Saiba o que oferecer como brinde em um evento empresarial

 

Os eventos corporativos são ótimas formas de a empresa se aproximar dos seus clientes, estreitar laços com fornecedores, fidelizar ou mesmo promover uma maior integração dos funcionários, favorecendo a parceira entre eles e o trabalho colaborativo na organização. Mas para desfrutar de todas essas vantagens e ainda fortalecer seu nome no mercado, é preciso saber organizar o evento empresarial de modo a torná-lo marcante. Para isso, fornecer algumas comodidades aos convidados pode ser uma excelente estratégia.

Além de ser uma eficiente tática de marketing, presentear os convidados com brindes empresariais os deixará bastante entusiasmados, fazendo com que a empresa fique gravada na memória — principalmente se os brindes fugirem do tradicional kit de bolsa com caneta, bloquinho de anotações e panfleto da marca.

Para assegurar o fornecimento de presentes verdadeiramente apreciados pelos convidados, aqui vão algumas dicas de como escolher os melhores brindes para seu evento empresarial e agradar os participantes. Confira!

Analise o público-alvo

A melhor forma de fornecer um brinde realmente marcante para seus convidados é adequando a escolha ao perfil e às necessidades do público. Contextualizar a lembrança com a profissão ou mesmo com o hobby dos participantes pode ser uma excelente estratégia para assegurar o sucesso da iniciativa.

Oferecer chaveiros em forma de trenas para engenheiros, uma régua estilizada para um arquiteto ou uma miniatura de carro para um colecionador são ótimas formas de ser lembrado com frequência (e com carinho) por essas pessoas.

Faça um planejamento

De toda forma, antes de decidir o brinde a ser ofertado aos participantes do evento, é preciso pensar no objetivo que a organização busca alcançar com sua disponibilização. Por meio da disponibilização gratuita de alguns mimos, a empresa pode cativar os clientes, gerar afinidade, fidelizá-los, estreitar laços comerciais com seus parceiros ou desejar simplesmente ser lembrada pelos consumidores, tornando-se uma referência em determinado segmento.

Assim, após definir o objetivo que deseja alcançar, a organização deve verificar a maior ou menor necessidade de oferecer produtos mais simples ou mais sofisticados, tendo em vista que, em qualquer caso, deve adotar outras cautelas para conseguir registrar sua marca na mente das pessoas de uma forma duradoura e bem-sucedida.

Contextualize os brindes

Outra dica de ouro para agradar seus destinatários é associar os brindes corporativos ao evento promovido pela empresa. Essa dica está relacionada à utilidade imediata das comodidades e é uma excelente técnica para garantir boas lembranças aos participantes — principalmente se os brindes forem não só úteis, mas necessários.

Um bom exemplo disso seria fornecer bonés em uma pedalada da empresa durante o dia, camisetas leves em eventos esportivos ou canecas personalizadas em festas. Já teve alguma ideia por aí?

Pense na utilidade

Outra boa estratégia para garantir que os produtos oferecidos farão sucesso e serão realmente usados pelas pessoas é investir em funcionalidade. O objetivo da oferta de brindes pelas empresas é fortalecer o nome da marca por meio da lembrança, certo? É essencial, portanto, que a empresa se preocupe em proporcionar algo que acrescente ou amplie as experiências do público, que facilite alguma tarefa ou sirva para acomodar outros produtos de uso diário.

Ao pensar em tudo isso antes, em vez de simplesmente encomendar mil canetas, você automaticamente garante uma maior vida útil dos brindes nas mãos dos participantes. Consequentemente, sua marca também será lembrada por muito mais tempo.

Associe o produto à empresa

Para garantir a rápida identificação e memorização da sua marca sempre que o presenteado usar o brinde, opte por opções que tenham a ver com o produto da sua atividade.

Que tal um exemplo para esclarecer essa técnica? Mouse pads dados por uma empresa de informática ou de processamento de dados. Pode ser também um joguinho de porta-copos no caso de uma marca de bebidas. Não faz todo o sentido?

Aposte na personalização

Se o evento for para um público pequeno, em que seja possível fazer um controle sobre a quantidade exata necessária e o nome dos participantes ou mesmo se for para os próprios colaboradores da empresa, uma forma de surpreender a todos é presenteando com brindes personalizados, com o nome ou até mesmo uma foto junto com a marca da companhia.

Essa tática certamente será muito apreciada pelo público participante do evento empresarial, que se sentirá importante e valorizado. E é justamente esse reconhecimento que consegue desencadear um círculo virtuoso de gratidão e afeto pela empresa.

Invista na qualidade

Mesmo sendo apenas uma lembrancinha dada pela organização, a qualidade dos produtos oferecidos em seu evento corporativo faz sim toda a diferença para a respeitabilidade e o nome da companhia.

Embora não seja necessário investir muito nos brindes fornecidos para que agradem os convidados, já que há comodidades dos mais variados preços, que cumprem igualmente sua missão de conquistar, fidelizar ou converter o público, eles devem ser de boa qualidade. Afinal, não fica bem associar o nome da sua empresa a um produto ruim ou de procedência duvidosa, sob pena de comprometer a confiança que as pessoas depositam na marca.

Em um mercado cada vez mais competitivo, torna-se fundamental que as organizações procurem apresentar diferenciais a seus clientes, alavancando seu nome no cenário em que atuam e largando na frente da concorrência. Para conseguir atingir um objetivo tão arrojado, é preciso ousar, apostando em estratégias diferenciadas para se aproximar cada vez mais do público e manter boas relações com parceiros, fornecedores e funcionários, tornando-se uma referência no seu segmento.

Para ajudar as organizações nessa complexa tarefa, os eventos empresarias são ótimas formas de promover o nome e a cultura corporativa, informando o público sobre as conquistas e os desafios empresariais e se aproximando da audiência — seja ela interna ou externa. Nesse contexto, os brindes dão a tônica dos eventos e são importantes mecanismos para fomentar a propagação da marca.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Gestão de riscos em eventos

 

Os eventos são uma ferramenta essencial para as estratégias de marketing e para o fortalecimento das relações entre as empresas e a comunidade, o que inclui não só o público-alvo como também os stakeholders e fornecedores.

Organizar e gerir eventos corporativos, contudo, envolve inúmeros aspectos, como a segurança, a comodidade, o nível de entretenimento, a repercussão midiática, o impacto ambiental, entre outros. Daí a importância ganha da gestão de riscos nessas ocasiões.

Pronto para se tornar um expert no tema e ver toda sua organização valendo a pena? Então, confira agora mesmo 9 passos fundamentais para garantir uma gestão de riscos eficiente!

Qual é a importância de contar com a gestão de riscos em eventos?

O risco envolve 3 componentes principais: probabilidade, impacto e evento. A probabilidade é a chance de que o risco realmente aconteça. O impacto refere-se à extensão da consequência, ou seja, a importância dele para a empresa. Já o evento é o que gera o risco.

A gestão de riscos tem como objetivo planejar e aplicar todos os recursos disponíveis para reduzir os impactos negativos dos riscos para a empresa ou instituição. Mesmo que sigamos o planejamento à risca, sabemos que fatores externos, sobre os quais não temos controle, podem exercer consequências sobre nossas atividades.

Para isso, o gestor precisa se encarregar de:

  • tornar o processo de tomada de decisões mais eficiente;
  • considerar incertezas;
  • ter um panorama completo do fluxo de processos da organização;
  • fazer com que as atividades se alinhem em benefício mútuo;
  • analisar eventos de maneira sistêmica;
  • basear-se na transparência e na ética;
  • melhorar continuamente os processos e projetos da empresa;
  • cuidar do corpo de colaboradores.

Quando conhecemos os desafios que iremos enfrentar e aplicamos as melhores estratégias para lidar com eles, você fortalece a liderança, melhora a capacidade de planejamento e colhe melhores resultados para a empresa.

As áreas mais passíveis de risco em um evento são:

  • venda de bilhetes — é preciso contar com sistemas e equipes capacitadas para lidar com valores, devoluções e gerenciamento de ingressos, que pode incluir fraudes;
  • marketing e relações públicas — o participante deve imergir em uma experiência alinhada com os valores e o propósito da marca no evento;
  • recursos humanos — é preciso minimizar qualquer possibilidade de risco aos colaboradores;
  • saúde e segurança — é necessário estabelecer planos de prevenção de danos humanos e materiais e garantir o cumprimento da legislação em relação à higiene e à responsabilidade social corporativa;
  • gestão de multidões — a segurança e a logística devem ser geridas para que o público transite com conforto;
  • transportes — além da chegada e entrega dos participantes, é preciso verificar ainda o acesso ao evento e como ele interfere no trânsito local;
  • catering — diz respeito ao risco em refeições.
  • recursos como energia elétrica, internet – fatores que exigem um plano B em caso de falhas.

O Plano de Gerenciamento de Riscos, conforme explicaremos a seguir, ajuda a organizar estas categorias de riscos. Acompanhe.

