Como promover um bom networking em eventos?

 

Quer ampliar sua rede de contatos? Então compareça a eventos corporativos!

Não é à toa que todo mundo já ouviu algum conselho parecido. Afinal, nessas oportunidades é possível encontrar clientes, fornecedores, parceiros e colegas de trabalho, ampliando o networking de forma qualificada em pouco tempo! Mas você sabia que os organizadores de eventos também podem dar uma mãozinha para estimular conversas produtivas e promissoras entre os convidados?

Neste post, vamos mostrar como a organização pode promover o networking em eventos e garantir que esse aspecto do encontro corporativo também seja considerado um sucesso. Confira!

Comece pelas redes sociais

Você pode começar a estimular o networking antes mesmo da data marcada. Para isso, a melhor dica é usar as redes sociais! Crie um evento para divulgar o encontro profissional no Facebook, por exemplo, e aproveite para abrir a página de discussões para os convidados. Assim, todos já conseguem visualizar quem serão os presentes e identificar interesses em comum.

Lembre-se de estimular a interação entre os convidados no meio virtual, compartilhando materiais alinhados com os objetivos do evento e incentivando comentários e opiniões ao fazer perguntas instigantes. Só não force a barra! Ações como tagear pessoas podem ser consideradas invasivas e causar justamente o efeito contrário do esperado, distanciando os convidados.

Organize a distribuição de mesas e assentos

Estimular o networking em eventos também passa por um planejamento logístico. Em encontros em que os convidados estarão acomodados em mesas ou dispostos em fileiras de cadeiras (como em palestras), vale a pena dedicar um tempinho à destinação correta de lugares.

Aqui a dica é simples e eficiente: aproxime convidados que você julga que terão mais afinidades ou interesses em comum. Acredite: vizinhos de mesa têm mais possibilidade de entrar em contato uns com os outros de maneira orgânica. Mas cuidado! Também é importante que os convidados estejam lado a lado de pessoas conhecidas. Um pequeno grupo de colegas serve como rede de apoio, fazendo com que todos se sintam mais seguros para interagir com pessoas de outros grupos.

Mantenha um layout aberto

Outra questão espacial que definitivamente faz a diferença no networking em eventos diz respeito à mobilidade. É importante que os convidados se sintam motivados a transitar pelo local de maneira livre e, assim, aumentar suas chances de interagir com mais pessoas do seu interesse.

O segredo, portanto, está em evitar entulhar demais o espaço do evento com várias mesas ou balcões. Em vez disso, aposte em corredores largos e crie áreas abertas onde as pessoas possam se reunir em pequenos grupos de conversa sem que isso afete de maneira negativa a circulação no ambiente.

Dedique tempo de palco a apresentações

Os anfitriões e mestres de cerimônias são figuras-chave para estimular interações produtivas. Durante a apresentação do evento ou mesmo no final de uma palestra ou de um workshop, esses profissionais podem agradecer e anunciar a presença de alguns convidados.

Dessa forma, todos os presentes conseguem entender quem são os demais participantes, de que áreas ou empresas eles vieram e quais são seus interesses em comum. É importante que isso seja feito de forma sutil e, ao mesmo tempo, deixando claro que os presentes podem desfrutar de um momento ideal para se dedicar ao networking.

Explique também que momentos livres foram planejados para permitir a conversa direta entre os convidados, seja em um coffee break ou em um momento mais descontraído de entretenimento. Assim, os presentes não vão apenas assistir a uma palestra e ir embora, mas aguardarão o momento certo para encontrar aquele cliente ou investidor especial, bater um papo e trocar cartões.

Adicione atividades interativas

Vamos ser claros: ninguém quer ir a um evento corporativo e ficar apenas sentado ouvindo alguém falar sobre determinado produto, serviço ou uma novidade implementada pela empresa. As pessoas querem sentir que realmente participam do sucesso daquele evento. Querem, portanto, meios de interação tanto com a empresa quanto com os demais convidados.

Aqui no blog já demos algumas dicas para tornar seu evento mais interativo e, assim, garantir a satisfação dos convidados e melhorar a imagem da própria empresa. O melhor é que também vale usar esses truques para estimular o networking! Isso pode ser feito com propostas de brincadeiras e jogos realizados em grupo, proporcionando momentos de entretenimento em que os convidados se sintam livres para conversar de maneira natural.

Aqui podem entrar shows de bandas, peças de teatro interativas ou até equipamentos que estimulem o contato entre os presentes, como cabines de fotos.

Apresente os convidados

Não são apenas aquelas ações de entretenimento mais ruidosas que ajudam os convidados a ampliar sua rede de contatos, viu? Também é possível fazer isso de maneira mais discreta e tradicional. Em uma recepção, anfitriões, mestres de cerimônias e participantes do staff podem simplesmente apostar na apresentação direta dos convidados!

Afinal, essas pessoas conhecem todos os presentes e têm ao menos uma ideia de seus interesses, sendo, portanto, capazes de aproximar pessoas que realmente ganharão com essa apresentação. Tente algo como: “Senhor, gostaria de apresentar nosso analista de TI, responsável pela manutenção da Empresa X, que atua na mesma área que a sua”. Esse tipo de introdução, simples e discreta, já direciona a interação entre os convidados.

Continue mesmo depois do evento

Ao contrário de um jogo de futebol, um evento corporativo não necessariamente acaba quando termina. Os organizadores já sabem que é preciso dar continuidade ao relacionamento pós-evento para garantir a manutenção do seu impacto e estimular o retorno dos convidados. Também podem ser tomadas atitudes que ampliem a capacidade de networking dos participantes.

Manter o evento nas redes sociais, por exemplo, já é uma boa maneira de conservar um canal de comunicação aberto entre os que estiveram presentes. Além disso, o mailing dos participantes, contendo informações como nome e telefone ou e-mail também pode ser disponibilizado pelos organizadores, desde que previamente autorizados pelos convidados.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Turismo transformativo. Que treco é este?

