11 eventos criativos pelo mundo para se inspirar

 

Inovação e criatividade são as novas palavras-chave dos eventos corporativos de sucesso. No entanto, nem sempre é fácil encontrar soluções criativas para gerar engajamento entre funcionários, motivar o comparecimento de clientes e potenciais compradores, captar investidores ou fortalecer a marca.

O primeiro passo é se inspirar em eventos já realizados, observando novos pontos de vista e estruturações. Assim, você consegue criar novas referências para atingir os objetivos da sua empresa ao planejar eventos de excelência.

Para sair do velho esquema de confraternização de fim de ano, palestras e workshops, resolvemos listar aqui alguns exemplos de eventos criativos que potencializaram a área de atuação das empresas que os promoveram. Pronto para ficar inspirado?

  1. Festival SXSW

Festival South by Southwest (SXSW), criado por Roland Swenson em 1987, surgiu como um evento para divulgar nomes das artes e da música. A primeira edição já foi um sucesso! Acredite: os organizadores, que haviam convidado apenas 150 pessoas, foram surpreendidos por uma multidão de mais de 700 participantes.

O encontro é realizado anualmente na cidade de Austin, no Texas, e atualmente é responsável pela difusão de tendências não só do universo musical, mas também das áreas de empreendedorismo e cinema. É considerado, hoje, um dos eventos mais importantes de tecnologia, inovação e economia do mundo.

O festival é atrativo graças à sua proposta de programação recheada de variedades e atrações. Na ocasião, palestras sobre empreendedorismo são seguidas por outras abordando temas ligados à vida pessoal e assim por diante. Sem contar que a cidade inteira fica em clima de festa, promovendo shows animados em pubs conhecidos.

Entre as figuras empreendedoras reconhecidas que marcaram presença nesses mais de 30 anos de eventos, podemos citar Jimmy Wales, cofundador do Wikipedia, Craig Newmark, criador do Craigslist, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Foi também durante a realização do SXSW que as redes sociais Twitter e Foursquare surgiram, tornando o festival conhecido pela divulgação e estouro de artistas e empresas.

 

  1. MECA Inhotim

Em sua 2ª edição, realizada em 2017, a proposta de ser o maior menor festival tem mostrado êxito. Realizado no maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo, o evento mistura shows, workshops, exposições e talks, além de outras atrações e experiências durante dia e noite. A última edição durou 3 dias diretos e contou com a participação de Jorge Ben Jor, Lia Paris e Lumen Craft.

A inovação aparece na estrutura criada para o evento, além das atividades criativas proporcionadas, como aulas matinais de ioga, visitas guiadas exclusivas e até passeio de balão de ar quente para os convidados. Além dessas ações interativas, os participantes também têm a possibilidade de acampar no local, aproveitando cada instante.

  1. Festival de Cannes

Ao falar de festival, não podemos deixar de abordar o Festival de Cannes, que já acontece há mais de 65 anos e é um dos mais prestigiados eventos da área do cinema. É realizado na cidade de Cannes, na França, e recebe artistas de todas as partes do mundo.

De frequência anual, o evento é midiatizado internacionalmente e a cerimônia de abertura é transmitida nas telas de cinema, além de projeções ao ar livre abertas à população. No festival, o que sobressai é o cuidado e o luxo em cada detalhe, do tradicional tapete vermelho à cronometragem das apresentações de cada premiação. É pelo planejamento e pelo trabalho impecável de um evento desse porte, reconhecido mundialmente, que o Festival de Cannes merece entrar na nossa lista de inspirações.

  1. TED

Com o slogan inovador ideas worth spreading, o TED foi fundado em 1984 pela organização sem fins lucrativos Sapling, com a proposta de realizar palestras, corporativas ou não, de no máximo 18 minutos, em um formato simples, objetivo e envolvedor.

O segredo do grande sucesso do TED envolve a escolha palestrantes carismáticos e ótimos oradores que explicam inovações de modo envolvente. São abordados os mais diferentes assuntos, de ativismo a entretenimento. No site oficial, é possível conferir os vídeos das conferências já realizadas.

Com o intuito de favorecer a disseminação de ideias, o programa criou, em 2009, o TEDx. São eventos locais organizados de forma independente e com o estilo difundido pelo TED, de forma que as instituições consigam espalhar ideias de maneira inovadora usando um nome já tão conhecido.

  1. RD Summit

Considerado o maior evento de Marketing Digital e Vendas da América Latina e idealizado pela empresa Resultados Digitais, o RD Summit é um evento que acontece anualmente em Florianópolis, capital de Santa Catarina e apontada como a Ilha do Silício.

Sua primeira edição aconteceu em 2013, com 300 participantes, mas ganhou relevância em cada realização. Hoje, é classificado como um dos principais eventos do setor no âmbito nacional. Quatro edições depois, esse número cresceu 250%, contando com a participação de mais de 8 mil profissionais em 2017.

A proposta do evento é uma imersão completa nas áreas de marketing, marketing digital e vendas. Seus grandes diferenciais são os conteúdos compartilhados por profissionais que ocupam grandes cargos em empresas mundiais como Google, Netflix, RD Station, Endeavor e Trello. Além disso, cerca de 70% dos profissionais que marcam presença no RD Summit são tomadores de decisão, tornando o aprendizado e a prática de networking muito valiosos.

Também se destaca a dinâmica do evento: a programação das palestras é bem delimitada e separada em temas; os happy hours  e as festas auxiliam na formação de conexões de maneira espontânea e descontraída; as feiras permitem a realização de negócios e o encontro de novas soluções para todos os tipos de empreendimentos; e a feira gastronômica equipada com dezenas de food trucks é planejada para agradar todos os gostos.

  1. ABAV — Expo Internacional de Turismo

Organizada pela Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), a ABAV Expo Internacional de Turismo é considerada a mais importante feira de turismo do Brasil, e uma das maiores feiras do setor da América Latina. O tradicional evento, já em sua 46ª edição em 2018, possui caráter profissionalizante, além de englobar empresas de renome da área, sendo um importante canal de relacionamento e de informações significantes.

Em 2016 e 2017, sob a presidência de Edmar Bull, também presidente e fundador da Copastur, as edições da ABAV Expo contaram com diversas novidades, o que incentivou a participação de mais de 25 mil profissionais de turismo em sua última edição. A inovação foi vista principalmente na preocupação em tornar o evento mais moderno e tecnológico, garantindo uma experiência holística e mantendo o público qualificado para a formação de novos negócios.

Para isso, em 2017, foi construída uma área exclusiva para o segmento de luxo na ABAV Expo, com a exposição de produtos diferenciados. Edmar Bull explica a importância de arquitetar uma área específica para esse setor dentro da feira: “Hoje você consegue comprar o aéreo, o hotel e alugar um carro com facilidade. Mas para atender o passageiro de luxo e suas necessidades é preciso ter capacitação e conhecer o fornecedor”, afirma o presidente.

Em 2016, foi realizado um Hackaton Viagens, incentivando a criação de soluções preparadas para atender o mercado de turismo e viagens. Foram mais de 50 desenvolvedores e analistas de sistemas reunidos e 8 projetos desenvolvidos no espaço da feira, demonstrando a importância do uso da tecnologia e agregando novas ideias e soluções ao setor.

  1. Savassi Festival

O Café com Letras é um bistrô renomado em Belo Horizonte. Além do ambiente aconchegante e da gastronomia de primeira, o espaço também é uma referência cultural, abrigando uma livraria e abrindo espaço para shows — especialmente de jazz.

Procurando ampliar o alcance da marca e em parceria com uma instituição especializada em pensar o ambiente urbano, o Instituto Cidades Criativas, os donos do empreendimento passaram a produzir e divulgar o Savassi Festival, que começou na rua do Café com Letras, em 2003.

A ideia era atrair novos clientes, fortalecer a marca e ampliar a ideia de uma empresa que ajuda no desenvolvimento cultural da cidade. A iniciativa deu tão certo que hoje, quase 13 anos depois, o evento de jazz anual é considerado o maior a céu aberto da América do Sul e já teve edições até em Nova York.

  1. NRF Big Show

Esse evento é organizado pela National Retail Federation, uma organização que engloba diversas empresas varejistas do mercado americano. Durante o NRF Big Show, são envolvidos mais de 30 mil profissionais da área varejista online e offline, em uma maratona de 4 dias que incluem palestras, shows e apresentações de novos produtos e soluções para o mercado.

Sua importância é tão grande que existem pacotes turísticos vendidos em várias partes do mundo (inclusive no Brasil) para quem deseja ir a Nova York apenas para participar do evento.