Como fazer gestão de riscos em eventos?

  1. Faça um Plano de Gestão de Riscos (PGR)

O Plano de Gestão de Riscos guia todas as ações para gestão de riscos. Basicamente, ele deve conter orientações para as seguintes questões:

  • Qual é o melhor procedimento ou metodologia para identificar os riscos?
  • Como funcionam os processos e a periodicidade do sistema gerencial de riscos?
  • Quem será o responsável pela gestão de riscos na organização do evento?
  • Como funcionará a coleta de dados e como eles serão analisados?
  1. Analise os riscos levantados

Aqui, você determinará a probabilidade de ocorrência e impacto de cada risco. Com base no nível de periculosidade, você irá hierarquizá-los para organizar os procedimentos necessários.

Para essa análise, você pode usar 3 métodos:

  • qualitativo — faça uma escala (risco baixo, médio ou alto) que ajude a formar uma visão comparativa;
  • quantitativo — mensura o impacto do risco em termos financeiros, sendo um dos métodos mais difíceis porém mais apreciados pelas empresas;
  • descritivo — não mensura a relevância do risco para a empresa pois trata-se de uma análise subjetiva.
  1. Identifique os potenciais riscos

Esse passo é importante porque determina toda a base da sua estratégia para minimizar quaisquer que sejam os riscos envolvidos. Aqui vale fazermos uma ressalva: por mais que riscos sejam comuns a qualquer evento, eventos especiais (aqueles raros, pouco frequentes ou de porte grandioso) demandam mais atenção.

E outra informação que você precisa ter em mente é o que define um risco. Os riscos são danos, ameaças ou imprevistos que mudam o curso das ações ou causam consequências significativas, capazes de afetar o evento negativamente ou comprometer seu sucesso.

Para conseguir identificar todos os possíveis incidentes que podem afetar o evento, é preciso rever detalhadamente a estrutura, verificando quais ameaças estão presentes em cada etapa — desde a divulgação e comunicação do evento até processos de logística ou transporte dos convidados, por exemplo. Vale lembrar que alguns cuidados já são comuns para a prevenção de riscos, como a contratação de pessoal qualificado e de confiança, por exemplo.

Uma conversa com profissionais experientes poderá conduzir sessões de brainstorming acertadas, que ajudem no levantamento de hipóteses. Análises de processo, de mercado (matriz SWOT) e entrevistas (Delphi) também são úteis.

Além dos riscos internos, lembre-se de considerar também os externos. Ao listá-los, detalhe ao máximo as variáveis envolvidas por meio de um Diagrama de Causa e Efeito.

  1. Diferencie riscos internos de externos

Riscos internos são aqueles imprevistos que podem vir a acontecer em consequência de falhas no planejamento e na organização do evento. Se, por exemplo, o objetivo da produção não foi suficientemente exposto ou não ficou claro, pode-se atrair o público errado. Aliás, até a definição de público mais ou menos adequado deve ser precisa, tendo sido definida com antecipação.

É preciso garantir que a comunicação e a divulgação exponham ao máximo o objetivo do evento, usando todos os recursos de mídia e tecnologia disponíveis para isso. Quando o objetivo é claro, amplamente divulgado e tem boa visibilidade, as chances de atrair o público certo são maiores. E isso depende de uma comunicação assertiva e eficiente, bem como da criatividade dos divulgadores.

Já os riscos externos são aqueles que decorrem de fatores de fora do espaço de organização do evento, como variações inesperadas das condições de trânsito nas proximidades, mudanças de caráter meteorológico, entre outras possibilidades com potencial para afetar o andamento da iniciativa.

  1. Investigue causas e avalie impactos

Na prática, os riscos não envolvem apenas questões financeiras ou comprometem só a segurança do evento. Existem ameaças que são capazes de gerar consequências severas. É o caso das fraudes, por exemplo. O único caminho para uma gestão de risco eficaz é considerar todas as ameaças existentes. Afinal, só sabendo com o que está lidando é que você consegue minimizar a ocorrência da ameaça.

No caso das fraudes, as mais comuns são caracterizadas por tentativas de burlar sistemas informatizados. Para lidar com isso, é essencial avaliar se o sistema adotado pela gestão do evento garante a segurança dos dados e dos processos. Também é importante contar com tecnologias atualizadas, que apresentam um maior potencial para a prevenção de fraudes.

Vale lembrar que a variedade de riscos em eventos é bastante ampla, podendo envolver a segurança do público convidado e dos profissionais envolvidos, afetar etapas de venda de ingressos ou entrega de convites e até comprometer a qualidade da alimentação disponibilizada no evento, o que leva a riscos relacionados à segurança alimentar.

  1. Busque e teste soluções

Depois de identificar os potenciais problemas relacionados à realização de eventos (tanto os mais comuns quanto os mais inusitados), é preciso procurar soluções que permitam impedir os incidentes ou, ao menos, contornar os imprevistos. O resultado deve poder ser revertido a favor do sucesso do evento.

Tendo conhecimento sobre as possíveis soluções, é fundamental que as alternativas sejam testadas. Para saber se uma medida pode realmente ser considerada como resolução para um problema, é preciso que sua eficácia seja devidamente comprovada. Lembre-se: o risco só está realmente afastado se a medida tem eficácia garantida.

  1. Registre os resultados dos testes

Gerir riscos significa tomar as providências necessárias para evitar ou lidar melhor com imprevistos que comprometam de alguma forma a fluidez do evento. Para isso, devem ser tomadas ações envolvendo planejamento, organização e acompanhamento.

Acompanhar implica verificar frequentemente as soluções. Daí a importância de se ter um registro do que foi testado. Ao rever os registros de incidentes e do que funcionou com eficácia (ou não) em outras ocasiões e nos testes, é possível delinear um esboço de situações de riscos. Isso prepara melhor a gestão do evento para lidar com determinadas situações assim que apareçam.

  1. Conte com planos de emergência

A gestão de riscos tem o propósito específico de evitar incidentes e preparar os responsáveis para lidar com situações inusitadas, sejam elas quais forem. Nesse sentido, poder contar com um plano B faz toda a diferença. Planos de cunho emergencial trazem mais segurança e inibem a imprudência de escolhas equivocadas. É possível ter um protocolo para ações emergenciais quando a eficácia das soluções já foi testada e a gestão do evento sabe com o que está lidando.

  1. Defina estratégias de monitoramento

Agora que você tem o trabalho de planejamento pronto, é hora de definir estratégias de monitoramento para os riscos identificados e que não puderam ser solucionados antes. Lembre-se de atualizar estes dados no seu Plano de Gestão de Riscos.

O monitoramento permite que os riscos sejam identificados em tempo hábil para que medidas corretivas e paliativas possam ser tomadas.

Quais são os maiores erros cometidos na gestão de riscos?

Aprender com a experiência de outras empresas é o primeiro passo para que você tenha mais sucesso em sua estratégia. Confira a seguir o que não fazer em seu evento corporativo.

  1. Ignorar limites

É comum que empresas tentem suavizar excessivamente os riscos ou percam muito tempo se preocupando com eles e negligenciando outros aspectos da gestão de eventos.

É preciso ter em mente que os riscos são incertezas que podem impactar na reputação e nas atividades da empresa. Não dá para fugir deles na discussão de pautas. Contudo, tratar situações inusitadas ou com baixíssima probabilidade de acontecerem como foco principal não é inteligente.

Quando os custos e o esforço excedem os benefícios, é preciso repensar certas escolhas para seu evento. É melhor manter uma estrutura mais simples e efetiva do que fazer um verdadeiro espetáculo pirotécnico que ameace a reputação de sua empresa. Diante disso, dê prioridade para o que é realmente relevante. Fique atento aos eventos extremos, mas cuide de gerenciar aquilo que pode ser controlado. A cautela e a ousadia podem andar juntas.

  1. Não se ater à comunicação

A comunicação entre as equipes é essencial para qualquer atividade na empresa, e para um evento corporativo, não seria diferente. Além de facilitar o ato de delegar tarefas, é preciso que as equipes tenham um fluxo de processo funcional, capaz de ampará-las em situações de emergência.

A negociação e a escuta devem ser uma prioridade na organização de eventos. É comum que os gestores falhem nessas tarefas pelo fato de não escutarem trabalhadores experientes que têm contato direto com as situações. Portanto, eles têm grande ciência sobre os riscos envolvidos ali.

Dê abertura para que os colaboradores relatem as suas experiências e pense em práticas mais colaborativas e integradas para o seu planejamento. Assim, todo mundo sai ganhando!

  1. Subestimar o planejamento

O planejamento da gestão é a etapa-chave para o gerenciamento de riscos. Ela envolve todos os atributos importantes para que sua estratégia dê certo: a identificação de riscos, o estabelecimento de respostas a eles e o monitoramento. Ele também contém a definição de competências, de modo que as equipes saibam a quem se reportar caso algo aconteça.

O planejamento evita improvisos mal sucedidos e alterações excessivas no roteiro, responsáveis por problemas de prazos,mudanças no orçamento e queda de qualidade. É bem verdade que, durante a organização de um evento, as mudanças são necessárias, mas eles devem ser cuidadosamente controladas para não impactar negativamente sobre as demais etapas.

Para não fracassar no alcance dos objetivos do evento, não ter seu evento influenciado negativamente por fatores fora de controle ou não ter que lidar com a insatisfação do público por não ter proporcionado uma boa experiência, o caminho é apostar na gestão de riscos.

Ao se preparar um evento, a intenção é que tudo saia conforme o planejado e que o desfecho seja um sucesso, certo? Porém, assim como em outros segmentos de mercado, existem riscos que escapam de nossa esfera de controle.

É fundamental, portanto, ter um posicionamento maduro e lidar adequadamente com eles. A gestão de riscos em eventos busca maneiras eficientes para evitar ou contornar transtornos. Para isso, é necessário ter experiência sobre o meio e considerar detalhes que envolvem até mesmo as condições do local e do seu entorno.

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Aprenda a deixar seu evento interativo e conquistar o público

 

Já parou para pensar que empresas organizadoras de bons eventos na área em que atuam sempre são lembradas de maneira positiva? Pois é por isso que os responsáveis pela sistematização e logística desse tipo de produção devem se atentar aos mínimos detalhes, cuidando para que tudo saia conforme o planejado. Assim, desde a contratação dos fornecedores, passando pela impressão e divulgação do material gráfico, até se chegar ao feedback dos participantes, tudo precisa estar alinhado ao objetivo principal do evento (que, na maioria dos casos, é a divulgação da empresa organizadora).

E essa premissa também se aplica à questão da interatividade, afinal, estamos vivendo uma era em que a tecnologia e a interação são fatores fundamentais na vida das pessoas. Por isso, organizar um evento interativo, que permita que os participantes agreguem novos conhecimentos, ampliem seu networking ou simplesmente se entretenham durante alguns momentos pode transformar a ocasião em um grande sucesso. Com isso, as vantagens para a empresa só aumentam!

Que tal aprender a deixar seu evento corporativo interativo e conquistar de vez seu público-alvo? Então confira nosso post de hoje:

Público participante

Esse definitivamente precisa ser o primeiro passo. É simples: toda a organização do evento tem que ter como premissa atrair e agradar o público-alvo. Mas quem são esses participantes? Qual é a faixa etária média? O público será composto só por mulheres, só homens ou será misto? O que eles buscam ao se inscrever no evento? Coletadas essas informações, fica muito mais fácil determinar como deve ser o evento e o que ele disponibilizará em relação à interatividade.

Apenas mais um detalhe: tenha sempre em mente que toda e qualquer ação de interatividade contratada também precisa estar alinhada aos propósitos da empresa organizadora e à imagem que ela deseja passar. Não se esqueça, afinal, de que o evento funcionará como uma vitrine para contatos e interação entre clientes e fornecedores.

Ações promocionais

Sabia que a interatividade pode estar presente até mesmo em ações pré-evento? É o caso da divulgação de conteúdo relevante para os prováveis participantes, por exemplo. A empresa pode criar campanhas de e-mail marketing com conteúdo interativo (como vídeos com dicas) e ter um site estruturado para divulgar o evento. Só essa iniciativa já pode despertar o interesse de diversos outros participantes.

Divulgar o evento em publicações e na imprensa especializada da área também pode render bons frutos. É possível, inclusive, selar parcerias com as editoras especializadas, permitindo que elas montem um estande no evento em troca da divulgação. Contar com o apoio dessas e outras parcerias, disponibilizando um local no evento onde possam divulgar seus lançamentos e promover atividades interativas com o público é uma ótima pedida. Sua presença pode, inclusive, atrair mídia espontânea, dando maior visibilidade à empresa organizadora.

Escolha interativa

Como já foi dito anteriormente, até mesmo a interatividade em eventos precisa estar alinhada aos propósitos e objetivos da empresa organizadora. As ações devem, portanto, transparecer a ideologia da empresa e apontar objetivos, além de, é claro, mostrar afinidade com o público.

Antes de optar por uma ou outra alternativa, porém, conheça bem o local onde o evento será sediado e quanto você dispõe no orçamento para esse ponto. Pense bem: de nada adianta contratar uma excelente banda, que demande uma grande área para montar o palco, se o espaço disponível para isso é insuficiente!

Para você não correr o risco de ficar sem ideias, listamos aqui algumas sugestões de entretenimento interativo que podem fazer toda a diferença em seu evento corporativo. Curioso? Veja só:

Bandas

Bandas costumam ser o entretenimento mais comum em eventos corporativos. E não é para menos! Elas deixam as pessoas mais à vontade e, consequentemente, promovem uma maior interação entre os participantes. Só vale ficar atento ao escolher o repertório e o tipo de música, que têm que estar alinhados com os gostos do público-alvo e também com a imagem que a empresa organizadora gostaria de passar.

Workshops e oficinas

Organizar workshops e oficinas interativas é uma ótima maneira de oferecer um conteúdo diferenciado aos participantes do evento. Por meio da orientação de profissionais e especialistas no assunto, as pessoas podem não só se divertir como aprender algo novo. Não parece ser a melhor combinação?

Shows de comédia

Os shows individuais de comédia (ou stand-ups) estão bastante em alta atualmente. Neles, os comediantes interagem com o público, conseguindo fazer humor sobre praticamente qualquer assunto. As grandes vantagens desse tipo de entretenimento é que ele realmente prende a atenção do público e ao menos algumas das questões levantadas durante o show podem ser previamente acordadas. Dessa forma, você pode trazer à tona assuntos relevantes para o evento, mas de uma maneira extremamente leve e bem-humorada.

Cabines fotográficas e caricaturas

Apesar de esses tipos de entretenimento não abrangerem todos os participantes ao mesmo tempo e terem uma duração curta, podem ser bastante frutíferos para divulgação do evento. Isso porque, ao tirar fotos na cabine ou se sentar para ser desenhado por um caricaturista, o participante acaba levando para casa uma lembrança física do evento, que pode servir como uma divulgação da empresa ou como uma reafirmação da marca ou do produto.

Teatro de improviso

Assim como os shows de comédia, o teatro de improviso é uma excelente maneira de manter o público atento e promover a empresa organizadora. Nesse tipo de espetáculo, um grupo de teatro cria cenas improvisadas tendo como temas assuntos sugeridos pela própria plateia. Isso acaba criando uma conscientização do público sobre questões importantes e recorrentes no ambiente corporativo de uma maneira lúdica e divertida. Se o evento corporativo em questão for um treinamento interno, por exemplo, o teatro de improviso pode ser utilizado como uma forma sutil de trabalhar questões importantes para a empresa.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Eventos 2019: expectativas e cenários

 

Texto de Vanessa Marin

2018 terminou! O que nos espera em 2019?

Otimismo, mercado em crescimento, retomada da economia, orçamentos corporativos maiores para eventos?

Sim, esta é a voz do mercado brasileiro ouvido para o estudo recente publicado pela Revista Eventos , que valida e está em sintonia com outras pesquisas realizadas agora no Brasil. Como a realizada pela Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo, no qual 94% dos entrevistados crê que 2019 será um ano de evolução.

Pesquisa trimestral da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em dezembro/2018 apontou que 77,3% dos profisisonais esperam aumento nas vendas nos próximos 12 meses e 41,2% disseram que terão aumento na verba de marketing. Números divulgados pela Abracorp – Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas também sobre o 3º trimestre/2018, igualmente apontam para crescimento: 17,5% nas vendas do aéreo nacional e 10,2% em volume de bilhetes emitidos.

Se é esperado crescimento econômico e maior volume de negócios, quais serão as principais diretrizes que nortearão esta evolução do mercado?

Cenários em 2019 para os eventos

Você está enganado se pensa que as inúmeras opções tecnológicas direcionadas aos eventos sejam o que há de mais importante no setor. Isso não é verdade. Elas são e serão apenas o meio utilizado para atender ao bem maior: o participante. Ele é e será o rei absoluto da mente e do coração das empresas e do profissional de eventos. Absolutamente tudo foi e é direcionado para que eles possam ser envolvidos cada vez mais no evento e todos os stakeholders.

Assim, um dos mais fortes aspectos de 2018 se fortalecerá em 2019: os participantes querem interagir, participar, serem escutados e terem voz ativa. Ou seja, querem experiências e envolvimento com todos os stakeholders (os demais participantes, o evento, os palestrantes, patrocinadores e expositores).

Todos os mais relevantes sites e formadores de opinião internacionais apontaram e nomearam inúmeras novidades e fatos importantes do setor durante o ano de 2018. Sem exceção, o foco de cada uma delas tinha como pano de fundo e objetivos cativar o participante e superar resultados corporativos positivos.

Da mesma maneira, a principal ênfase e o motivo de sucesso de todos os eventos direcionados aos profissionais de eventos mais renomados e desejados foi a de oferecer novos formatos, ideias e instrumental para conseguir estes dois objetivos.

Por isso, a criatividade, a inovação, as novidades tecnológicas e todas as demais ações desenvolvidas no e para o mercado de eventos no passado recente tiveram na sua essência superar as expectativas de consumidores e empresas clientes.

Esta realidade pungente transformou e impactou todos os aspectos do mercado de eventos até agora. E as transformações vão continuar em 2019, embaladas pela previsão de crescimento econômico no país e de orçamentos maiores de eventos pelas empresas:

Formato, duração e tipologias – Palestras mais curtas, focadas e envolvendo hands-on experience, ou experiências com “mão na massa”. Workshop e oficinas são os que despertam maior interesse. A duração do evento e, consequentemente, das ações que devem ser trabalhadas transcendem muito o reduzido prazo de sua realização. Ele expandiu e inclui as suas edições anterior e posterior, às vezes de mais de uma edição.

Locais – se destacarão aqueles que oferecem ambientes multiuso e com as maiores facilidades para a interação dos participantes, seja em mobiliário confortável e diferenciado, facilidade de conexão e sociabilização.

Customização – compreender o que o perfil do participante deseja, segmentando-os ou agrupando-os em grupos afins e personalizando partes do evento (como programação flexível) para que sintam que suas necessidades e expectativas específicas estão sendo atendidas. O que já foi considerado impossível, já é realidade e se fortalecerá em 2019. A chave do sucesso está nos demais itens: big data ou dados em grande volume, colhidos e analisados em tempo real.

Crowdshaping – é a coleta de dados em grande escala, em tempo real, para medir comportamento do evento, utilizando todas as ferramentas e tecnologias disponíveis (aplicativos, mídias sociais, wereables, beacons, etc). Seu crescimento é certo. Os melhores resultados serão obtidos para aqueles que definirem melhor qual data obter, quando usar, quais instrumentos de coleta adotar e onde estes dados serão guardados.

Métricas – A definição e utilização de métricas e indicadores (comparativo entre as métricas) de avaliação vem ganhando importância crescente nas prioridades dos organizadores e clientes, bem como a cada vez mais sofisticada análise comportamental dos stakeholders. A customização promove interatividade, que por sua vez traz o engajamento. Para conseguir o engajamento desejado, é imperativo ter as informações corretas (aquela que permitirá ao evento satisfazer as necessidades e desejos dos participantes), atualizadas em tempo real.

Conteúdo – O conteúdo apresentado deve ser interativo, misturando conhecimento, depoimentos, troca de experiências e estímulo à cocriação. Customizado e orientado para que possa o evento ofereça grande valor e possa ter mais significado para os participantes. As plenárias, ou sessões onde todos os participantes são esperados continuarão a existir, mas ganharão importância crescente os temas mais específicos e, consequentemente, direcionados para grupos menores.

Interação e integração mais profunda – estruturação de atividades e locais adequados para que as pessoas possam aprofundar seus contatos e aprendizado em nichos ou em pequenos grupos.

Sustentabilidade – todos os aspectos se destacam. Dentro do tripé da responsabilidade social, inclui o respeito a diversidade cultural, raça e credo e do respeito às restrições alimentares, de locomoção, etc. O consumidor valoriza o relacionamento com empresas que tenham propósito. Os eventos precisam falar esta mesma linguagem.

Segurança em todas as áreas – relevância crescente para todos os tamanhos de eventos e abordando todos os aspectos, inclusive a cibernética (proteção dos dados e das transações online). A melhoria da tecnologia de reconhecimento facial vem promovendo crescimento na sua utilização no exterior, em especial no credenciamento, mas também no reconhecimento das emoções e do comportamento da audiência nos eventos.

GDPR e LGPD – A partir de 25/05/18, entrou em vigor o GDPR – General Data Protection Regulation ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, novo regulamento da União Européia sobre a captação e privacidade dos dados pessoais dos consumidores, independente de onde estão localizados. Já está claro que as adaptações transcendem os aspectos jurídicos, mas também os técnicos como a remodelação do armazenamento das informações. No Brasil, a LGPD, sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, entra em vigor em fevereiro/2020 e tem como foco garantir a privacidade dos dados pessoais através de regras claras dos processos de coleta, armazenamento e compartilhamento dessas informações. Ambos continuarão a ser fortes reguladores das ações corporativas, incluindo os eventos.

Este cenário certamente demandará profissionais ainda mais qualificados para atender às necessidades dos clientes. Você está preparado para se destacar?

Fonte: www.revistaeventos.com.br

 
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Comida em viagem: bonitinha, mas ordinária

 

Em destino desconhecido viajante descolado não se deixa enganar só pela aparência da comida pois pode estar contaminada

Água duvidosa – comida de rua encanta o turista pelo cheiro e aparência, mas ninguém sabe qual a água que foi usada.

Texto: Fabio Steinberg

Comer e coçar é só começar, já dizia o antigo ditado. Afinal, ninguém é de ferro e pode perder a cabeça diante da aparência e sabor de uma comida apetitosa. Isso ocorre principalmente na alimentação em viagens, quando o turista está com sua guarda mais baixa e aberto a novas experiências. É então que ele se deixa seduzir pelo trio fatal “lugar diferente – estômago vazio – gastronomia apetitosa”. Depois paga a conta da saúde por sua gulodice desvairada.

Falta de higiene

Em ambientes desconhecidos e carentes de higiene, há um risco real de contaminação. Não se engane: por trás do cheiro delicioso e sabor exótico de um alimento pode habitar um exército de bactérias, parasitas e vírus. Autoridades em controle de doenças estimam que a comida imprópria pode causar mais de 200 tipos de enfermidades. Mas não se apavore. Há sete cuidados principais listados pelo site Smarter Travel para evitar transtornos digestivos. Por sinal, a maior parte está relacionada à água não tratada.

  1. Água da bica – é disparado a campeã dos vilões. Se não for tratada, pode provocar diarreias, rotavírus, ou até doenças mais sérias. Não dá para se basear nos hábitos da população local, pois seus organismos podem já estar imunizados. Para evitar problemas, melhor beber água engarrafada, se possível de marca conhecida, ou então fervida. Tampouco é recomendável escovar dentes com água da torneira em lugares desconhecidos.
  2. Gelo – É engano achar que germes de água contaminada morrem ao serem congelados. Como nem sempre dá para saber a origem do gelo consumido, melhor evitá-lo. Na dúvida, só consumir se veio de água engarrafada, fervida ou tratada. Para fugir dos riscos melhor beber água, refrigerante ou cerveja se em garrafa ou água.
  3. Mãos lavadas – não basta o viajante fazer isto, mas tem também que confirmar se quem prepara ou manipula os alimentos adota a prática. Qual a garantia de que a comida ingerida não foi tocada por mãos contaminadas? Há indicadores que ajudam a avaliar se um local cuida bem da higiene. Por exemplo, a ausência de sabonete nos banheiros, atendentes pouco asseados ou ignoram noções de higiene, ou que usam roupas sujas.

Longe dos olhos – Em cozinha mambembe ou de rua quando o cozinheiro lava as mãos?

  1. Comida crua – por trás de uma inocente salada pode se esconder um exército de germes. Por isto, melhor não consumir vegetais ou legumes crus que podem vir de água não tratada. Frutas, só sem casca. Na dúvida, siga a regra: ferver, descascar, cozinhar ou esquecer.
  2. Moscas na comida – ninguém merece uma comida frequentada por moscas. Quando pousam nos alimentos, estes insetos antipáticos produzem dois tipos de contaminação. Um, as patas deixam resíduos de tudo por onde a mosca passou antes – melhor não entrar em detalhes. Dois, elas depositam como brinde extra os restos daquilo que digeriram por aí. Por isto, é arriscado comida de buffet ou de rua, geralmente o lugar favorito para seus sobrevoos maléficos à saúde.
  3. Preferência pelo quente – comida recém preparada, bem cozida e quente, é sinal positivo em segurança alimentar. Uma bactéria se multiplica com maior facilidade em alimentos pouco frios (acima de 4º) ou malcozidos (menos de 60º). Mas ninguém viaja com termômetro no bolso. Por isto, é mais saudável optar por lugares que fazem comida na hora. Mas que ela venha sempre bem quente, quase fervendo, a ponto de queimar a língua.
  4. Cuidado com o sol – comida pronta pode ser consumida em até duas horas. No entanto, ela se estraga em menor período se a temperatura ambiente for superior a 32º. Debaixo do sol o alimento se deteriora ainda mais rápido. Como o calor amplia o desenvolvimento de bactérias, melhor fugir de comida de rua, exposta diretamente ao calor do sol.

Pode haver riscos de contaminação na alimentação em viagem, mas não precisa exagerar nos cuidados!

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 

 
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Saiba como elaborar uma check list de eventos e evitar imprevistos

 

São muitas e muitas as empresas que já notaram o potencial que os eventos corporativos apresentam em termos de estratégia de marketing. Aliás, você já reparou como essas iniciativas têm sido cada vez mais frequentes? E não é para menos! Essas ocasiões são perfeitas para atrair e fidelizar clientes, bem como para melhorar o relacionamento com fornecedores externos, além, é claro, de potencializar relacionamentos e resultados dos próprios funcionários.

O detalhe é que a gestão de eventos é como uma faca de 2 gumes. Quando bem realizada, seja qual for o objetivo, ela dá um retorno extremamente satisfatório. Por outro lado, quando surge algum problema, os prejuízos causados podem transformar esse transtorno em uma falha simplesmente inesquecível.

Para você conseguir organizar eventos completos, sem maiores complicações e tendo tudo prontinho com a devida antecedência, separamos aqui algumas dicas valiosas. Com elas, será possível montar uma checklist de eventos completa! Pronto para deixar o pânico de imprevistos no passado? Então confira!

Checklist de eventos: ferramenta para o sucesso

Por mais que a organização de eventos seja sempre desafiadora, você pode facilitar bastante o processo e diminuir os riscos ao preparar uma checklist a fim de ajudá-lo a controlar todos os fatores necessários para o sucesso da sua iniciativa.

Estamos falando basicamente de uma listagem de pontos de verificação contendo todos os itens necessários para você organizar os próximos eventos da melhor forma possível, preparado para lidar com qualquer eventualidade. É, portanto, uma ferramenta de extrema importância. Mas você por acaso sabe o que deve fazer para montar uma checklist? Vai aprender agora!

  1. Defina seus objetivos

Antes de mais nada, defina o público a ser alcançado e os objetivos do evento. Se você quer lançar um novo produto, invista em materiais informativos de qualidade, em um ambiente favorável à interação do público com a empresa e em entretenimento informativo. Já se a proposta é melhorar o relacionamento da empresa com seus parceiros e colaboradores, aproveite para levar o máximo possível de informações sobre seu negócio, mostrando os benefícios obtidos graças à atuação em conjunto.

  1. Levante informações relevantes

Crie um formulário para buscar e registrar todas as informações relevantes para a realização da atividade, como:

  • tipo e nome do evento;
  • objetivo e tema;
  • número de convidados;
  • atividades a serem realizadas;
  • duração;
  • cronograma;
  • orçamento.

Obviamente, dependendo dos objetivos e do tipo de evento, pode ser preciso reunir mais informações. Então fique atento! Esses dados são extremamente necessários para identificar não só as possibilidades, mas também os riscos no momento da elaboração do planejamento.

  1. Pense na data

É essencial definir a data o mais rapidamente possível para se ter tempo suficiente a fim de planejar cada detalhe do evento sem pressa, começando pela divulgação e pelo envio dos convites — ou a venda de ingressos. Verifique se não há outros acontecimentos, festividades ou feriados próximos à data pretendida, porque isso pode diminuir bastante o público do evento, acabando com as expectativas de sucesso. Escolha com cuidado!

  1. Fique de olho no orçamento

Tenha muito cuidado com a verba disponibilizada, definindo quanto pretende gastar com cada elemento e se precavendo para não ultrapassar o orçamento. Especialmente se a verba não for grande, tente definir local e fornecedores o quanto antes para conseguir negociar preços mais baixos e condições de pagamento melhores. Essa antecipação gera, portanto, redução dos custos.

Prepare uma lista com todos os acordos fechados, seus valores e prazos de pagamento para que nada fuja do controle. Além disso, procure pensar em tudo que possa gerar custos extras no seu orçamento. Desde a definição do local e dos fornecedores até os brindes que serão distribuídos, tudo deve ser previsto para você não ter surpresas desagradáveis.

  1. Escolha o local

Agora que você tem os objetivos devidamente definidos, levantou e registrou as informações mais relevantes e resolveu a data do evento, chegou a hora de escolher o local. Antes, relembre as informações levantadas e os objetivos do evento, que devem ser levados em conta nessa definição.

De toda forma, alguns critérios são comuns a todo evento. Você deve, por exemplo, procurar por um espaço de fácil acesso e que ofereça todos os recursos necessários ao cumprimento dos seus objetivos, como:

  • espaço suficiente para a montagem da estrutura;
  • quantidade ideal de assentos para proporcionar conforto aos convidados;
  • tipo de piso e segurança contra incêndios;
  • púlpito, palco e suporte para bandeiras;
  • iluminação e sonorização de boa qualidade.

Procure observar os mínimos detalhes, desde a decoração até a acessibilidade para pessoas com deficiência. A propósito, não esqueça que locais preparados para receber um público variado dão maior credibilidade ao evento.

  1. Relacione todos os fornecedores

Relacione o nome de todos os fornecedores contratados para a execução do evento, incluindo as atividades que eles vão desempenhar e seus respectivos contatos. Esse ponto é de extrema importância para o caso de algum imprevisto, pois dá o suporte necessário para uma rápida tomada de decisão.

Precisa entrar em contato especificamente com o responsável pelo buffet? Lá está seu nome, seu telefone e um resumo do que ficou combinado. Acredite: muitos erros acontecem pela simples falta dessas informações em uma checklist.

  1. Monte um cronograma

Defina prazos para o início e também para a conclusão de cada uma das etapas. Faça um acompanhamento constante para ver se tudo está saindo de acordo com o cronograma e vá atualizando o status conforme as atividades são concluídas. Esse controle ajudará muito na organização!

  1. Acompanhe o evento de perto

No dia do evento, esteja com sua checklist em mãos para confirmar que está tudo certo e preparado para quaisquer eventualidades que possam acontecer. Esteja lá para se certificar de que tudo está acontecendo conforme o planejamento e fique atento para antever possíveis insatisfações.

Como você pode ver, esse trabalho de gestão não é nem um pouco simples! Mas a elaboração de uma checklist de eventos já consegue facilitar bastante sua organização, minimizando as chances de erros. Elabore quantas checklists forem necessárias para transformar seu evento em um grande sucesso!

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Organizador de eventos: entenda o perfil e o papel desse profissional

 

Diversas empresas têm investido bastante em eventos corporativos para superar a concorrência e a competitividade do mercado, que está cada vez mais acirrada. Seja em palestras, simpósios, congressos ou workshops da área, o segredo está em promover a troca de conhecimentos e o estreitamento de laços com clientes, fornecedores e parceiros, bem como fortalecer a marca e reter talentos.

Para alcançar todos esses objetivos, esses eventos devem ser o mais organizados possível. E é aí que entra o papel do organizador de eventos. Dentro desse contexto, a profissão tem se destacado, pois cabe a esse profissional planejar, organizar e fazer os mais diversos tipos de eventos corporativos realmente acontecerem.

Eles desempenham, portanto, um papel crucial em praticamente qualquer gestão. Mas o que faz, na prática, um organizador de eventos e qual é o papel desse profissional dentro das empresas? Pois é o que você vai descobrir no post de hoje! Continue a leitura e fique por dentro!

O que faz um organizador de eventos?

Basicamente, o organizador de eventos é aquele profissional responsável por planejar, sistematizar e produzir qualquer tipo de evento: conferências, palestras, feiras e jantares corporativos, dentre outras possibilidades.

As atividades envolvidas na profissão englobam desde a criação e o desenvolvimento do conceito do evento, passando pela providência de toda a documentação necessária, pela pesquisa de orçamentos e pelo contato com fornecedores, clientes e equipe de trabalho. É ele também quem cuidará da reserva de local e equipamentos, promoção, marketing e acompanhamento do desenrolar do evento.

É claro que, para dar conta de todo esse trabalho, o organizador de eventos normalmente tem o auxílio de uma equipe, que o ajuda nas tarefas necessárias para que o plano se transforme em ação exatamente como imaginado. E é justamente por gerenciar uma equipe de trabalho que esse profissional também funciona como um elo de ligação entre o time e a diretoria da empresa.

Qual deve ser o perfil desse profissional?

Como você já deve ter percebido, ser um organizador de eventos corporativos é um trabalho que exige bastante empenho de seus profissionais, não é mesmo? Mas, além disso, para se destacar na profissão, algumas características são mais que bem-vindas. Na verdade, são peças-chave. Confira quais são elas:

Organização

Pesquisar e negociar com fornecedores, promover ações de marketing, buscar parceiros e gerenciar uma equipe são algumas das responsabilidades básicas do organizador de eventos.

É por essas e outras é que a organização deve ser uma característica muito bem desenvolvida nesse profissional. Afinal de contas, gerenciar todas essas atividades com excelência pode se transformar em uma algo bem complexa sem o mínimo de organização e controle, não concorda?

Flexibilidade

Não tem como escapar: as coisas nem sempre saem como planejamos. E a realidade não poderia ser diferente no mercado dos eventos corporativos. Imprevistos podem até tardar a surgir, mas eventualmente costumam sim marcar presença.

Por isso é que o organizador de eventos deve ter um excelente jogo de cintura, a fim de driblar as adversidades que aparecerem pelo caminho, de maneira a não deixar que elas prejudiquem o andar da carruagem ou tornem o evento um fracasso.