 

O turismo evoluiu de buscar experiências à participação do viajante para seu crescimento pessoal e da comunidade visitada.

Texto: Fabio Steinberg

No turismo, assim como em qualquer outra área, costumam aparecer expressões que invadem a comunicação. A bola da vez atende pelo nome de turismo transformativo. Ou, para alguns, turismo transformacional. Poderia ser definido como “o viajante transformar as férias em oportunidade que dê sentido à sua vida”. Afinal, trata-se de mais um modismo com vida curta, ou algo que veio para ficar?

Não chega a ser novidade a busca do crescimento individual através do aprendizado e vivência intensa durante uma viagem. O que mudou foi a indústria de turismo ter se apropriado da tendência para estabelecer uma nova vertente de negócios.

SOMA – O turista pode contribuir com ideias e engajamento para o crescimento individual e coletivo

 

Há uma evidente exaustão da tradicional fórmula do turismo contemplativo, principalmente pelo turista experiente. Ele está cansado de ser mero expectador de um lugar e seus habitantes. Sem se envolver com as pessoas nem ajudar a modificar o ambiente, é como se ele visitasse um zoológico.

Viagem de transformação

O turismo transformativo, ao contrário, quer proporcionar viagens ricas em experiências autênticas, voltadas ao bem-estar. E o mais importante, promete levar a uma transformação individual em um nível emocional profundo. Como, por exemplo, promover excursões à Antártida para investigar as mudanças climáticas do planeta. Ou oferecer hospedagem em um monastério para buscar a paz e silêncio absoluto.

Nesta gaveta cabem ainda contatos diretos com a natureza bruta, sem retoques civilizatórios, em parques nacionais ou países como a Costa Rica. Uma variação seriam “passeios solitários”, com bastante tempo para refletir, auxiliado por cartazes nas trilhas que fazem parar para pensar.

Há outras formas, como explorações culinárias ou passeios a cavalo em aldeias remotas e desertos em diferentes pontos do planeta. Ao final do dia, seja em volta de uma fogueira ou uma tenda, os guias convidam o grupo a discutir sobre o que viu no trajeto.

Pé na lama

As opções parecem infinitas. Por exemplo, a Muddy Shoe Adventures (aventuras em sapatos enlameados), combina atividades físicas desafiadoras com experiências culturais imersivas em lugares inóspitos como a Tasmânia, Patagônia ou Colorado.

REPENSANDO A VIDA – Longe de tudo, viagem é a oportunidade  para reflexão e aprimoramento pessoal

 

A essência do turismo transformativo é servir de inspiração para o viajante. Ao promover o desenvolvimento pessoal, permite uma avaliação da própria vida e como contribuir para a sustentabilidade dos destinos visitados.

A nova missão

Os defensores desta modalidade acreditam que ela estabelece uma oportunidade única para reescrever a própria missão da indústria. Além de oferecer os tradicionais benefícios do lazer, seria uma aposta para despertar no viajante a paixão e a energia para fazer o bem pela humanidade.

Fonte: https://turismosemcensura.com.br

 
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Visita técnica: 8 pontos que você não pode ignorar para seu evento ser um sucesso

 

O sucesso de um evento é resultado de bastante planejamento, organização e trabalho duro. Para ajudá-lo a focar no que realmente importa, já podemos adiantar: em meio a tantos detalhes, o cuidado com a escolha do local tem um peso enorme. Para evitar problemas, a recomendação é fazer uma visita técnica antes de tomar qualquer decisão a esse respeito.

Lembre-se, afinal, de que diversos pontos podem fazer com que uma festa corporativa de fim de ano não tenha o resultado esperado, por exemplo. Por essas e outras, é essencial ficar atento aos vários os aspectos que influenciam na realização de eventos, não deixando nada passar despercebido.

Pense bem: você geralmente confere a acústica do local, sua capacidade de lotação, as condições e a quantidade de banheiros, se há saída de emergência e o estado das instalações elétricas, por exemplo? Pois se pretende promover eventos de alto nível, deveria.

Para montar seu checklist e nunca mais deixar um ponto importante de lado, leia com atenção, as dicas que trouxemos aqui sobre como fazer uma visita técnica impecável. Confira já!

1. Coloque a segurança como prioridade máxima

O bem-estar dos participantes de uma confraternização, de uma feira ou de um show é um item que deve ser analisado com muito carinho pelos organizadores. Afinal, a prevenção é fundamental para evitar que qualquer incidente acabe prejudicando a saúde das pessoas ali presentes.

Imagine se sua empresa promove um seminário para os funcionários em um cerimonial e surge um princípio de incêndio. Nesse caso, o ideal é que as saídas de emergência sejam de fácil acesso e bem sinalizadas, para que os convidados consigam deixar o local rapidamente, correndo menos riscos de sofrer algum acidente.

2. Tenha atenção com a energia elétrica

Sem dúvida, qualquer detalhe pode fazer muita diferença para o sucesso de um evento. Pensando nisso, não se esqueça de verificar como estão as instalações elétricas do local, procurando saber se os equipamentos eletrônicos necessários podem ser instalados sem nenhum tipo de problema.

Outro aspecto a checar é a possibilidade de usar geradores durante o evento. Assim, as atividades programadas poderão ter continuidade mesmo que haja falta de energia elétrica durante certo período. Com essa medida, os organizadores mostram que trabalham com planejamento, seriedade e compromisso com o público.

3. Pense na acessibilidade durante a visita técnica

As pessoas terão facilidade de se deslocar durante o evento? Os banheiros podem ser usados por portadores de deficiência física com a devida segurança? Se você respondeu sim para essas 2 perguntas, o local provavelmente é adequado para receber os convidados. Por outro lado, se a resposta a qualquer desses questionamentos for negativa, é melhor procurar outro lugar.