  1. Grande Prêmio de Mônaco

O mais tradicional e glamoroso evento de Fórmula 1 do mundo é o Grande Prêmio de Mônaco, que acontece em um circuito de rua em Monte Carlo, na cidade-estado de Mônaco, na França. Grandes nomes do esporte se reúnem para essa ocasião, ainda comparecendo políticos e celebridades, além da família real de Mônaco.

O automobilista a dar a volta mais rápida no local, repleto de curvas acentuadas e perigosas, foi Michael Schumacher. A lição deixada pela organização do GP é o cuidado com o espaço onde acontece o evento. Todo o microestado colabora para criar a sensação de cenário de filme, com seus cassinos, iates e, claro, o Palácio do Príncipe.

  1. Campus Party

É impossível falarmos em eventos voltados para o mercado digital sem mencionar a Campus Party. Desde 2008, o evento é a principal referência no Brasil quando o assunto é tecnologia, inovação e cultura geek.

A Campus Party tem um evento principal que acontece anualmente, no qual personalidades da área de tecnologia, grandes empresas do setor e startups se encontram com os campuseiros (aqueles que literalmente acampam na sede da conferência) para dar início a uma série de palestras, workshops e apresentações de novos produtos.

O evento é tão prestigiado que é comum que empresas e startups promovam viagens de incentivo para que seus funcionários possam comparecer. Assim, além de se divertirem, eles também serão capazes de aumentar seu conhecimento sobre as tendências do mercado, ampliar o networking e ainda conhecer as tecnologias que vão modificar a forma de fazer negócios digitais nos próximos anos.

  1. BlueHack

Não podemos deixar de falar do BlueHack, o maior hackathon da América Latina, que leva o nome de uma gigante da computação: a IBM. Um hackathon é um evento corporativo que reúne profissionais da informática que, durante um período, unem esforços para encontrar soluções ou criar produtos inovadores. Em alguns casos, essa maratona de hackers é competitiva, premiando os melhores resultados.

Esses eventos criativos fazem muito mais que fortalecer o nome da empresa, gerando engajamento real do público, atraindo talentos para o raio de captação dos empreendedores e ainda ajudando a testar ou desenvolver os próprios produtos da realizadora.

No caso da IBM, os participantes tinham que usar uma suíte de APIs da empresa e, ainda, desenvolver ideias de melhorias para o software de inteligência artificial que está em desenvolvimento pela organização.

Deu para perceber que criar eventos criativos pode ser uma ação estratégica para seu negócio, trazendo resultados reais para a lucratividade da empresa, certo? Mas, na prática, organizar esse tipo de ação exige tempo, recursos e um bom conhecimento da área para que não haja desperdício de dinheiro com custos excessivos.

Para ajudá-lo nessa missão, vale a pena contar com uma empresa especializada em eventos corporativos, que tem o know-how necessário para ajudar nos processos burocráticos, encontrar os melhores fornecedores e fazer com que os eventos criativos atinjam os resultados esperados.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Influenciadores digitais? Vamos falar sério!

 

Siga o chefe – a mesma relação dos seguidores atrás de um líder se repete no mundo digital

Texto: Fabio Steinberg

Como cogumelos que parecem brotar do nada, uma nova categoria surgiu com a disseminação intensiva da internet. Exímios pilotos de redes sociais, os influenciadores digitais são uma segunda geração de blogueiros, só que mais descolados. Ou seja: atraem maior número de seguidores e conseguem acumular mais curtições.

Este expressivo volume de gente que segue bovinamente o líder não passou despercebido no mundo dos negócios. Faltava só monetizar esta oportunidade em prol de produtos e serviços. E isto aconteceu na calada da noite, lá nas nuvens, bem longe dos olhos dos usuários das redes sociais.

Blogs pipocam – Qualquer um com um mínimo de recursos pode criar blog para chamar de seu

Blogs às pencas

Com a desenfreada multiplicação das espécies, ser blogueiro perdeu charme. Virou carne de vaca. Qualquer pessoa medianamente esperta capaz de dominar as primeiras letras e com um corretor ortográfico pode escrever sobre qualquer coisa, ou até sobre o nada. Sempre haverá gente interessada em seguir seus movimentos.

Assim, os consumidores viraram massa de manobra. Atrás de aparentes blogueiros desinteressados que falam maravilhas de uma viagem, hotel, destino, transporte ou restaurante, há um intenso comércio. Nada é por acaso. Estes escritores de ocasião são estimulados, e por vezes pagos, para apresentar um local, serviço ou produto, independente dos méritos.

Há vários exemplos. Como o caso da Tamyris (Tamy) Roxo. Ela é destas forças da natureza que deixam rastros de luz por onde passam. Apesar de muito jovem, o seu talento e sagacidade atraem milhares de adeptos ao site que produz sobre gastronomia, o boccanervosa.

Carta de Tamy

Outro dia a Tamy desabafou no Facebook. Foi quando recebeu um e-mail, do qual reproduzo alguns trechos:

“Boa tarde, Tamyris!

Aqui é xxxx, do programa de influenciadores dos azeites, que terá três meses de duração.

Nós adoramos o seu perfil no Instagram e achamos que tem tudo a ver com o nosso programa. Por isto, gostaríamos de convidá-la para participar.

A ideia é que os influenciadores façam posts no feed do instagram em que os produtos xxxx apareçam usando o hashtag xxxx… seja no preparo de receitas ou ao lado de um prato, em cima da mesa… A sugestão é que cada influencer faça cinco posts por mês.

Participando, você terá acesso a kits mensais de produtos especiais …. e eventos exclusivos da marca!

Convite ou suborno? – Este foi o email que a Tamy recebeu para virar “influenciadora de azeite”

Depois de mais benefícios mencionados, o convite conclui:

Cada like nos posts se transformará em pontos, que podem ser trocados por ainda mais experiencias e produtos.

Na sua deliciosa irreverência, Tamy postou o texto recebido com a sua resposta: “Um panda morre de catapora toda vez que uma proposta de parceria como essa é enviada no mundo”.

Infelizmente, nem todos têm a mesma integridade da Tamy. É preciso destacar também que ela não é a única. Há muita gente séria neste mercado, e por isto mesmo se sente prejudicada pelos picaretas de plantão.

Indústria das curtidas

Outro exemplo. Uma recente matéria da revista Veja denunciou uma incrível indústria de falsas curtidas. Uma blogueira com mais de 100 seguidores no Instagram e 200 mil fãs no Facebook confessou ter sido parte do esquema. Trata-se de grupos que se formam para criar uma espécie de pirâmide de curtidas. Funciona assim: em troca de 350 “likes” diários em perfis designados, o participante recebe o mesmo benefício em volumes até quadruplicados. Com isto, surgiu até uma nova atividade: a terceirização das curtidas ao custo de 30 reais mensais.

Influenciador sob tutela – sob o comando de quem o peixe amarelo puxa o cardume de brancos?

Gerados os volumes, é fácil prever as consequências. Os posts deixam de representar a opinião de quem os escreve, mas sim interesses comerciais. E que nada teriam de errado se os informes fossem apresentados às claras, para o leitor não ser tratado como idiota.

Somos diariamente inundados por inúmeros embustes em forma de posts. Eles nada mais são que a manipulação grosseira da opinião pública. São envernizados sob a forma de pseudociência, que ganhou o nome charmoso de “influenciador digital”. Cabe a cada um de nós distinguir o joio do trigo.

Consumidor não é burro – cedo ou tarde o influenciador de araque será desmascarado

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 

 
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Afinal, como e por que montar um questionário de satisfação pós-evento?

 

Não podemos ignorar o fato de que até mesmo os eventos de pequeno porte precisam de um cuidado especial quanto ao desfecho. Nesse sentido, a importância de um instrumento de análise como o questionário de satisfação pós-evento jamais deveria ser subestimada.

É fato que todo evento demanda um bom planejamento para evitar frustrações e manchas ao nome da empresa, mas muita gente se esquece que esses cuidados devem se prolongar até a etapa de finalização, que pode melhorar bastante a perspectiva dos participantes a respeito da organização.

Pensando nisso, que tal saber de uma vez por todas os reais motivos para você apostar em um questionário pós-evento? Então vamos em frente!

O que é um questionário de satisfação pós-evento?

Na prática, trata-se de um compilado de até aproximadamente 10 perguntas, entregue em mãos ou enviado por e-mail, com o propósito de obter informações e impressões dos convidados sobre o evento.

Um dado importante que podemos ressaltar desde já é que cada questão deve disponibilizar alternativas de resposta ordenadas em escala, mantendo um equilíbrio entre opções positivas e negativas. Também devem existir perguntas abertas para colher impressões mais elaboradas dos participantes.

Por que é importante para eventos de sucesso?

