Dicas de como conseguir parceiros em eventos

 

Organizar encontros empresariais é extremamente vantajoso para os negócios. Os benefícios são muitos: consolidar o relacionamento com clientes, promover networking e fortalecer a imagem da empresa.

 Assim, para garantir bons resultados e o alcance de metas, muitas instituições têm a intenção de conseguir parceiros em eventos para que sua execução seja realmente produtiva.

Contar com parceiros é interessante não somente para mitigar custos e esforços no planejamento, mas também para potencializar a atração do público interessado e expositores. Afinal, para ter um evento lotado, nem sempre uma divulgação forte é tudo.

Nesse sentido, ter outras empresas ao seu lado é uma iniciativa que vale a pena para ter encontros de qualidade que cumpram seus objetivos. No entanto, para que essa colaboração seja um sucesso, é muito importante estabelecer diretrizes e escolher criteriosamente as marcas envolvidas para bons contratos.

Pensando nisso, separamos 6 dicas para você selecionar os parceiros ideais para seu próximo evento corporativo. Continue a leitura para saber mais!

1. Analise a estrutura do evento

Tenha em mente todos os elementos que farão parte da estrutura do evento. Mapeie processos, fornecedores contratados, número de convidados esperado, entre outros detalhes. Essa diagramação é essencial para criar um plano de ação efetivo e combinar cada etapa com seus parceiros, ou seja, definir responsabilidades e entender quais são as tarefas de cada parte.

Nesse caminho, o intuito é que os envolvidos entendam como devem trabalhar para gerar os resultados estimados e evitar erros ou desentendimentos. Sendo assim, faça reuniões e registre todas as informações que forem acordadas, como:

  • responsabilidades e incumbências de cada um;
  • decisões que serão tomadas em conjunto ou o quanto de autonomia caberá aos parceiros;
  • divisão de lucros e custos;
  • metas da parceria e como os resultados serão mensurados.

Nesse ponto, vale notar que é importante fazer uma avaliação de riscos e desenhar todos os cenários possíveis. Esse diagnóstico vai nortear as ações tomadas e também ajudar as empresas a fazer os ajustes e correções ao longo do processo.

2. Escolha os parceiros mais adequados com o tipo de evento

Na hora de conseguir parceiros em eventos, uma boa ideia é recorrer à análise SWOT — que mede Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças de um plano de ação.

Com esse estudo, faça um benchmarking e dê prioridade para aliados que sejam complementares, ou seja, que dominem temas sobre os quais você não é um especialista. Eles vão suprir lacunas e tornar o encontro ainda mais relevante, completo e marcante para os convidados.

Ainda opte por empresas parceiras que tenham afinidade com seu negócio, que partilhe dos mesmos objetivos e princípios éticos e com o tipo de evento que você está promovendo.

Por exemplo, se sua instituição está organizando uma conferência sobre turismo de negócios, busque associados dentro desse nicho que partilhem do mesmo público-alvo e que não sejam concorrentes, mas que trabalhem com soluções suplementares.

Por fim, lembre-se de checar o histórico e a reputação de cada marca, uma vez que, atuando em conjunto, a imagem da sua empresa estará ligada a ela.

3. Divida responsabilidades

Trabalhar em conjunto implica delegar certas atribuições e abrir mão do controle de tudo, o que é difícil para certos gestores. Dessa forma, para conseguir parceiros em eventos, é imprescindível fazer a análise que abordamos no tópico anterior.

No fim das contas, você precisa se sentir confortável e confiar nos parceiros escolhidos, pois confiará a eles parte da produção do conteúdo e estrutura do seu evento.

Logo, dedique tempo à escolha, mantenha uma comunicação afiada e eficaz e divida tarefas para que cada um explore ao máximo seu potencial.

4. Busque patrocínio

Sua empresa pode entrar em contato com outras que estejam compatíveis e alinhadas com seu negócio e propor que elas se tornem patrocinadoras.

Elas se beneficiam com a promoção da marca no evento e, em troca, sua instituição também sai ganhando, pois essa é uma boa maneira de atrair mais participantes que sejam clientes ou admiradores desses parceiros. Além disso, essa manobra é eficaz para mitigar e diluir custos. ​

5. Estruture a divulgação do evento

Inclua, no documento que aborda o mapeamento e detalhes do evento, informações sobre como será feita a divulgação, garantindo que seus parceiros vão ajudar sua empresa nessa tarefa e que farão isso da forma correta.

Cada instituição pode ter autonomia nesse processo ou vocês podem elaborar um manual de promoção, para que o trabalho seja mais alinhado e funcional, o que é uma escolha mais acertada.

Discuta pontos importantes como material de comunicação e meios de divulgação — redes sociais, newsletters, hot sites, anúncios, entre outros. Quanto mais bem planejado for o projeto de propaganda, maiores serão as chances de atrair um público expressivo para o evento.

6. Monte uma boa proposta e um mídia kit

Tanto para conseguir parceiros em eventos como patrocinadores você precisará submeter uma boa proposta que fale mais do seu evento e dos seus objetivos. Nessa apresentação, explique objetivamente elementos como:

  • foco do evento;
  • formato;
  • dia, local e horário;
  • serviços agregados (buffet, segurança, tecnologia etc);
  • público-alvo e número estimado de participantes;
  • proposta de patrocínio (se for o caso);
  • plano inicial de publicidade;
  • sobretudo, os benefícios que serão gerados caso a empresa aceite a parceria.

Com esse tipo de exposição, um futuro parceiro tem todas as informações básicas sobre o encontro e pode decidir se formar uma aliança será algo bom para o seu negócio. Por isso, é tão importante caprichar nessa proposta, passar credibilidade e ressaltar as vantagens de associar-se ao seu evento.

Não deixe de investir em um design claro, elegante e profissional, bem como em um conteúdo relevante. No mais, se sua empresa tiver realizado encontros empresariais anteriormente, um bom mídia kit pode ser decisivo para ajudar a conseguir parceiros em eventos.

Esse documento mostra outros eventos que sua instituição já fez e os resultados. Cabe notar que, nesse quesito, deve-se sublinhar dados positivos, que vão funcionar como instrumento para surpreender e convencer os possíveis aliados. Você pode adicionar referências como:

  • quantidade de participantes;
  • feedback do público;
  • menções importantes nos meios de comunicação e mídia espontânea gerada;
  • engajamento dos convidados(online e offline antes, durante e pós-evento);
  • matérias publicadas.

Conseguir parceiros em eventos é uma empreitada válida para otimizar o planejamento e produção de conferências e reuniões corporativas, além de colaborar para redução de custos e melhorar na divulgação e atração do público.