Então anote aí no seu checklist: especialmente se o evento vai receber crianças, pessoas idosas e indivíduos com qualquer tipo de dificuldade de locomoção, a acessibilidade deve ser priorizada.

4. Analise a distribuição dos materiais

Imagine que você está organizando uma feira que terá diversos estandes. Para evitar problemas, verifique logo na visita técnica se existe uma área separada onde os fornecedores podem deixar os materiais a serem usados para a montagem. Também é necessário saber o tempo disponível para a estrutura ser desmontada.

Essas medidas facilitarão bastante o trabalho da equipe responsável pelos estandes, fazendo com que o cronograma de atividades seja respeitado. Acredite: qualquer erro de cálculo aqui pode gerar prejuízo para os organizadores.

5. Leve em conta a conectividade

Hoje em dia, as pessoas querem acessar a internet o tempo todo. Assim, é simplesmente inadmissível que um evento renomado não tenha uma conexão wi-fi de alta velocidade e boa disponibilidade. Checou esse ponto na visita técnica e viu que o local não tem uma rede de boa qualidade? Então procure os serviços de um provedor!

E atenção: se a intenção é que o evento seja transmitido ao vivo, on-line, é essencial que a rede esteja funcionamento perfeitamente. Imagine se você divulga essa transmissão como diferencial, conquistando uma plateia virtual significativa, mas, no dia, nada funciona como deveria. A repercussão certamente não vai ser das melhores.

6. Veja se é possível modificar o ambiente

Pense na famosa festa de fim de ano da empresa, um momento especial não só para muitos funcionários, mas também para a marca. Não seria frustrante se uma simples falta de atenção colocasse tudo a perder? Como você com certeza não quer passar uma imagem de desorganização para os colaboradores, é importante analisar se o local do evento tem condições de ser modificado.

Se a confraternização da empresa acontecerá em uma área ao ar livre, seria possível fazer ajustes no caso de cair uma chuva? Nessa situação, seria preciso armar tendas, por exemplo, para deixar os participantes mais à vontade e viabilizar o que foi programado. Observar esse detalhe durante uma visita técnica é essencial.

7. Facilite a avaliação dos detalhes

Se você chegou até aqui, já entender que são muitas as informações que devem ser coletadas durante uma visita técnica. Para não se confundir ou esquecer algum detalhe, é bom levar alguns itens para facilitar seu trabalho. Então monte um kit para visitas técnicas que contenha os seguintes recursos:

  • caderno de anotações e caneta;
  • máquina fotográfica digital;
  • lanterna;
  • trena.

Também é recomendado usar um sapato confortável para se deslocar com facilidade, checando cada cantinho. E procure levar uma espécie de roteiro com perguntas para não se esquecer de nada e, assim, ter mais condições de tomar uma boa decisão.

8. Tire dúvidas sobre os fornecedores

Obviamente, o ideal é trabalhar com fornecedores de confiança. Esse cuidado ajuda a organizar o evento com mais tranquilidade e, muitas vezes, até com custos mais baixos. O problema é que alguns locais trabalham com uma lista bem restrita de prestadores de serviço. Nesse caso, o que fazer?

Não tem mistério: se perceber que a qualidade do evento pode ser prejudicada por essa situação, não pense 2 vezes antes de procurar outro lugar!

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Dicas para melhorar o relacionamento com fornecedores de eventos

 

Os eventos corporativos são uma ferramenta cada vez mais utilizada para estreitar os laços com os parceiros da empresa, encantar o público-alvo e motivar os colaboradores.

Entretanto, além de uma excelente organização e de uma equipe talentosa, essas ocasiões também necessitam de um bom relacionamento com fornecedores de eventos.

Palestras, workshops e feiras exigem um alto nível de planejamento, para que nada dê errado no grande dia. Mesmo assim, o fato é que imprevistos, complicações e outros problemas podem acontecer e, nessas horas, é fundamental que os fornecedores saibam como agir e estejam bem alinhados, para que os participantes não percebam nada e usufruam da melhor experiência.

Devido à importância do relacionamento com fornecedores de eventos, preparamos este post com os pontos que merecem mais atenção e cuidado. Continue a leitura e prepare um evento corporativo incrível!

1. Alinhe os processos

Antes de qualquer coisa, é imprescindível que sua empresa e os fornecedores estejam na mesma página, pois isso será a base de tudo o que virá a seguir.

Para tanto, a negociação deve ser completa e bem estruturada, permitindo que os processos estejam alinhados desde o início.

É por isso que a organização pré-evento é tão importante. Monte planilhas com tudo o que for necessário para a ocasião — com essas informações em mãos, fica mais fácil saber o que exigir dos fornecedores, o que será um adicional e o que não pode de jeito nenhum ficar de fora.

O alinhamento dos processos permite que o relacionamento com fornecedores de evento comece com o pé direito, fazendo com que o que vier pela frente aconteça com maior dinamismo e eficiência. Para que a relação seja duradoura, a negociação deve ser benéfica e vantajosa para ambos os lados.

2. Alinhe as expectativas e estude as condições oferecidas

No momento da primeira conversa com um fornecedor em potencial, você deve saber o que quer para seu evento. A empresa em questão é capaz de fornecer isso? Se não, o que ela oferece em troca? Atente-se aos detalhes, especialmente no que diz respeito a formas de pagamento, prazos e quantidades.

Como acontece com qualquer contrato, as informações devem ser destrinchadas, para que não surjam surpresas desagradáveis.

O evento tem uma organização rigorosa a cumprir e o fornecedor deve ser capaz de acompanhar essa demanda. Portanto, analise cuidadosamente as condições oferecidas a fim de acomodá-las no planejamento da ocasião.

