Dicas para aproveitar ao máximo o home office

 

Regulamentado na recente legislação trabalhista, o home office é uma maneira eficiente para as empresas reduzirem custos e recrutarem os melhores funcionários em qualquer lugar, sem limitação geográfica. Para os empregados, os custos com transporte e alimentação fora do lar ficam menores. Mas essa prática requer cuidados para não se tornar um problema para a empresa.

Uma das preocupações mais recorrentes dos empregadores é a queda na produtividade de quem trabalha remotamente. Não é o que atesta o empreendedor americano Jason Fried no livro Remote: office not required, de 2013. Segundo ele, quando o encontro diário do escritório sai de cena, o funcionário deixa de ter status simplesmente por aparecer pontualmente e passa a ser avaliado pelo que realmente importa: o rendimento e a entrega diários.

Além disso, segundo o estudo recente Global Evolving Workforce, patrocinado pela Dell, que entrevistou quase 5 mil pessoas de 12 países sobre a relação com o trabalho, mais da metade dos brasileiros pesquisados são mais produtivos ao trabalharem em casa, ao se sentirem menos ansiosos e estressados. A chave é primar pela eficiência e pelos objetivos cumpridos.

É o que acontece com os funcionários de empresas como a startup Viajala.com.br, buscador de voos e hoteis que possui colaboradores espalhados por vários países, sem um escritório que os centralize fora da Colômbia, sede da companhia

“Quem quer expandir internacionalmente, não tem saída que não seja o home office. O mais importante é não enrolar. Se os funcionários são disciplinados, focados e possuem um espaço silencioso para trabalhar, vai dar certo”, explica Thomas Allier, CEO do Viajala. A empresa tem três milhões de usuários mensais nos oito mercados onde atua e prevê crescimento das operações.

“Também é importante organizar o trabalho de quem está em fusos horários diferentes de forma que, ao menos em algumas horas do dia, todos os funcionários estejam conectados. Assim, haverá mais sintonia entre eles”, conclui.

Confira os principais cuidados exigidos por uma vida profissional de sucesso no Home Office de empresas internacionais e quais as lições aprendidas por quem trabalha remotamente.

1. Estabeleça horários com disciplina. Por estar em casa, é tentador ficar mais tempo na cama, enrolar na hora do almoço ou assistir um episódio de série no horário do expediente. Para render bastante sem perder o foco, é importante respeitar uma rotina profissional: acordar sempre no mesmo horário, tomar banho, fazer café e “bater o ponto”, ainda que isso signifique apenas ligar o computador.

2. Invista em um local fixo e equipado de trabalho. Organize um escritório com tudo o que você precisa no seu dia-a-dia: uma cadeira confortável, uma mesa funcional, material de escritório, wifi potente, garrafa de água, snacks, etc. Trabalhar cada dia de um cômodo diferente da casa é pouco profissional, já que fica mais difícil separar quando você está realmente trabalhando e quando está apenas com seu computador ligado, fazendo outra coisa. Levantar a todo instante para buscar algo fora do escritório – uma caneta, um copo de água, papeis e anotações – também pode afetar o rendimento.

3. Comunique aos amigos e familiares que você não está à disposição. Para quem mora com você, pode ser difícil entender que você está, sim, em casa, mas não está de férias e nem disponível para resolver problemas, fazer compras ou sair para um chope no meio da tarde. É preciso deixar claro qual é o seu horário de expediente e explicar que ficar puxando assunto ao seu redor é tão desagradável quanto ficar ligando para o escritório da sua empresa para bater papo.

4. Lembre-se de sair de casa de vez em quando. Se você trabalha em casa, acaba almoçando em casa, fazendo um café em casa e resolvendo tudo por telefone. Nesse modo de vida, existe um risco alto de você passar dias sem ver a luz do sol. Marque almoços com amigos, tome café na padaria, caminhe ou pedale na rua, resolva pendências pessoalmente.

5. Caso se sinta sozinho, mude de ambiente. “Trabalhe de bibliotecas públicas, cafés tranquilos ou opte por coworkings para ter mais contato com as pessoas. Isso ajuda a afastar essa sensação de isolamento”, recomenda Thomas Allier.

6. Exercite sua concentração. Aproveite para se livrar do que você não gosta no ambiente de trabalho – muito movimento, telefone tocando, conversas em tom alto, reuniões a toda hora -, mas cuide para não substituir isso tudo por outras distrações, como o seu sofá confortável, seu cachorro, seu gato, seu Netflix…

7. Deixe a casa organizada. Se o seu ambiente de trabalho é a sua moradia, ele precisa ter a seriedade de um escritório. Mantenha a casa limpa e as coisas nos seus lugares. Bagunça ao seu redor vai gerar procrastinação e falta de foco.

8. Saiba encerrar o expediente. Por já estar em casa, você pode acabar estendendo seu expediente (resolvendo problemas, respondendo e-mails…) só porque já está com o computador aberto mesmo. Segundo o americano Jason Fried, o verdadeiro desafio dos gerentes é lidar com funcionários remotos que trabalham demais, e não o contrário.

Para o empresário, quando a pessoa sente que está rendendo, acaba alongando o dia de trabalho, já que a sensação de produtividade é boa. Sempre haverá demanda, mas isso não quer dizer que você precise resolvê-la imediatamente. Separe o que é urgente do que não é e se desconecte. Tão necessário quanto ter disciplina para começar o expediente é ter disciplina para terminá-lo, ou você vai acabar trabalhando 24 horas sem nem perceber.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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Por que ninguém viaja para o Brasil?

 

Enquanto o turismo cresce no mundo, o Brasil inteiro recebe menos visitantes que Miami. Onde estamos errando?

Por Betina Neves

Se você já passou o fim do ano em Búzios, Floripa ou Morro de São Paulo, provavelmente reclamou da multidão de argentinos e uruguaios invadindo nossa praia. Parece que tem gringo demais tirando férias por aqui, certo? Errado.

O mundo está viajando cada vez mais, é verdade. De acordo com o relatório do World Travel & Tourism Council (WTTC) de 2016, o turismo cresce há cinco anos consecutivos mais do que a economia global, principalmente nos países emdesenvolvimento. Mas o Brasil não está nesse bonde: estamos na casa dos 5 milhões de turistas internacionais desde 1998. Ou seja, se a nossa economia vive uma recessão nos últimos anos, o turismo já está assim há quase duas décadas.

Pior: mesmo contando com mais praias do que uma família seria capaz de conhecer em cinco gerações e tendo tantas belezas naturais quanto Miami tem de brasileiro, o País não está nem entre os 40 mais visitados do mundo. Perdemos até para Miami, que é destino de mais de 7 milhões de turistas por ano. Mesmo o Coliseu (4 milhões de visitantes anuais) recebe quase tanta gente quanto o Brasil todo.

“Sim, mas se você mora na Europa é só pegar o carro para visitar o Coliseu. OBrasil não é tão acessível assim”, diria algum advogado do diabo de plantão. Mas não, excelência.

A África do Sul, que não é exatamente o lugar mais acessível da Terra, atingiu recentemente a marca dos 10 milhões de turistas. A Tailândia, distante para europeus e americanos, 28 milhões.

O México, que só fica perto mesmo dos EUA e do Canadá, 30 milhões.

O Peru, aqui ao lado, experimentou um crescimento de 340% no número de turistas nos últimos 15 anos, saltando de 800 mil visitantes para 3,5 milhões, enquanto o Brasil permaneceu estagnado. E no fim seguimos com menos turistas que países como Tunísia e Bulgária.

Tudo isso forma um cenário ainda pior do que parece. O turismo é cada vez mais importante na economia global, e na economia do Brasil não é diferente. Só em 2015, o setor gerou mais de 2,6 milhões de empregos diretos por aqui. Sem falar que o Brasil aparece em décimo lugar no ranking da WTTC, que compara a relevância do turismo no PIB dos países. A questão é que 94% dessa participação provém de viagens domésticas, de nós mesmos indo curtir o verão na Bahia e o inverno em Gramado. “Temos um turismo interno relativamente forte, mas nosso potencial internacional é um dos menos aproveitados do mundo”, diz Vinicius Lummertz, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).

A Embratur foi criada em 1966 para cuidar de tudo que diz respeito a turismo no Brasil, desde capacitação de pessoal a obras e divulgação. Com a implantação do Ministério do Turismo em 2003, ela passou a se dedicar exclusivamente à promoção do Brasil como destino no exterior. Isso é feito com participação emfeiras, financiamento da vinda de jornalistas estrangeiros, campanhas de marketing e produção de conteúdo escrito e audiovisual.

O órgão teve US$ 17 milhões para trabalhar em 2015 e conta com 13 escritórios no exterior (na Argentina, Peru, Holanda, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Inglaterra, Japão e três nos Estados Unidos).

Nossos vizinhos latinos gastam bem mais: o Peru tem 38 escritórios ao redor do mundo, e o órgão federal de promoção mexicano gasta US$ 50 milhões. E vão muito além de aparecer numa feira: a PromPeru, agência de promoção peruana, faz acordo com marcas para realizar ensaios de moda usando o país de fundo e chegou a fechar uma parceria com a Rede Globo para que Machu Picchu aparecesse na novela Amor à Vida, de 2013. “O Brasil não tem nem filminhos promocionais passando nos aviões das companhias aéreas estrangeiras que operam por aqui”, diz Guilherme Paulus, sócio-fundador da agência de viagens CVC e membro do Conselho Nacional de Turismo do Governo Federal.

Quem não aparece não é visto

A vinda de grandes eventos esportivos deveria turbinar o turismo, mas a Copa acabou tendo um efeito apenas pontual (um salto para 6,4 milhões de visitantes em 2014 – 30% mais do que a média). O Brasil não fez a lição de casa de comunicação e marketing e esperou que os jogos agissem por si só. Para as Olimpíadas, a ação mais poderosa foi a isenção de visto para americanos, canadenses, australianos e japoneses entre 1º de junho e 18 de setembro. “Desde os Jogos Pan-Americanos em 2007, o Brasil tem tido um alto grau de exposição, mas por falta de projetos especiais de divulgação isso está sendo mal aproveitado”, explica Ricardo Uvinha, professor do programa de pós-graduação em turismo da USP.

A imagem do Brasil no exterior acaba manchada pelo noticiário negativo: em vez de praias, cachoeiras ou cidades históricas, o que mais se vê lá fora sobre nós tem a ver com violência, crise econômica e desastres como o de Mariana. No Foreign Travel Advice (“conselhos para viagens ao exterior”), uma ferramenta online do governo britânico que analisa cada país em relação à segurança, o Brasil aparece com “alto nível de criminalidade”, com menção a arrastões, assaltos com arma de fogo e roubos em caixas eletrônicos. São citadas também manifestações políticas violentas e risco de zika.

A imagem do Brasil no exterior acaba manchada pelo noticiário negativo: em vez de praias, cachoeiras ou cidades históricas, o que mais se vê lá fora sobre nós tem a ver com violência, crise econômica e desastres como o de Mariana

A divulgação fraquinha une-se à falta de informação na internet para travar a vinda dos gringos. Olhando a relação dos dez destinos mais visitados, ela quase que se limita a cidades sem belezas naturais, com São Paulo, Porto Alegre e Brasília, que dividem a lista com Búzios, Foz do Iguaçú e o Rio, líder (merecido) entre os nossos destinos mais visitados. Chapada Diamantina, Bonito ou os Lençóis Maranhenses, que, convenhamos, não têm menos potencial turístico que Brasília ou Porto Alegre, nem aparecem na lista.

Isso acontece porque os turistas estrangeiros mal sabem que esses destinos existem. E a culpa não é deles.

As agências de turismo especializadas em destinos brasileiros não têm sites em inglês, muitos hotéis e pousadas não estão presentes nas ferramentas de reservas globais, como o Booking.com, horários de balsas e ônibus não constam na internet. Para um estrangeiro descobrir como ir do aeroporto de Campo Grande a Bonito ou de Fortaleza até Jericoacoara, por exemplo, vai levar uma canseira do Google até encontrar uma informação confiável.

Isso reflete a falta de preparo geral do País para receber visitantes, o que vai da sinalização monoglota nas ruas e no transporte público até garçons, taxistas e guias que não falam língua alguma que não seja o português. Falar um inglês excelente não é imprescindível – bambambãs do turismo como Itália, China e Tailândia também têm problemas com o idioma. No Brasil, porém, a maior parte dos profissionais de serviços ignora os rudimentos mais básicos do idioma. Aí complica.

Burocracia, sempre ela

A infraestrutura ruim também não ajuda. Dos 1,7 milhão de quilômetros da nossa malha de estradas, pouco mais de 10% são asfaltadas. Some isso à virtual ausência de transporte ferroviário, e você tem um pesadelo logístico. Aviões são uma alternativa, naturalmente. Mas voar aqui sai caro. É que não temos companhias aéreas low-cost (de baixo custo), como acontece na Europa, nos EUA e na Ásia. Nelas o serviço é reduzido a basicamente o transporte; qualquer extra (como marcação de assento, despacho de mala, comida, impressão decartão de embarque e até SMS informativo) é cobrado à parte, permitindo que a empresa jogue os preços das passagens lá embaixo. “No Brasil, além da carga tributária elevada, as aéreas enfrentam um excesso de regulamentação, já que esse modelo ‘simples’ é proibido”, diz o advogado Guilherme Amaral, especialista em direito aeronáutico.

A falta de infra atinge em cheio os parques nacionais, que seguem lindos, mas quase às moscas. Apesar de o Brasil ter sido considerado pelo Fórum Econômico Mundial como o país com maior potencial turístico em recursos naturais no mundo, nossos 71 parques nacionais receberam 7,1 milhões devisitantes em 2015 – sendo que 2,9 milhões se concentraram no Parque Nacional da Tijuca, encravado na área urbana do Rio. Para comparar: os 59 parques nacionais dos EUA receberam 307 milhões de turistas no mesmo período.

Aí não pesa só o isolamento turístico do Brasil, já que tanto aqui como nos EUA o grosso dos visitantes de parques nacionais são turistas nativos. Mas a discrepância deixa claro outro problema nosso. Aqui, os parques são mais encarados como unidades de proteção ambiental do que como atração turística: poucos têm trilhas sinalizadas, guias, hotéis e transporte com preços competitivos.

Para piorar, quem pensa em abrir um negócio de turismo também tem pouco incentivo, dada a dificuldade de empreender no Brasil: no último relatório do Banco Mundial, o país aparece na 116ª posição na lista dos países nos quais é mais fácil abrir e conduzir uma empresa.

O setor de cruzeiros é um dos que mais sofrem. Em 2010, chegamos a ter 20 navios viajando pela costa brasileira. O número caiu pela metade em 2015 e, para a temporada de 2016, a previsão era de míseros seis navios. Isso porque quase todos os processos que envolvem a realização de um cruzeiro são caros e complicados, desde a aprovação da construção de um porto à contratação do prático (o“manobrista de navio” – aquela que talvez seja a profissão mais inflacionada do Brasil, com ganhos que chegam a R$ 300 mil por mês).

“Operar um porto aqui tem custos 20 vezes maiores do que em outros destinos. Hoje estamos perdendo nossos navios para China, Austrália, Caribe, Dubai”, diz Mario Ferraz, presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos.

Além de tudo isso, o Brasil continua sendo um país quase tão fechado e protecionista quanto era na época da ditadura militar, já que impõem impostos extorsivos ao capital estrangeiro.

O último Índice de Abertura de Mercados, publicado em setembro de 2015 pela Câmara de Comércio Internacional (CCI), coloca o Brasil na 70ª posição entre 75 países, ficando atrás da Argentina, Nigéria e Uganda (o ranking é organizado por grau de abertura comercial, da maior para a menor). Dessa forma, recebemos menos investimentos de fora do que poderíamos. “E isso atrapalha o turismo. Um exemplo é Brasília não ter Hyatt, Hilton ou Sheraton, grandes nomes da hotelaria mundial”, diz Vinicius, da Embratur. Essa atitude conservadora reflete também na burocracia para entrar no País. O governo defende a reciprocidade, ou seja, que nós exijamos visto dos países que o requerem para nós. A prática é comum no mundo todo – não se trata de uma aberração do Itamaraty.

Mas é fato que requisitar visto de Japão, Austrália, Canadá e, principalmente, dos EUA e da China diminui consideravelmente a chance de esses turistas virem passar as férias por aqui – péssimo negócio se você levar em conta que chineses e americanos são os viajantes que mais gastam no mundo. “O fim da reciprocidade diplomática beneficiaria a nossa economia”, diz Mario Ferraz. Ou seja: estamos rasgando dinheiro para manter o improdutivo olho por olho da diplomacia.

Tendo em vista essas dificuldades todas, então, já dá para considerar heróis os 5 milhões de turistas que chegam ao Brasil. E o que eles pensam do País depois de passar uma temporada por aqui? Bom, de acordo com uma pesquisa do Ministério do Turismo feita em 2014, no fim da viagem, 95% deles demonstram intenção de voltar. Ou seja, mesmo com todas as adversidades, conseguimos conquistar quem vem. Resta fazer com que mais gente venha.

Os problemas do Brasil

1. Portos ruins

Aportar no Brasil sai 20 vezes mais caro do que lá fora. Culpa do mau estado dos portos e da burocracia. Nisso, os cruzeiros fogem daqui.

2. Parques largados

Dos nossos 71 parques nacionais, poucos têm trilhas sinalizadas, guias, áreas decamping e pousadas. Resultado: eles recebem só 7,1 milhões de visitantes por ano, contra 307 milhões nos dos EUA.

3. Despreparo

A sinalização monoglota e a falta de prestadores de serviço que se comuniquem em inglês podem complicar a vida de um turista, e estão entre os porquês derecebermos poucos visitantes.

Fonte: Revista Super interessante  https://super.abril.com.br

 
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Como economizar sem comprometer a qualidade do seu evento

 

Eventos corporativos ainda são um dos melhores recursos para sua empresa se aproximar dos clientes, prospects e público e criar oportunidades de proporcionar a eles experiências memoráveis.

Texto de Silvia Zillo

Não à toa, o último estudo da Associação de Marketing Promocional (AMPRO), indicou esta ferramenta no topo do ranking das que fazem parte do investimento das empresas.

No entanto, a organização de um evento, seja ele um encontro mais informal ou um grande congresso exige o cuidado com detalhes que, se deixados de lado, podem comprometer o resultado final e acabar com experiências negativas que, com certeza, sua empresa não vai desejar.

Mas como realizar um bom evento quando o orçamento é limitado? Quando isso acontece, o melhor a fazer é usar a criatividade e ter certeza de possuir bons fornecedores com preços competitivos. E se a ideia é economizar, é preciso saber quando a “economia” não irá se tornar um gasto desnecessário. Veja algumas dicas:

- Tenha uma agência parceira de (muita!) confiança. Nem sempre o menor preço é sinônimo de economia. Muitas vezes o melhor é ouvir a voz da experiência de quem está no mercado só para executar esse tipo de serviço e já tem o caminho para o fornecedor mais adequado, mesmo que seja para acrescentar uns valores a mais no final do projeto.

Já aconteceu de um cliente, na visita técnica, querer utilizar as cadeiras do local para compor as mesas do jantar ao invés de locar cadeiras de fora, apenas por economia. Foi dito que o ideal seria locar cadeiras menores e que tivessem mais a ver com o tipo do evento, já que as do espaço, além de grandes demais, eram muito formais. Ainda assim, a resposta foi negativa.

No dia do evento, o espaço já montado com as mesas e as cadeiras ficou muito apertado e não ficou bonito. Quase não era possível caminhar entre uma mesa e outra. O resultado? No próprio dia do evento, pouco tempo antes do início, tivemos que ligar como loucos para fornecedores de cadeiras e ver se conseguíamos a quantidade em tempo hábil para entrega. Conseguimos, porém o custo acabou sendo maior do que se tivéssemos locado com antecedência.

- Cuidado com determinados itens. Dependendo do item do evento, não se deve economizar no sentido de querer o melhor preço. São exemplos a cenografia, o gerador (que é sempre necessário, independentemente do uso) e a projeção. Estes itens são de muita importância e ter um fornecedor que cobre barato, muitas vezes não significa economia. No caso do gerador, investe-se para tê-lo porque, caso venha ser necessário, é um item que vai salvar o evento.

- Segurança é fundamental. Especialmente para congressos e feiras, é imprescindível a presença deste profissional em todos os momentos, principalmente no período noturno. Se é um stand com muitos itens do próprio cliente ou mesmo algum item de valor do fornecedor do stand (uma iluminação, algum equipamento eletrônico etc), segurança é essencial para que nada seja furtado. Um problema desse tipo por economia desnecessária pode custar um preço alto, muito alto.

Cada evento é único e ao analisar a planilha de orçamento, é comum a decisão de cortar itens quando o valor ultrapassa o budget. Nesta hora, é necessário estar atento ao que não deve ser cortado para evitar consequências desagradáveis durante a montagem ou até mesmo no evento, pelo simples fato da “economia”.

Nem sempre o mais caro é o melhor, porém é fundamental termos as melhores referências, tanto do fornecedor que está sendo contratado e até mesmo da agência que se contratou.

Planejamento! Sabemos que mundo perfeito não existe, porém, o ideal é sempre podermos planejar o evento com antecedência para que, assim, consigamos otimizar ainda mais os custos de um evento. Planejar com antecedência garante melhores negociações com todos os fornecedores envolvidos, pois a demanda da concorrência ainda será menor.

Fonte: www.revistaeventos.com.br

 
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Eventos e festas: a crise passa longe

 

A crise não parece ter derrubado o espírito festeiro do brasileiro que, no ano passado, gastou R$ 16,8 bilhões com festas — incluindo casamentos, formaturas, aniversários, celebrações de debutantes e eventos corporativos conforme dados da Associação Brasileira de Eventos Sociais (Abrafesta). A entidade também divulgou pesquisa do setor, ‘O Mercado de Eventos Sociais: indicadores sobre a oferta e a demanda’.

O estudo aponta que o mercado de festas e cerimônias cresceu nos últimos anos e estima-se que tenha atingido R$ 16,8 bilhões no ano passado. A região Sudeste foi responsável por metade dos gastos com festas e cerimônia, com R$ 8,6 bilhões, seguido pelo Nordeste (R$ 3 bilhões), em terceiro está o Sul (R$ 2,9 bilhões), Centro-Oeste (R$ 1,3 bilhão) e Norte (R$ 1 bilhão). Somente os eventos ligados a casamentos ultrapassaram a marca de um milhão por ano no País. Com mais renda e maior acesso a serviços, as regiões Sudeste e Sul têm a maior taxa de casamento formal. Os casamentos civil e religioso chegam a 70% no Sudeste e a união consensual a 30%. Já no Sul, 66% e 34%, respectivamente. No Nordeste 58% (casamentos civil ou religioso) e 42% (união consensual).

Sem dúvida, na lista dos eventos mais aquecidos do setor estão os casamentos — o Brasil registra mais de 1 milhão por ano — e as festas de debutantes são crescentes entre as meninas — com um potencial de dois milhões de pessoas por ano.

Potencial de cada evento

Casamentos – As faixas etárias que concentram o maior “potencial” de casamentos ocorrem na faixa entre os 20 e 39 anos. Esta faixa etária concentra 75% dos matrimônios realizados no País, média, de acordo com o levantamento que utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE. Os solteiros nestas faixas etárias (20 a 39) movimentam hoje no Brasil aproximadamente R$ 793 bilhões. Sendo que somente a classe média movimenta R$ 328 bilhões.

Debutantes – As festas de 15 anos são comuns entre as meninas. É um mercado com potencial de dois milhões de pessoas ao ano. No Brasil cerca de 1,8 milhão de meninas farão 15 anos em 2015. E a massa de renda das famílias com meninas nesta idade chega a R$ 4,3 bilhões no País. A maior parte das meninas de 15 anos pertencem a classe C (com 894.639), 50% do total. Classes D/E (com 606.938) e 34% do total. E, por último as classes A/B (com 282.519) com 16% do total.

Universitários –  O número de universitários cresceu fortemente, ampliando a demanda por festas de formatura: são quase 7 milhões no Brasil. Cerca de 6,8 milhões estão atualmente cursando algum curso de graduação no país. A massa de renda das famílias com jovens na graduação chega a R$ 30 bilhões. Os jovens cursando a universidade em sua maioria são das classes A e B (47%), seguido da classe C (46%), D/E (7%).

 

Fonte: http://www.revistamaismateria.com.br

 

 
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3 simples motivos que geram reuniões improdutivas

 
Breve reflexão acerca de três razões que podem gerar reuniões improdutivas, que não agregam valor à Organização

Por Solana Menezes

 

Não é por acaso que Peter Drucker é considerado o “pai da Admnistração moderna”. E dentre seus pensamentos e escritos, não posso deixar de concordar com esta ilustre e verdadeira conclusão:

“As reuniões são, por definição, uma concessão a uma organização deficiente. Ou se trabalha, ou faz reuniões. Não dá pra fazer as duas coisas ao mesmo tempo”

(Peter Drucker)

Confesso que decidi escrever um pouco sobre este tema como uma forma de desabafo e uma certa dose de irritação. Pois, em um curto período de menos dois meses, fui convocada para sete reuniões, na tentativa de resolver um problema identificado em um determinado processo. O motivo de minha irritação? Obviamente, além do tempo perdido nestes encontros improdutivos, é a impaciência em constatar que o problema poderia ser facilmente resolvido em apenas um encontro, como de fato aconteceu.

Assim, parei para analisar três simples motivos que geram o fracasso de muitas reuniões:

1 – Não convocar as pessoas certas

Este é um fato muito interessante e extremamente importante para a produtividade da Reunião. Antes de marcar o encontro, verifique quem são as pessoas que estão diretamente envolvidas no assunto a ser abordado. Não faz sentido algum, colocar uma dúzia de pessoas para debater um tema, em que somente meia dúzia conhece o assunto e pode agregar valor à discussão. Portanto, convide somente as “pessoas-chave” do tema abordado no encontro.

2 – Fugir do tema central da reunião

É importante que o roteiro esteja bem definido,  e que todos os convidados tenham conhecimento prévio do que será discutido no encontro. O líder/coordenador da reunião deve ser objetivo  ao conduzir o debate das idéias, bucando sempre manter o foco na pauta e no tempo das discussões de cada item.

3 – Não delegar corretamente as pendências

A maioria das reuniões sempre deixa um “dever de casa” para alguns, ou todos, os participantes. Porém, quando não fica claro qual a tarefa que deve ser executada e o prazo de resposta, há uma grande chance da reunião ter sido improdutiva. Visando resolver esta questão, é interessante reservar uns 5 minutinhos no final da reunião para repassar as pendências, mesmo que elas sejam enviadas (e devem ser!) na minuta posteriormente.

Simples assim!

Obviamente que na grande rede e nos diversos livros de Administração e Gestão, deve haver inúmeras dicas e idéias para aumentar a produtividade das reuniões. Porém, na prática pude observar que pequenas mudanças como estas que foram relacionadas, são capazes de grandes resultados, e o tempo gasto nas inúmeras reuniões que lotam nossa agenda, poderia estar sendo utilizado no desenvolvimento de outras tarefas e projetos, que agregam valor à organização e ao nosso crescimento pessoal e profissional.

#FicaADica !

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Evento jantar árabe

 

Os árabes tem como principal característica a hospitalidade que consideram sagrada e suas principais virtudes é a generosidade e fartura. Recepcionar os convidados com uma mesa farta e variada faz parte da cultura árabe, bem como se espera que os convidados comam bastante e apreciem a comida.

Rico em sabores e aromas exóticos, um jantar das terras das mil e uma noites é fácil de preparar, de servir e agrada a maioria das pessoas. Para criar um clima árabe, considere colocar muitas almofadas, tapetes e tecidos coloridos no ambiente além de complementos decorativos como a Shisha ou Narguilé.

Lanternas com pequenas velinhas dão um charme a mais para a decoração, mas evite velas com aromas que podem interferir no aroma do jantar. Arranjos de flores coloridas dão um toque de classe, preferencialmente contrastando com o azul escuro, uma cor típica da decoração árabe.

Tradicionalmente, durante a refeição os árabes se reúnem ao redor de uma mesa redonda e baixa, sentados em almofadas ou tapetes junto a seus convidados onde todos compartilham a comida num mesmo prato grande de metal.

Não são usados talheres, somente os três dedos da mão direita, pois a mão esquerda é considerada impura. Os pedaços de pão servem para pegar as porções de comida. Nada impede que se possa colocar os quitutes, pratos, talheres e guardanapos em um aparador central deixando que as pessoas se sirvam à vontade no estilo Self Service.

Travessas de latão como sousplats e pratos de cerâmica branca realçam o colorido dos alimentos. As travessas podem ser decoradas com limão cortado, folhas de hortelã e folhas de uva. Vidros de conserva também funcionam como elementos decorativos.

Para decorar a mesa de jantar, coloque temperos árabes em vários potinhos. Comida árabe é regada a azeite e o ideal é colocar o azeite em vários potinhos com colherinhas, cada uma próxima de cada convidado. O azeite pode ser aromatizado com alho, alecrim ou outras ervas.

As pastas mais tradicionais como babaganuche (pasta de beringela defumada), homus (pasta de grão de bico) e coalhada seca costumam fazer sucesso acompanhadas de pão sírio e pão folha. Frutas secas como damasco e figo seco, além de amêndoas, castanhas, pistache e outros são uma boa pedida de aperitivo.

O cardápio pode incluir diversas delicias árabes como tabule, salada marroquina, pão árabe, quibes, esfihas, kafta, arroz sírio, bog mog etc. Arroz, lentilhas, legumes e verduras recheados, abobrinha, acelga, berinjela, repolho e folhas de videira são bem apreciados.

O carneiro assado ou frito é um dos pilares da alimentação nos países do Oriente Médio como também aves e peixes. Segundo a cultura e tradição muçulmana, é proibido o consumo de carne de porco, presuntos e seus derivados. Assim sendo, se a intenção é um jantar árabe siga as tradições.

As bebidas alcoólicas não fazem parte do costume árabe, mas podem ser servidas cervejas geladas colocando as garrafas em baldes de gelo. Uma bebida árabe tradicional é o Arak à base de anis que tem uma característica interessante: quando se coloca gelo ou água na bebida, ela perde a transparência e se transforma em um drink esbranquiçado.

A água deve ser servida em jarros e aromatizada com folhinhas de hortelã. As sobremesas e guloseimas devem ser servidas em travessas douradas, como pede a tradição árabe. A massa folhada recheada, bolo de semolina, pastel de nozes e ninho de nozes são algumas opções.

Após a refeição é tradicional servir o aromático chá de hortelã e também pode ser servido o café. A hospitalidade árabe dispensa aos seus convidados todo conforto e atenção. Os árabes evocam uma oração antes para abençoar a refeição e ao final para agradecer o alimento. Os convidados são servidos primeiro e após o jantar é gentil e sofisticado oferecer uma pequena lembrança.

Fonte http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
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Festa de casamento

 

São os noivos que definem o estilo da festa, as músicas, o ambiente, a opção do cardápio, se será almoço, jantar ou coquetel. Naturalmente eles irão desejar um ambiente festivo e agradável, que deve ser adequado para acomodar o número de convidados. A recepção dos convidados pode ser feita por um cerimonial ou recepcionistas, que irão preparar o ambiente com uma música suave até que todos tenham se acomodado.

Atualmente, tem se tornado cada vez mais comum a realização do casamento religioso no mesmo local da festa. Sem perder o caráter religioso e a emoção da entrada dos noivos, as vantagens são inúmeras que vão desde melhor comodidade para os noivos, convidados e prestadores de serviços que não precisam se locomover da igreja até o salão, mas também reduz muito os custos. Nesse caso, basta montar no local um altar decorado que deve ser retirado após a celebração.

Os noivos são os últimos a entrar no salão e devem ser recebidos com uma música especial, pré-escolhida. No decorrer da festa, o músico ou orquestra seguirá o repertório escolhido, evitando extravagâncias e respeitando o requinte do evento. Após o corte do bolo pelos noivos, deve ser executada a valsa dos noivos. A partir desse momento, a música estará mais voltada para aqueles que queiram dançar e o estilo deve ser mantido.

  • O casamento pela manhã é informal, portanto não exige muito luxo. O horário dispensa o uso de brilhos e joias, permite vestidos curtos e uso de chapéus. O cardápio ideal é oferecer um brunch, que inclui os itens de café da manhã com tortas, salgados e frios. Sendo próximo do meio dia, exige um almoço.
  • O casamento à tarde é considerado informal. Pode-se usar um pouco de brilho nas roupas de forma bem discreta. O cardápio pode ser um chá com pães e frios, um coquetel simples ou um coquetel seguido de salada e um prato quente. Sendo numa área campestre, permite um churrasco.
  • O casamento à noite pede mais requinte e sofisticação. Pode-se usar o brilho, joias e pede tecidos nobres. O cardápio pode ser um cocktail ou um jantar.

Cardápio

É importante ao utilizar os serviços de um Buffet, escolher um cardápio diversificado de acordo com o horário e o tempo de duração do evento. Quanto maior a duração, maior será a quantidade de comida e bebida. O usual é um coquetel servido de salgadinhos assados, folhados, fritos e frios, com um prato quente. Recepções com muitas pessoas jovens e realizadas à noite, em geral tem maior consumo de bebidas.

A mesa de doces, com bolo e bombons valoriza o evento. Pode-se montar com antecedência apenas a mesa com o bolo e servir os doces e bombons após o almoço, jantar e ao final do evento.

Contratação de buffet

O Buffet deve ser contratado por escrito discriminando as obrigações de ambas as partes e detalhando o tipo e quantidade de comida e bebida, bem como marca de bebidas, acessórios necessários, número de garçons, cozinheiras e auxiliares. O tipo de comida a ser servida e a quantidade de convidados, determina o número de profissionais necessários. Quanto mais sofisticado, mais elaborado o cardápio e maior quantidade de convidados, será relativamente maior o número de profissionais a serem contratados o que onera muito o serviço do buffet.

Local da festa

O local da festa além de confortável e elegante deve ter boa ventilação, copa e cozinha, local apropriado e facilidade de estacionamento e principalmente que tenha capacidade para abrigar todos os convidados além de banheiros em número suficiente para a quantidade de convidados. Em geral calcula-se o mínimo de 1 banheiro para cada 60 pessoas, que devem estar em boas condições e uso.
É importante determinar o horário de início e final da festa, além de incluir a disponibilidade para montagem e desmontagem do salão. Também deve-se verificar tomadas, lâmpadas, voltagem, saída de emergência e eliminar qualquer situação que represente algum risco de acidentes. O responsável pelo som deve ser apresentado ao responsável pelo local, assim eles podem chegar a um entendimento, sem interferência dos noivos. Selecionadas as músicas, é recomendável discutir também sobre o volume permitido no local.

Nem todos os locais tem disponíveis mesas e cadeiras, nesse caso, deve-se alugar mesas e cadeiras e confirmar o horário de entrega e retirada do mobiliário. O salão de festas deve ter capacidade suficiente para a quantidade de mesas, área de circulação e pista de dança. Em geral uma mesa de 1.40 de diâmetro acomoda 10 cadeiras, sendo necessário acrescentar 1 metro entre as mesas. Não sendo possível mesa e cadeira para todos os convidados, o local deve ter pufs e  para atender os excedentes da mesa ou cadeiras avulsas. Os noivos e seus pais, convidados de honra, padrinhos, integrantes do som ou banda, pessoal de filmagem, fotos e cerimonial, devem ter mesas previamente reservadas.

Decoração

A decoração deve privilegiar a harmonia com o local. O arranjo do centro da mesa não deve atrapalhar a visão e a comunicação entre os convidados. Se houver um tema ou cores escolhidas, todos os preparativos, como as cores das toalhas, arranjos, pufs e sofás, devem recair sobre a cor e temas escolhidos.
Ao contratar qualquer serviço é importante que se faça um contrato por escrito, detalhando todo o serviço contratado. Alguns salões oferecem o serviço de buffet, em outros é necessário contratar à parte. Nesse caso, os responsáveis pelo local e pelo buffet devem interagir de forma a trabalharem juntos. Deve-se esclarecer previamente quem será responsável pela limpeza do local e pelo mobiliário, antes e depois da recepção, bem como será feita essa limpeza.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 

 
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Você sabe qual o futuro do trabalho?

 

Muito se fala sobre a extinção de profissões, mas talvez o mais concreto que temos no presente é a mudança no formato das profissões

Grandes transformações estão acontecendo, isso não é uma novidade. Previsões quase apocalípticas surgem todos os dias sobre o futuro do trabalho, mas o que efetivamente é verdade até o momento? Muitas especulações podem causar ruídos na comunicação entre empresas e profissionais e criar lendas urbanas sobre o futuro e conceitos sem fundamento.

Muito se fala sobre a extinção de profissões, mas talvez o mais concreto que temos no presente é a mudança no formato das profissões. Talvez esse deva ser o foco de debate entre os profissionais que estão procurando se adequar às mudanças que já estão acontecendo, sem se fixar em previsões sobre um futuro incerto.

E as empresas, estão preparadas para essas mudanças? O certo é que aquelas que não estiverem preparadas, vão perder competitividade e isso já pode estar acontecendo. Empresas e profissionais devem agir rápido para não haver perda de espaço. Algumas profissões serão sim substituídas por tecnologia que será cada vez mais próxima da máxima eficiência o que vai exigir que empresas atualizem o quanto antes seus processos. Horizontalidade e transparência são tendências e isso torna necessário tecnologias para atender as etapas do processo de comunicação entre a equipe e otimização de recursos. Os profissionais estão ganhando cada vez mais autonomia nas empresas e os escritórios já passam por mudanças radicais em seu formato. Escritórios vão ser extintos e espaços de coworking estão ganhando mais força, o que impacta diretamente nas relações no ambiente do trabalho, por exemplo. Criatividade e inovação serão as características que estarão cada vez mais presentes e a busca do conhecimento fará toda a diferença nesse momento de transição.

Empresas gigantes dispensando todos para trabalho em casa ou se mudando para espaços de coworking, novas tecnologias que habilitam a colaboração e melhoram a comunicação, tendências de gestão de pessoas, horizontalidade e transparência, autonomia e busca por um senso de propósito movem pessoas e empresas e o Futuro do Trabalho não é algo distante, já está acontecendo agora.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Sinais de que você nasceu para trabalhar em eventos

 

Trabalhar com organização de eventos pode ser extremamente gratificante. Você tem a chance de se relacionar com pessoas inspiradoras, criar experiências incríveis para os participantes e nenhum dia é igual ao outro.

No entanto, o trabalho pode ser bastante desgastante, exigente e requer uma mistura de habilidades que não é tão simples de encontrar, mas há características comuns aos organizadores de eventos.

Por isso, se você quer saber se você é uma dessas pessoas que nasceram para trabalhar eventos, venha conferir alguns sinais.

1. Você organizava seus brinquedos

Você era uma criança que gostava de organizar seus brinquedos? Empilhava os copos em vez de derrubá-los? Organizava verdadeiros cursos e workshops com a sua lousinha para os bonecos que se sentavam à sua volta, ou criava fileiras de exércitos prontos para a batalha?

Se sim, um organizador de eventos já brotava em você.

2. Você sempre fazia festas em casa

À medida que você crescia, era aquela pessoa que reunia seus colegas em casa, organizava jantares e programas de fins de semana para amigos e familiares?

Você sempre foi aquele com um calendário enorme de atividades, um itinerário detalhado e um plano B para tudo que poderia dar errado quando saía de férias?

É, esses são sinais muito fortes de que você estava destinado a ser um planejador de eventos.

3. Você amava conhecer gente nova

Algumas crianças são tímidas, e outras simplesmente amam fazer novos amigos.

Você era daqueles que gostavam de iniciar conversas com estranhos, entreter os amigos do seu pai ou agregar o novo garoto da escola à sua turma?

Você sempre soube como se enturmar nas festas? Adorava sair de sua zona de conforto e se misturar com novos grupos?

A capacidade de se conectar com os outros e o prazer em conhecer novas pessoas é um grande indicador de que você estava destinado a ser um produtor de eventos.

4. Você mostrou talento natural

A maioria das lições de casa é entregue no último minuto, escrita no ônibus a caminho do colégio, usando um lápis sem ponta ou caneta vermelha porque é a única que se consegue emprestada nesses momentos.

Mas você era diferente? Os seus deveres incluíam imagens e gráficos? Eles contavam com várias cores para destacar os pontos importantes?

Você participava de aulas práticas como culinária e artes por simplesmente gostar de ter novas experiências?

Qualquer pessoa que nasceu com esse espírito criativo é claramente adequada para trilhar uma carreira em eventos.

5. Você explorava os detalhes

Em sala você era aquele que simplesmente não poderia deixar de perguntar “por que”? Você queria realmente entender, e não apenas aceitar o mundo como ele é? Desmontava aparelhos para descobrir como funcionavam por dentro?

Você entregava trabalhos que eram “apenas bons o suficiente” ou se esforçava até que você estivesse orgulhoso do resultado?

Na medida em que você crescia, ficava satisfeito em receber seus convidados de última hora, sem nenhum cuidado sobre como as pessoas iriam chegar, o que iriam comer ou beber, e se haveria o equilíbrio certo de convidados? Claro que não!

Você se preocupa com os detalhes. Com as pequenas coisas que transformam o trivial no inesquecível. E é por isso que você se encaixa tão bem produzindo eventos.

6. Fazer muitas coisas ao mesmo tempo foi sempre natural

A maioria das pessoas não se dá bem trabalhando em múltiplas tarefas, ficando estressadas e deixando passar vários detalhes importantes ao gerenciar muitas coisas ao mesmo tempo.

Já você, não. Desde pequeno você sabe que a chave do sucesso é priorizar. Geralmente isso significava que a lição de casa, o encontro com os amigos e a sua aula de esportes não iriam cair todos no mesmo dia.

No entanto, quando você tinha que fazer várias coisas ao mesmo tempo, como arrumar seu quarto, estudar para uma prova e entrar em contato com um amigo que precisava falar, você sabia a melhor maneira de fazer todas elas, e bem feito.

Este é um forte sinal de que o gerenciamento de eventos corre em suas veias.

7. Você tomou iniciativa

Você se lembra de ser a pessoa que muitas vezes se voluntariou pela primeira vez? Ou talvez você nem sequer tenha esperado para ser convidado, mas já se adiantou e organizou as coisas.

Ao longo da sua vida, você frequentemente ouviu das pessoas “Uau, eu nem sequer pedi isso!”? Você aguardava o fim de semana chegar, esperando que algo interessante aconteceria, ou você tomava a iniciativa de fazer algo acontecer?

Esse tipo de natureza pró-ativa é um grande indicador de que você seria um organizador de eventos nato.

Conclusão

Nenhum organizador de eventos é igual e cada um toma um caminho diferente para entrar na indústria (muitos acabam trabalhando em eventos totalmente por acidente).

No entanto, se você alguma vez já se perguntou: “Sou a pessoa certa para trabalhar em eventos?” tire um momento para refletir e, se algumas das evidências acima forem visíveis desde quando você era mais novo, são grandes as chances de você ter nascido para esta indústria!

Fonte: EventBrite

 

 
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O mercado de eventos e quatro itens que são indispensáveis em sua realização

 

O segmento de eventos, incluindo feiras e congressos, é considerado a principal ferramenta do setor de live marketing e correspondem a 77% das ações promocionais realizadas pelas empresas.

O Brasil já se estabeleceu como sede de grandes eventos, sejam eles nacionais ou internacionais. Depois da realização de dois grandes eventos esportivos no Brasil, Copa do Mundo e Olimpíadas, a era dos megaeventos vai demorar a voltar por aqui. Por outro lado, o atual momento da economia está fazendo crescer a demanda de eventos menores, ao invés de grandes produções.

Para Armando Zogbi, diretor presidente do Instituto Tecnológico de Eventos (Intev), seja qual for o porto do evento, as empresas organizadoras precisam oferecer serviços inovadores, que transmitam confiança e segurança. Ele destaca quatro itens indispensáveis na hora de realizar de um evento, vejam quais são:

1 – Inovação: nos últimos 12 meses, podemos perceber o crescente uso de novas tecnologias para planejar e maximizar a experiência dos participantes em diversos tipos de eventos. A atualização de recursos tecnológicos deverá, cada vez mais, ser utilizada para criar experiências surpreendentes e únicas aos participantes, com uma boa dose de emoção. Explorar o conceito de live marketing ou marketing de experiência com tecnologia, além de criar impacto positivo, gera valor para marcas e consumidores.

2 – Qualidade: na área de eventos, as pequenas e médias empresas correspondem a 90% do mercado. A maioria dessas empresas é administrada por seus proprietários e, como prestadoras de serviços, seu grande capital é humano. Assim, a qualidade está ligada aos seus equipamentos e produtos, mas principalmente aos serviços prestados. Neste contexto, é desejável que o empreendedor tenha iniciativa para identificar oportunidades. Além de posicionamento focado na ética e transparência, transmitindo essas qualidades para os demais colaboradores e confiança aos clientes.

3 – Segurança: eventos precisam ser bem estruturados. Para isso, além de um ótimo planejamento, alguns cuidados e medidas de segurança obrigatórios pela legislação são fundamentais. É importante chamar a atenção para um item que vem sendo cada vez mais exigido e utilizado por eventos bem planejados: o Seguro para Eventos, que conta com o Projeto de Lei Complementar (PLP) 1/2015 em tramitação na Câmara dos Deputados. A lei institui seguro obrigatório de responsabilidade civil das empresas, dos proprietários e dos promotores ou organizadores de eventos. Atualmente, dispomos de seguros completos, personalizados e de fácil contratação para diversos tipos de eventos, com várias coberturas que vão do início ao fim do evento, tanto para o segurado como para terceiros, com custos bem acessíveis.

4 – Sustentabilidade: o mercado de eventos vem se ajustando cada vez mais ao tema da sustentabilidade. Uma boa atuação neste sentido agrega valor para a empresa e a posiciona em um patamar admirável, tanto pelo mercado como pelos potenciais patrocinadores. As ações devem estar alinhadas com as modalidades de sustentabilidade Ambiental, Social e Econômica. Na sustentabilidade ambiental, o intuito é a redução dos impactos ao meio ambiente, utilizando estratégias tais como neutralização de carbono, coleta seletiva, reciclagem, divulgação por meios digital, materiais ecológicos, utilização de energias limpas entre outras ações. Já a sustentabilidade social pode ser trabalhada com um conjunto de ações que visem a inclusão, como acesso aos eventos para participantes de baixa renda e oportunidades aos prestadores de serviços e mão-de-obra especializada. Temos ainda a sustentabilidade econômica, que visa um desenvolvimento estável. E em tempos de escassez de recursos econômicos, torna-se necessária para a sobrevivência de uma empresa.

Fonte:  www.revistadoseventos.com.br

 
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