Com bons aliados, que devem ser escolhidos com muito critério, você será capaz de potencializar o retorno desses encontros e a experiência do cliente, alcançando resultados e ganhos que sua empresa talvez não conseguiria se estivesse sozinha.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 
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O que as empresas fazem para proteger suas viajantes femininas

 

Mulheres que viajam sozinhas enfrentam as mesmas frustrações que os homens: atrasos de voos, cansaço, dificuldade em encontrar comida saudável… Mas elas podem se deparar com outros riscos maiores, como assédio ou agressão sexual, problemas de saúde específicos de gênero ou sequestro, apenas para citar alguns.

O número de mulheres que viajam a negócios aumentou ao longo dos anos, à medida que elas vêm ganhando mais espaço nas empresas. Em uma pesquisa do GBTA, 71% das entrevistadas disseram que sentem enfrentar um risco maior do que seus pares do sexo masculino. Oitenta por cento disseram que, no ano passado, as preocupações de segurança afetaram sua produtividade nas viagens corporativas.

Suas três principais preocupações são: segurança geral, assédio sexual e assalto e viajar para determinados países ou cidades que podem ser perigosos. Dito isso, o que as empresas estão fazendo para educar e proteger suas funcionárias em viagens sozinhas?

“As empresas diferem no que diz respeito à sua postura e comprometimento em diferenciar a segurança de viajantes do sexo feminino, especificamente, de suas responsabilidades regulares de duty of care”, diz a diretora sênior de Conteúdo de Risco de Produto da WorldAware, Katherine Harmon.

Algumas empresas, particularmente as maiores, oferecem seminários, workshops e outros treinamentos para suas funcionárias antes de enviá-las em uma viagem. Isso geralmente inclui explicar as nuances dos destinos que podem ser perigosos para elas viajarem sozinhas ou lugares onde é culturalmente desaprovado que elas façam isso desacompanhadas, por exemplo.

Segundo a pesquisa, as entrevistadas gostariam que suas corporações fizessem mais coisas do tipo. Enquanto 83% acreditam que suas empresas se preocupam com sua segurança, 63% disseram que seus empregadores poderiam fazer mais para levar em consideração as necessidades das mulheres que viajam a trabalho.

E alguns dos recursos que as colaboradoras acreditam que devem ser fornecidos incluem contato de emergência ou linha direta, acomodações de segurança, motoristas e seguranças de confiança e treinamento em casos de agressão sexual e sequestro.

Fontes: GBTA / Panrotas/ www.copastur.com.br

 
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Como manter a produtividade em viagens a trabalho?

 

 Foto: Getty Imagens

Com cada vez mais empresas fazendo negócios em diversos lugares, é esperado que os profissionais sejam capazes de desempenhar suas funções fora do ambiente corporativo. Sair de um escritório para frequentar reuniões e estabelecer novas parcerias já faz parte da rotina de diversos colaboradores. Ainda assim, muitas pessoas encontram obstáculos para manter a produtividade em viagens a trabalho.

Contornar esse desafio é um dos principais objetivos dos gestores. Felizmente, algumas ações podem tornar o processo de deslocamento mais tranquilo e a experiência longe da empresa mais proveitosa. Continue a leitura e veja como garantir que os viajantes tenham mais produtividade em viagens a trabalho!

Planejar o deslocamento com antecedência

Ninguém consegue se manter focado em momentos de pressão e correria. Portanto, a dica básica para organizar qualquer viagem a trabalho é pensar nos detalhes com bastante antecedência. Isso inclui discutir as atividades que serão realizadas, o local dos encontros, o tempo destinado a cada tarefa etc.

A montagem de uma agenda física ou digital auxilia nesse processo e resultará em um material de apoio para o viajante se organizar. Também é importante garantir que o colaborador chegue ao ponto de embarque algumas horas antes. Assim, terá tempo para conferir documentos, fazer o check-in e aguardar a partida sem preocupações.

Orientações simples, como usar roupas confortáveis e levar casaco na bagagem de mão e alguns lanches saudáveis devem ser repassadas ao colaborador. São cuidados básicos que aumentarão o bem-estar da pessoa durante o trajeto, fazendo com que se sinta à vontade para iniciar um trabalho remoto.

Levar materiais apropriados para trabalhar

Esquecer um único item essencial pode prejudicar toda a estratégia da viagem. Assim, vale a pena incluir ferramentas e equipamentos de trabalho na checklist do viajante corporativo. Essa lista deve ser conferida antes da partida e conter recursos como:

  • dispositivos com acesso à internet (tablet, smartphone, notebook);
  • bateria, carregadores e adaptadores de tomada para todos os aparelhos utilizados;
  • material da instituição com relatórios, planilhas e outros arquivos;
  • cartões de visita e agenda (física ou digital).

Com os materiais em mãos, é possível executar funções a qualquer momento e em qualquer lugar que forneça energia elétrica. O colaborador pode aproveitar, por exemplo, as salas VIPs dos aeroportos enquanto aguarda o próximo voo.

O importante é buscar um ambiente confortável entre um deslocamento e outro para conferir e-mails, preparar apresentações ou verificar os documentos da empresa. Alguns espaços são equipados com televisão e oferecem água e café, o que proporciona uma experiência mais agradável.

Contratar um serviço de transporte corporativo

Otimizar o tempo é uma prática fundamental para quem quer manter a produtividade em viagens a trabalho. Como os trajetos entre aeroporto, hotel e locais de reunião costumam ocupar boa parte da rotina do viajante, é preciso pensar em formas de tornar esses deslocamentos mais rápidos.

Serviços de táxi e transporte de pessoas por meio de aplicativos são ótimas opções para agilizar as idas e retornos entre diferentes pontos da cidade. Por serem realizados em veículos e de maneira individual para cada cliente, garantem mais comodidade que o tradicional sistema de ônibus.

Outra opção que vem ganhando notoriedade entre as empresas é o transporte corporativo. Esse serviço permite agendar várias atividades por dia para que os colaboradores sejam atendidos no momento em que precisarem. O resultado vem na forma de economia de tempo para aproveitar a viagem ao máximo.

Contar com seguro para atendimento médico

Contratar seguro viagem é uma prática obrigatória para vários destinos internacionais. No entanto, como ninguém está livre de riscos, é importante garantir o serviço em qualquer situação. Isso também inclui os deslocamentos em território nacional.

O cuidado é importante para garantir que o viajante tenha total amparo enquanto estiver longe da empresa. Em caso de uma emergência relacionada à saúde ou até mesmo um acidente, é possível obter atendimento médico de qualidade, de maneira rápida e sem custos adicionais com consultas, exames e procedimentos.