A visão do convidado sobre o evento sempre será diferente da visão dos profissionais envolvidos em sua produção e organização. Impressões sobre os itens do buffet ou sobre os palestrantes escolhidos só os participantes podem dar, pois suas opiniões são baseadas em sua própria expectativa.

Os feedbacks obtidos com o questionário enriquecem a percepção da organização, permitindo verificar se a estratégia teve êxito, se os fornecedores e parceiros foram as melhores escolhas, além de ajudar também a avaliar o impacto do evento nos participantes. Aquela pergunta crucial sobre o interesse (ou a falta de interesse) da pessoa em participar de outra edição é bastante útil para esse tipo de avaliação.

Naturalmente, mesmo sem um questionário pós-evento, a equipe pode se reunir para fazer um levantamento dos pontos positivos e negativos, a fim de aprimorar a organização. Com as respostas dos participantes, no entanto, é possível coletar informações confiáveis para embasar um planejamento eficaz para as próximas edições.

Como o questionário deve ser apresentado?

Atualmente, uma boa opção é o envio do questionário por e-mail. É importante montar a lista dos participantes com antecedência, planejando para fazer o registro desses dados em alguma etapa posterior — como no credenciamento.

Para estimular os participantes a responderem ao questionário, a empresa pode desenvolver ações promocionais, oferecendo brindes. Outra forma de incentivo é com o envio de outros materiais. Antes mesmo de mandar o questionário, você pode disparar e-mails de agradecimento pela participação, pedidos de desculpa por eventuais problemas, mandar e-books com assuntos semelhantes aos assuntos tratados na ocasião, divulgar imagens ou mesmo fazer uma síntese de tudo o que aconteceu.

O envio desses conteúdos deve ser feito ao mesmo tempo com uma certa frequência, mas espaçadamente, para não se tornarem desgastantes. A comunicação por meio de e-mail marketing estimula que o questionário seja respondido e condiciona o participante a refletir sobre o evento.

Já se o questionário for entregue em mãos (na saída do evento, por exemplo), outras questões estão envolvidas. Ainda no local, os participantes certamente têm uma percepção mais recente sobre pontos fortes e fracos, o que normalmente leva a respostas mais imediatistas. Afinal, há pouco tempo para análises aprofundadas, que considerem a totalidade do evento.

Que itens o questionário deve conter?

Alguns pontos são fundamentais para estruturar bem o questionário de satisfação pós-evento. Confira agora mesmo os principais!

Nota geral para o evento

Essa deve ser a primeira questão, pois funciona com uma introdução ao tema. Podem ser dadas opções de resposta em uma escala ímpar — de 1 a 5, por exemplo. Dessa forma, a resposta 3 seria uma avaliação mais neutra quanto à satisfação.

Avaliação item a item

Nesse caso, vale selecionar os principais itens que a organização pretende avaliar — buffet, atendimento, organização, palestrantes e por aí vai. Lembrando que o questionário tem que ser direcionado à avaliação do que foi alcançado em relação aos objetivos pretendidos.

Questões abertas

O ideal é que as questões abertas não tomem mais de 20% do questionário. São importantes para receber feedbacks mais abrangentes, como sugestões ou reclamações. E não se esqueça de que as respostas negativas sempre demandam mais atenção, ok?

Indicação do evento ou da empresa

Pergunte se o convidado indicaria o evento em si ou a empresa. Essa é uma maneira inteligente de perceber o nível de satisfação do participante. É, assim, o tipo de pergunta que não pode ficar de fora.

Qual é a abordagem mais adequada?

O tom usado no questionário deve estar alinhado com o tipo de evento organizado. Aposte, portanto, em uma linguagem mais descontraída e informal para eventos com essa característica ou em um tom mais formal se for conveniente para a comunicação com aquele público específico.

Um aspecto interessante a levar em conta é o uso da tecnologia na organização do evento. Sabia que existem aplicativos que captam as opiniões dos participantes em tempo real? Pois isso pode ser bastante útil para perceber a influência da marca.

Como a tecnologia sempre traz praticidade, o uso de e-mail marketing costuma gerar resultados extremamente satisfatórios. É isso aí: processos curtos e simplificados de interação no meio virtual ajudam a entender a experiência dos participantes durante o evento. Nesse ponto, é também importante monitorar as mídias sociais para receber feedbacks.

Como lidar com as respostas dos participantes?

É fundamental estar preparado para receber críticas. Por outro lado, existem também os elogios, que, mesmo não preocupando, ajudam a confirmar os pontos percebidos pela organização como positivos. Já as reclamações devem ser enxergadas como oportunidades para promover mudanças e aprimorar os processos. Juntando pontos altos e baixos, é possível orientar planejamentos mais precisos de eventos futuros.

Vale salientar que é de suma importância que, ao elaborar um questionário de satisfação pós-evento, o foco das perguntas esteja relacionado ao que se pretende avaliar. Se a ideia é compreender como o público avaliou o desempenho dos palestrantes ou o que acharam do local e da estrutura física do evento, as questões devem girar em torno disso

Em geral, o questionário de satisfação pós-evento fornece uma impressão detalhada e única a partir da ótica de cada convidado. Dessa forma, elaborar um bom compilado de perguntas é uma forma de a empresa se beneficiar da interação com os participantes, colhendo feedbacks valiosos.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Intoxicação digital ameaça férias

 

 Cada dia mais dependentes de mídias sociais criam universos paralelos e deixam de viver experiências reais

Texto: Fabio Steinberg

Tudo indica que mobilidade virou sinônimo de intoxicação digital. Uma das principais vítimas desta tendência é o setor de turismo e viagens. O que antes parecia uma promissora evolução da tecnologia para facilitar as comunicações nos trajetos hoje começa a se transformar em pesadelo.

Passageiros parecem cada vez menos interessados em curtir paisagens, ouvir os guias, ou se socializar. Geralmente estão muito ocupados interagindo nas redes sociais.

Evolução

Primeiro vieram os notebooks. Trambolhos bem pouco portáteis, foram substituídos pelos tablets. Logo vieram dispositivos leves e práticos, como telefones e relógios inteligentes. Foram saudados pela capacidade de fotografar, telefonar e mandar mensagens para todo mundo, de qualquer parte do planeta.

Novo perfil – o dependente digital não é mais só quem passa dias isolado em um desktop

Mas o tiro saiu pela culatra. Ficaram tão populares que hoje é mais provável alguém embarcar e esquecer cônjuge ou filhos em casa do que deixar de trazer o dispositivo eletrônico. Companheiro inseparável, tornou-se tão exigente que faz questão de participar de todos os momentos da viagem.

O problema não é o aparelho, mas como separá-lo das mídias sociais. Há uma regra não escrita de que uma experiência só se torna verdadeira se for registrada e compartilhada, e tem que ser na mesma hora.

Família (des) unida – ninguém mais está imune aos dispositivos e mídias sociais, nem mesmo o cachorro

Seita gigantesca

O número de adeptos da nova seita é avassalador. Há mais de três bilhões de usuários, quase metade da população global. Cada um possui em média oito contas – entre elas Facebook, Instagram, LinkedIn, WhatsApp e Twitter. Basta dizer que sessenta bilhões de mensagens são disparadas por dia só pelo Facebook e WhatsApp juntos.

As mídias sociais vieram para ficar, e crescem de forma exponencial. A cada trimestre mais 120 milhões de usuários se somam aos existentes. Em média, diariamente cada pessoa se afasta do mundo real por mais de duas horas. Ou seja, pode até estar fisicamente presente, mas emocionalmente está lá longe.

Intoxicação digital

Vício maldito – o dependente digital é tão viciado quanto o de drogas ou álcool

Esta dependência digital – que especialistas já comparam ao álcool, drogas ou superalimentação, afeta não apenas comportamentos individuais, mas relacionamentos. Há efeitos colaterais, desde perda de sono, ansiedade, depressão, irritação, até prejuízos no trabalho e estudos. Por conta disso, a cada dia surgem organizações especializadas em livrar os viciados da intoxicação digital.

O uso sem limites das redes sociais, principalmente nas férias, tornou-se motivo de separação de casais. Intrigado com a questão, o escritório de advocacia londrino Brookman patrocinou uma pesquisa. Descobriu que nas viagens clientes se queixam dos parceiros “ausentes-presentes”, pois passam a maior parte do tempo grudados nos dispositivos.

Casamentos em crise

Pivô da crise – Tornou-se comum casais se separarem e culpar a dependência do cônjuge pelas redes sociais.

Dos entrevistados, 60% denunciaram que, ao invés de curtir a viagem, o acompanhante não parava de acessar as mídias sociais. Cerca de 25% reclamaram de viciados seriais, capazes de se desligar do mundo real incontáveis vezes por dia. O estudo concluiu que a dependência tecnológica aumenta o desgaste de casais. Assim, há gente que gasta mais tempo em relações virtuais com amigos, seguidores, e até estranhos, do que com quem está ao seu lado.