3. Busque por diferenciais

Hoje, praticamente toda empresa antenada com o atual momento do mercado e do público organiza eventos corporativos. De que maneira o seu vai destacar-se? Os fornecedores são grandes aliados no que diz respeito a oferecer diferenciais e inovações para a equipe e para os convidados do grande dia, fazendo com que o evento seja inesquecível.

A tecnologia, por exemplo, pode ser um diferencial na forma como sua mensagem é transmitida ao público. Mais ainda, recursos modernos aprofundam a interação dos participantes com tudo o que acontece no evento.

Brindes, alimentação, marketing e cenário são outros campos que exigem inovações para não serem “mais do mesmo”.

Por isso, o alinhamento do fornecedor com a empresa não deve ser apenas quanto aos processos, mas também quanto à cultura organizacional e ao perfil do seu negócio.

Dessa forma, o fornecedor compreende melhor o que você e seu público valorizam e, então, se torna capaz de oferecer diferenciais relacionados.

4. Fortaleça a comunicação

Um diálogo forte e honesto é a base de qualquer tipo de relacionamento, seja em nossas vidas pessoais ou no mundo corporativo.

Portanto, não deixe de buscar essa qualidade nos fornecedores de evento. Quando a comunicação é eficaz, o planejamento, a execução, o pós-evento e os realinhamentos para as próximas ocasiões são aprimorados.

Comunicação gera confiança. Imprevistos e complicações de última hora podem acontecer em qualquer evento, mas é fundamental saber que há um fornecedor capacitado pronto para agir e evitar que o problema se espalhe e afete a experiência dos participantes.

Por isso, inclua os fornecedores nas reuniões e priorize as empresas que ofereçam diversos canais de comunicação e que contem com um excelente suporte e atendimento.

5. Seja organizado

Já deu para perceber que a organização é um ponto-chave para garantir um evento de sucesso, não é? É por meio dela que você pode ter uma visão ampla do que virá pela frente e de todos os passos que garantirão o sucesso do evento.

Quanto ao relacionamento com fornecedores, a organização permite que quaisquer inconsistências ou gargalos sejam detectados com a maior antecedência possível e, portanto, sejam solucionados antes que se tornem problemas.

Descobriu que a empresa responsável pelas mesas e cadeiras não terá estoque suficiente no dia do evento? Com uma organização bem-feita e completa, dá tempo de trocar de fornecedor ou de encontrar um segundo parceiro para complementar o número necessário.

Além disso, a organização permite que você se mostre um bom cliente, algo fundamental para o relacionamento com o fornecedor. O respeito aos prazos exigidos vale para as duas empresas, e é muito importante para uma parceria bem-sucedida entre elas.

O parceiro deve saber com antecedência, por exemplo, a quantidade de cadeiras de que você vai precisar e quando elas deverão ser entregues. O número exato pode ser informado com antecedência se houver uma boa organização da lista de confirmações.

6. Mantenha a calma

Todo o processo de organização, montagem e condução de um evento exige muito de você e de todos os envolvidos.

Nesse contexto, não é raro que o estresse, a ansiedade e até mesmo o pânico apareçam nos momentos mais complicados ou quando algo parecer prestes a dar errado.

Entretanto, manter a calma é fundamental. Se você perde a cabeça, não consegue encontrar soluções ágeis e eficientes e, com isso, um pequeno inconveniente pode se transformar em um grande problema.

Lembre-se: toda adversidade tem uma solução! Porém, quando não há calma, a melhor alternativa escapa da sua mente, por mais óbvia que seja.

Lidar com pessoas pode não ser fácil, especialmente se não há uma comunicação eficiente. Os fornecedores devem estar prontos para agir e colaborar com a solução, mas saiba como conduzi-los e o que exigir deles.

Ter paciência também propicia flexibilidade em ambos os lados, especialmente diante de demandas impossíveis dentro da realidade do evento e do orçamento.

Viu só? Para que o grande dia seja um sucesso e fique marcado na memória dos participantes, ter um bom relacionamento com os fornecedores do evento é fundamental.

Agora, que tal mostrar para a equipe e para o público tudo o que há por trás de uma parceria bem-sucedida com os fornecedores?

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Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Seu evento engaja os participantes através dos 5 sentidos?

 

Texto: Vanessa Martin

Logo ao chegar ao evento, a expressão no rosto dos seus convidados mostra que ficaram impressionados com a recepção. Durante o evento, eles demonstram satisfação e estão envolvidos um com o outro e com as atividades oferecidas pelos patrocinadores. Ao retornarem para suas casas, o saldo de posts, fotos e vídeos são os mais positivos possíveis!

Nossa!! Este é o sonho de consumo de qualquer organizador de eventos, não é mesmo?! E, certamente, o seu também! Mas a pergunta que todos querem mesmo fazer é: Como posso obter este resultado com o meu evento? Será tão difícil assim conseguir este nível de envolvimento?

Como engajar?

Tenho que confessar que, ao longo de tantas décadas estudando e trabalhando com evento, nunca encontrei uma resposta simples para estas perguntas. Na verdade, a cada ano, todas as pesquisas confirmam crescimento consistente no grau de exigência por parte de participantes e clientes por eventos motivadores e com alto retorno de investimento. Desta forma, o organizador tem que se esforçar cada vez mais para conseguir superar as expectativas destes stakeholders.

A tecnologia em eventos oferece cada vez mais múltiplas opções para conseguir este engajamento. E elas começam já na definição do que é tecnologia para este mercado. Posso garantir que ela transcende, e em muito, os aplicativos para eventos e as mídias sociais, que são por si só um universo de opções possíveis.

Mas o que é engajamento?

Mas vamos voltar para o principal para o evento e objeto deste artigo: o engajamento! Por conceito, engajar é se aplicar a alguma atividade por e com vontade própria. Ou seja, é realizar ação com motivação e ser estimulado a agir. Por que isso é tão importante em eventos? A reação indica resultado ao estímulo dado. O que sempre se espera é que ambos sejam positivos para o evento.

A explicação é científica: todo comportamento resulta de processos neurológicos que, por sua vez, são programados através de representações neurais motivadas pelas sensações geradas por estímulos externos tais como cheiro, tato, olhar, etc. A Programação Neurolinguística (PNL) é um conjunto de técnicas que busca entender estes processos internos.

Os eventos multi sensoriais

A motivação e o engajamento obtidos em eventos são resultados diretamente proporcionais aos sentidos despertos, ou seja, o envolvimento é tão maior quanto mais sentidos forem focados e com maior intensidade. Afinal, o ser humano é um ser complexo. Por isso, ganham força os multi-sensory events, ou eventos multissensoriais, nos quais são ativados vários sentidos humanos. O motivo: oferecem eventos mais memoráveis.

Se pararmos para pensar melhor, a produção e a vivência do evento multi sensorial já são realidade. Um pouco tímida é verdade ou, pelo menos, em menor intensidade e quantidade de alternativas do que poderiam ser, mas já acontecem. Como, por exemplo, as ativações de luz, a realidade visual e aumentada, os túneis de acesso e os eventos culinários, entre tantos exemplos.

Por outro lado, também fica muito claro e transparente sobre o muito que o mercado ainda pode fazer para abraçar mais fortemente as experiências sensoriais. Afinal, nossos sentidos representam o melhor, senão o único, trampolim para as nossas experiências.

Produzir eventos que incorporam os cinco sentidos (visão, som, cheiro, gosto e toque) é a melhor opção para eventos memoráveis e impactantes. Use sua maravilhosa criatividade e as infinitas alternativas, tecnológicas ou não, para encontrar as opções que destacarão seu evento de seus concorrentes!

Seus clientes agradecem!

Para saber mais:

https://helloendless.com/engaging-five-senses-event-planning/

https://inlpcenter.org/what-is-neuro-linguistic-programming-nlp/

http://www.londonandpartners.com/media-centre/press-releases/2015/20151013-events-industry-not-using-sensory-experiences-to-their-full-potential-according-to-new-study

Fonte: https://www.revistaeventos.com.br

 

 
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Over-turismo: as cidades pedem socorro!

 

O excesso de turistas prejudica cidades e atrações, afeta a vida dos moradores, e cria dificuldades até para o próprio visitante

Texto: Fabio Steinberg

Muralha Humana – que turista tem vontade de fazer passeio tão tumultuado na muralha da China?

Como praga de gafanhotos, cidades de interesse turístico estão sendo invadidas. A ocupação predatória e descontrolada até ganhou nome: over-turismo.

Este fenômeno ocorre sempre que uma cidade atinge sua capacidade de máxima de visitantes. Passa então a conviver com trânsito humano, filas intermináveis nos pontos de interesse, e custo de vida alto, entre outros fatores. Com isto, torna-se nada hospitaleira para quem chega, e insuportável para quem nela mora. Um estudo da agência holandesa TravelBird apontou Barcelona (Espanha) com a maior vítima do over-turismo. Ela é seguida por Mumbai (India), Amsterdam (Holanda), Veneza (Italia) e Hanoi (Vietnam).

Ninguém quer eliminar o turismo, mas buscar o equilíbrio. Ou seja, evitar que o excesso de visitantes afete a preservação das cidades e a qualidade de vida dos moradores.

Turismo em expansão

O turismo mundial dobrou em 15 anos para 1.2 bilhão de pessoas por ano. Seduzidos pelos gastos dos visitantes, destinos como Barcelona, Veneza e Reykjavík, esqueceram de se equipar para as consequências.

No Brasil, há bolsões isolados de over-turismo. É o caso de Ilhabela, no litoral paulista. A cidade não aguenta mais o caos que multiplica a população de 40 mil por quatro a cada feriado. Falta d’água, blecautes, e engarrafamentos colossais levaram a cidade a estuda medidas restritivas, como rodízio de veículos.

Mas há casos de sucesso. Como Bonito, no Mato Grosso do Sul. Sem se deixar seduzir pelo canto da sereia, a cidade estabeleceu cotas para as principais atrações e encantos naturais. Já o arquipélago de Fernando de Noronha combinou taxas, restrições e custo de vida extorsivo, e que na prática inviabiliza a visitação em massa.

Bonito – a cidade de Mato Grosso do Sul dá exemplo de harmonia entre turismo e preservação ambiental

Soluções para over-turismo

Será o over-turismo insolúvel, ou há fórmulas de promover o turismo sustentável? A Skift, empresa de inteligência da indústria de viagens, indicou cinco tendências.

A primeira é limitar as opções de transporte. As companhias aéreas low-cost e os meganavios promovem hoje inundações humanas instantâneas em cidades turísticas. Por exemplo, o número de 100 mil cruzeiristas por ano durante os jogos olímpicos de Barcelona deve saltar para 2.7 milhões em 2016. É para fugir de situações análogas que Veneza decidiu proibir que cruzeiros atraquem no seu porto central.

A segunda tendência para evitar o over-turismo é tornar a cidade mais cara. Além do barateamento dos transportes de massa, serviços de “homesharing” como o Airbnb reduziram os custos de hospedagem. Países como a Islândia – hoje com mais turistas que habitantes – incentivam acomodações de luxo, para trocar maior número de turistas pelos mais endinheirados. As cidades estudam ainda aumentar a taxação de hotéis, locação de apartamentos e cruzeiros em alta estação. Pontos de elevada visitação como as ilhas Galápagos e Machu Picchu já adota a fórmula há décadas.

Fontana De Trevi – com tanta gente na frente não dá nem para jogar a tradicional moedinha na água da fonte

A Skift também identificou o uso crescente do marketing e educação para administrar os efeitos negativos do over-turismo. New York desenvolveu uma campanha que canaliza hordas excessivas de visitantes de Manhattan para o Brooklin. Outro desafio das cidades é melhorar o próprio viajante, que nem sempre se comporta e respeita lugares e tradições.

Desunião crônica

Está em alta também maior colaboração entre os interessados em contornar o over-turismo. O melhor exemplo é o Brasil, onde uma crônica desunião da indústria faz as “tribos” cuidarem apenas dos próprios territórios. Falta uma organização única para a gestão integrada dos destinos.

A quinta, e mais óbvia das tendências, é proteger as áreas com grande trânsito de turistas. Assim, Barcelona criou regras para os tours, como limitar o tempo de permanência de grupos para reduzir o congestionamento em áreas populares.

Criatura e criador

O turismo sempre determinou o grau de desenvolvimento das cidades. Hoje ocorre o contrário. Lugares como Disney World ou hotéis em Las Vegas foram construídos para receber turistas. Depois, passaram a abrigar eventos, e com a evolução se tornaram centros residenciais. Agora, ironicamente os moradores não querem ser incomodados por turistas. É o clássico caso da criatura que se volta contra o criador.

Mar de gente– o turismo de massa torna insuportável a vida tanto para o turista como para o destino

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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O setor de eventos é essencial para uma economia saudável e próspera

 

Texto: Vanessa Martin

Esta é a principal conclusão de mais novo estudo sobre a importância econômica do setor de eventos nos EUA, encomendado pelo Events Industry Council e elaborado pela Oxford Economics. Foi apresentado ontem (21/02/18) para a imprensa e o mercado.

O estudo constatou que os eventos presenciais desempenham papel fundamental para a economia nacional e para o fortalecimento dos principais setores econômicos dos EUA:

  • De 2009 a 2016, o setor cresceu 23% gerando US$ 325 bilhões em gastos diretos e US$ 845 bilhões em geração de negócios.
  • Gerou US$ 104 bilhões em impostos federais, estaduais e locais e contribuição de $ 446 bilhões para o Produto Interno Bruto;
  • Em 2016, 251 milhões de participantes participaram de 1,9 milhões de eventos. Por permanecerem mais tempo no país, 11% das despesas são gastas pelos participantes internacionais, apesarem de ser apenas 2% do total de participantes.
  • A cada US1 gasto em eventos presenciais gera benefício adicional de 160% para a economia norte-americana (US$ 1,60).
  • Gastos diretos de grupos de 43 participantes em eventos, garantem um empregos nos EUA. O mercado de eventos nos EUA gera mais empregos diretos do que o setor de alimentos, automóveis, produtos químicos e máquinas. E mantém mais empregos do que o setor de telecomunicações e as indústrias de extração de petróleo e gás.

Acredito que uma das mais importantes questões levantadas está exatamente em quantificar, de maneira clara e inquestionável, a grande importância econômica que o setor de eventos tem para o país. Esta é uma das mais fortes argumentações que um líder pode ter para negociar maior relevância e melhores benefícios para o setor.

Com a magnitude a abrangência que o mercado de eventos possui, só mesmo uma ação que mobilize todo os principais setores diretos para conseguir este resultado, como o Events Industry Council, composto por 30 associações do setor de eventos que representam 103.500 mil pessoas e 19.500 empresas.

Como há sempre um aprendizado e lição de casa que se pode fazer melhor na próxima vez, oxalá notícias como esta sirvam para mostrar as inúmeras vantagens que estudos estratégicos de mercado, que tenham credibilidade e sejam executados exemplarmente, podem trazer para gestão de empresas, de mercado e de um país.

Que venham muitos outros estudos similares feitos em nosso país!

Para acessar o estudo completo:

http://www.eventscouncil.org/docs/default-source/default-document-library/oe-eic-meetings-significance—2018-february.pdf

Fonte: http://www.eventscouncil.org/Newsroom/headlines/2018/02/21/meetings-events-industry-releases-new-economic-impact-data

Fonte: https://www.revistaeventos.com.br

 

 
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Boas práticas nas redes sociais

 

Algumas boas práticas de Redes Sociais podem de fato garantir o seu sucesso profissional e também pessoal

Mas não se engane: ao mesmo tempo que o seu perfil pode alavancar a sua carreira, o que você faz neste universo pode se tornar uma armadilha cruel e derrubar qualquer chance de se dar bem.

“Não há como frear a evolução das redes sociais. A cada dia, mais e mais pessoas entram nelas, seja Facebook, Instagram ou LinkedIn, dependendo do perfil de cada pessoa. Isso significa que cada pessoa precisa demandar mais cuidados com cada um dos processos dentro de cada rede. Claro que nem sempre um profissional sabe exatamente o que fazer, mas o ideia é estruturar bem as suas redes e cuidar das postagens.” explica Ediney Giordani, CCO da KAKOI Comunicação.

Confira algumas dicas de Ediney Giordani para se destacar nas redes sociais e fazer um bom gerenciamento das suas redes sociais e arrasar nos negócios.

1 – Foto de perfil
Cuidado. Seja foto do Facebook, do Whats, ou de qualquer outra rede ela literalmente te representa. Escolha uma imagem que demonstre a sua seriedade profissional, esqueça fotos de praia ou um pouco mais ousadas, eles não representam o profissional que você é.

2 – Sem convites
Mesmo os parentes e amigos mais chegados não gostam de um modo geral de convites inesperados para jogos web ou ainda para eventos, além disso, as pessoas irão ver na sua timeline que você tem interesse no evento, se for recíproco eles mesmo irão até a página.

3 – Não exponha as pessoas ou se exponha
Sabe aquele clique despretensioso em que o colega não está preparado para tal ou ainda para em um situação vexatória devem ser evitadas, isso vale para Redes e Grupos do Whats.

4 – Não faça spam no WhatsApp
O WhatsApp deve ser usado para comunicação, não para repassar correntes ou grupos ou ainda pedidos que nada tem relação com o trabalho.

5 – Áudios longos? Só se pedidos
Antes de enviar um longo áudio certifique-se que as pessoas querem receber áudios, gostam de receber áudios ou se preferem um e-mail ou mensagem, tal prática demonstra respeito por seu interlocutor que muitas vezes pode nem sequer ouvir um áudio com mensagens importantes.

6 – Fake news? Fuja!
Compartilhar links falsos, cuja credibilidade são questionáveis é um tiro no pé do profissional, se este não tem cuidado em que pesquisar o que posta, o que mais ele deixa de lado? Só compartilhe links dos quais tem certeza e de fonte fidedigna.

7 – Post Políticos? Ideológicos? Nunca!
Há um velho ditado que diz que política, futebol e religião não se discute, e não se discutem mesmo. Não perca a oportunidade de nada dizer, use com sabedoria a sua opinião e evite discursos políticos prontos. Eles não acrescentam nada e ainda podem causar grande antipatia com seu interlocutor, que pode ser um bom contato profissional.

8 – Separe o Profissional do Pessoal
Saiba como manter uma relação saudável. Use o LinkedIn, por exemplo, para relações profissionais enquanto o Facebook para o pessoal, enfim, é importante saber quando usar um ou outro e lembre-se: os filtros de privacidade vão te ajudar neste quesito.

9 – Pense em sua marca
Cada um parece com aquilo que posta. Então pense em como você vai ficar marcado, como as pessoas vão lembrar de você, que imagem você quer passar? Assim você será conhecido nas redes.

10 – Empatia, Simpatia, sempre
Nada melhor do que a boa e velha simpatia para manter as suas redes sempre em alta. Isso faz toda a diferença, as pessoas gostam de conversar com quem tem alto astral. Acredite, vai te ajudar a fechar novos negócios, manter clientes fiéis e ter uma rede social vencedora.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Turismo médico: o lucrativo roteiro da saúde

 

Todo ano 14 milhões de viajantes gastam 500 bilhões de dólares em tratamentos médicos internacionais

O aumento exponencial dos custos com saúde provocou acirrada concorrência entre países pelos tratamentos médicos

Texto: Fabio Steinberg

Um tipo de turismo internacional cresce disparado em relação aos outros, revela um artigo da EyeforTravel. Por trás do nome genérico de turismo médico há um imenso “saco de gato”. Nele cabem não só a Medicina tradicional como extensa gama de tratamentos sob o rótulo de “saúde e bem-estar”. Vão do estético ao relaxamento físico ou espiritual.

Tratamentos não emergenciais permitem compatibilizar saúde com lazer

O tamanho do mercado

Não é para menos que países antenados com a tendência estejam em ávida disputa entre si. Afinal, são 14 milhões de pacientes que cruzam as fronteiras internacionais todos os anos. Em cada viagem gastam em média 3.800 e 6.000 dólares – entre despesas médicas, transportes e hospedagem.   De acordo com o Lonely Planet, o segmento se expande a invejáveis taxas anuais de 10%, em um mercado que já atingiu 500 bilhões de dólares.

Todo ano 14 milhões de pessoas embarcam para o exterior atrás de tratamentos médicos mais em conta

Os campeões do setor

Os Estados Unidos lideram o campeonato mundial da categoria com gastos anuais estimado em 200 bilhões de dólares, segundo o Global Wellness Institute. Também pudera: é possível ao cidadao norte-americano economizar gastos médicos em até 90% na Índia, 80% na Malásia e Tailândia e 65% na Turquia.

A segunda colocada é a Alemanha, com despesas da ordem de 60 bilhões de dólares. A China também apresenta um crescimento acelerado, e de um ano para outro dobrou os gastos para 30 bilhões de dólares.

Quem é o paciente?

Potencialmente, há dois grupos interessados neste tipo de viagem internacional. De um lado, são os que buscam serviços de qualidade nem sempre disponíveis onde vivem. De outro, aqueles que correm atrás de melhores custos e prazos de atendimento para suas necessidades médicas.

O turismo médico global já representa um mercado estimado em 500 bilhões de dólares

Os tratamentos mais frequentes são dentários, cirurgias eletivas (não emergenciais), fertilidade, e cosméticas. Países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Japão, Canadá e França tendem a atrair pacientes interessados em tratamentos mais avançados.

Na Medicina mais convencional, a disputa se dá entre países como África do Sul, Tailândia, Malásia, Singapura, a maioria deles interessada   em abocanhar um pedacinho do filão que até recentemente era explorado com sucesso apenas pela Índia. Dubai desponta como polo médico e já ocupa o 16º lugar global, e quer meio milhão de clientes por ano até 2020.

Os principais players

Não importa nacionalidade ou local do médico, pois o paciente vai ao país onde o tratamento existir e for mais em conta

Uma publicação norte-americana especializada (Patients Beyond Borders) divulgou um ranking dos principais destinos internacionais voltados ao turismo médico. São eles Estados Unidos, México, Costa Rica, Israel, Índia, Singapura, Malásia, Coréia do Sul, Taiwan, Tailândia e Turquia.

O Brasil infelizmente não se encontra entre os países de peso no turismo médico. É uma pena. Afinal, junto com tratamentos os pacientes internacionais consomem diárias de hotel, transportes, alimentação, tours, produtos e serviços. E quem mais ganharia com isto? A economia do país.

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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Roteiros: Degustar Portugal com Rogério Ruschel

 

Winelands, a especialista em enoturismo de Excelência de Portugal, lança dois roteiros tendo como guia Rogerio Ruschel, editor de In Vino Viajas

Por Rogerio Ruschel

Meu estimado, leitor ou leitora, estou muito feliz e quero compartilhar com você esta alegria: realizando um sonho, estou lançando dois roteiros de viagens em Portugal dos quais sou o guia, projeto em parceria com uma das mais respeitadas agências de turismo receptivo do país. Há pelo menos três anos penso em montar um roteiro valorizando a cultura do vinho em terras portuguesas, muitos leitores e amigos me incentivavam e até tive convite para fazer isso, mas faltava algo que agora tenho: senioridade, experiência e um certo grau de humildade. Na foto abaixo, a Sala do Capitulo em Beja, capital do Médio Alentejo, onde já fui da comissão julgadora do concurso de vinhos Vinipax.