A contratação de um seguro de viagem também protege o colaborador contra furto ou extravio de bagagens, o que pode trazer transtornos e dores de cabeça que impactam a rotina e, consequentemente, o nível de produtividade.

Reservar tempo para atividades de lazer

Sabemos que o corpo precisa de descanso suficiente para recarregar as energias e funcionar de maneira adequada. Assim, é importante que o colaborador se preocupe com a qualidade do sono durante a viagem, respeitando os momentos de descanso para relaxar e se preparar para um novo dia.

Outro aspecto que contribui para o aumento da disposição e da criatividade é a recreação. As pessoas precisam de períodos de lazer para distrair a mente e pensar em coisas além do trabalho. Assim, seja em uma viagem corporativa internacional ou nacional, o colaborador deve reservar alguns minutos para visitar pontos turísticos, observar paisagens e fazer programas divertidos.

Ao passear ou frequentar ambientes diversos, o viajante tem a oportunidade de conhecer a história local e até de fazer networking. Para os que preferem um momento mais tranquilo, compensa separar opções de entretenimento com jogos, séries, filmes e músicas que ajudem a desviar o foco da rotina profissional.

Utilizar aplicativos de organização

A tecnologia faz parte da vida de muitas pessoas e se tornou aliada das empresas que precisam organizar seus processos da melhor maneira. Entre as facilidades voltadas para viagens corporativas, destacam-se os aplicativos desenvolvidos para orientar colaboradores em diferentes atividades.

Há uma série de ferramentas disponíveis, com opções que permitem criar listas de tarefas, reservar hospedagem, contratar serviços de alimentação e de transporte, monitorar o total de horas trabalhadas, elaborar relatórios, emitir lembretes, entre outras aplicações.

É possível combinar mais de um aplicativo para tirar proveito de inúmeras funcionalidades. Enquanto deixa as funções básicas nas mãos dessas ferramentas, o colaborador consegue focar em ações estratégicas e se dedicar ao máximo a cada tarefa delegada.

Perceba que todas as dicas têm como objetivo melhorar a vivência do profissional ao longo do trajeto e durante os encontros de negócios. Portanto, invista no bem-estar e lembre-se de que ele é fundamental para uma pessoa manter ou até aumentar a produtividade em viagens a trabalho.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Confraternização de empresa: efeito motivacional para colaboradores

 

Você por acaso conseguiu reparar como, com a aproximação do final do ano, os colaboradores logo começam a criar expectativas para o evento de encerramento das atividades da empresa? E motivos para isso não faltam! Afinal de contas, especialmente em tempos de crise, todos querem comemorar os resultados obtidos — por menores que sejam. Mas será que essa ocasião serve apenas para diversão e descontração? Que outras vantagens uma confraternização de empresa pode trazer?

Se essa é uma dúvida que não para de martelar em sua cabeça, você não pode perder este post. Vamos mostrar aqui uma série de benefícios que uma confraternização de empresa pode trazer para a produtividade, o bem-estar e a integração dos colaboradores!

Marca o início a um novo ciclo

Independentemente de sua empresa ter conseguido alavancar as vendas e a produtividade ou de ter enfrentado momentos de grande dificuldade, é fato: todas as organizações encaram desafios e conquistam resultados ao longo de um ano. Essa alternância de bons e maus momentos faz parte do ciclo de qualquer empreendimento. Mas é no final do ano que as pessoas geralmente se sentem mais dispostas a esquecer as turbulências, renovar suas esperanças e focar esforços no alcance de um resultado melhor.

Por mais que sejam apenas simbólicas nesse sentido, as confraternizações de empresas marcam o encerramento de um período e o início de um novo ciclo. E essa é uma das principais razões para que as pessoas fiquem mais otimistas e motivadas depois desses eventos.

Proporciona momentos de conversa descontraída

Com a correria do dia a dia e as diversas tarefas para realizar, os funcionários de qualquer empresa nem sempre têm a oportunidade de realmente conversar com quem passam um grande período de tempo em suas vidas: os colegas de trabalho. Pois o evento de confraternização é uma ótima oportunidade para eles se reunirem e finalmente conversarem de forma descontraída.

Está aí se perguntando sobre o benefício dessa ação? Além da diversão, claro, esse clima relacional e a proximidade criada são soluções que amenizam um dos maiores problemas enfrentados na gestão de recursos humanos: os conflitos pessoais. O dinamismo e a interação típicos dessas ocasiões favorecem a construção de um ambiente de trabalho mais agradável, propício a resultados engrandecedores.

Promove a integração entre setores

Embora a maioria das pessoas passe mais tempo no trabalho que em qualquer outro local, é muito comum que não tenham a oportunidade de realmente se relacionarem com colegas de outros setores. A confraternização da empresa é uma ocasião que pode reduzir essa distância, promovendo uma maior integração.

Por isso, elabore atividades que estimulem esse convívio, como gincanas, brincadeiras ou um amigo secreto. O importante é promover a mistura, incentivando as pessoas a saírem da sua panelinha habitual. Com a criação desses laços, as chances de sucesso da empresa são potencializadas. Afinal, é mais fácil ser indiferente aos esforços de um desconhecido do que às iniciativas do colega bacana com quem conversou na última festa.

É um investimento em endomarketing

Acredite você ou não, a realização de confraternizações é uma excelente estratégia de endomarketing. Depois da comemoração, os colaboradores tendem a enxergar sua função como mais que um mero trabalho. A partir daí, torna-se uma oportunidade de percorrer uma jornada significativa em equipe, promovendo o desenvolvimento pessoal.

Essa visão altera (e muito) a atitude dos funcionários em relação à empresa. Na prática, eles passam a se empenhar mais para alcançar o sucesso, transformando-se em verdadeiros aliados do negócio, promotores da companhia diante dos clientes e da comunidade.

Reforça a cultura organizacional

Eventos são excelentes oportunidades para reforçar a cultura organizacional, aqueles valores que estão no DNA da empresa e que determinam sua postura quanto à valorização dos funcionários, às políticas de trabalho e atendimento ao cliente, aos hábitos incentivados ou reprovados, aos valores e à missão do negócio, entre outros.

Portanto, além de refletirem a identidade da empresa, os eventos são oportunidades para reconhecer ou destacar as equipes ou os colaboradores que praticam cada um desses conceitos atrelados ao negócio. Isso incentiva um comprometimento maior com a cultura organizacional e tem um efeito multiplicador diante do grupo.