Nem sempre muito tempo dedicado às redes sociais caracteriza esta patologia. Um estudo da Universidade de Connecticut concluiu que a situação se torna grave quando o comportamento extravasa para o lazer e se replica em fins de semana, feriados e férias.

O trabalho avalia ainda que algumas pessoas têm menor risco de dependência, pois buscam nas redes apenas informação. Já o mais preocupante é quem está atrás de felicidade, realização pessoal, ou sentir-se parte de algo que falta em sua vida.

Fuga do vício 

Para preservar a qualidade de vida e relacionamentos intactos durante as viagens, há três gradações de medidas. A primeira é radical: não levar o telefone, principalmente em saídas curtas ou passeios com amigos ou familiares.

Uma alternativa mediana é usar o dispositivo no modo “avião”. Mas para casos graves, quando o usuário receia crises de abstinência, recomenda-se o acesso controlado às mídias sociais. Não mais que dois minutos, duas vezes por dia. E como cigarro bebida, sempre fugir de situações que levem à recaída no vício.

Rotas em contraste – o risco das redes sociais é a experiência verdadeira ser substituída pela versão falsa e irreal.

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 
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O que é o live marketing e como usá-lo em eventos?

 

Texto de Alexandre Kida

Quer garantir que seu evento corporativo tenha um impacto inesquecível sobre o público presente? Pois então chegou a hora de começar a pensar fora da caixa, buscando soluções e estratégias para turbinar o potencial da sua iniciativa! Neste post, vamos apresentar uma tática que vem conquistando o mercado e apresentando resultados bastante positivos: o live marketing. Pode acreditar: nessa modalidade, o reconhecimento da marca é alavancado e os resultados podem ser sentidos praticamente de imediato. Quer descobrir como isso é possível? Continue lendo!

Conheça o live marketing

Assim como nas transmissões televisivas, live pode ser traduzido como ao vivo. Mas quando falamos em live marketing, simplesmente exibir em tempo real e em cores determinada ação de promoção não basta. Estamos falando de ações que acontecem por meio de interação direta, ao vivo e em cores, entre sua marca e clientes. Assim, podemos dizer que a tradução mais acertada para live marketing é marketing de experiência. O objetivo desse tipo de ação é, portanto, fazer com que a empresa promova experiências sensoriais para seus clientes e, assim, consiga encantá-los.

Para que essa definição fique mais clara, vamos a um exemplo? Uma grande instituição financeira, em parceria com diversas prefeituras, lançou um programa de aluguel de bicicletas. Todas elas são plotadas com a marca do banco e podem ser usadas por qualquer pessoa, sendo cliente ou não. Alguma dúvida de que esse tipo de ação aumenta a ideia de preocupação social da marca e ainda dá a oportunidade para clientes e leads desfrutarem de uma experiência real?

Mas o live marketing também pode ser realizado dentro de eventos corporativos. Nesse sentido, uma ação bastante comum é oferecer testes de produtos durante palestras ou convenções ou mesmo preparar pequenas gincanas para a distribuição de brindes. Para que você consiga fazer do live marketing um diferencial no seu evento corporativo, porém, é preciso conhecer alguns segredos. Confira a partir de agora nossas dicas e saia na frente da concorrência!

Capriche na divulgação

O sucesso de um evento corporativo começa lá atrás, na sua promoção. Fazer com que a ação da empresa seja amplamente conhecida de antemão e, assim, consiga instigar a participação e o comparecimento do público: esses são os primeiros desafios que você deve saber como superar.

Em geral, a divulgação é feita de maneira tradicional, com o envio de convites e propaganda paga, além da ajuda do marketing digital, dando visibilidade ao evento por meio das redes sociais, do e-mail marketing ou do uso do próprio site ou blog da empresa. E é desde essa fase que o live marketing pode ser um importante aliado! E, ao contrário do que muitos podem pensar, dá sim para manter a simplicidade aqui: que tal distribuir folhetos pessoalmente com sua equipe vestindo uniformes personalizados do evento? Quer potencializar essa ação? Distribua brindes a quem se mostrar interessado!

Pense na estrutura do evento

É importante fazer com que as ações planejadas de live marketing sejam coerentes com o tipo de espaço e de estrutura física disponíveis no local do evento. Afinal, você não quer que sua iniciativa se transforme em um Frankenstein, muito menos quer deixar seus convidados desconfortáveis, correto?

Grandes centros de confraternização ou auditórios, por exemplo, permitem ações mais ousadas, envolvendo bandas, DJs ou apresentações teatrais. Por outro lado, eventos com espaços mais restritos exigem ações mais pontuais e pessoais, como uma distribuição de brindes. Mas existem outros recursos que exigem pouco espaço, como o uso de dispositivos de realidade virtual ou mesmo a disponibilização de notebooks ou tablets para que os convidados experimentem determinado produto ou serviço.

Fique de olho no orçamento

As ações de marketing de experiência exigem um certo investimento. Por isso, tal impacto deve ser mensurado já na elaboração do orçamento de todo o evento corporativo. Lembre-se de incluir o pessoal contratado para executar ou orientar determinadas ações, o custo de adaptação da infraestrutura, incluindo aí o aluguel de equipamentos e as despesas com brindes e pagamento de material de divulgação.

Não se esqueça que nem sempre é preciso investir em grandes e custosas apresentações ao vivo para atingir os objetivos esperados. Ações modestas, mas que façam o público realmente interagir com a marca e seus produtos, podem ter um melhor custo-benefício, com altos índices de retorno.

Amplifique o live marketing usando a internet

Toda a ideia por trás do live marketing está em fazer seu convidado viver uma experiência com a marca durante o evento, de maneira imediata e direta. Mas sabia que os efeitos do marketing de experiência ainda podem ser ampliados? Para isso, você tem que conseguir divulgá-los da maneira certa.

A transmissão ao vivo de eventos via plataformas de streaming é uma boa maneira de dar visibilidade às ações realizadas por sua empresa, gerando um ótimo engajamento on-line. Da mesma forma, a documentação dessas ações também pode ser transformada, posteriormente, em material de divulgação da empresa que será agregado à promoção do seu próximo evento corporativo.

Tome cuidado para não ser invasivo

A essa altura do post, você já entendeu que o marketing de experiência só é efetivo quando há uma interação real entre o convidado e a marca. Mas e quando essa interação é forçada, acabando por se tornar desconfortável para o público? Esse cenário não parece ser nada promissor, não concorda?

Para evitar cair nessa armadilha, lembre-se de que existem pessoas mais ou menos tímidas, que estão mais ou menos dispostas a participar de determinadas iniciativas propostas por sua empresa. O importante é nunca deixar que a interação seja invasiva ou carregue um potencial constrangedor. O objetivo deve ser sempre promover uma ação aberta à interação voluntária.

Mantenha o foco na estratégia

Como toda ação corporativa, o live marketing precisa dar resultados concretos, que só serão alcançados com um planejamento estratégico. Antes de elaborar uma iniciativa de marketing de experiência, portanto, defina as metas que você pretende alcançar. A intenção é converter leads em clientes, captar e-mails para contato futuro ou divulgar espontaneamente a marca nas redes sociais?

Cada objetivo exige um tipo de ação e um investimento diferente, o que implica em adaptações de todo o evento corporativo para que atenda às expectativas. Também é importante que o controle se estenda após a realização do evento, com a comparação dos objetivos propostos e os efetivamente alcançados. Assim você consegue visualizar se o live marketing realmente vem mostrando o resultado esperado ou se ainda precisa ser mais bem elaborado para dar resultados reais para a empresa.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Saiba o que oferecer como brinde em um evento empresarial

 

Os eventos corporativos são ótimas formas de a empresa se aproximar dos seus clientes, estreitar laços com fornecedores, fidelizar ou mesmo promover uma maior integração dos funcionários, favorecendo a parceira entre eles e o trabalho colaborativo na organização. Mas para desfrutar de todas essas vantagens e ainda fortalecer seu nome no mercado, é preciso saber organizar o evento empresarial de modo a torná-lo marcante. Para isso, fornecer algumas comodidades aos convidados pode ser uma excelente estratégia.

Além de ser uma eficiente tática de marketing, presentear os convidados com brindes empresariais os deixará bastante entusiasmados, fazendo com que a empresa fique gravada na memória — principalmente se os brindes fugirem do tradicional kit de bolsa com caneta, bloquinho de anotações e panfleto da marca.

Para assegurar o fornecimento de presentes verdadeiramente apreciados pelos convidados, aqui vão algumas dicas de como escolher os melhores brindes para seu evento empresarial e agradar os participantes. Confira!

Analise o público-alvo

A melhor forma de fornecer um brinde realmente marcante para seus convidados é adequando a escolha ao perfil e às necessidades do público. Contextualizar a lembrança com a profissão ou mesmo com o hobby dos participantes pode ser uma excelente estratégia para assegurar o sucesso da iniciativa.

Oferecer chaveiros em forma de trenas para engenheiros, uma régua estilizada para um arquiteto ou uma miniatura de carro para um colecionador são ótimas formas de ser lembrado com frequência (e com carinho) por essas pessoas.

Faça um planejamento

De toda forma, antes de decidir o brinde a ser ofertado aos participantes do evento, é preciso pensar no objetivo que a organização busca alcançar com sua disponibilização. Por meio da disponibilização gratuita de alguns mimos, a empresa pode cativar os clientes, gerar afinidade, fidelizá-los, estreitar laços comerciais com seus parceiros ou desejar simplesmente ser lembrada pelos consumidores, tornando-se uma referência em determinado segmento.

Assim, após definir o objetivo que deseja alcançar, a organização deve verificar a maior ou menor necessidade de oferecer produtos mais simples ou mais sofisticados, tendo em vista que, em qualquer caso, deve adotar outras cautelas para conseguir registrar sua marca na mente das pessoas de uma forma duradoura e bem-sucedida.

Contextualize os brindes

Outra dica de ouro para agradar seus destinatários é associar os brindes corporativos ao evento promovido pela empresa. Essa dica está relacionada à utilidade imediata das comodidades e é uma excelente técnica para garantir boas lembranças aos participantes — principalmente se os brindes forem não só úteis, mas necessários.

Um bom exemplo disso seria fornecer bonés em uma pedalada da empresa durante o dia, camisetas leves em eventos esportivos ou canecas personalizadas em festas. Já teve alguma ideia por aí?

Pense na utilidade

Outra boa estratégia para garantir que os produtos oferecidos farão sucesso e serão realmente usados pelas pessoas é investir em funcionalidade. O objetivo da oferta de brindes pelas empresas é fortalecer o nome da marca por meio da lembrança, certo? É essencial, portanto, que a empresa se preocupe em proporcionar algo que acrescente ou amplie as experiências do público, que facilite alguma tarefa ou sirva para acomodar outros produtos de uso diário.

Ao pensar em tudo isso antes, em vez de simplesmente encomendar mil canetas, você automaticamente garante uma maior vida útil dos brindes nas mãos dos participantes. Consequentemente, sua marca também será lembrada por muito mais tempo.

Associe o produto à empresa

Para garantir a rápida identificação e memorização da sua marca sempre que o presenteado usar o brinde, opte por opções que tenham a ver com o produto da sua atividade.

Que tal um exemplo para esclarecer essa técnica? Mouse pads dados por uma empresa de informática ou de processamento de dados. Pode ser também um joguinho de porta-copos no caso de uma marca de bebidas. Não faz todo o sentido?

Aposte na personalização

Se o evento for para um público pequeno, em que seja possível fazer um controle sobre a quantidade exata necessária e o nome dos participantes ou mesmo se for para os próprios colaboradores da empresa, uma forma de surpreender a todos é presenteando com brindes personalizados, com o nome ou até mesmo uma foto junto com a marca da companhia.

Essa tática certamente será muito apreciada pelo público participante do evento empresarial, que se sentirá importante e valorizado. E é justamente esse reconhecimento que consegue desencadear um círculo virtuoso de gratidão e afeto pela empresa.

Invista na qualidade

Mesmo sendo apenas uma lembrancinha dada pela organização, a qualidade dos produtos oferecidos em seu evento corporativo faz sim toda a diferença para a respeitabilidade e o nome da companhia.

Embora não seja necessário investir muito nos brindes fornecidos para que agradem os convidados, já que há comodidades dos mais variados preços, que cumprem igualmente sua missão de conquistar, fidelizar ou converter o público, eles devem ser de boa qualidade. Afinal, não fica bem associar o nome da sua empresa a um produto ruim ou de procedência duvidosa, sob pena de comprometer a confiança que as pessoas depositam na marca.

Em um mercado cada vez mais competitivo, torna-se fundamental que as organizações procurem apresentar diferenciais a seus clientes, alavancando seu nome no cenário em que atuam e largando na frente da concorrência. Para conseguir atingir um objetivo tão arrojado, é preciso ousar, apostando em estratégias diferenciadas para se aproximar cada vez mais do público e manter boas relações com parceiros, fornecedores e funcionários, tornando-se uma referência no seu segmento.

Para ajudar as organizações nessa complexa tarefa, os eventos empresarias são ótimas formas de promover o nome e a cultura corporativa, informando o público sobre as conquistas e os desafios empresariais e se aproximando da audiência — seja ela interna ou externa. Nesse contexto, os brindes dão a tônica dos eventos e são importantes mecanismos para fomentar a propagação da marca.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Gestão de riscos em eventos

 

Os eventos são uma ferramenta essencial para as estratégias de marketing e para o fortalecimento das relações entre as empresas e a comunidade, o que inclui não só o público-alvo como também os stakeholders e fornecedores.

Organizar e gerir eventos corporativos, contudo, envolve inúmeros aspectos, como a segurança, a comodidade, o nível de entretenimento, a repercussão midiática, o impacto ambiental, entre outros. Daí a importância ganha da gestão de riscos nessas ocasiões.

Pronto para se tornar um expert no tema e ver toda sua organização valendo a pena? Então, confira agora mesmo 9 passos fundamentais para garantir uma gestão de riscos eficiente!

Qual é a importância de contar com a gestão de riscos em eventos?

O risco envolve 3 componentes principais: probabilidade, impacto e evento. A probabilidade é a chance de que o risco realmente aconteça. O impacto refere-se à extensão da consequência, ou seja, a importância dele para a empresa. Já o evento é o que gera o risco.

A gestão de riscos tem como objetivo planejar e aplicar todos os recursos disponíveis para reduzir os impactos negativos dos riscos para a empresa ou instituição. Mesmo que sigamos o planejamento à risca, sabemos que fatores externos, sobre os quais não temos controle, podem exercer consequências sobre nossas atividades.

Para isso, o gestor precisa se encarregar de:

  • tornar o processo de tomada de decisões mais eficiente;
  • considerar incertezas;
  • ter um panorama completo do fluxo de processos da organização;
  • fazer com que as atividades se alinhem em benefício mútuo;
  • analisar eventos de maneira sistêmica;
  • basear-se na transparência e na ética;
  • melhorar continuamente os processos e projetos da empresa;
  • cuidar do corpo de colaboradores.

Quando conhecemos os desafios que iremos enfrentar e aplicamos as melhores estratégias para lidar com eles, você fortalece a liderança, melhora a capacidade de planejamento e colhe melhores resultados para a empresa.

As áreas mais passíveis de risco em um evento são:

  • venda de bilhetes — é preciso contar com sistemas e equipes capacitadas para lidar com valores, devoluções e gerenciamento de ingressos, que pode incluir fraudes;
  • marketing e relações públicas — o participante deve imergir em uma experiência alinhada com os valores e o propósito da marca no evento;
  • recursos humanos — é preciso minimizar qualquer possibilidade de risco aos colaboradores;
  • saúde e segurança — é necessário estabelecer planos de prevenção de danos humanos e materiais e garantir o cumprimento da legislação em relação à higiene e à responsabilidade social corporativa;
  • gestão de multidões — a segurança e a logística devem ser geridas para que o público transite com conforto;
  • transportes — além da chegada e entrega dos participantes, é preciso verificar ainda o acesso ao evento e como ele interfere no trânsito local;
  • catering — diz respeito ao risco em refeições.
  • recursos como energia elétrica, internet – fatores que exigem um plano B em caso de falhas.

O Plano de Gerenciamento de Riscos, conforme explicaremos a seguir, ajuda a organizar estas categorias de riscos. Acompanhe.

Como fazer gestão de riscos em eventos?

  1. Faça um Plano de Gestão de Riscos (PGR)

O Plano de Gestão de Riscos guia todas as ações para gestão de riscos. Basicamente, ele deve conter orientações para as seguintes questões:

  • Qual é o melhor procedimento ou metodologia para identificar os riscos?
  • Como funcionam os processos e a periodicidade do sistema gerencial de riscos?
  • Quem será o responsável pela gestão de riscos na organização do evento?
  • Como funcionará a coleta de dados e como eles serão analisados?
  1. Analise os riscos levantados

Aqui, você determinará a probabilidade de ocorrência e impacto de cada risco. Com base no nível de periculosidade, você irá hierarquizá-los para organizar os procedimentos necessários.

Para essa análise, você pode usar 3 métodos:

  • qualitativo — faça uma escala (risco baixo, médio ou alto) que ajude a formar uma visão comparativa;
  • quantitativo — mensura o impacto do risco em termos financeiros, sendo um dos métodos mais difíceis porém mais apreciados pelas empresas;
  • descritivo — não mensura a relevância do risco para a empresa pois trata-se de uma análise subjetiva.
  1. Identifique os potenciais riscos

Esse passo é importante porque determina toda a base da sua estratégia para minimizar quaisquer que sejam os riscos envolvidos. Aqui vale fazermos uma ressalva: por mais que riscos sejam comuns a qualquer evento, eventos especiais (aqueles raros, pouco frequentes ou de porte grandioso) demandam mais atenção.

E outra informação que você precisa ter em mente é o que define um risco. Os riscos são danos, ameaças ou imprevistos que mudam o curso das ações ou causam consequências significativas, capazes de afetar o evento negativamente ou comprometer seu sucesso.

Para conseguir identificar todos os possíveis incidentes que podem afetar o evento, é preciso rever detalhadamente a estrutura, verificando quais ameaças estão presentes em cada etapa — desde a divulgação e comunicação do evento até processos de logística ou transporte dos convidados, por exemplo. Vale lembrar que alguns cuidados já são comuns para a prevenção de riscos, como a contratação de pessoal qualificado e de confiança, por exemplo.

Uma conversa com profissionais experientes poderá conduzir sessões de brainstorming acertadas, que ajudem no levantamento de hipóteses. Análises de processo, de mercado (matriz SWOT) e entrevistas (Delphi) também são úteis.

Além dos riscos internos, lembre-se de considerar também os externos. Ao listá-los, detalhe ao máximo as variáveis envolvidas por meio de um Diagrama de Causa e Efeito.

  1. Diferencie riscos internos de externos

Riscos internos são aqueles imprevistos que podem vir a acontecer em consequência de falhas no planejamento e na organização do evento. Se, por exemplo, o objetivo da produção não foi suficientemente exposto ou não ficou claro, pode-se atrair o público errado. Aliás, até a definição de público mais ou menos adequado deve ser precisa, tendo sido definida com antecipação.

É preciso garantir que a comunicação e a divulgação exponham ao máximo o objetivo do evento, usando todos os recursos de mídia e tecnologia disponíveis para isso. Quando o objetivo é claro, amplamente divulgado e tem boa visibilidade, as chances de atrair o público certo são maiores. E isso depende de uma comunicação assertiva e eficiente, bem como da criatividade dos divulgadores.

Já os riscos externos são aqueles que decorrem de fatores de fora do espaço de organização do evento, como variações inesperadas das condições de trânsito nas proximidades, mudanças de caráter meteorológico, entre outras possibilidades com potencial para afetar o andamento da iniciativa.

  1. Investigue causas e avalie impactos

Na prática, os riscos não envolvem apenas questões financeiras ou comprometem só a segurança do evento. Existem ameaças que são capazes de gerar consequências severas. É o caso das fraudes, por exemplo. O único caminho para uma gestão de risco eficaz é considerar todas as ameaças existentes. Afinal, só sabendo com o que está lidando é que você consegue minimizar a ocorrência da ameaça.

No caso das fraudes, as mais comuns são caracterizadas por tentativas de burlar sistemas informatizados. Para lidar com isso, é essencial avaliar se o sistema adotado pela gestão do evento garante a segurança dos dados e dos processos. Também é importante contar com tecnologias atualizadas, que apresentam um maior potencial para a prevenção de fraudes.

Vale lembrar que a variedade de riscos em eventos é bastante ampla, podendo envolver a segurança do público convidado e dos profissionais envolvidos, afetar etapas de venda de ingressos ou entrega de convites e até comprometer a qualidade da alimentação disponibilizada no evento, o que leva a riscos relacionados à segurança alimentar.

  1. Busque e teste soluções

Depois de identificar os potenciais problemas relacionados à realização de eventos (tanto os mais comuns quanto os mais inusitados), é preciso procurar soluções que permitam impedir os incidentes ou, ao menos, contornar os imprevistos. O resultado deve poder ser revertido a favor do sucesso do evento.

Tendo conhecimento sobre as possíveis soluções, é fundamental que as alternativas sejam testadas. Para saber se uma medida pode realmente ser considerada como resolução para um problema, é preciso que sua eficácia seja devidamente comprovada. Lembre-se: o risco só está realmente afastado se a medida tem eficácia garantida.

  1. Registre os resultados dos testes

Gerir riscos significa tomar as providências necessárias para evitar ou lidar melhor com imprevistos que comprometam de alguma forma a fluidez do evento. Para isso, devem ser tomadas ações envolvendo planejamento, organização e acompanhamento.

Acompanhar implica verificar frequentemente as soluções. Daí a importância de se ter um registro do que foi testado. Ao rever os registros de incidentes e do que funcionou com eficácia (ou não) em outras ocasiões e nos testes, é possível delinear um esboço de situações de riscos. Isso prepara melhor a gestão do evento para lidar com determinadas situações assim que apareçam.

  1. Conte com planos de emergência

A gestão de riscos tem o propósito específico de evitar incidentes e preparar os responsáveis para lidar com situações inusitadas, sejam elas quais forem. Nesse sentido, poder contar com um plano B faz toda a diferença. Planos de cunho emergencial trazem mais segurança e inibem a imprudência de escolhas equivocadas. É possível ter um protocolo para ações emergenciais quando a eficácia das soluções já foi testada e a gestão do evento sabe com o que está lidando.

  1. Defina estratégias de monitoramento

Agora que você tem o trabalho de planejamento pronto, é hora de definir estratégias de monitoramento para os riscos identificados e que não puderam ser solucionados antes. Lembre-se de atualizar estes dados no seu Plano de Gestão de Riscos.

O monitoramento permite que os riscos sejam identificados em tempo hábil para que medidas corretivas e paliativas possam ser tomadas.

Quais são os maiores erros cometidos na gestão de riscos?

Aprender com a experiência de outras empresas é o primeiro passo para que você tenha mais sucesso em sua estratégia. Confira a seguir o que não fazer em seu evento corporativo.

  1. Ignorar limites

É comum que empresas tentem suavizar excessivamente os riscos ou percam muito tempo se preocupando com eles e negligenciando outros aspectos da gestão de eventos.

É preciso ter em mente que os riscos são incertezas que podem impactar na reputação e nas atividades da empresa. Não dá para fugir deles na discussão de pautas. Contudo, tratar situações inusitadas ou com baixíssima probabilidade de acontecerem como foco principal não é inteligente.

Quando os custos e o esforço excedem os benefícios, é preciso repensar certas escolhas para seu evento. É melhor manter uma estrutura mais simples e efetiva do que fazer um verdadeiro espetáculo pirotécnico que ameace a reputação de sua empresa. Diante disso, dê prioridade para o que é realmente relevante. Fique atento aos eventos extremos, mas cuide de gerenciar aquilo que pode ser controlado. A cautela e a ousadia podem andar juntas.

  1. Não se ater à comunicação

A comunicação entre as equipes é essencial para qualquer atividade na empresa, e para um evento corporativo, não seria diferente. Além de facilitar o ato de delegar tarefas, é preciso que as equipes tenham um fluxo de processo funcional, capaz de ampará-las em situações de emergência.

A negociação e a escuta devem ser uma prioridade na organização de eventos. É comum que os gestores falhem nessas tarefas pelo fato de não escutarem trabalhadores experientes que têm contato direto com as situações. Portanto, eles têm grande ciência sobre os riscos envolvidos ali.

Dê abertura para que os colaboradores relatem as suas experiências e pense em práticas mais colaborativas e integradas para o seu planejamento. Assim, todo mundo sai ganhando!

  1. Subestimar o planejamento

O planejamento da gestão é a etapa-chave para o gerenciamento de riscos. Ela envolve todos os atributos importantes para que sua estratégia dê certo: a identificação de riscos, o estabelecimento de respostas a eles e o monitoramento. Ele também contém a definição de competências, de modo que as equipes saibam a quem se reportar caso algo aconteça.

O planejamento evita improvisos mal sucedidos e alterações excessivas no roteiro, responsáveis por problemas de prazos,mudanças no orçamento e queda de qualidade. É bem verdade que, durante a organização de um evento, as mudanças são necessárias, mas eles devem ser cuidadosamente controladas para não impactar negativamente sobre as demais etapas.