Comunicação

Como já mencionamos anteriormente, o organizador de eventos é responsável por gerenciar uma equipe e fazer contato com fornecedores, patrocinadores e clientes. Por isso, ter uma excelente capacidade de comunicação é item indispensável. Essa característica pode, inclusive, ser crucial na hora de negociar valores e fechar contratos, bem como para conseguir patrocínios e doações.

Liderança

Ainda seguindo a premissa de que na organização de eventos, sempre há um time trabalhando em conjunto, cabe ao organizador liderar, gerir e orientar a sua equipe, a fim de que tudo saia conforme o planejado, fluindo da melhor maneira possível.

É preciso entender que cada membro da equipe funciona como uma peça que tem uma função específica, imprescindível para o funcionamento do todo. Assim, capacidade de liderança, escuta ativa, mediação de conflitos, controle emocional e habilidade de manter a motivação em busca do objetivo final são características essenciais.

Disposição

Estar disposto a conhecer as inovações em ferramentas e serviços, cada dia mais comuns no mundo dos eventos corporativos, é uma qualidade extremamente desejável nesse contexto. Com o objetivo de deixar o evento mais atrativo, reduzir os desperdícios e diminuir o tempo gasto em determinadas atividades, essas ferramentas são a vanguarda do setor.

Criatividade

Além disso, a criatividade também é de grande ajuda nessa profissão. Para ser mais realista: ela é essencial. Como são responsáveis pela criação do evento e, antes disso, por todo o seu conceito, essa característica pode contribuir bastante para o planejamento de experiências realmente surpreendentes, fora do senso comum, e para vencer os desafios que venham a surgir.

E quanto aos conhecimentos técnicos?

É claro que possuir todas as características citadas acima já é um grande passo na hora de se destacar como um excelente organizador de eventos. Mas é preciso esclarecer que apenas possuir um bom perfil pode não ser suficiente para desempenhar essa função.

Afinal, com o aumento da demanda por profissionais na área, a qualificação e os conhecimentos técnicos passaram a contar bastante.

Nesse cenário, marketing, logística, finanças, administração, informática, tecnologia e até mesmo conhecimentos em psicologia, sociologia, redação e idiomas fazem parte do escopo técnico necessário para ser um organizador de eventos realmente qualificado para o desempenho da profissão.

Tanto que, hoje em dia, já existe uma quantidade considerável de cursos superiores, especializações e pós-graduações no setor em todo o país!

Essas formações duram em média de dois a quatro anos e incluem conteúdo que facilitará o entendimento sobre a organização estrutural de um evento, contratação de serviços, documentação, etiqueta social para o contato com os clientes, aulas de protocolo, planejamento e criação de projetos.

Acreditar que a organização de um evento depende apenas de talento pessoal pode trazer problemas para os profissionais. Assim como em outras profissões, qualquer erro pode comprometer a sua imagem e a do seu cliente.

Há muitos casos, inclusive, de eventos catastróficos com quedas de palanque e documentação irregular que impossibilitaram sua realização, por exemplo.

E qualquer situação negativa cai na conta do organizador. Evitá-las é possível com preparação técnica, atualização e conhecimento dos melhores caminhos a seguir. Além disso, quanto mais qualificado um profissional for, mais requisitado no mercado ele será.

A boa notícia é que existem empresas especializadas na organização de eventos corporativos, que podem ajudar demais na criação, no planejamento e na organização, tudo de maneira extremamente profissional.

Nesses casos, o organizador de eventos funciona como a principal ponte de ligação entre a empresa contratada e a corporação, representando os interesses do negócio e se certificando de que tudo sairá de acordo com o roteiro.

Como é a rotina desse profissional?

O mercado de trabalho para o organizador de eventos é bastante variado. Além de trabalhar em eventos corporativos, o profissional pode trabalhar em setores públicos, ONGs, clubes e hotéis, centros culturais e agências particulares.

E hoje, com a ajuda da tecnologia já existem profissionais especializados na organização até mesmo de eventos digitais.

As condições de trabalho são distintas, já que cada evento possui uma finalidade diferente e um público único, por isso de modo geral não existe uma rotina para quem trabalha com essa área. No entanto, algumas atividades fazem parte das demandas diárias de quase todos eles durante a organização de um evento. São elas:

  • criar um planejamento, também conhecido como “pré-evento”, para evitar possíveis falhas;
  • verificar as métricas e desejos do cliente;
  • pesquisar fornecedores e negociar descontos que se encaixem no orçamento;
  • escolher o melhor local de acordo com a proposta do evento e número de participantes;
  • investir em divulgação;
  • se relacionar com o público interno durante o evento;
  • obter feedbacks dos participantes após a realização.

Quais são os maiores desafios?

Um organizador terá uma vida marcada por surpresas, afinal nunca se sabe o que pode acontecer durante um evento e quais problemas terão que ser resolvidos rápido. Na carreira, de um modo geral, outros desafios também podem atrapalhar a vida desse profissional. Confira alguns exemplos:

Estabelecer uma boa rede de contatos

Antes de lançar o seu nome no mercado é importante que todo organizador de eventos estabeleça uma boa rede de contatos. Networking é importante para qualquer profissão, pois abre as portas para as oportunidades, mas no caso desse profissional ele se torna fundamental para aproximar os melhores fornecedores, colaboradores e futuros clientes.

Para criar a sua rede comece a se relacionar com as pessoas a sua volta!

Criar uma imagem no mercado

Como as pessoas conhecem o seu trabalho? Como poderão entrar em contato com você e solicitar um orçamento? Estabelecer uma boa imagem no mercado é importante para atrair possíveis clientes, por isso invista em bom marketing pessoal. Ou seja: saiba se vender!

Isso envolve divulgar as suas experiências, criar um portfólio com os eventos realizados e cuidar de você mesmo, observando seu jeito de se portar, aparência profissional e maneira com que trata as pessoas.

Entender os interesses do clientes

Nenhum evento possui uma cartilha pré-estabelecida que pode ser seguida por todos os organizadores. Enquanto alguns são mais sofisticados e possuem protocolos mais rigorosos, outros são mais simples, com um público menor. Para fazer com eles deem certo é preciso saberidentificar o perfil dos seus clientes e do público que ele pretende atingir.

E esse é um dos maiores desafios dessa profissão. Afinal, não adianta usar todo o seu conhecimento e criatividade para criar algo que seja fora do gosto pessoal das partes interessadas e dos contratantes. Desde a escolha do local até a escolha dos serviços, tudo precisa estar adequado aos gostos e preferências do cliente e do seu público-alvo.

Lidar com os imprevistos

Como já dissemos neste artigo, por mais que um evento esteja planejado nos mínimos detalhes alguns imprevistos podem surgir. Ter jogo de cintura para saber lidar com eles e manter sempre um plano B é importante, mesmo que você não tenha ideia de qual problema vai aparecer.

Para isso, crie cenários do que pode dar errado e algumas soluções hipotéticas, tenha sua equipe integrada e se comunicando durante toda a realização do evento e não se desespere. Manter a calma ajuda na tomada de decisões e a solucionar desafios da melhor forma possível.

Trabalhar em equipe

Saber como agir na hora de liderar e trabalhar em equipe pode ser um desafio para os organizadores, pois com o estresse do dia a dia de trabalho perder a cabeça é algo fácil!

Organizar eventos envolve comandar um time, designar as funções certas e explicar com detalhes a cada um o que precisa ser feito. Para que um trabalho de excelência seja feito também é preciso que todos se sintam motivados e sem uma figura de liderança essa missão é quase impossível.

Saber negociar

O seu talento como um bom organizador também está em saber negociar. Produzir eventos conta com um orçamento determinado, e muitas vezes limitado, e você terá que dar o melhor de si para que ele seja suficiente para o espaço, time de colaboradores, equipamentos, comida e bebida, segurança e assim por diante.

Neste ponto, pesquisar e encontrar os melhores fornecedores e pedir uma redução é um desafio e requer bons argumentos. Por isso se prepare!

Treine seu discurso, estude estratégias de comunicação, firme parcerias para as próximas contratações e ofereça concessões. Se você dominar a arte de negociar o céu será o limite para a sua carreira.

Manter-se motivado

Quem trabalha com produção de eventos precisa gostar muito do que faz. Especialmente porque essa profissão exige muito do seu profissional: noites em claro, muita organização e capacidade de resolver problemas com rapidez. Sempre com um sorriso no rosto!

Manter-se motivado e buscar atualização nessa profissão precisa ser uma meta diária ou será difícil cativar clientes, inovar e realizar um bom trabalho.

Uma das melhores maneiras de buscar essa motivação é se orgulhar do que faz e encarar com otimismo o que porventura não venha a dar certo.

E aí, gostou de saber mais sobre o perfil e o papel do organizador de eventos corporativos? Compartilhe essas dicas nas redes sociais e ajude outros profissionais da área a também dominarem o assunto! ​

Fonte: www.copastur.com.br

 
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Buffet para eventos: saiba o que fazer para não errar na escolha

 

Os eventos empresariais são excelentes oportunidades para divulgar o nome do negócio e estreitar os laços com parceiros, clientes e colaboradores. Afinal, além de  propícias ao networking, essas oportunidades também aumentam a integração e o diálogo entre os próprios membros da equipe, bem como entre eles e o público externo à organização, incentivando a parceria e o espírito de cooperação.

Mas para assegurar que tudo saia como o planejado, é importante ficar atento a uma série de detalhes na hora de escolher o buffet para eventos, garantindo que a ocasião seja um verdadeiro sucesso e traga ainda mais prestígio e renome para a corporação. Para ajudar sua empresa a não cometer erros graves, preparamos 6 dicas fundamentais sobre o que deve ser avaliado na hora de escolher o buffet de um evento corporativo. Confira!

Objetivo do evento

O gênero evento empresarial comporta várias espécies de celebrações, indo desde o lançamento de um produto ou um treinamento para colaboradores, passando por workshops e seminários, até chegar às já tradicionais festas da firma. Levando em conta que algumas dessas ocasiões são mais formais que as outras, a organização deve se adequar. E é claro que o cardápio deve acompanhar essas mudanças! Não é certo, portanto, investir indistintamente em uma única espécie de buffet para tudo.

Seminários, cursos e workshops combinam mais com coffee breaks, pois os participantes se alimentarão rapidamente, dentro de breves intervalos entre as apresentações ou os blocos de treinamento. Já em solenidades de confraternização ou comemoração, como os convidados disporão de mais tempo, o buffet pode ser mais elaborado. Nesse caso, que tal apostar em um jantar completo ou mesmo em menus temáticos (de comida mexicana ou japonesa, por exemplo)?

O importante é guardar que, na hora de escolher a tônica da celebração, vale a pena se atentar para o objetivo do evento. Esse cuidado serve até mesmo para que a empresa possa aproveitar a oportunidade para fornecer produtos personalizados, se for o caso — como copos e embalagens com seu emblema, por exemplo. Com isso, acaba se aproximando ainda mais dos convidados e fortalece a sua marca. Então por que não?

Perfil dos convidados

Outro detalhe importante diz respeito ao perfil dos convidados, que está diretamente ligado ao objetivo da festa. Afinal, de acordo com o tipo de evento, o perfil dos participantes também vai variar — podem ser clientes, fornecedores, outros profissionais, os próprios colaboradores da empresa ou até mesmo todos juntos.

Sob outro aspecto, o perfil dos convidados pode se referir às preferências culinárias de cada um, informando desde os tipos de pratos oferecidos até o grau de sofisticação do cardápio. Em eventos da área da saúde, por exemplo, destinados a médicos ou a preparadores físicos, o ideal é investir em alimentos mais leves e nutritivos, com baixo teor de gordura e açúcar. Já se for uma cerimônia de final de ano da empresa, os salgadinhos e doces deixarão o menu mais descontraído e os colaboradores, mais satisfeitos.

Personalizar o buffet conforme as predileções dos convidados demonstrará que a empresa se preocupa em oferecer o melhor para todos em cada pequeno detalhe, desencadeando assim um círculo virtuoso de respeito e admiração pela organização.

Horário da solenidade

Outra boa dica para não errar na escolha do buffet é ficar atento ao horário do evento. O período diurno (tanto pela manhã quanto na parte da tarde) costuma ser mais indicado para coffee breaks, por exemplo, valendo a pena apostar em alimentos mais energéticos — como os ricos em vitamina C, iogurtes, pães, oleaginosas, sucos e café. Já o turno da noite pede um menu mais leve e quente, com pratos mais próximos dos servidos no jantar — como caldos, sopas, chás e torradas, dentre outros.

De toda forma, é importante observar, independentemente do horário do evento, é bem provável que os convidados se servirão de pé. Por isso, o mais recomendado é priorizar alimentos que venham servidos em pequenas porções, facilitando assim o consumo nessas condições.

Quantidade de comida

Outro cuidado que não pode ser deixado de lado na hora de organizar um evento corporativo e escolher o buffet se refere à quantidade de alimentos que será oferecida. Nesse caso, será preciso considerar principalmente 3 variáveis: número de participantes, tempo de duração do evento e o tipo de cardápio.

Certamente, o número de convidados e o tempo em que permanecerão no local são as variantes de maior influência na definição das quantidades oferecidas, mas o tipo de menu também não deve ficar de fora dessa análise. Afinal, existem alimentos que promovem mais saciedade que outros.

Além do mais, também não se pode deixar de observar a proporcionalidade sólidos e líquidos. Pense bem: ninguém merece esperar pela reposição de água ou de suco enquanto come um pedaço de pão ou alguns sequilhos! Oferecer alimentos variados também é mais que indicado, inclusive para contemplar pessoas com algum tipo de intolerância alimentar ou que sigam um cardápio mais restritivo por qualquer outro motivo.

Procedência dos alimentos

Essa dica é de absoluta relevância para assegurar o sucesso do seu evento. Mesmo antes de decidir o menu a ser servido, é importante se atentar para a procedência dos alimentos oferecidos, escolhendo com o máximo de atenção a empresa que os fornecerá e o profissional encarregado de prepará-los. Alimentos de má qualidade podem causar sérios riscos à saúde. E você não quer ver seus convidados passando mal, certo?

Menu de bebidas

Servir ou não bebidas alcoólicas no buffet para eventos corporativos: eis a questão. Aqui cabe apenas uma dica: observe o tipo e o objetivo do evento. Não é aconselhável oferecer bebidas alcoólicas em palestras, seminários, workshops ou demais treinamentos, pois, nesses casos, os convidados devem estar mais concentrados e atentos às exposições. Além do mais, é bom lembrar que, como o objetivo não é festejar, é bem provável que muitos participantes tenham que voltar para casa dirigindo.

Por outro lado, se o evento empresarial for uma celebração mais informal e descontraída, não haverá mal algum em brindar seus convidados com uma cervejinha ou um bom vinho. Ao contrário, a turma ficará ainda mais animada!

Eventos empresariais são uma excelente forma de conquistar clientes, firmar novas parcerias ou mesmo fidelizar os funcionários. Por isso, tomar alguns cuidados é essencial que tudo saia como o planejado. Seguindo essas dicas, sua empresa certamente fará sucesso!

Fonte: www.copastur.com.br

 

 
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Brasil, que tal reinventar o turismo?

 

Entra e sai governo e o turismo no Brasil continua com resultados pífios pela falta de inovação de um modelo de gestão ineficaz.

  Repensar o turismo – Se errar é humano e repetir o erro é burrice, como definir a manutenção do erro sem fim?

Texto de Fabio Steinberg

O novo governo federal anuncia a intenção de reduzir e até extinguir ministérios. Bajuladores a postos já sugerem manter a coisa como está. Esta sugestão deveria seguir a direção oposta. Que tal se livrar do Ministério do Turismo e trocar por uma estrutura enxuta e mais efetiva?

Vamos combinar: até hoje essa repartição pública inútil só deu errado. Jogou precioso tempo e recursos públicos na lata de lixo. Desde que foi fundado, há quinze anos, o Ministério do Turismo recebeu mais de uma dezena de titulares que ninguém sabe mais nem os nomes.

Os resultados deste órgão descartável inexistem. Exceto por fatos isolados, jamais agregou valor. O resultado é que o Brasil patina nos mesmos 6 milhões de visitantes internacionais há décadas.

  Perdido no caminho – O Turismo do Brasil está sem direção há tempos e precisa ser reinventado com urgência

Importância do turismo

Não me entendam mal. Turismo é uma indústria importantíssima. Por isto mesmo precisa ser levada a sério. Mas não da forma como é feita hoje. Estamos cansados de assistir mais do mesmo, e que leva a lugar algum.

É sempre a velha rotina. Empresários obsoletos ou sem criatividade e dirigentes de associações, em geral sem representatividade ou oportunistas, dão um forte abraço de afogados. Buscam alguma autoridade de plantão atrás de um holofote e oferecem apoio a soluções pouco criativas. Como fogos de fim de ano, ganham muita visibilidade, mas com duração efêmera.

Perderam-se assim oportunidade de ouro para colocar o Brasil no radar mundial do turismo. Só para citar dois fatos, vamos lembrar da realização no país da Copa do Mundo e Olimpíadas. Ou seja, nada menos que os maiores eventos esportivos do planeta. Qual o recall deles foi aproveitado pelas autoridades do turismo brasileiro? Rigorosamente nenhum!

  RIO 2016 – Estádios abandonados lembram a perda de recursos e mau aproveitamento do evento para o turismo brasileiro

O que ocorre neste caso, afinal? Titulares de cargos públicos, principalmente se exercidos por políticos, tendem a investir em táticas imediatistas. Não querem nem têm compromisso com estratégias ou planejamento de longo prazo, pois deles não poderão usufruir no futuro.