Favorece um marketing indireto positivo

Embora esse não seja o objetivo direto do evento, em tempos em que as redes sociais dominam a comunicação, você pode ter certeza de que seus funcionários farão questão de publicar fotos em sua festa de final de ano. E essa divulgação pode causar um impacto muito positivo na imagem que a empresa imprime em seu mercado ou na sua região. Afinal, quem não admira uma companhia que valoriza seu capital humano e procura promover seu bem-estar?

Estabelece um contraponto às exigências diárias

Ao longo do ano, a divisão de responsabilidades em uma organização faz com que seja necessário realizar exigências e cobranças. Obviamente, todo profissional maduro sabe lidar perfeitamente com essas situações. No entanto, quando o colaborador percebe que não apenas as responsabilidades e obrigações são divididas, mas que o sucesso também é celebrado em conjunto, sente que vale a pena se esforçar para obter os resultados propostos pela companhia.

Promove a valorização dos colaboradores

Quando a empresa faz todo um esforço e reserva parte de seu orçamento para promover uma confraternização com os funcionários, os profissionais entendem esse gesto como uma valorização do capital humano. E essa iniciativa é vista como um reconhecimento dos esforços empregados ao longo do ano para o crescimento da organização. Nesses eventos, ainda é possível homenagear e agradecer a dedicação dos colaboradores, gerando um sentimento de pertencimento que produz engajamento.

Funciona como fator motivacional

Ao se sentirem reconhecidos pela empresa e renovados após o fechamento de um ciclo, a tendência é que os colaboradores se sintam mais motivados a realizar seu trabalho com eficiência ainda maior. O sentimento de pertencer a um time pode produzir um engajamento capaz de fazer sua equipe elevar seu nível de performance, gerando a produtividade e a lucratividade esperadas.

Só é preciso tomar cuidado para realmente fazer desse momento uma celebração das conquistas obtidas. Cobranças, metas para o ano seguinte e explicações sobre reestruturação devem ser evitadas a todo custo. O importante é garantir que a confraternização seja uma ocasião para celebrar a vitória, estimulando os profissionais. Para repetir a dose, seus colaboradores certamente se empenharão para produzir resultados ainda melhores.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Live streaming em eventos: prós e contras

 

Não é novidade que os vídeos fazem grande sucesso com o público on-line. De acordo com o site Business.com, um adulto gasta, em média, 5 horas por dia vendo vídeos. Desse tempo todo, 1 hora é dedicada a vídeos em dispositivos mobile. Contudo, a quantidade de empresas que apostam nessa estratégia ainda é muito menor que o número de usuários que buscam por conteúdo em vídeo.

De toda forma, você já deve ter percebido como as transmissões ao vivo tomaram conta das principais mídias sociais, certo? Facebook, Twitter, Periscope e Snapchat estão apostando alto no live streaming. E olha que só citamos alguns! O grande diferencial do live streaming é que ele é fácil, rápido e interativo, o que torna os vídeos muito mais interessantes. É isso mesmo: você não precisa ser um expert para fazer uma transmissão ao vivo.

Quer saber quais são os prós e contras do live streaming e como essa novidade se relaciona com o mundo dos eventos? Então continue a leitura!

As vantagens do live streaming

Identificar os benefícios de uma estratégia é sempre mais fácil que detectar seus pontos negativos. Portanto, comecemos pelo mais simples: quais são as vantagens do live streaming para sua empresa?

Alcance

Quando você faz uma transmissão ao vivo, seja por uma rede social ou por meio de uma plataforma específica, pode atingir um público muito maior do que o que está fisicamente presente no seu evento.

Imagine que você está organizando uma conferência de vendas, mas nem todos os vendedores podem estar presentes. Nesse caso, você pode transmitir o evento pela internet, envolvendo absolutamente todo o seu público, sem desculpas.

Visibilidade

A transmissão ao vivo dá visibilidade para sua marca — ainda mais se você estiver fazendo isso em uma rede social. Imagine se, em uma promoção para fazer girar seu estoque, você transmite toda a movimentação do setor de logística da empresa, passa informações em tempo real relativas a produtos esgotados, metas atingidas e novas ofertas.

Qual a finalidade disso? Despertar senso de urgência, dizendo para quem compra de você que logo pode perder tantas vantagens. Dessa maneira, é possível envolver mais o público, criando um vínculo que vai além da pura relação comercial.

Humanização

Criar um comercial ou preparar um vídeo para ser veiculado na internet tem todo um trabalho de retoque final que diz claramente que sua mensagem foi ensaiada e editada. Em contrapartida, o live streaming transmite o aqui e o agora, sem edições, tornando o evento mais real para quem está assistindo.

Economia

Em vez de investir em uma infraestrutura enorme para receber todos os seus convidados, é possível reduzir custos e manter a qualidade do evento com a transmissão ao vivo.

Mas se você pode transmitir ao vivo e contar com a participação das pessoas por meio de chats e redes sociais, os eventos podem se tornar mais frequentes e atender a demandas específicas dos seus stakeholders, fortalecendo a comunicação e o relacionamento.

Perenidade

Quando você faz um live streaming, pode gravar a transmissão para que ela seja assistida depois, aumentando ainda mais a participação no seu evento. Assim, quem não pôde estar presente nem assistir no horário agendado, pode acessar o vídeo posteriormente e obter o mesmo conhecimento que os demais participantes.

Essa característica pode ser usada para treinamentos de distribuidores e representantes, por exemplo. No lançamento de um novo produto, você pode repassar todas as informações, tirar dúvidas, criar um canal de comunicação ágil e eficaz, além de perene.

As desvantagens do live streaming

A tecnologia avança a passos largos e facilita bastante as nossas vidas, mas, às vezes, também tem desvantagens. No caso da transmissão ao vivo, essas desvantagens estão ligadas à infraestrutura e a um ponto crucial para qualquer marca: o relacionamento com o cliente.

Câmera

Para que seu evento seja um sucesso, você precisa transmiti-lo com qualidade. E isso exige uma boa câmera. Pode até ser uma webcam, mas você deve verificar como a imagem ficará em um local mais distante e com a pior conexão de internet possível. Só assim poderá realmente se preparar para se comunicar com quem quer que seja.

Captura

O vídeo que está sendo gravado pela câmera deve ser convertido para possibilitar a transmissão via internet. Esse processo precisa de uma placa de captura que fará a conversão. Você deve ter um computador equipado com tal equipamento ou contar com uma placa que possa ser conectada ao computador e à câmera ao mesmo tempo.