Para não fracassar no alcance dos objetivos do evento, não ter seu evento influenciado negativamente por fatores fora de controle ou não ter que lidar com a insatisfação do público por não ter proporcionado uma boa experiência, o caminho é apostar na gestão de riscos.

Ao se preparar um evento, a intenção é que tudo saia conforme o planejado e que o desfecho seja um sucesso, certo? Porém, assim como em outros segmentos de mercado, existem riscos que escapam de nossa esfera de controle.

É fundamental, portanto, ter um posicionamento maduro e lidar adequadamente com eles. A gestão de riscos em eventos busca maneiras eficientes para evitar ou contornar transtornos. Para isso, é necessário ter experiência sobre o meio e considerar detalhes que envolvem até mesmo as condições do local e do seu entorno.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Aprenda a deixar seu evento interativo e conquistar o público

 

Já parou para pensar que empresas organizadoras de bons eventos na área em que atuam sempre são lembradas de maneira positiva? Pois é por isso que os responsáveis pela sistematização e logística desse tipo de produção devem se atentar aos mínimos detalhes, cuidando para que tudo saia conforme o planejado. Assim, desde a contratação dos fornecedores, passando pela impressão e divulgação do material gráfico, até se chegar ao feedback dos participantes, tudo precisa estar alinhado ao objetivo principal do evento (que, na maioria dos casos, é a divulgação da empresa organizadora).

E essa premissa também se aplica à questão da interatividade, afinal, estamos vivendo uma era em que a tecnologia e a interação são fatores fundamentais na vida das pessoas. Por isso, organizar um evento interativo, que permita que os participantes agreguem novos conhecimentos, ampliem seu networking ou simplesmente se entretenham durante alguns momentos pode transformar a ocasião em um grande sucesso. Com isso, as vantagens para a empresa só aumentam!

Que tal aprender a deixar seu evento corporativo interativo e conquistar de vez seu público-alvo? Então confira nosso post de hoje:

Público participante

Esse definitivamente precisa ser o primeiro passo. É simples: toda a organização do evento tem que ter como premissa atrair e agradar o público-alvo. Mas quem são esses participantes? Qual é a faixa etária média? O público será composto só por mulheres, só homens ou será misto? O que eles buscam ao se inscrever no evento? Coletadas essas informações, fica muito mais fácil determinar como deve ser o evento e o que ele disponibilizará em relação à interatividade.

Apenas mais um detalhe: tenha sempre em mente que toda e qualquer ação de interatividade contratada também precisa estar alinhada aos propósitos da empresa organizadora e à imagem que ela deseja passar. Não se esqueça, afinal, de que o evento funcionará como uma vitrine para contatos e interação entre clientes e fornecedores.

Ações promocionais

Sabia que a interatividade pode estar presente até mesmo em ações pré-evento? É o caso da divulgação de conteúdo relevante para os prováveis participantes, por exemplo. A empresa pode criar campanhas de e-mail marketing com conteúdo interativo (como vídeos com dicas) e ter um site estruturado para divulgar o evento. Só essa iniciativa já pode despertar o interesse de diversos outros participantes.

Divulgar o evento em publicações e na imprensa especializada da área também pode render bons frutos. É possível, inclusive, selar parcerias com as editoras especializadas, permitindo que elas montem um estande no evento em troca da divulgação. Contar com o apoio dessas e outras parcerias, disponibilizando um local no evento onde possam divulgar seus lançamentos e promover atividades interativas com o público é uma ótima pedida. Sua presença pode, inclusive, atrair mídia espontânea, dando maior visibilidade à empresa organizadora.

Escolha interativa

Como já foi dito anteriormente, até mesmo a interatividade em eventos precisa estar alinhada aos propósitos e objetivos da empresa organizadora. As ações devem, portanto, transparecer a ideologia da empresa e apontar objetivos, além de, é claro, mostrar afinidade com o público.

Antes de optar por uma ou outra alternativa, porém, conheça bem o local onde o evento será sediado e quanto você dispõe no orçamento para esse ponto. Pense bem: de nada adianta contratar uma excelente banda, que demande uma grande área para montar o palco, se o espaço disponível para isso é insuficiente!

Para você não correr o risco de ficar sem ideias, listamos aqui algumas sugestões de entretenimento interativo que podem fazer toda a diferença em seu evento corporativo. Curioso? Veja só:

Bandas

Bandas costumam ser o entretenimento mais comum em eventos corporativos. E não é para menos! Elas deixam as pessoas mais à vontade e, consequentemente, promovem uma maior interação entre os participantes. Só vale ficar atento ao escolher o repertório e o tipo de música, que têm que estar alinhados com os gostos do público-alvo e também com a imagem que a empresa organizadora gostaria de passar.

Workshops e oficinas

Organizar workshops e oficinas interativas é uma ótima maneira de oferecer um conteúdo diferenciado aos participantes do evento. Por meio da orientação de profissionais e especialistas no assunto, as pessoas podem não só se divertir como aprender algo novo. Não parece ser a melhor combinação?

Shows de comédia

Os shows individuais de comédia (ou stand-ups) estão bastante em alta atualmente. Neles, os comediantes interagem com o público, conseguindo fazer humor sobre praticamente qualquer assunto. As grandes vantagens desse tipo de entretenimento é que ele realmente prende a atenção do público e ao menos algumas das questões levantadas durante o show podem ser previamente acordadas. Dessa forma, você pode trazer à tona assuntos relevantes para o evento, mas de uma maneira extremamente leve e bem-humorada.

Cabines fotográficas e caricaturas

Apesar de esses tipos de entretenimento não abrangerem todos os participantes ao mesmo tempo e terem uma duração curta, podem ser bastante frutíferos para divulgação do evento. Isso porque, ao tirar fotos na cabine ou se sentar para ser desenhado por um caricaturista, o participante acaba levando para casa uma lembrança física do evento, que pode servir como uma divulgação da empresa ou como uma reafirmação da marca ou do produto.

Teatro de improviso

Assim como os shows de comédia, o teatro de improviso é uma excelente maneira de manter o público atento e promover a empresa organizadora. Nesse tipo de espetáculo, um grupo de teatro cria cenas improvisadas tendo como temas assuntos sugeridos pela própria plateia. Isso acaba criando uma conscientização do público sobre questões importantes e recorrentes no ambiente corporativo de uma maneira lúdica e divertida. Se o evento corporativo em questão for um treinamento interno, por exemplo, o teatro de improviso pode ser utilizado como uma forma sutil de trabalhar questões importantes para a empresa.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Eventos 2019: expectativas e cenários

 

Texto de Vanessa Marin

2018 terminou! O que nos espera em 2019?

Otimismo, mercado em crescimento, retomada da economia, orçamentos corporativos maiores para eventos?

Sim, esta é a voz do mercado brasileiro ouvido para o estudo recente publicado pela Revista Eventos , que valida e está em sintonia com outras pesquisas realizadas agora no Brasil. Como a realizada pela Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo, no qual 94% dos entrevistados crê que 2019 será um ano de evolução.

Pesquisa trimestral da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em dezembro/2018 apontou que 77,3% dos profisisonais esperam aumento nas vendas nos próximos 12 meses e 41,2% disseram que terão aumento na verba de marketing. Números divulgados pela Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas também sobre o 3º trimestre/2018, igualmente apontam para crescimento: 17,5% nas vendas do aéreo nacional e 10,2% em volume de bilhetes emitidos.

Se é esperado crescimento econômico e maior volume de negócios, quais serão as principais diretrizes que nortearão esta evolução do mercado?

Cenários em 2019 para os eventos

Você está enganado se pensa que as inúmeras opções tecnológicas direcionadas aos eventos sejam o que há de mais importante no setor. Isso não é verdade. Elas são e serão apenas o meio utilizado para atender ao bem maior: o participante. Ele é e será o rei absoluto da mente e do coração das empresas e do profissional de eventos. Absolutamente tudo foi e é direcionado para que eles possam ser envolvidos cada vez mais no evento e todos os stakeholders.

Assim, um dos mais fortes aspectos de 2018 se fortalecerá em 2019: os participantes querem interagir, participar, serem escutados e terem voz ativa. Ou seja, querem experiências e envolvimento com todos os stakeholders (os demais participantes, o evento, os palestrantes, patrocinadores e expositores).

Todos os mais relevantes sites e formadores de opinião internacionais apontaram e nomearam inúmeras novidades e fatos importantes do setor durante o ano de 2018. Sem exceção, o foco de cada uma delas tinha como pano de fundo e objetivos cativar o participante e superar resultados corporativos positivos.

Da mesma maneira, a principal ênfase e o motivo de sucesso de todos os eventos direcionados aos profissionais de eventos mais renomados e desejados foi a de oferecer novos formatos, ideias e instrumental para conseguir estes dois objetivos.