Pois é, finalmente depois de muitos anos conhecendo, perguntando e pesquisando e como resultado de uma viagem de 30 dias fazendo uma road-trip pelo país para visitas detalhadas, estão prontos dois roteiros de enoturismo e cultura do vinho em Portugal dos quais serei monitor: Degustar Portugal em Setembro (5 a 15/09) e Degustar Portugal em Outubro (10 a 20/10) by Rogerio Ruschel. Para chegar a eles me associei a DOC DMC-Winelands Portugal, empresa de turismo receptivo em Lisboa conhecida pela excelência de serviços, criada por Susanna Tocca, pioneira em enoturismo em Portugal.

Aos roteiros desenvolvidos por Susanna fui agregando sugestões do que eu mesmo gosto em Portugal (como os campos do Alentejo, na foto acima) e também as preferências de meus leitores, pessoas de bom gosto, e assim chegamos a dois roteiros feitos não para enólogos e especialistas, mas para quem sabe o que é um bom vinho e aprecia um bom prato da melhor culinária portuguesa.

Mas para agradar pessoas que além de comer e beber apreciam também paisagens, aldeias e recantos encantadores; arte, história e arquitetura marcantes e lendas e costumes de identidade territorial e comunitária.

A alguns dos melhores destinos enológicos agreguei alguns dos mais relevantes Patrimônios da Humanidade de Portugal – e tudo isso será apreciado sem correrias – como passeios de tuk-tuk no centro histórico do Porto, abaixo.

Se você está planejando viajar a Portugal este ano e quiser a minha companhia, esta é uma excelente oportunidade. São dois roteiros de 11 dias, em setembro ou outubro, all-inclusive, nos quais vou levar um grupo máximo de 16 pessoas em ônibus ou micro-ônibus de luxo para conhecer 8 vinícolas no Douro, Dão, Évora e Alentejo.

Vamos visitar 8 vinícolas de classe e com identidade territorial, todas com degustação e almoço, uma queijaria na Serra da Estrela (onde vamos conhecer simpáticas cabras como a que fotografei há 2 anos, na foto abaixo), a maior fábrica de cortiça do mundo e uma tanoaria que recupera barris de carvalho – além de passeios e visitas selecionadas em Lisboa e Porto, ao Lago Alqueva no Alentejo (foto acima) e ao vale do rio Douro (foto da abertura).

No roteiro vamos conhecer vários Patrimônios da Humanidade reconhecidos pela Unesco. Um deles começa em Porto (onde poderemos conhecer a Livraria Lello, uma das mais lindas do mundo e que inspirou as historias de Harry Poter, foto abaixo) e termina em Lisboa, e o outro faz o roteiro contrário – sem perda das atrações selecionadas e negociadas para os participantes. Também abaixo uma foto do Mercado Time Out em Lisboa.

Os pacotes incluem a hospedagem em hotéis com identidade e personalidade com, no mínimo 4 estrelas, todos os traslados e toda a parte terrestre; inclui a compra de passagens aéreas com preços especiais já bloqueados na TAP e são all-inclusive (exceto algumas refeições e despesas pessoais). Mas se você quiser utilizar seu programa de fidelidade para comprar as passagens não tem problema.

Vamos conhecer a estação de trem do Pinhão (acima) e duas das vinicolas mais badaladas do Douro (Quinta da Pacheca e a Quinta do Seixo – onde tirei a foto abaixo), e adegas excepcionais como a Casa do Santar, no Dão, a Herdade de João Portugal Ramos em Estremoz, e a internacional Herdade do Esporão em Évora (na foto abaixo, com o enólogo Rui Flores, da adega).

E certamente eu não seria guia de um grupo que não pudesse conhecer o Castelo de Monsaraz, no Alentejo (foto abaixo), um dos mais belos lugares de Portugal e onde – confesso – chorei de emoção quando lá estive pela primeira vez.

Tudo foi planejado em detalhes. Dos dois dias em Lisboa onde vamos visitar a sala de provas da ViniPortugal e explorar a cidade através dos seus miradouros, elétricos e elevadores degustando as melhores iguarias, reservei uma tarde livre para programas pessoais – e vamos sugerir vários, como a visita ao Palácio da Pena, em Sintra, abaixo – ou para relaxar no El Corte Inglês, a enorme e simpática loja de departamentos para você colocar algumas lembrancinhas na mala, a preços convidativos, antes de voltar para o Brasil.

Para manter o padrão profissional e o conforto dos meus convidados e facilitar a comercialização e a operacão do roteiro a partir do Brasil, eu e a Winelands fizemos uma parceiria com a Barbarela Turismo, especialista em Enoturismo em São Paulo, onde a Renata vai atendê-lo (a) com muita atenção e explicar as facilidades de pagamento, uso de cartões de crédito e tudo o mais que você precisar saber.

Assim temos especialistas em todo o processo: no emissivo, no roteiro e no receptivo. Se você gosta do que escrevo e acha que tenho tanto bom gosto quanto você, vem comigo. Vamos conhecer a Portugal que eu amo e degustar algumas das maravilhas daquela terra.

Baixe o programa detalhado aqui http://www.barbarelaturismo.com.br/

Entre em contato com a Renata da Barbarela Turismo aqui: renata@barbarelaturismo.com.br

Se preferir, fale comigo por SMS aqui +55 11 999 743 187                                                    ou por e-mail aqui: rogerio@invinoviajas.com

 
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