Conexão

Aqui está o maior problema do live streaming: a conexão de internet. Para fazer uma boa transmissão, você deve ter um sinal forte e sem interrupções. Evite usar wi-fi na transmissão do evento, pois ele está sujeito a falhas e bloqueios por paredes ou obstáculos. Mas não se trata apenas de você! Quem vai assistir a seu evento também deve ter uma boa conexão de internet, caso contrário, a visualização pode ficar prejudicada.

Velocidade

Uma transmissão com qualidade HD exige uma velocidade de internet de pelo menos 5Mbps. Caso você queira uma transmissão em 3D, esse mínimo sobe para 12Mbps. É como ver um vídeo na Netflix, por exemplo. Dependendo da qualidade da banda larga, fica muito difícil transmitir com a certeza de que quem está assistindo vai receber o vídeo tal qual o evento está ocorrendo.

Exclusividade

Outro fator que pode ser visto como uma desvantagem do live streaming é que somente pessoas que estão conectadas à internet terão acesso à transmissão. Por mais que a maioria das pessoas use smartphones com acesso a dados, nem sempre a rede da companhia telefônica permite assistir a um vídeo de alta qualidade com conexões 3G ou 4G.

Relacionamento

Finalmente chegamos ao principal problema do live streaming: se por um lado ele facilita muitas coisas, por outro, impede aquele contato mais próximo com os clientes. Ao transmitir eventos por meio de live streaming, você deixa de conversar cara a cara com o público, quando poderia fazer a leitura de suas reações e estabelecer um relacionamento de qualidade.

Esse distanciamento pode afetar futuras negociações e abrir espaço para que concorrentes captem a atenção dos clientes com estratégias que demonstrem uma maior valorização — como os eventos presenciais.

 

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Principais benefícios de realizar um encontro de negócios

 

Todo executivo sabe que, para garantir que a empresa continue expandindo e tendo sucesso, é necessário expor a marca.

Isso significa investir em ações que favorecem a prospecção de novos contatos e a avaliação de boas oportunidades, por exemplo. Muitas vezes, essas iniciativas são possíveis por meio de um encontro de negócios.

No post de hoje, você vai entender porque encontros de negócios são valiosos tanto para o marketing de uma marca como para maximizar os resultados da empresa como um todo. Continue a leitura e conheça os principais benefícios dessa estratégia agora mesmo!

Contribui para o fortalecimento da marca

Indiscutivelmente, uma grande vantagem dos encontros de negócios é como eles promovem a visibilidade e o posicionamento de uma marca.

Nesse ponto, vale lembrar a máxima de que “quem não é visto não é lembrado”. Logo, garantir que gestores e colaboradores estejam constantemente presentes e ativos é crucial para se fazer presente no mercado e fortalecer a marca, assegurando a relevância de sua imagem.

Por meio da presença em eventos, os profissionais de uma empresa têm a oportunidade de falar mais sobre os serviços ou produtos da instituição, expor cases de sucesso e argumentos em um ambiente mais amistoso e em clima convidativo.

Dessa maneira, fica mais fácil atrair a atenção e o interesse do cliente potencial, já que ele provavelmente está em uma posição mais confortável e receptiva. Da mesma forma, é possível ouvir a proposta de outras pessoas, conhecer mais sobre o que elas têm a oferecer e avaliar parcerias.

Ajuda a expandir a rede de contatos

O networking é um dos principais benefícios de encontros de negócios. O termo, que vem do inglês, significa a capacidade de estabelecer conexões com pessoas ou outras instituições.

O objetivo é formar e nutrir uma rede de contatos na qual o compartilhamento de serviços e informações seja contínuo entre indivíduos que têm interesses e afinidades em comum.

Portanto, fica claro que participar de solenidades de vários tipos é importante para desenvolver esse relacionamento, tanto entre os colaboradores como com o intuito de gerar novos leads e parcerias.

Em encontros de relacionamento, executivos têm a chance de conhecer contatos que podem virar novos clientes, fornecedores ou aliados em um projeto inovador. Quanto mais interação, maiores são as oportunidades de maximizar a rede de contatos.

Estreita as relações com os clientes atuais

Tão importante quanto captar novos clientes é assegurar a fidelização dos atuais e estreitar o relacionamento com eles.

Uma das melhores formas de valorizá-los, mostrar o quanto sua empresa se importa com eles e proporcionar uma experiência agradável é por meio de encontros de negócios.

Além de garantir que sua instituição será lembrada, como já mencionado, é importantíssimo criar e manter uma marca positiva com aquelas pessoas que inicialmente confiaram em sua marca.

Promove o benchmarking

Benchmarking é um conceito e uma estratégia amplamente usada no mundo dos negócios por empresas que desejam se manter competitivas e ficar atentas ao que está sendo feito pela concorrência direta.

A expressão vem da palavra inglesa “benchmark”, que pode ser traduzida como “referência”. Assim, a ideia é apostar em táticas para monitorar o mercado, avaliar e usar as informações levantadas a favor da empresa.

No entanto, o propósito não é copiar um concorrente, e sim estudar formas de superá-lo ou se inspirar em suas ações para melhorar a performance de uma instituição. Nesse sentido, os encontros de negócio são fundamentais para observar o mercado à sua volta e analisá-lo.

Desse jeito, os executivos e gestores podem descobrir de forma simples e direta o que seus concorrentes oferecem, que novos produtos ou serviços estão lançando e desvendar oportunidades e fragilidades.

8 dicas para fugir do óbvio e ter encontros de negócio bem-sucedidos

Como você viu até aqui, encontros de negócios são eventos realizados com o propósito de, essencialmente, identificar oportunidades e demandas e viabilizar a interação entre empresas, clientes, fornecedores em uma atmosfera diferente e acolhedora — que facilite o diálogo e as negociações.

São muitos os formatos possíveis, já que cada um atende a um tipo de objetivo e perfil de participante. Alguns exemplos comuns são:

  • reuniões temáticas;
  • palestras;
  • cafés — uma opção mais informal e intimista;
  • cursos e workshops;
  • confraternizações;
  • feiras e lançamentos.

Muitos desses acontecimentos fazem parte da rotina de gestores, entretanto, devido à sua grande importância, eles devem ser bem-planejados e o profissional precisa se preparar para aproveitar ao máximo o momento e assegurar o alcance dos objetivos traçados previamente.

Confira 8 dicas úteis que podem fazer toda a diferença e render bons frutos.

  1. Apareça com frequência, mesmo que o evento aparentemente não seja tão estratégico para o negócio. Afinal, tenha em mente que aparecer de forma esporádica ou somente quando você está precisando de algo pode transmitir uma mensagem negativa.
  2. Por outro lado, dê prioridade a eventos ligados à sua rede de contatos e que tenham sinergia com sua empresa.
  3. ​Procure se comunicar de forma clara. Para o sucesso das negociações, é importante ser objetivo e garantir que as pessoas entendem suas intenções.
  4. Atualize-se sobre o mercado, leia e consuma conteúdo relevante. Dessa forma, você estará bem-informado e será capaz de tecer diálogos interessantes e atrativos.
  5. Seja pontual. Em caso de ser o anfitrião do encontro de negócios, chegue mais cedo. Quando for o convidado, apareça na hora. Evite também cancelar, a não ser que seja por um motivo grave. Se for necessário remarcar, avise aos participantes com antecedência.
  6. Mantenha uma postura ética e não fale mal de outras pessoas ou instituições.
  7. Evite dominar a conversa. Compartilhe suas ideias e estimule a participação dos outros.
  8. Demonstre interesse genuíno pelas outras pessoas. Não se distraia com celulares e tente não interromper uma conversa para atender a uma ligação ou responder a uma mensagem que pode esperar.

Assim como nas relações pessoais, o encontro de negócio é primordial para a manutenção do marketing de relacionamento com seus contatos, clientes e toda a rede de interesse de uma empresa. Aproveitar esse canal de comunicação é um investimento e uma grande chance para consolidar a marca.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Etiqueta social: educação e elegância no transito

 

Texto: Lucia de Belo

Dados publicados em 1960, na primeira edição da revista Quatro Rodas, dizia que no Brasil existiam menos de 500.000 veículos. Atualmente a frota de comerciais leves, automóveis, caminhões, ônibus, caminhões e motocicletas já somam mais de 50.000.000 unidades.

Esse enorme crescimento,  que se reflete na qualidade de vida das pessoas, também revela vários transtornos mentais decorrentes do ritmo de vida alucinado.  Os casos mais comuns envolvem transtornos de ansiedade e de comportamento, mas há também o transtorno explosivo intermitente, causado principalmente por situações de estresse no trânsito.

As vias sempre lotadas e eternamente paradas acabam causando mau humor, deixando as pessoas esquecidas dos benefícios das gargalhadas e também da boa educação no transito. Apesar de constar no Código de Trânsito Brasileiro os direitos e deveres de condutores e pedestres, cujo principal objetivo é humanizar o trânsito, o que vemos são motoristas apressados, intolerantes, impacientes e imprudentes.

Não há paciência. Usam a buzina como se fosse seu próprio grito ou usam o farol alto exigindo passagem. Mostram o desejo de correr e, além disso, não permitem que ninguém venha a ultrapassá-los, numa competitividade que apenas mata e não dá vitória a ninguém. Está em falta a boa educação, a gentileza e a responsabilidade diante do volante.

Muitos motoristas negligentes e imprevidentes por natureza, mesmo sabendo que o transito está complicado, não se empenham em sair de casa meia hora antes e não evitam as vias mais congestionadas. Sentindo-se pressionadas pelo tempo, as pessoas culpam todos no mundo por seus atrasos e demonstram mau humor, enquanto a solução está na própria pessoa que poderia evitar todo o desgaste.

Além disso falta jogo de cintura e  criatividade. Por acumular tanta pressão dentro de si, as pessoas acabam explodindo encima de quem não tem nenhuma culpa ou terminam provocando um acidente. Se zelassem por seu conforto já teriam providenciado ar condicionado, direção hidráulica e um bom som para seu carro, de forma a tornar o tempo de espera no trânsito menos angustiante.

Controlar a ansiedade e o nervosismo pode não ser fácil nessas situações, mas se tentassem respirar de forma mais lenta e profunda poderiam se controlar melhor. Há dias em que já acordamos indispostos e mal humorados. Uma dica para esses dias é chamar um táxi e ler o jornal durante o trajeto, sendo talvez a oportunidade de descobrir que desgastes desnecessários só prejudicam a saúde e diminuem o tempo de vida. Revidar fechadas, buzinar, xingar e fazer gestos obscenos não faz o transito fluir melhor, apenas mostram a falta de educação e despreparo para viver em sociedade…

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com/

 
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Memórias de recepcionista de hotel

 

Livro de recepcionista de hotel de luxo revela os bastidores e o que ocorre na intimidade da operação, longe dos olhos dos hóspedes

Quase tudo que acontece em hotel passa pelo recepcionista, que pode transformar a vida do hóspede em céu ou inferno

Texto: Fabio Steinberg  

Já ouviu falar em Jacob Tomsky? Provavelmente não. Afinal, é só mais um nome no universo de 15,5 milhões de profissionais que constituem a indústria de hospitalidade nos Estados Unidos. E ele passaria desapercebido se não tivesse escrito um livro de enorme sucesso.

Por fazer carreira em áreas não gerenciais, principalmente Recepção, Tomsky obteve visão privilegiada da rotina dos hotéis de luxo. Não é qualquer setor. Trata-se de uma área estratégica, pois tudo passa por ali.

Detonador – 10 anos em recepção deram a Jacob Tomsky visão privilegiada do que ocorre em hotel de luxo

A obra apresenta com doses generosas de sarcasmo os bastidores de um hotel, algo que o autor conheceu de perto por dez anos. O título do livro, não traduzido para o português, prenuncia a bomba a ser detonada: Heads in Beds (Cabeças nas Camas). Trata-se de uma expressão hoteleira norte-americana que retrata bem a impessoalidade que predomina por vezes a gestão deste negócio. Ou seja, é preciso atingir a meta da ocupação, e isto só se faz com o máximo de gente dormindo nas camas disponíveis.

O autor

Tomsky, que é formado em Filosofia, começou sua carreira na hotelaria como manobrista de carros num hotel de luxo em New Orleans. Depois de passar pela governança, chegou enfim à Recepção. Dela nunca mais saiu, só mudando-se anos depois para outro cinco estrelas de New York.

Publicado em 2012, o livro não se obsoletou. Continua atual e relevante, pois lida com o comportamento humano. Isto não muda, mesmo com todos os avanços tecnológicos.

Best seller – O livro sobre bastidores de hotel em português se chamaria “Cabeças nas Camas”

Para o autor, há dois fatores na hotelaria que se destacam por afetar, para o bem ou mal, a experiência do hóspede.

O primeiro é a gorjeta, por vezes disfarçada de suborno. Nos hotéis, move montanhas. “Dizer obrigado não paga minhas contas”, parece ser o mantra que permeia todas as categorias.

O segundo item é o papel vital do recepcionista, a iminência parda da operação. De seu humor e boa vontade dependem coisas como seleção do melhor quarto, cortesias como vinho ou frutas no quarto, upgrades, late checkouts, ou exclusão de gastos extras da conta, quando contestados.

Tomsky afirma ser erro fatal maltratar ou cair na desgraça do recepcionista. Jamais o deixar esperar enquanto conversa no celular ou ser grosseiro. A vingança pode ser maligna. O ideal é dar boas gorjetas (jamais moedas), e de fazer isto antes de completar o check-in.

O livro

As histórias do livro oscilam entre engraçadas, patéticas, irreverentes e chocantes. Por exemplo, o leitor fica sabendo arrumadeiras podem usar polidor de móveis para aumentar o brilho dos espelhos, mas também como tira manchas dos copos do minibar. E que represálias por humilhações passam até por substituir o conteúdo de perfumes de hóspedes por urina. Recepcionistas ressentidos podem despachar clientes malcriados para apartamentos barulhentos, mal localizados, com problemas técnicos ou com telefones que tocam por engano sem parar.

Procura-se  – Bernard Sadow, inventor da mala com rodinhas, é odiado pelos mensageiros de hotel

Um conselho importante: jamais cite o nome de Bernard Sadows para um mensageiro. Trata-se do inventor da mala com rodas, que se tornou o sujeito mais odiado pela categoria. Numa atividade que depende de gorjetas, o hóspede carregar sua própria bagagem faz toda diferença. Apesar disso, ainda é o posto onde mais se ganha dinheiro no hotel. Quem entra no cargo implora para não ser promovido. Isto explica a presença de tantos idosos no setor, pois lá fazem carreira de vida.

O livro revela também o cotidiano dos funcionários, nem sempre glamurosa. Na maioria das vezes mal pagos, com carga horária desgastante, e maltratados por colegas e hóspedes, precisam manter um eterno sorriso entre rodízios de “bom dia” e “até logo”. E nunca cometer dois pecados mortais: roubar ou dormir no expediente.

10 mentiras 

Finalmente, o autor revela as dez mentiras mais contadas nas recepções:

  1. Todos os quartos são do mesmo tamanho.
  2. Claro que me lembro do senhor! Bem-vindo novamente!
  3. Sinto muito, não há nada que eu possa fazer.
  4. O seu feedback é muito importante para nós.
  5. Pode deixar que informo a gerência sobre a má atitude do colega.
  6. Jamais tive a intenção de ofendê-lo.
  7. Não se preocupe que envio pelo correio agora mesmo.
  8. O prazer foi todo meu.
  9. Minhas sinceras desculpas pelo ocorrido.
  10. Espero revê-lo novamente.

Quem manda – A chave do tratamento diferenciado em hotel é saber administrar bem gorjetas

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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Formatos para salas de eventos: 7 maneiras de adaptar suas reuniões

 

Você já parou para pensar que a configuração do ambiente é capaz de favorecer ou prejudicar a dinâmica de uma reunião? Quem se preocupa em organizar experiências memoráveis deve ter isso em mente e buscar sempre os melhores formatos para salas de eventos.

Não há nada melhor que exercer atividades profissionais em um local agradável e adequado à programação prevista. Colaboradores nessa situação conseguem desfrutar de uma boa experiência e aproveitar o momento ao máximo para trocar ideias, discutir negócios e criar uma nova rede de contatos.

Seja em um coworking, em um hotel com sala de conferência ou em um espaço próprio para receber eventos, é fundamental prever a disposição correta das cadeiras e demais móveis. O objetivo é deixar o local pronto antes do início das atividades.

Que tal se inspirar com nossas soluções? Fique de olho nos formatos que listamos e acerte na escolha!

  1. Auditório

Bastante tradicional, esse arranjo é composto apenas por cadeiras e uma área de palco. Ainda que o nome seja relacionado a uma instalação de auditório, pode ser montado em qualquer salão vazio.

É a configuração perfeita para dinâmicas que não envolvam grande interação entre o público e o ministrador de conteúdo. Bons exemplos são as palestras, já que envolvem a transmissão de informações aos ouvintes que se limitam a acompanhar os sinais, falas e gestos dos especialistas.

Por esse motivo, os assentos costumam ser organizados em fileiras e voltados ao palco onde o locutor se posiciona. É um modelo bastante versátil porque permite adaptar a quantidade de assentos ao número de participantes sem muito trabalho.

  1. Escolar

Como o nome sugere, se baseia nas disposições comumente encontradas dentro das escolas e outras instituições de ensino. Esse tipo de organização inclui mesas ou cadeiras com pranchetas de apoio, todas dispostas em fileiras e conectadas por um corredor central.

É um dos formatos para salas de eventos corporativos mais simples e serve para atividades de treinamento. Com o apoio das mesas, os colaboradores podem levar computadores, agendas, cadernos e outros materiais que são empregados tanto em aulas de grupo quanto em exercícios individuais.

  1. Espinha de peixe

É muito semelhante ao modelo anterior, com a diferença de que as mesas ou pranchas ficam dispostas em diagonal, formando um pequeno ângulo em relação ao corredor central da sala — daí o nome “espinha de peixe”.

A escolha do local não tem muita importância, desde que tenha a quantidade adequada de móveis para acomodar todos os participantes com conforto. Mas por que essa leve alteração na posição dos assentos?

O motivo é simples: para facilitar a interação e a visualização do profissional que conduz a atividade. Uma simples mudança nas fileiras também permite que os colaboradores enxerguem seus colegas e discutam os exercícios.

  1. Sala em U

O termo se refere à letra U, que surge a partir da conexão de várias mesas e cadeiras, formando um semicírculo — sua extremidade aberta fica voltada para a área em que o ministrador de conteúdo se posiciona.

Como dá para imaginar, esse arranjo possibilita a visualização de todos os participantes, sem qualquer barreira visual entre eles. Por esse motivo, é indicado para atividades que exigem maior interação, conversas e troca de ideias. Cabe destacar que o grupo não deve ser muito grande, pois, desse modo, as pessoas tendem a ficar muito distantes umas das outras.

Por não prejudicar a visão de ninguém, a sala em U é perfeita para reuniões que utilizem reprodução de vídeos e outros materiais em telão. Não é à toa que também funciona em eventos corporativos internos.

  1. Mesa redonda

É um modelo recomendado para reuniões que visam discutir uma temática ou conteúdo específico. Geralmente, essas atividades contam com um moderador para garantir que todos os integrantes possam expressar suas opiniões e ideias.

As salas de mesas redondas também estimulam o trabalho em equipe e incentivam os colaboradores para que contribuam com a discussão proposta. O objetivo é criar um ambiente propício para novas ideias, construção de planos, definição de projetos etc.

Ao contrário de formatos para salas de eventos mais tradicionais, permite maior flexibilidade de movimento e proximidade entre os envolvidos. Assim, é comum que seja empregado durante encontros de negócios que envolvam discussões.

  1. Palco 360 graus

Novidade no mercado de eventos corporativos, o palco 360 graus é uma solução interessante para fazer com que os participantes se sintam conectados aos locutores. Afinal, diferentemente dos auditórios e salas comuns, garante a visualização do público a partir de qualquer ponto/ângulo.

O efeito é possível porque o palco fica no centro da plateia. Algumas estruturas, inclusive, permitem a realização de giros. Assim, o palestrante consegue se direcionar a grupos específicos do público.

  1. Coquetel

Esse formato tem um caráter mais informal, já que conta apenas com mesas de apoio para que os convidados coloquem suas bebidas, quitutes, utensílios e copos. É claro que a proposta deve ser realizada em um local que permita servir buffet.

O coquetel é bastante utilizado para comemorar conquistas e confraternizar bons momentos com colegas de trabalho. Por causa do ambiente descontraído, também funciona quando o objetivo é estreitar laços com parceiros, fornecedores e clientes em potencial.

Assim, muitas empresas podem promover coquetéis que envolvam a participação do público externo. É uma ótima forma de fazer networking, de apresentar a marca a quem é de fora e, ainda, de criar novas oportunidades de negócio.

Esses foram alguns dos arranjos possíveis para você investir nos próximos encontros, sejam eles mais animados ou focados em negócios. Em todo caso, vale observar as tendências para esse tipo de atividade com a finalidade de levar ótimas novidades aos participantes.

Uma das mais recentes é o uso de mobiliário confortável e diferenciado para melhorar a experiência das pessoas. Assim, peças como puffs, poltronas e até mesmo almofadas podem substituir ou complementar os jogos de mesas e cadeiras.

Tudo vale quando o objetivo é valorizar a presença dos colaboradores em reuniões e outras atividades. Agora que você conhece os principais formatos para salas de eventos, suas características e utilidades, pode escolher a opção certa para cada situação.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Pra que viajar com dinheiro?

 

Do ancestral dinheiro no bolso aos cartões de crédito, os gastos em viagens se renderam à praticidade da carteira digital

Cadê o dinheiro? Quem já enfrentou cartão que não funciona, perdido, ou clonado, sabe o perrengue que vem depois

Texto: Fabio Steinberg

Há uns vinte anos, era impossível viajar sem encher o bolso de dinheiro vivo. Nos percursos em períodos mais longos, que exigiam carregar grande volume de notas, a situação ainda era pior. A questão se agravava nas idas ao exterior, quando era indispensável levar moeda estrangeira em cash.

O medo de perder dinheiro ou ser roubado quase que estragava o prazer de viajar. O viajante mantinha um olho no destino e outro no bolso, sob tensão contínua. Naqueles tempos heroicos, era comum até encontrar gente que costurava notas nas roupas. Ou embuti-las em incômodos cintos de pano, presos em volta da barriga. Dinheiro e corpo só se separavam por alguns minutos, na hora do banho.

Ninguém merece – não faz mais sentido viajar com dinheiro vivo debaixo da roupa como antigamente.

 A plena massificação do cartão de crédito reduziu radicalmente o problema. Afinal, agora era só levar o plástico no bolso e pronto. No entanto, criou outra preocupação no lugar. Tornaram-se indispensáveis cuidados adicionais para evitar perder ou ter o cartão roubado. Ele podia deixar de ser funcional também por falhas técnicas, programas antifraude das instituições financeiras acionados indevidamente, ou ser eventualmente clonado. E quem já passou pela experiência conhece a desagradável maratona, muito amplificada em viagens internacionais. A dor de cabeça vai de comunicar a perda ou roubo do cartão, providenciar seu cancelamento, obter novo cartão no interim, alterar pagamentos pré-programados, a até questionar débitos indevidos.

Carteira digital

Tantos revezes abriram espaço para o surgimento das carteiras digitais. Este dinheiro invisível permite fazer compras online de forma segura e prática através de transações eletrônicas pelo computador ou smartphone. O novo formato de meio de pagamento reduziu drasticamente o risco do uso imobilidade, devido do cartão de crédito por terceiros. Na prática, funciona como  seguro financeiro, hotel,hosptanto para quem paga como para quem recebe.

No Brasil, apesar de relativamente recente, o sistema ganha adeptos a cada dia. Um estudo da Mindminers patrocinado pela Paypal mostra que nas viagens internacionais a predominância do cartão de crédito sobre a moeda já não é tão absoluta.

A utilização de carteiras digitais, principalmente pelo próprio Paypal, já alcança 17% das pessoas. O índice é significativo, e já se aproxima dos 23% do cartão pré-pago, um meio bem mais consolidado. Nos percursos domésticos, a pesquisa mostra uma tendência ainda mais favorável, com a  intenção de uso futuro devendo chegar a 39%.

Viagem sem riscos – A carteira digital alivia a vida até da mais distraída das mochileiras

Turismo e segurança

Estes dados ganham uma importância especial para o Turismo, uma indústria particularmente sensível a questões de segurança. Isto porque de um lado a carteira digital oferece maior tranquilidade ao usuário em suas compras, atividades culturais e passeios. De outro, dá ao comerciante mais garantias de recebimento da transação financeira. Além disso, a carteira digital também cria oportunidades adicionais de serviços que facilitem a organização de atividades como eventos e tours ou consumo.

A pesquisa, realizada há dois anos, reforça o potencial do setor para introdução destes novos meios de pagamento. Por exemplo, 92% afirmaram a intenção de viajar pelo país, especialmente Nordeste e Sudeste. Já 79% declararam sua vontade de embarcar para o exterior, priorizando a Europa e Estados Unidos. E quanto maior a facilidade e segurança nos desembolsos, maiores as perspectivas de bons negócios.

Para quem insiste em adotar velhas práticas de comercialização, a mesma pesquisa deixa importante aviso. O avanço dos novos meios de pagamento no pagamento de viagens é inexorável. Ou seja, veio para ficar. Basta dizer que cerca de 60% dos passageiros só pagam suas passagens aéreas domésticas e internacionais através de crédito. Isto significa cerca de três vezes mais que em dinheiro. Será que é preciso dizer algo mais?

Dar sorte ao azar – perder dinheiro ou cartão em viagem é tão ruim como chuva durante todas as férias

 

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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