Por isso, a criatividade, a inovação, as novidades tecnológicas e todas as demais ações desenvolvidas no e para o mercado de eventos no passado recente tiveram na sua essência superar as expectativas de consumidores e empresas clientes.

Esta realidade pungente transformou e impactou todos os aspectos do mercado de eventos até agora. E as transformações vão continuar em 2019, embaladas pela previsão de crescimento econômico no país e de orçamentos maiores de eventos pelas empresas:

Formato, duração e tipologias – Palestras mais curtas, focadas e envolvendo hands-on experience, ou experiências com “mão na massa”. Workshop e oficinas são os que despertam maior interesse. A duração do evento e, consequentemente, das ações que devem ser trabalhadas transcendem muito o reduzido prazo de sua realização. Ele expandiu e inclui as suas edições anterior e posterior, às vezes de mais de uma edição.

Locais – se destacarão aqueles que oferecem ambientes multiuso e com as maiores facilidades para a interação dos participantes, seja em mobiliário confortável e diferenciado, facilidade de conexão e sociabilização.

Customização – compreender o que o perfil do participante deseja, segmentando-os ou agrupando-os em grupos afins e personalizando partes do evento (como programação flexível) para que sintam que suas necessidades e expectativas específicas estão sendo atendidas. O que já foi considerado impossível, já é realidade e se fortalecerá em 2019. A chave do sucesso está nos demais itens: big data ou dados em grande volume, colhidos e analisados em tempo real.

Crowdshaping – é a coleta de dados em grande escala, em tempo real, para medir comportamento do evento, utilizando todas as ferramentas e tecnologias disponíveis (aplicativos, mídias sociais, wereables, beacons, etc). Seu crescimento é certo. Os melhores resultados serão obtidos para aqueles que definirem melhor qual data obter, quando usar, quais instrumentos de coleta adotar e onde estes dados serão guardados.

Métricas – A definição e utilização de métricas e indicadores (comparativo entre as métricas) de avaliação vem ganhando importância crescente nas prioridades dos organizadores e clientes, bem como a cada vez mais sofisticada análise comportamental dos stakeholders. A customização promove interatividade, que por sua vez traz o engajamento. Para conseguir o engajamento desejado, é imperativo ter as informações corretas (aquela que permitirá ao evento satisfazer as necessidades e desejos dos participantes), atualizadas em tempo real.

Conteúdo – O conteúdo apresentado deve ser interativo, misturando conhecimento, depoimentos, troca de experiências e estímulo à cocriação. Customizado e orientado para que possa o evento ofereça grande valor e possa ter mais significado para os participantes. As plenárias, ou sessões onde todos os participantes são esperados continuarão a existir, mas ganharão importância crescente os temas mais específicos e, consequentemente, direcionados para grupos menores.

Interação e integração mais profunda – estruturação de atividades e locais adequados para que as pessoas possam aprofundar seus contatos e aprendizado em nichos ou em pequenos grupos.

Sustentabilidade – todos os aspectos se destacam. Dentro do tripé da responsabilidade social, inclui o respeito a diversidade cultural, raça e credo e do respeito às restrições alimentares, de locomoção, etc. O consumidor valoriza o relacionamento com empresas que tenham propósito. Os eventos precisam falar esta mesma linguagem.

Segurança em todas as áreas – relevância crescente para todos os tamanhos de eventos e abordando todos os aspectos, inclusive a cibernética (proteção dos dados e das transações online). A melhoria da tecnologia de reconhecimento facial vem promovendo crescimento na sua utilização no exterior, em especial no credenciamento, mas também no reconhecimento das emoções e do comportamento da audiência nos eventos.

GDPR e LGPD – A partir de 25/05/18, entrou em vigor o GDPR – General Data Protection Regulation ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, novo regulamento da União Européia sobre a captação e privacidade dos dados pessoais dos consumidores, independente de onde estão localizados. Já está claro que as adaptações transcendem os aspectos jurídicos, mas também os técnicos como a remodelação do armazenamento das informações. No Brasil, a LGPD, sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, entra em vigor em fevereiro/2020 e tem como foco garantir a privacidade dos dados pessoais através de regras claras dos processos de coleta, armazenamento e compartilhamento dessas informações. Ambos continuarão a ser fortes reguladores das ações corporativas, incluindo os eventos.

Este cenário certamente demandará profissionais ainda mais qualificados para atender às necessidades dos clientes. Você está preparado para se destacar?

Fonte: www.revistaeventos.com.br

 
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Comida em viagem: bonitinha, mas ordinária

 

Em destino desconhecido viajante descolado não se deixa enganar só pela aparência da comida pois pode estar contaminada

Água duvidosa – comida de rua encanta o turista pelo cheiro e aparência, mas ninguém sabe qual a água que foi usada.

Texto: Fabio Steinberg

Comer e coçar é só começar, já dizia o antigo ditado. Afinal, ninguém é de ferro e pode perder a cabeça diante da aparência e sabor de uma comida apetitosa. Isso ocorre principalmente na alimentação em viagens, quando o turista está com sua guarda mais baixa e aberto a novas experiências. É então que ele se deixa seduzir pelo trio fatal “lugar diferente – estômago vazio – gastronomia apetitosa”. Depois paga a conta da saúde por sua gulodice desvairada.

Falta de higiene

Em ambientes desconhecidos e carentes de higiene, há um risco real de contaminação. Não se engane: por trás do cheiro delicioso e sabor exótico de um alimento pode habitar um exército de bactérias, parasitas e vírus. Autoridades em controle de doenças estimam que a comida imprópria pode causar mais de 200 tipos de enfermidades. Mas não se apavore. Há sete cuidados principais listados pelo site Smarter Travel para evitar transtornos digestivos. Por sinal, a maior parte está relacionada à água não tratada.

  1. Água da bica – é disparado a campeã dos vilões. Se não for tratada, pode provocar diarreias, rotavírus, ou até doenças mais sérias. Não dá para se basear nos hábitos da população local, pois seus organismos podem já estar imunizados. Para evitar problemas, melhor beber água engarrafada, se possível de marca conhecida, ou então fervida. Tampouco é recomendável escovar dentes com água da torneira em lugares desconhecidos.
  2. Gelo – É engano achar que germes de água contaminada morrem ao serem congelados. Como nem sempre dá para saber a origem do gelo consumido, melhor evitá-lo. Na dúvida, só consumir se veio de água engarrafada, fervida ou tratada. Para fugir dos riscos melhor beber água, refrigerante ou cerveja se em garrafa ou água.
  3. Mãos lavadas – não basta o viajante fazer isto, mas tem também que confirmar se quem prepara ou manipula os alimentos adota a prática. Qual a garantia de que a comida ingerida não foi tocada por mãos contaminadas? Há indicadores que ajudam a avaliar se um local cuida bem da higiene. Por exemplo, a ausência de sabonete nos banheiros, atendentes pouco asseados ou ignoram noções de higiene, ou que usam roupas sujas.

Longe dos olhos – Em cozinha mambembe ou de rua quando o cozinheiro lava as mãos?

  1. Comida crua – por trás de uma inocente salada pode se esconder um exército de germes. Por isto, melhor não consumir vegetais ou legumes crus que podem vir de água não tratada. Frutas, só sem casca. Na dúvida, siga a regra: ferver, descascar, cozinhar ou esquecer.
  2. Moscas na comida – ninguém merece uma comida frequentada por moscas. Quando pousam nos alimentos, estes insetos antipáticos produzem dois tipos de contaminação. Um, as patas deixam resíduos de tudo por onde a mosca passou antes – melhor não entrar em detalhes. Dois, elas depositam como brinde extra os restos daquilo que digeriram por aí. Por isto, é arriscado comida de buffet ou de rua, geralmente o lugar favorito para seus sobrevoos maléficos à saúde.
  3. Preferência pelo quente – comida recém preparada, bem cozida e quente, é sinal positivo em segurança alimentar. Uma bactéria se multiplica com maior facilidade em alimentos pouco frios (acima de 4º) ou malcozidos (menos de 60º). Mas ninguém viaja com termômetro no bolso. Por isto, é mais saudável optar por lugares que fazem comida na hora. Mas que ela venha sempre bem quente, quase fervendo, a ponto de queimar a língua.
  4. Cuidado com o sol – comida pronta pode ser consumida em até duas horas. No entanto, ela se estraga em menor período se a temperatura ambiente for superior a 32º. Debaixo do sol o alimento se deteriora ainda mais rápido. Como o calor amplia o desenvolvimento de bactérias, melhor fugir de comida de rua, exposta diretamente ao calor do sol.

Pode haver riscos de contaminação na alimentação em viagem, mas não precisa exagerar nos cuidados!

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 
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