes do evento e enviar informações, lembretes e até mesmo conteúdos ricos relacionados ao tema da ação. Além de reforçar a imagem da empresa e criar autoridade, isso ainda ajuda a ampliar o alcance de divulgação. Só tome cuidado para não exagerar, entupindo a caixa de entrada dos convidados! Afinal, isso gera o efeito oposto ao esperado, podendo arranhar a imagem da companhia.

6. Criação de estratégias pós-evento

Pode anotar aí: tão importante quanto realizar um evento de sucesso é criar estratégias de relacionamento pós-evento. É isso mesmo! É simplesmente imprescindível não deixar que a conexão entre empresa e convidados se enfraqueça após o término da ação.

Com esse objetivo, invista em e-mails bem estruturados, agradecendo pela presença dos participantes, pedindo feedbacks e oferecendo conteúdos de qualidade. Além de reforçar a imagem da empresa e seu compromisso com a excelência, essa postura deixará os convidados muito mais antenados e ansiosos pelo próximo evento!

7. Análise precisa de indicadores

Fechando nossa listinha para melhorar a imagem da empresa com uma boa gestão de eventos está a análise precisa de indicadores. Por meio do uso de ferramentas de logística e da análise de feedbacks de participantes e da própria equipe, é possível traçar e analisar indicadores precisos, que dirão o que deu certo e o que deu errado durante a realização do evento.

Com o tempo, esses indicadores ajudarão a embasar a tomada de decisões e a repensar planejamentos, sempre com o propósito de melhorar os processos e aumentar a qualidade das ações. O resultado? Convidados satisfeitos e imagem da empresa associada a seriedade e profissionalismo.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 

 

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário