Como ter inteligência emocional no ambiente de trabalho?

 

Como blindar nossa mente para não cair nas ciladas emocionais

Texto: Bruna Andrade

Nem sempre o ambiente está a nosso favor, gerir nossas emoções não é valido somente para nossa vida pessoal, mas sim para qualquer área de nossas vidas, estamos em um momento onde tudo é muito corrido deixando assim nossas emoções frágeis e estando a mercê dos mais variados sentimentos que na maioria das vezes são negativos. Mas hoje vamos falar de nossas emoções no ambiente de trabalho principalmente quando esse ambiente não é nada agradável e as vezes é um verdadeiro caos. Vale a pena salientar que julgar o ambiente como ele realmente é já facilita, entender que não estamos em um bom ambiente é o primeiro passo para tomar as ações, quantas vezes nos sentimos desmotivados por estarmos em ambientes não favoráveis a uma boa execução de trabalho e também a uma boa saúde de nossas emoções, assim elevamos nosso nível de stress e acabamos desmotivados, o que não é nada bom para ambas as partes. Mas se blindar contra as consequências ruins que os ambientes de caos trazem é necessário.

O primeiro passo para ter uma saúde emocional em boas condições é entender que ter problemas no dia a dia faz parte, o que torna as coisas diferentes é como me sinto em relação aos problemas que acontecem, até que ponto deixo que isso interfira de modo negativo no que sinto.

O segundo ponto é criar estratégias para diminuir todo esse caos, se é criar uma nova rotina melhorando seus processos, o que vai trazer uma sensação de melhor gestão do tempo e assim impactar de forma positiva no seu emocional.

Tenha feedbacks não tenha medo de conversar com as pessoas certas sobre como se senti em relação ao que acontece e assim ter aliados na melhora constante do ambiente e dos processos de trabalho, é importante que essas pessoas tenham os mesmos valores que você, e assim se identificar com ideias que embora possam ser diferentes mas que irão beneficiar a todos

A última técnica é a do saber dizer não que é muita válida pois as vezes ajudamos a criar o ambiente de caos quando dizemos sim a tudo e a todos.

Nossa saúde emocional deve ter um cuidado constante pois é ela quem traz o equilíbrio entre aquilo que somos e o que fazemos, cuidar da nossa inteligência emocional é cuidar do nosso interior, entendendo que tudo acontece de dentro para fora.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Cerimônia casamento

 

Texto: Lucia de Belo

O casamento é uma  instituição importante e com isso o sonho,  é um dia entrar na igreja para essa tão maravilhosa celebração. Mesmo que a atualidade venha quebrando padrões tradicionais e algumas novidades estão surgindo, a maioria das noivas sustenta seu sonho. Contratar um cerimonial, com regras e dicas facilitam em muito a situação dos noivos e dispensa quebrar a cabeça tentando criar soluções adequadas. Quando existe a orientação e supervisão, muitas respostas prontas podem vir para os noivos.

Cerimônia  igreja católica

O cortejo de entrada deve obedecer à ordem de precedência, ou seja, todas as mulheres devem estar à esquerda do homem, exceto a noiva, que entra à direita de seu pai. De frente para o altar:

  • Lado esquerdo do templo, ficam os pais, padrinhos e convidados da noiva.
  • Lado direito do templo, ficam os pais, padrinhos e convidados do noivo.

O lado direito é um prolongamento do altar e o ponto mais alto em razão da precedência. Os bancos em frente e a esquerda de quem entra, são destinados às precedências mais altas, autoridades e convidados de honra.

Entrada dos Padrinhos

  • Os primeiros a entrar durante o cortejo de entrada são os casais de padrinhos. Entra um casal de padrinhos do noivo, depois um casal de padrinhos da noiva, e assim sucessivamente até que todos os casais de padrinhos tenham entrado. A sugestão é manter uma distância para a entrada dos casais, de forma somente depois de percorrido 1/4 do caminho total até o altar, entra outro casal. Os casais de padrinhos entram de braços dados, com a mulher à esquerda do homem. De frente para o altar, os padrinhos se posicionam: os da noiva na esquerda e os do noivo à direita do altar. É de bom senso não convidar muitos padrinhos.

Entrada da mãe da noiva e do pai do noivo

  • Após a entrada do último casal de padrinhos, espera-se o corredor estar livre e então entram a mãe da noiva com o pai do noivo. A mãe da noiva entra à esquerda do pai do noivo. Chegando à frente, a mãe da noiva aguarda à esquerda do altar e o pai do noivo aguarda à direita do altar.

Entrada do noivo e sua mãe

  • Aguarda-se até que o corredor esteja livre. O noivo entra com sua mãe ao seu lado esquerdo. Chegando à frente do altar, a mãe do noivo se posiciona junto ao marido à direita do altar.

Entrada das Damas e Pajens

  • As daminhas e pajens podem entrar antes da noiva ou juntos com ela à sua frente. Muitos preferem que as daminhas e pajens entrem antes ao som de uma música mais suave ao invés de entrarem à frente da noiva ao som da marcha nupcial ou a música escolhida. Esses devem se posicionar aos pares, o primeiro par vai para a direita, o segundo à esquerda e assim sucessivamente.

Entrada da noiva e seu pai

  • Após esse cortejo, as portas da igreja se fecham para que a noiva se posicione para a sua entrada. Ao serem abertas novamente, entra a noiva junto com seu pai. Como a noiva é a presença mais importante do casamento, pela ordem de precedência ela entra à direita do seu pai. No entanto, qualquer um dos lados é aceito. Ao encontrar o noivo, a noiva passa para o lado esquerdo do noivo, que a conduz ao altar.

Horário do casamento

  • Apesar da tradição de que a noiva deva se atrasar, pessoas bem educadas tem consciência de que o celebrante, seus convidados e familiares estarão atendendo ao convite para a cerimônia do seu casamento. Isso torna a noiva uma anfitriã, e pelas regras de etiqueta, o atraso denota desconsideração com os outros
  • O cerimonial ou recepcionistas devem orientar e acomodar os convidados, de forma de que a entrada do local da celebração esteja desobstruída pelo menos, 10 minutos antes da entrada da noiva. Em algumas igrejas há inclusive multas para as noivas que se atrasam.

Saída do altar

  • Na saída, os noivos se viram de frente para a saída; a noiva toma o braço direito do noivo e são seguidos pelas damas, pais e padrinhos. Todas as mulheres tomam o braço direito de seus acompanhantes nesse cortejo de saída. É delicado oferecer uma flor do buquê à mãe e à sogra.

Cumprimentos

  • Para os cumprimentos, os noivos se colocam no centro, tendo os pais da noiva ao seu lado e os pais do noivo ao seu lado, na mesma ordem que sairam da igreja. Caso desejem, os noivos também podem acrescentar os avós de ambos nos cumprimentos.
  • Os cumprimentos aos noivos e aos pais devem ser breves evitando-se saudações demoradas que atrasam a fila de cumprimentos e cansam aos noivos e à sua família.
  • Na atualidade, quando há recepção, dispensa-se a fila de cumprimentos que serão dados quando os noivos chegarem ao salão da recepção e circularão pelo salão junto com os pais para cumprimentar os convidados. Mesmo assim, os cumprimentos devem ser breves, de forma que os noivos possam aproveitar a festa.

Livro de Cerimônia

  • O Livro da Cerimônia é um registro permanente de todos que estiveram presentes na celebração. Colocado em uma mesa, do princípio ao fim da celebração num ponto em destaque, permite que os convidados expressem suas mensagens e felicitações aos noivos. Os pagens e damas se posicionam ao lado do livro para auxiliar aos convidados.

Entrada da noiva com o pai e com a mãe

  • Em geral a noiva entra na igreja acompanhada pelo pai. No entanto, o casamento é uma celebração especial e os noivos podem e devem fazê-la de uma forma que lhes traga satisfação. Quando a noiva quer entrar no templo acompanhada tanto do pai quanto da mãe, isso é possível, desde que o corredor da igreja seja largo para evitar um andar descompassado e apertado.

Entrada dos noivos com parentes ou amigos

  • A vida tem muitos imprevistos e não é raro filhos de pais separados ou que um dos pais tenham falecido, terem dúvidas do procedimento quanto aos preparativos de casamento. Para aqueles que são filhos de pais separados ou falecidos, todos os de seu meio social, amigos, parentes e colegas, sabem dessa dificuldade e são solidários. Por isso, na ausência do pai, a noiva pode entrar com um irmão, avô ou tio mais próximo; é estar com alguém que tem importância afetiva na vida da noiva e com certeza a pessoa convidada se sentirá honrada com isso.
  • O mesmo acontece com o noivo, na ausência da mãe ele pode entrar com uma irmã, tia, avó, ou mesmo uma amiga que tenha significado afetivo para ele.
  • Também há a opção da noiva entrar sozinha, como também do noivo entrar sozinho e isso é bem aceito pelos convidados.

Entrada da noiva com a mãe

  • No caso da noiva ter sido criada apenas pela mãe e desejar entrar na igreja acompanhada por ela, estará prestando homenagem à pessoa que tanto fêz por sua vida. Isso é possível e todos seus amigos se emocionarão com esse detalhe fundamental. Ela pode ir até a metade do corredor central e o noivo encontrá-la.
  • Após cumprimentar a sogra, o noivo conduz a noiva até o altar. Porém, nesse caso, deve-se evitar o constrangimento do pai perante os convidados, se ele estiver presente. Uma cerimônia religiosa não deve ter objetivo de vingança do passado. O pai, estando presente, pode ser convidado a estar no banco da frente.

Pais separados 

  • A situação parece ser mais complicada quando há separação dos pais que não se dão bem. O casamento deve ser um momento onde mesmo que os pais não tenham mais vínculos matrimoniais, devem estar ligados pelo elo ainda presente: o filho ou filha. Por conta disso, pelo menos o cortejo do casamento deve acontecer com a participação dos pais, como unidade familiar e em função do filho.
  • Ainda que tenham constituído nova família, em respeito aos noivos, este casal se une novamente. Brigas e desentendimentos devem ser esquecidos e o amor que une os noivos serve como base de perdão para o dia mais feliz da vida dos noivos. Porém há casos em que isso não é possível. Para se evitar indisposição entre os pais, sugere-se que os pais após entrarem na igreja, fiquem sentados nos bancos da frente separados.

Padrastos/Madrastas

  • Padrastos que insistem em acompanhar a mãe da noiva ou do noivo, só devem permanecer no altar se os noivos concordarem e mesmo assim, se o pai ou a mãe natural não estiver presente. Algumas religiões são contra o divórcio e não permitem o acompanhamento do padastro ou madrasta no altar.
  • Quando um dos noivos tem o pai natural ausente e foi criado pelo padrasto, são os noivos que devem decidir ainda que o cerimonial recomende outras regras. Se a noiva, não teve a figura do pai presente em sua vida, não deve no dia de seu casamento se sentir obrigada a homenageá-lo. E se ela tem uma outra figura que fez o papel de pai em sua vida, a vontade da noiva prevalece.
  • O mesmo ocorre com o noivo em relação à sua mãe.
  • Quando os pais são divorciados e ambos já tem outro relacionamento, prevalece a vontade dos noivos, porém deve-se evitar situações constrangedoras. Tudo depende da maturidade e compreensão dos pais e seus respectivos companheiros.
  • Se os pais naturais estão presentes, seus novos companheiros não devem estar presente no altar e devem permanecer junto aos demais convidados.
  • Em geral, o pai da noiva entra com a noiva; a mãe do noivo, entra com o noivo. Caso os novos companheiros do pai e da mãe insistam em entrar no cortejo, o padrasto e a madrasta podem entrar juntos e depois os casais se juntam. Mas se houver oposição e para evitar desentendimentos, os noivos podem entrar sozinhos e os casais entram logo depois. Importante é a vontade dos noivos, quem ama apoiará a decisão.

Fonte: www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 
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Turismo e terno não combinam

 

Lazer e terno não combinam, exceto nas propagandas e eventos de turismo no Brasil

Texto: Fabio Steinberg

Uma das questões mais intrigantes do turismo brasileiro é a razão do uso de ternos escuros por líderes ou empresários em todos os eventos que ocorrem no setor. Repare: basta aparecer uma feira ou congresso, ou uma destas premiações às pencas, ou mesmo alguma comemoração, e lá vão eles, trajando solenemente ternos e gravatas.

Esta questão seria menor, não fosse a dissintonia em relação à própria essência do Turismo. Afinal, esta é uma indústria que, apesar de séria, privilegia o lazer e o casual. Portanto, simboliza a antítese do formalismo de trajes praticado por seus representantes. E que no fundo agrada mesmo é aos fabricantes de ternos e gravatas.

O chamado “traje passeio completo” vem gradativamente perdendo sua relevância no universo dos negócios. Tornou-se extemporâneo. Até a sisuda IBM, que no passado tinha funcionários reconhecidos à distância pelos inevitáveis trajes azul marinho, camisa branca e gravata listrada, aboliu este modelo de vestimenta. Hoje, a exemplo de todo setor de tecnologia, predomina o informal, tipo calça social e camisa polo.

Com que roupa eu vou? 

Assim como as roupas costumam refletir o estado de espírito dos usuários, também têm a capacidade de influenciar seus comportamentos. Tornam-se assim uma espécie de embalagem de um produto chamado de “gente”.

Em termos de percepção, a aparência fala mais sobre uma pessoa do que o que ela diz ou como age. Ternos têm o potencial de engessar atitudes e cercear movimentos. Até porque, em ambiente tropical como o Brasil, ninguém pode se sentir plenamente confortável com o pescoço espremido por uma gravata e superaquecido por um paletó. Na prática, estes apetrechos podem contribuir para ampliar a rigidez física e mental, e funcionar como freio à criatividade ou inovação.

Uma provável explicação ao uso intensivo dos ternos no turismo brasileiro é a sua histórica dependência de governos. Até pouco tempo, a presença de autoridades em eventos no passado causava frenesi. Obrigava participantes a seguir protocolos e liturgias que hoje perderam a razão de ser.

O Brasil em descompasso

Mesmo com todo o descompasso do Brasil em relação ao mundo, o nosso turismo mal ou bem cresceu e evoluiu. E isto aconteceu quase sempre pelas mãos da iniciativa privada. Neste processo os governos deixaram de ser protagonistas para se tornar figurantes. Na sua vocação atual, devem tão somente apoiar a indústria, jamais operá-la.

Por isto, não faz sentido manter cerimoniais de beija-mão, ou prestigiar autoridades que só fazem discursos e cortam fitas. Isto demonstra subserviência a um poder que que hoje apenas mantém a pompa e circunstância, sem a majestade de outrora.

O turismo brasileiro, debaixo da orientação estatal, vive grave paralisia. Os resultados não mentem. Estancou em torno de seis milhões de estrangeiros por ano. É bem menos que o museu do Louvre recebeu no ano passado. Foram 10,2 milhões de visitantes, dos quais 7,6 milhões internacionais. Ou a Torre Eiffel, com 7 milhões anuais.

Turismo e governo

Associar-se automaticamente às ações do governo pode ser mau negócio. Um exemplo atual é o Plano Nacional de Turismo. Propõe dobrar o número de turistas em quatro anos, mas retira do texto o incentivo ao turismo LGBT. Ou seja, desprestigia um público estimado em 10% dos viajantes do mundo. Além do preconceito inaceitável, está desalinhado à tendência mundial.

O empresariado do turismo precisa se libertar das garras governamentais. Tem maioridade e capacidade para tal. E este esforço começa por abandonar cacoetes comportamentais adquiridos pelo tempo, dos quais o terno é emblemático.

Chegou a hora de menos discursos e sonhos, e assumir o barco – que anda à deriva. Quem duvidar da inoperância governamental, convém contabilizar quantos ministros, secretários estaduais e municipais que o país já teve nos últimos anos – a maioria de uma mediocridade galopante, e que nada fez para mudar as coisas. Enfim, é tempo de despir ternos – junto com o imobilismo e resignação que representam – e ir à luta, em busca de novos tempos para o turismo brasileiro.

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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Feiras e exposições

 

Participar de feiras e exposições, dentro do segmento em que atuam, representa uma grande oportunidade para empresas de pequeno, médio ou grande porte. Na maioria dos casos, as empresas pagam à produção para ter um estande nesses eventos. O investimento é bem visto por analistas de marketing, pois aumenta a visibilidade da marca, permite a divulgação dos produtos, além de proporcionar contatos com outros empresários e futuros clientes.

Feiras e exposições são frequentadas por um público específico, que realmente está à procura de comprar e conhecer novos produtos. Portanto, é uma excelente oportunidade para realizar vendas de produtos ou serviços, mas também para divulgar a marca e cultivar futuros clientes. Uma boa ideia para isso é orientar os vendedores a coletarem dados, como nome, telefone e e-mail, para que possa ser feito um contato posteriormente. O mailist irá crescer muito.

As feiras geralmente reúnem diversos especialistas e empresários, tornando-se também uma excelente fonte de informações sobre o que está acontecendo no mercado. Isso possibilita estar antenado com inovações, tendências e se inspirar com novas e boas ideias para seu negócio. Uma feira com tema dirigido a noivas, eventos e festas, com certeza terá estandes de aluguel de materiais para festas, distribuidores de bebidas, buffet, convites, espaços para cerimônia e recepção, decoração, cerimonial, fotografia e filmagem, acessórios para noivas e noivos, trajes para pajens e padrinhos, cabelo e maquiagem, alianças, automóveis de luxo, lembrancinhas e souvenirs, música ao vivo, iluminação especial, telão, efeitos especiais, noite de núpcias, viagens de lua de mel etc.

Tudo isso permite construir contatos com outros empresários do seu ramo e de outros segmentos, possibilitando novas parcerias ou mesmo troca de informações. Além disso, é uma boa oportunidade de conhecer melhor seus concorrentes diretos, saber como estão atuando em termos de marketing e ver de perto seus produtos. Para que todas as vantagens acima se concretizem, é essencial que antes do evento seja feito um planejamento cuidadoso.

Planeje suas ações de marketing e os materiais de divulgação, assim como avalie a possibilidade de oferecer brindes para os clientes. Um brinde não é apenas um agrado que a marca dá aos seus possíveis compradores para ser gentil. Dentro das feiras – onde o importante é chamar a atenção e se destacar em meio aos inúmeros concorrentes, os brindes são um impulso para que isso aconteça, e seu objetivo é reforçar a imagem da marca. Por isso, não distribua brindes genéricos. Escolha um que represente a empresa e que servirá para atrair clientes em potencial.

O marketing anterior à feira é essencial para que as pessoas tenham ainda mais vontade de conhecer o seu estande. Invista em chamadas nas redes sociais e demais mídias, convidando os visitantes a conhecer a sua exposição. Além disso, é uma boa oportunidade para se aproximar de contatos da área dos negócios, como fornecedores e leads, portanto, invista e chame a atenção para o seu empreendimento antes mesmo de a feira começar.

Escolha bem o local onde seu estande estará disposto. Veja o mapa do local com a organização do evento. Lembre-se que ele deve ser o mais bem apresentável possível para atrair o público. Invista em uma estrutura bonita e que dialogue com seus produtos e marca. Quando se fala em negócios, é importante falar em números exatos. Saiba quanto poderá destinar do seu orçamento para investir na exposição e partir daí você poderá traçar as ideias para seu estande sem extrapolar os investimentos.

A modernização dos setores é uma realidade inegável e nas feiras de negócios não é diferente, porque cada vez mais os empreendedores apostam na tecnologia para atrair e conquistar os clientes. Portanto, não fique fora desse recurso. Através de sistemas, é possível montar, de maneira simples, planilhas com as informações dos visitantes que passam pelo seu estande, traçando o perfil de quem mais se interessa pelo seu negócio. Além disso, as telas touch, os jogos relacionados a negócios e a interação com as redes sociais são ótimas opções para fisgar os clientes potenciais.

Verifique a quantidade de funcionários que serão necessários e invista num treinamento. Repasse o objetivo de sua empresa estar participando da feira e certifique-se de que eles compreendem e são capazes de executar a abordagem mais conveniente para o sucesso desse propósito. Mensure o resultado de sua participação por meio de vendas realizadas, contatos estabelecidos e o aumento de sua lista de possíveis clientes. Com certeza, um trabalho bem feito trará bons rendimentos.

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 
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Hotéis disfuncionais: os erros fatais

 

Hotéis disfuncionais são resultado da falta de planejamento na construção ou má adaptação de prédios criados para outro fim.

Texto: Fabio Steinberg

Cadê o papel? Falta de um bom projeto, improvisação e burrice podem levar a aberrações arquitetônicas nos hotéis

Qual o hóspede que não enfrentou experiências desastrosas em hotéis disfuncionais, que parecem fazer de tudo para afugentar seus clientes? Como comida que demora demais a chegar. Ou que vem fria para os quartos, áreas comuns, e até os próprios restaurantes. Ou elevadores com capacidade insuficiente para o movimento, e que levam uma infinidade para vir para os andares.

Pior ainda. Enfrentar barulheira que incomoda o sossego do hóspede, tanto vindo da área externa, como dos corredores e quartos vizinhos. Aguardar tempo excessivo para a água no banheiro aquecer. Testar a paciência nas filas intermináveis da recepção, junto com ambiente tumultuado devido a circulação de tanta gente.

Por que há tantos hotéis disfuncionais, capazes de prejudicar e até inviabilizar a operação? Como alguém faz investimentos tão vultosos, principalmente em hotéis independentes, e depois reclama que a operação só gera prejuízo e clientela aborrecida?

Disputa de espaço – Como foi que esta coluna folgada foi parar no meio da mesa do restaurante?

Resposta curta e longa

Há duas respostas. A mais curta é que hotelaria e improvisação nunca combinam. Falando claro: não basta ter dinheiro e vontade; hotel exige muito planejamento antes de sua implantação.

Já para a resposta longa à questão, pedimos ajuda a dois especialistas da Accor Hotels. Um deles é Abel Castro, vice-presidente de desenvolvimento de novos negócios. Ele resumiu os erros fatais dos hotéis disfuncionais em três categorias.

 

Roubaram a janela? – Ganha uma diária de hotel quem conseguir entrar nesta varanda.

A primeira é mercadológica. Isto inclui menosprezar a facilidade de acesso, visibilidade do empreendimento, e o tipo de vizinhança. Os três fatores andam sempre juntos. Por exemplo: não faz sentido construir um hotel de luxo em região degradada ou com trânsito pesado, ou longe do trabalho ou áreas de lazer.

Todo mundo sabe que hotel precisa de boa localização. Mas isto só não basta. É preciso também oferecer fácil acesso e proximidade a “geradores de demanda”. São fábricas, shoppings centers, centros culturais, comércio, hospitais e universidades que atraem pessoas ao local.

A segunda falha grave está ligada ao projeto. Como construir uma área de eventos no última andar do prédio, mas sem o devido apoio operacional e cozinha por perto. Faltar um gerador de energia capaz de funcionar 100% do tempo. Não adotar um isolamento acústico com vidro duplo para o lado externo, assim como drywalls com mantas entre os quartos.

A falta que o planejamento faz– Será que neste caso sobrou banheira ou ficou faltando torneira?

Poucas vagas de estacionamento – o correto é pelo menos uma para cada dois quartos. Construir o restaurante e a cozinha em andares diferentes. Sem falar que um mau projeto cobra um alto preço na utilização de alto número de funcionários, o que desequilibra a relação custo-benefício.

O terceiro erro fatal é menosprezar o fator segurança. Os melhores hotéis possuem duas escadas de emergência nas extremidades, assim como sprinklers e detectores de fumaça em todos os lugares. “Hoje estes quesitos deixaram de ser apenas necessários, mas uma exigência de mercado”, explica Abel.

Fluxos operacionais

Paulo Mâncio, Vice-Presidente Técnico de Design e Implantação d Accor, destaca a importância dos fluxos operacionais. Aliás, é nesta hora que a hotelaria profissional se distingue do amadorismo. Uma coisa é projetar um hotel com criatividade; outra é este design funcionar na prática.

Engarrafamento no lobby – a gestão do fluxo evita que hóspedes e funcionários se atropelem.

A única forma é investir em um modelo funcional e planejado por quem tem experiencia no assunto. Como por exemplo prever ainda na construção uma caixa externa fora dos quartos do hotel. Conhecida como “shaft”, ela permite reparos no encanamento, sistemas elétricos e de comunicação sem incomodar o hóspede e o fluxo operacional.

Da mesma forma, um lobby de hotel que recebe ao mesmo tempo hóspedes, funcionários e público para restaurantes e eventos é sinônimo de flertar com o tumulto. Assim como uma cozinha com espaço tão reduzido com certeza vai afetar a passagem de alimentos, louças, pessoas e lixo.

Infelizmente, o que não falta são hotéis que já nascem com graves erros. Monstrengos arquitetônicos, são filhos bastardos e indesejados. Foram criados por adaptações malfeitas de prédios já existentes, criados para outro fim, ou construídos sem qualquer critério técnico inteligente.

Disfuncionalidade explícita – olha só o que criatividade e improvisação conseguem produzir…

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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Soluções de gestão de eventos que podem melhorar a imagem da empresa

 

Usados cada dia mais como ferramentas estratégicas, os eventos corporativos estão em alta. E não é para menos! Quando bem estruturado, esse tipo de ação é extremamente poderoso para alavancar a marca, fidelizar clientes, melhorar a imagem da empresa, aumentar o engajamento e a produtividade de colaboradores, entre inúmeros outros benefícios.

Por outro lado, para que todas essas vantagens sejam, de fato, uma realidade, é essencial que a gestão de eventos da empresa esteja muito bem estruturada. Caso contrário, o risco de que as ações se transformem em um ralo de investimentos fracassados e desperdícios financeiros é grande. E o pior: dependendo da situação, a imagem da empresa pode sair extremamente prejudicada!

A boa notícia é que já existem diversas ferramentas que podem ser usadas na gestão desses eventos, possibilitando uma melhor organização e, consequentemente, uma significativa melhora na imagem da empresa durante a divulgação e a execução do seu evento corporativo. Quer conhecer algumas delas? Então não deixe de acompanhar o post de hoje, que traz 7 soluções de gestão de eventos que podem ser usadas para realizar tarefas das mais diferentes naturezas. Pronto para melhorar a imagem da empresa?

1. Digitalização da venda de ingressos

Caso o evento esteja estruturado para que os interessados tenham que realizar inscrições e comprar ingressos (como congressos e simpósios, por exemplo), digitalizar essa função é algo quase primordial. Além do controle das vendas se tornar muito mais fácil e eficiente, ao ter acesso on-line à compra, a possibilidade de aumentar de maneira significativa o número de participantes é uma realidade inquestionável.

Usando uma plataforma robusta, criada especificamente para esse fim, é possível realizar a gestão de absolutamente tudo referente às inscrições e à venda de ingressos para a ação. Entre as principais funções disponíveis estão: configurar preços e datas de lotes, gerenciar listas de espera caso os ingressos se esgotem, ter acesso a listas com os dados de cada participante e programar disparos de e-mails de maneira automática. Facilidade para a empresa e também para quem compra!

2. Uso de tecnologias de streaming

Com o processo de democratização da internet e o fácil acesso a dispositivos móveis, o uso de vídeos em tempo real já é uma realidade em todo tipo de evento. As chamadas tecnologias streaming nada mais são que ferramentas, aplicativos e softwares que permitem que o evento seja transmitido ao vivo em determinadas redes sociais, previamente escolhidas pela empresa organizadora.

Com esse recurso, é possível ampliar de forma significativa o alcance do evento, permitindo até que quem não tenha comparecido possa ter acesso a conteúdos, palestras, mesas redondas e discussões promovidas durante a iniciativa. Além disso, muitas dessas ferramentas também permitem o compartilhamento das transmissões, o que aumenta ainda mais o leque de impacto da ação.

A variedade de ferramentas existentes para transmissões ao vivo é enorme. A escolha dependerá, assim, do orçamento disponível para isso, bem como do grau de complexidade da transmissão. O importante é ter em mente que, ao usar tecnologias de streaming em seu evento, é possível melhorar (e muito) a imagem da empresa, compartilhando conteúdo relevante nas redes, permitindo o acesso a um público maior e enriquecendo a experiência dos participantes.

3. Controle logístico digital

Todo gestor de eventos corporativos conhece a montanha de questões que devem ser levadas em consideração, controladas e planejadas para que tudo saia de acordo com o esperado. Tendo isso em vista, fica bem difícil acreditar que basear toda a logística de um evento em planilhas seja a melhor alternativa, não é mesmo? Afinal, as chances de cometer equívocos ou deixar algo imprescindível se perder em meio a tantas tabelas soltas é imensa.

Por isso, é cada vez maior o número de empresas que têm investido na digitalização do controle logístico de seus eventos por meio de ferramentas criadas especificamente para esse fim. Com esses recursos, é possível centralizar absolutamente tudo relacionado ao evento em um só lugar, ao alcance de um clique.

Além do mais, ao lançar mão dessa estratégia, a gestão consegue cruzar dados de maneira precisa, o que facilita enormemente o controle de prazos, pagamentos, custos e comunicação com fornecedores, gestores e equipe. O fluxo de atividades se torna mais fluido, os erros diminuem significativamente e a produtividade aumenta. O resultado vem em forma de um evento mais bem organizado e controlado.

4. Envio de informações em tempo real

Outra estratégia que vem se revelando como uma excelente ferramenta de fidelização e melhoria da imagem da empresa é o envio de informações em tempo real aos participantes do evento. Como isso é possível? Criando um aplicativo próprio ou enviando e-mails e mensagens. Assim, fica muito mais fácil e rápido avisar os convidados sobre o horário da próxima palestra, sobre alterações de último minuto ou quaisquer surpresas.

5. Disparo de e-mail marketing

É fato mais que consumado: o e-mail marketing chegou para ficar. Além de ser uma estratégia de marketing comprovadamente eficiente e que vem se expandindo em diversos setores empresariais, ele não só pode como deve ser utilizado na hora de divulgar seu evento, viu?

Por meio de uma plataforma especializada, é possível criar listas de participantes do evento e enviar informações, lembretes e até mesmo conteúdos ricos relacionados ao tema da ação. Além de reforçar a imagem da empresa e criar autoridade, isso ainda ajuda a ampliar o alcance de divulgação. Só tome cuidado para não exagerar, entupindo a caixa de entrada dos convidados! Afinal, isso gera o efeito oposto ao esperado, podendo arranhar a imagem da companhia.

6. Criação de estratégias pós-evento

Pode anotar aí: tão importante quanto realizar um evento de sucesso é criar estratégias de relacionamento pós-evento. É isso mesmo! É simplesmente imprescindível não deixar que a conexão entre empresa e convidados se enfraqueça após o término da ação.

Com esse objetivo, invista em e-mails bem estruturados, agradecendo pela presença dos participantes, pedindo feedbacks e oferecendo conteúdos de qualidade. Além de reforçar a imagem da empresa e seu compromisso com a excelência, essa postura deixará os convidados muito mais antenados e ansiosos pelo próximo evento!

7. Análise precisa de indicadores

Fechando nossa listinha para melhorar a imagem da empresa com uma boa gestão de eventos está a análise precisa de indicadores. Por meio do uso de ferramentas de logística e da análise de feedbacks de participantes e da própria equipe, é possível traçar e analisar indicadores precisos, que dirão o que deu certo e o que deu errado durante a realização do evento.

Com o tempo, esses indicadores ajudarão a embasar a tomada de decisões e a repensar planejamentos, sempre com o propósito de melhorar os processos e aumentar a qualidade das ações. O resultado? Convidados satisfeitos e imagem da empresa associada a seriedade e profissionalismo.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 

 

 

 
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Como estabelecer um relacionamento com cliente durante eventos?

 

Utilizados como estratégia de relacionamento entre empresas e colaboradores há bastante tempo, foi somente nos últimos anos que os eventos corporativos também começaram a ser planejados pensando no relacionamento com o cliente. E não é para menos!

Com as profundas transformações na maneira como as pessoas consomem e, principalmente, escolhem suas empresas preferidas, é imprescindível que as companhias se adaptem a esse novo cenário, caso pretendam manter sua sustentabilidade e potencial competitivo a longo prazo.

A era da informação ampliou o poder de escolha e comparação entre empresas de todos os setores, o que aumentou a exigência dos consumidores e, mais do que isso, facilitou sobremaneira a troca de uma empresa por outra.

Dentro desse contexto, os eventos surgem como uma ferramenta estratégica extremamente eficiente quando o assunto é melhorar o relacionamento com o cliente. É durante esse tipo de ação que o estreitamento de laços é extremamente facilitado. O resultado? Altos níveis de fidelização à sua marca!

Mas, afinal, como estabelecer um bom relacionamento com o cliente durante os eventos de sua empresa? Continue a leitura e fique por dentro de 7 estratégias criativas para atingir esse objetivo!

1. Participação em programas de fidelidade

Os programas de fidelidade, nos quais o cliente passa a acumular pontos a cada compra realizada para depois trocá-los por produtos ou benefícios, é uma estratégia de fidelização comprovadamente eficiente, sendo utilizada por diversas empresas. Então por que não uni-la aos eventos e maximizar ainda mais os resultados?

Assim, é possível oferecer aos participantes a chance de cadastrarem-se no programa de fidelidade da empresa durante o evento. Obviamente, para que isso gere um laço real, é necessário que o programa seja de simples compreensão e cadastramento — ninguém quer preencher formulários enormes em meio a um evento, certo? — e, mais importante do que isso, ofereça benefícios reais.

De nada adianta criar um programa de fidelidade “meia-boca” só para conseguir uma enorme lista de e-mails. Se você decidir utilizar essa estratégia, ofereça algo de valor aos seus clientes. Somente assim as chances de sucesso são reais.

2. Equipe altamente treinada e capacitada

O ponto de contato entre a sua empresa e os clientes durante o evento é a equipe que vai recebê-los e atendê-los. Dessa maneira, é extremamente importante que os profissionais estejam altamente treinados e capacitados para essa tarefa.

Além da recepção e acolhida calorosa, que deve acontecer seja qual for o tipo de evento, a equipe deve atender os clientes com segurança e, mais do que tudo, conhecimento sobre a empresa, seus produtos e os objetivos do evento.

Uma palestra está agendada? Então a equipe que coordenará o evento deve estar totalmente por dentro do assunto, sendo capaz de responder dúvidas e questionamentos bastante específicos e detalhados. Isso gerará autoridade e passará aos seus clientes a impressão de que sua empresa se preocupou verdadeiramente em organizar um evento que agrega valor às suas vidas.

3. Recepção diferenciada

Especialmente se o seu evento se trata de um workshop, palestra ou congresso, o sistema de recepção não tem muito como sair do lugar-comum “fila de cadastro/entrega de material”. Entretanto, saiba que sempre é possível inovar em algum detalhe, tornando a recepção diferenciada e marcante, características capazes de fidelizar de vez um cliente.

E se engana quem pensa que recepção diferenciada é sinônimo de performances superelaboradas e caras. Uma banda tocando uma música agradável, uma mesa com café quentinho e fresco disponível ou alguém da equipe designado para tirar fotos das pessoas em frente ao banner do evento são “mimos” simples e que fazem a diferença.

4. Conteúdo relevante

Atenção! Essa estratégia é crucial se o seu evento for uma palestra ou um workshop. Com o aumento do nível cultural e educacional da população, é extremamente provável que seus clientes se deem conta caso o evento não agregue nada de relevante, novo ou importante às suas vidas.

Por isso, nada de “encher linguiça”, ok? Contrate profissionais competentes e que dominam muito bem o assunto que será abordado. Dessa maneira, os clientes sairão do evento com a sensação de que algo de valor foi adicionado ao seu dia a dia e de que sua empresa é uma autoridade no assunto. Nem é necessário dizer que isso está intimamente relacionado a um aumento na fidelização, certo?

5. Espaços de comunicação

Faça com que seu evento não seja apenas um local onde seu cliente buscará informações, mas também onde ele poderá expressar-se e ser ouvido. Em palestras ou cursos, sempre programe intervalos de tempo para que o público possa fazer perguntas aos palestrantes e tirar dúvidas.

Além disso, propicie ambientes em que as pessoas possam conversar entre si, trocar informações e ideias. Um coffee-break ou um coquetel são excelentes opções nesse sentido.

6. Brindes úteis

Aqui, esqueça de vez os brindes como canetas ou bonés. Essa estratégia, além de estar ultrapassada, pode se revelar um desperdício incrível de dinheiro para a empresa, já que os brindes ficarão esquecidos no fundo de um armário ou gaveta.

Para que a distribuição de brindes realmente cumpra seu papel (de fazer o cliente não esquecer da empresa e promover a fidelização), é crucial que os brindes sejam objetos úteis, de design bonito e fáceis de carregar. Lixeiras para carros, porta-cartões de visita, cases para tablets ou um bloco de notas de qualidade são algumas boas opções.

7. Relacionamento pós-evento

Muitas empresas investem muitos recursos no planejamento e criação de eventos incríveis, mas acabam esquecendo de um ponto bem importante: o relacionamento pós-evento. É essencial ter em mente que, por mais que um evento tenha sido um verdadeiro sucesso, é necessário manter as coisas “quentes” na mente de seu cliente.

Dentro desse contexto, enviar e-mails com arquivos em PDF contendo um resumo dos conteúdos abordados nas palestras, uma mensagem de agradecimento pela presença ou mesmo um formulário solicitando um feedback construtivo são excelentes maneiras de manter o relacionamento depois que as luzes do evento se apagam.

Mas atenção! Nesse ponto é necessário cautela e bom senso. Nada de entupir a caixa de entrada de seus clientes com centenas de e-mails ou marcá-los em dezenas de fotos em redes sociais. Essas atitudes podem ter o efeito inverso ao desejado, fazendo com que seus clientes associem sua marca a algo chato ou insistente.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Como funciona a contratação de seguros para eventos?

 

Quem já organizou qualquer tipo de evento, desde os mais simples até os de grande magnitude, sabe quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado e zelo para que tudo saia conforme o planejado. E, mesmo assim, a verdade é que os mais diversos imprevistos podem acontecer, por mais que a equipe mantenha o controle e atenção sobre tudo.

Acidentes envolvendo participantes ou funcionários que estão trabalhando no evento, danos a equipamentos durante sua montagem ou desmontagem, incêndios, explosões, não comparecimento de alguma atração ou fornecedor, ou até mesmo o cancelamento do evento em função de mau tempo estão na lista de situações imprevistas — e, portanto, incontroláveis — que podem ocorrer durante um evento.

Dentro desse contexto, muitas empresas vêm apostando na contratação de um seguro para eventos na hora de estruturar eventos corporativos. Afinal, a contratação de um seguro desse tipo é capaz de garantir tranquilidade para a empresa e, ao mesmo tempo, segurança para todos os convidados e equipe responsável pela ação.

Quer saber mais detalhes sobre como funciona a contratação de seguro para eventos e quais os seus benefícios? Então continue a leitura e fique por dentro desse assunto!

Afinal, seguro para eventos é obrigatório?

Ainda não, mas essa realidade está prestes a mudar. Desde o trágico acidente na boate Kiss em Santa Maria (RS), a preocupação com a segurança e a responsabilidade civil durante a realização de eventos é cada vez maior.

Baseado nessa premissa, um Projeto de Lei Complementar (PLP 1/2015), de autoria do deputado federal Lucas Virgílio (Solidariedade-GO), em tramitação no Congresso Nacional, prevê a obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil de empresas, proprietários, promotores e organizadores de eventos.

Na prática, o projeto visa garantir o pagamento de seguro de responsabilidade civil do organizador do evento em caso de danos pessoais causados por qualquer participante, bem como o pagamento de despesas por danos pessoais aos convidados e participantes do evento.

Quais são os tipos de coberturas de seguro para eventos?

De maneira geral, existem dois tipos de cobertura de seguros para eventos. A primeira, denominada básica, refere-se à responsabilidade civil do organizador e do expositor (em caso de feiras e exposições). A cobertura básica é a que passará a ser obrigatória caso o PL 1/2015 seja aprovado e a lei passe a vigorar. Ele garante, até o limite de gastos previstos na apólice, o pagamento de indenização a pessoas que venham a sofrer qualquer tipo de acidente durante a realização do evento.

Entretanto, apesar de a cobertura básica já trazer uma boa dose de tranquilidade à empresa no momento de organizar e promover um evento corporativo seguro e confiável, outros inúmeros tipos de intercorrências podem acontecer durante uma ação desse tipo. Para cada uma delas, existem as chamadas coberturas adicionais. Ao agregá-las à apólice, é possível prevenir-se de:

  • danos a equipamentos durante sua montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte;
  • não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comida e bebida;
  • ações de danos morais;
  • dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento;
  • danos ao conteúdo do local;
  • danos a prédios e construções de terceiros;
  • não utilização do espaço do evento;
  • danos a equipamentos em exposição;
  • subtração de valores de bilheterias;
  • responsabilidade civil a pessoas designadas;
  • acidentes pessoais;
  • não comparecimento de palestrantes ou atrações;
  • cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos;
  • explosões e incêndios;
  • acidentes e intercorrências com fogos de artifício.

A contratação das coberturas adicionais é, obviamente, facultativa e cada uma das opções deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. Se no evento não haverá bilheteria ou nenhuma atração será apresentada, contratar coberturas adicionais para essas questões é totalmente desnecessário e oneroso, por exemplo. Por isso, fique de olho no contrato e no tipo de cobertura que está sendo oferecida antes de fechar negócio.

Quais os principais motivos para contratar um seguro para eventos corporativos?

Absolutamente qualquer coisa que aconteça durante a realização de um evento é, por lei, responsabilidade de quem o organizou. Tendo essa questão bastante clara em mente fica bem fácil perceber o motivo de contratar uma apólice de seguro para eventos, não é mesmo?

Afinal, além dos enormes prejuízos financeiros que um acidente ou imprevisto pode trazer à empresa, já que a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações e ações judiciais, a imagem da companhia pode sair extremamente prejudicada após a repercussão de uma situação em que as pessoas não puderam contar com o auxílio imediato e eficiente, garantido pelos seguros.

Além disso, engana-se quem pensa que o valor investido na contratação de seguros desse tipo é um gasto desnecessário frente aos riscos (relativamente baixos) de que algo não previsto venha a ocorrer durante o evento. Saiba que o valor de um seguro para eventos gira em torno de apenas 0,4% a 1% do valor total do evento, segundo dados da AMPRO (Associação de Marketing Promocional).

Ou seja, muitas vezes, a decisão de não contar com nenhum tipo de cobertura ou proteção, com o intuito de enxugar o orçamento, pode revelar-se uma estratégia bastante mal calculada. Se algum acidente ocorrer, o valor necessário para reparar os danos pode ser muito maior do que o que teria sido pago pela contratação de uma apólice.

Como encontrar a melhor opção de cobertura para eventos corporativos?

Agora que você já está convencido da importância e dos motivos para a contratação de seguros para eventos, pode estar se perguntado como acertar em cheio na escolha de um seguro que esteja alinhado e preparado para oferecer a segurança e tranquilidade que a sua empresa necessita, não é?

Apesar de ser possível buscar informações sobre esse assunto de maneira rápida e ágil, especialmente em tempos de internet democratizada, saiba também que contar com o auxílio e orientação de quem entende do assunto pode ser a estratégia mais acertada.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Tendências em eventos corporativos

 

A cada ano, o mercado se renova e ideias inéditas despontam no horizonte. Quando o assunto é tendências de eventos corporativos em 2019, essa realidade não é diferente: são muitas as tecnologias, serviços e possibilidades originais que vão agregar ainda mais valor aos encontros preparados por sua empresa.

O nicho dos eventos corporativos já está consolidado, tanto que cada vez mais instituições, independentemente do seu segmento, os adotam como uma das principais estratégias para potencializar seu negócio. A gestão eficaz de eventos auxilia empresas a ampliar seu networking, fortalecer a marca, promover maior interação e estreitar laços entre funcionários, clientes e parceiros.

Por isso, para proporcionar experiências marcantes e inovadoras, é importante se informar sobre o que o futuro reserva para esse setor. Pensando nisso, separamos, neste post, as 6 principais novidades para garantir que seus eventos sejam competitivos e surpreendentes neste próximo ano!

  1. Sustentabilidade

Uma das tendências de eventos corporativos em 2019 mais fortes é o cuidado em relação à sustentabilidade. Repensar o uso de recursos materiais, evitar o desperdício e pensar em ações que ressaltem a importância da reciclagem e da conservação do meio ambiente.

Esses são temas que há tempos chamam muito a atenção do público, tanto que consumidores continuamente pressionam empresas a se posicionar sobre o assunto e assumir uma postura mais sustentável.

Como cada vez mais pessoas priorizam comprar de marcas que demonstram sua responsabilidade ambiental, é natural que essa disposição — que já faz parte do branding de muitas instituições — seja transportada para o mundo dos eventos corporativos. Nesse sentido, exemplos práticos muito usados e que continuarão a fazer sucesso no próximo ano são:

  • usar materiais recicláveis — ou, ainda melhor, reutilizáveis, como sacolas e canecas;
  • economizar energia e água;
  • compartilhar com os participantes informações sobre como a empresa faz para minimizar sua pegada de carbono (volume de emissão de gases poluentes);
  • doar o excedente de material;
  • arrecadar alimentos ou recursos diversos como ingresso para realizar uma posterior doação a alguma instituição.
  1. Plataformas e aplicativos de gestão de eventos

Sempre presente na vida moderna, as novidades tecnológicas estarão em alta nos eventos corporativos em 2019. Ferramentas que serão muito usadas nesse ano são plataformas para gerenciamento de eventos, que colaboram para que todos possam tirar um melhor proveito da programação. Nesses aplicativos, o participante pode:

  • conferir o horário das atrações e se programar;
  • confirmar presenças e fazer reservas para um determinado workshop ou palestra;
  • receber atualizações e conteúdo sobre o evento;
  • fazer comentários e interagir com outras pessoas;
  • ter um processo de credenciamento facilitado.

Para os convidados, esses softwares proporcionam mais agilidade e conveniência e maximizam o engajamento. Simultaneamente, essa tecnologia é extremamente útil para os organizadores que, em suas dashboards, têm maior controle e organizam melhor todas as ações de logística e marketing do evento.

Por meio de comandos simples e coleta de dados, eles podem criar listas de presença, customizar preferências por usuário e automatizar uma série de tarefas redobrando o conforto e a segurança e otimizando o budget, tempo e mão de obra.

  1. Marketing experiencial

O marketing experiencial tem o intuito, como o nome indica, de levar um usuário a ter uma experiência com a marca. Para que isso aconteça, a empresa foca no que o cliente pensa e elabora atividades interativas e relevantes.

Ações baseadas no marketing experiencial aplicadas em eventos elevam os níveis de envolvimento, participação do púbico e o ROI (Retorno sobre Investimento), além de assegurar que a marca seja lembrada mesmo após o término da solenidade. São 5 os tipos de iniciativas que podem ser feitas de acordo com essa abordagem:

  • sensoriais (vivências que aguçam os 5 sentidos);
  • emocionais (têm o objetivo de mexer com sentimentos e emoções);
  • cognitivas (envolvem o pensamento e o conhecimento);
  • comportamentais (levam a pessoa a pensar em seu estilo de vida e como age diante de certas situações);
  • relacionais (cria uma ligação com algo que seja do interesse do público, com o qual ele se identifica ou deseja ter ou ser).
  1. Integração e análise de dados

A inteligência de dados é uma forte tendência no mundo empresarial como um todo, e essa tecnologia será popularmente utilizada em eventos corporativos em 2019.

Trata-se da prática de usar ferramentas como o CRM (Customer Relationship Management, em português Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente), para coletar dados sobre os participantes e expandir análises a fim de descobrir formas de aprimorar as próximas atrações e alavancar o ROI.

Outra aplicação comum da ciência de dados é a oportunidade que ela confere aos organizadores de personalizar ainda mais a vivência dos convidados. Toda pessoa gosta de sentir que uma empresa teve esse cuidado e o fez sentir único.

Com uma simples avaliação de dados levantados de pesquisas ou cadastros, a instituição pode disparar e-mails com linguagem humanizada e oferecer comandos e alternativas customizadas que encantem o usuário.

  1. Equilíbrio entre online e offline

Na contramão dos avanços tecnológicos, há uma grande parcela de público que, ao mesmo tempo em que gosta das conveniências digitais, está à procura de uma vivência diferente.

Assim, uma tendência para eventos corporativos em 2019 é viabilizar dinâmicas totalmente offline, que dão espaço e tempo para a pessoa se desligar um pouco do caos da internet, refletir, internalizar pensamentos e se conectar com maior qualidade com os demais a sua volta.

Um tema muito atual é o Mindfulness, que diz respeito a um estado mental de total concentração no presente. Ao conseguir distanciar interrupções e preocupações, a pessoa é capaz de focar no que sente e dar atenção ao que acontece agora.

Mais e mais pessoas hoje em dia buscam atingir um equilíbrio entre as atividades online offline. Nesse sentido, essas ideias podem ser incorporadas em seus eventos na hora de elaborar as atrações e exercícios.

  1. Produção de conteúdo em parceria com influenciadores

Engajamento pré, durante e pós-evento é um assunto desafiador e que demanda criatividade. Algo que tem sido feito é a criação de conteúdo — em forma de vídeos, posts ou podcasts, por exemplo — em colaboração com influenciadores digitais para alimentar as plataformas.

A contratação dessas personalidades contribui para que o evento ganhe mais visibilidade e expressão com o público. Se for possível estender essa parceria, o influenciador pode ser convidado para cobrir o evento e fazer postagens sobre ele em suas redes sociais.

Com essas ideias inovadoras para seus eventos corporativos em 2019, sua empresa vai promover encontros mais relevantes, produtivos e inesquecíveis para seu público. Desse jeito, ela ganhará destaque no mercado e ​se tornará ainda mais competitiva.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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As cidades mais visitadas do mundo

 

Sempre cabe + um – Este parece ser o lema de Hong Kong, que recebe 30 milhões de turistas por ano, metade deles, são chineses

Quem mais atrai estrangeiros?

Quais das cidades mais visitadas por turistas internacionais lidera o ranking? A maioria das pessoas já pensa em Paris, ou Londres. Ou quem sabe New York. Pois todo mundo está errado! A resposta correta é Hong Kong, na Ásia.

Com quase 30 milhões de visitantes em pouco mais de mil km2 de extensão, é desde 1997 uma bem-sucedida região administrativa da China. Isto serve pra explicar em parte o seu impressionante número de turistas, quase o dobro de Paris, e, claro, metade deles chineses.

Mas Hong Kong oferece muito mais que inúmeros e bons shopping centers. Conta também com uma geografia deslumbrante, onde 70% do território é ocupado por montanhas, área verde e uma linda baía. Para diversificar e atrair mais passageiros, a cidade soube explorar também suas atrações naturais, como oferecer várias rotas para bicicletas e trilhas para caminhadas.

Efeito UAU! – Uma combinação perfeita de natureza e atividades faz de Hong Kong um destino imperdível

Este não é o único caso de sucesso turístico na Ásia. Dos 100 destinos mais concorridos, 41 estão no continente. Em segundo lugar é a Europa, com 32 cidades. Seguem-se 16 situadas nas Américas. Por último vem o Oriente Médio e África, com 11.

E o Brasil?

Quanto ao Brasil, só é representado pelo Rio de Janeiro. Mesmo assim, por pouco não cai fora da lista dos 100 mais. Ocupa um perigoso 94º lugar, com 2,3 milhões de visitantes – umas 13 vezes menos que a campeã Hong Kong. Sim, a concorrência entre destinos está cada dia mais acirrada e profissionalizada.

Estas e outras informações sobre as cidades líderes em turismo do mundo em 2018 fazem parte de um estudo realizado anualmente pela empresa de pesquisas Euromonitor International.

Por que este estudo é relevante para os que atuam no Turismo? Das 1.4 bilhão de viagens globais por ano, enquanto o crescimento global de chegadas cresce a 5%, as 100 cidades mais visitadas apresentam em média taxas de 7,5%. Ao identificar a preferência dos viajantes estrangeiros, a pesquisa da Euromonitor ajuda também a entender que fatores atraem ou afastam visitantes.

Os dez mais

Em 2018, mais de 240 milhões de turistas internacionais (17% do movimento global) visitaram os dez destinos mais bem colocados, quatro no território chinês. Por ordem, lideraram Hong Kong (China), Bangkok (Tailândia), Londres (Reino Unido), Cingapura (Cingapura), Macau (China), Paris (França), Dubai (Emirados Árabes Unidos), New York (Estados Unidos), Kuala Lumpur (Malásia) e Shenzhen (China).

Três cidades chamam a atenção por entraram pela primeira vez na lista das 100 mais visitadas em 2018. Batam, na Indonésia e Santiago, no Chile, na faixa de 2,5 milhões de visitantes cada, apresentaram igualmente um crescimento de 18% em relação a 2017. Já Porto, em Portugal, que recebeu 2,4 milhões de turistas, beneficia-se ainda da classificação do país como o melhor destino do ano concedido pelo World Travel Award. A capital, Lisboa, por sua vez, recebeu 3,8 milhões e é número 62 da relação da Euromonitor.

Outro destaque foi Jerusalém (Israel), que ocupa o 63º lugar com 4,8 milhões de turistas internacionais. Graças a uma relativa estabilidade e trabalho intenso de marketing, cresceu seus visitantes em 32% em 2017, e quase 38% em 2018.

Jerusalém eterna – Com 4,8 milhões de turistas, a cidade cresce seu turismo graças a um trabalho intenso de marketing

Paris X Londres

Paris, apesar dos ataques terroristas de 2016, passou a frente de Dubai. Com quase 17 milhões de viajantes, é a sexta cidade mais visitada do mundo. Mas perde para Londres, que com quase 21 milhões de turistas ocupa o terceiro posto.

Já Istambul, na Turquia, tenta reduzir a dependência de viajantes europeus e busca atrair chineses. Como 12º colocado, recebeu 12,1 milhões. Para atrair voos para o país, acaba de inaugurar um novo aeroporto com seis pistas A sua capacidade é de 200 milhões de passageiros por ano. É o dobro de Atlanta, Estados Unidos, considerado o aeroporto de maior movimento do mundo.

Das  cidades mais visitadas do mundo, destaca-se nas Américas Punta Cana. É um caso de sucesso da pequena República Dominicana. Apesar da área de 420 km2 e 325 mil habitantes na ilha – menos da metade de Hong Kong – é o 58º lugar na lista. Recebe 4,3 milhões de visitantes por ano. Não satisfeito, o país almeja mais que dobrar o número até 2023. Para isto estabeleceu metas ambiciosas. Entre elas, quer atrair moradores de países que fogem do inverno pesado, como Reino Unido, Suíça e Dinamarca.

Afinal, o que faz um turista internacional priorizar um destino, e menosprezar o Brasil?

Atração total – A concorrência de destinos pelos turistas exige bem mais que bela geografia e povo gentil

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

Reprodução de matéria publicada na Brasilturis 

 
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