Conspiração

Uma soma de fatores conspira contra o turismo brasileiro. Não faltam só recursos, que se existentes provavelmente seriam desbaratados em investimentos equivocados. O país deu azar também com um empresariado em geral desunido. E que se preocupa mais com o próprio umbigo, e se sujeita a lideranças que priorizam a autopromoção. A ausência de infraestrutura em aeroportos, portos, estradas atrapalha demais.

Inexistem políticas públicas que estimulem o setor e a vinda de turistas internacionais. Não há coordenação entre as partes interessadas. De quebra, temos que conviver com o custo Brasil. E o pior: o país concorre com destinos internacionais bem mais competentes, que descobriram o turismo como vetor de desenvolvimento econômico.

Moral da história: não adianta só dar status ao Turismo. Em todas as esferas governamentais. Neste momento gente que nada entende do ofício, políticos, picaretas e prepostos se revezam em cargos estratégicos. Faz falta, isto sim, uma gestão inteligente, com a plena participação do setor. Enfim, é hora de privatizar a atividade.

No Turismo, os governos deveriam se limitar a estabelecer as regras do jogo, fiscalizar o uso adequado dos recursos públicos, e assegurar infraestrutura para a atividade. Não é preciso reinventar a roda. Basta observar e humildemente copiar o que fazem os destinos bem-sucedidos.

  Sorvedouro – O Ministério do Turismo mostrou em 15 anos capacidade de gastar inutilmente dinheiro público

Modelo de sucesso

Por exemplo, com diferentes nomes, hoje todas eles possuem DMOs – siga de de Destination Marketing Organization (Organização de Marketing de Destino). Além do formato operacional mais dinâmico, seu foco é projetar globalmente o lugar. As demais atividades do turismo gravitam em torno de sua órbita, e não o contrário. Os associados – e financiadores – são hotéis, bares e restaurantes, comércio, entretenimento, transportes, e até o próprio governo.

Gestão do Turismo nas mãos do governo, desinformados, ou meros curiosos, já se provou danosa. Por isto, é tempo de mudança. Como já dizia o Palhaço Tiririca, pior que isto não dá para ficar.

Fonte: www.turismosemcensura.com.br

 
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Turismo de negócios: como funciona e qual sua importância

 

Texto de Alexandre Kida

O turismo de negócios pode ser considerado um conceito relativamente novo. Afinal, há alguns anos, quem viajava a negócios não era considerado um turista.

Entretanto, para as indústrias de hotelaria, transporte aéreo, locação, entre outras, as necessidades desses colaboradores em deslocamento são muito semelhantes às de quem está ali apenas para lazer e descanso os objetivos podem ser bastante distintos, mas o viajante a negócios ainda precisa de um hotel, de transporte, de almoços e jantares e de passagens de avião.

Ou seja, ele movimenta a indústria do turismo de forma intensa e importante, especialmente quando consideramos que, no mundo globalizado em que vivemos, as viagens de negócios são cada vez mais frequentes.

Agora, fique por dentro do assunto e entenda melhor o funcionamento e a importância do turismo de negócios!

O impacto do turismo de negócios para a indústria

Além das necessidades que citamos na introdução e que são comuns tanto a quem viaja a negócios quanto ao turista comum, um colaborador atuando em outro destino em nome de sua empresa faz uso de uma série de recursos, equipamentos e espaços específicos.

Assim, além de adquirir passagens aéreas, de alugar um carro para o deslocamento no destino, de alimentar-se na cidade e de reservar um quarto de hotel, o viajante a negócios também requer salões para eventos, espaços para realizar feiras e treinamentos e salas de reuniões.

Muitas vezes, há também a necessidade de contratar fornecedores e profissionais técnicos e de alugar equipamentos e tecnologia para essas ocasiões.

Com isso, o colaborador e a empresa que fornece os recursos para a viagem contribuem ativamente para a movimentação dos negócios na cidade de destino e para a indústria do turismo como um todo.

Isso torna-se ainda mais significativo nas épocas de baixa sazonalidade, nas quais os destinos turísticos percebem uma diminuição considerável dos visitantes, mas que não afetam o turismo de negócios.

Buscando otimizar os recursos financeiros, muitas empresas negociam com seus fornecedores para diminuir o impacto da alta temporada. Como viagens corporativas acontecem ao longo de todo o ano, é importante planejar-se com antecedência.

Pense na cidade de São Paulo, por exemplo, que recebe milhões de turistas todos os anos — mais especificamente, cerca de 3,5 milhões deles.

Destes, 67% vão à capital paulista por motivos profissionais, o que faz de São Paulo a capital nacional do turismo de negócios.

Assim, além de inúmeros e diversificados espaços culturais e de lazer, a cidade também conta com infraestrutura, serviços e equipes de profissionais pensados especificamente para essa parcela dos turistas.

O impacto do turismo na economia brasileira mostra-se ainda mais forte quando consideramos que o setor representa 7,9% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e gera 6,59 milhões de empregos.

Em 2017, o turismo trouxe 163 bilhões de dólares para a economia do país — um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Em 2018, a previsão é de que a contribuição do turismo para o PIB cresça outros 2,5%, chegando a 8,2% nos dez anos seguintes.

Trata-se, portanto, de um volume significativo para as empresas. Por isso, a eficiência da gestão desse setor mostra-se fundamental para o sucesso contínuo das organizações.

O crescimento do turismo de negócios dentro das empresas

Outro aspecto que acentua a importância do turismo de negócios para a indústria é o fato de que esse conceito nunca esteve tão presente dentro das empresas quanto hoje.

Além da globalização, isso também acontece por causa das crescentes facilidades para planejar e investir nessas viagens, como novas ferramentas para otimizar o custo-benefício e a produtividade desses deslocamentos.

Segundo dados de junho de 2018 da ALAGEV — Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas, 46% dos gestores das empresas analisadas reportaram diferentes níveis de aumento nos gastos com viagens corporativas.

Enquanto isso, quando falamos de eventos corporativos, os quais também movimentam o turismo desse segmento, metade das empresas afirma ter aumentado em mais de 10% os gastos ao comparar o primeiro semestre de 2018 com o mesmo período de 2017. Os outros 50% dizem não ter tido alterações no orçamento para esse tipo de evento.

Entretanto, em relação ao segundo semestre de 2018 e do ano anterior, 50% das empresas pesquisadas preveem um crescimento de até 5% nesses gastos, enquanto as outras 50% acreditam que o aumento vai ficar entre os 5 e os 10%.

Assim, podemos perceber que os eventos e viagens de negócios são uma realidade em todas as empresas e que, na maioria delas, há crescimentos entre um período e outro.

Isso significa que, daqui para a frente, o impacto dessas ocasiões no turismo só vai crescer. Entre 2016 e 2017, as companhias aéreas tiveram um aumento de 13,4% na venda de passagens nacionais e de 20,2% para os destinos fora do Brasil.

No setor da hotelaria, o turismo de negócios também representa a maior fonte de lucros. Em 2017, o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil reportou que, em todos os segmentos de valores de diárias, os hóspedes viajando a negócios somam mais da metade dos clientes.

A única exceção é entre as diárias superiores a R$ 410,00, considerados quartos/hotéis de luxo, ou seja, naturalmente não tão procurados pelas empresas. No entanto, os viajantes profissionais somam 43,4% do público dessas acomodações.

Já quando falamos da locação de veículos para o deslocamento dos viajantes a negócios, no território nacional, as locações tiveram uma queda de 1,4% entre 2016 e 2017.

Isso pode ser justificado pelo crescimento da popularidade de aplicativos de transporte, que oferecem ótimas condições para as empresas que criam contas corporativas para uso dos colaboradores em deslocamento.

Enquanto isso, fora do Brasil, as locadoras de carros tiveram um aumento de 5,7% em seu volume de negócios. Tanto nacional quanto internacionalmente, o segmento de transporte turístico que mais cresceu entre 2017 e 2016 foi o de transfers (deslocamento entre o aeroporto e o hotel e vice-versa), que registrou um aumento de 74,6%.

As novas necessidades do colaborador que viaja

Com o crescimento do turismo de negócios, evolui também a forma com que os colaboradores se deslocam em nome da empresa.

Tendências como as bleisure trips, por exemplo, que misturam “business” (negócios) e “leisure” (lazer), fazem com que os viajantes profissionais formem uma relação mais aprofundada com a sua cidade de destino, aproveitando mais os momentos de descanso.

Isso, por consequência, faz com que a infraestrutura turística e os espaços ao ar livre das cidades visitadas sejam frequentados mais regularmente por esse tipo de viajante. Ou seja, eles ampliam o leque de espaços e serviços que se beneficiam da presença e do fortalecimento do turismo de negócios.

Uma grande tendência é o oferecimento de serviços personalizados, moldados de acordo com o perfil de cada viajante e com o tipo de negócio que ele e sua empresa conduzem.

Isso cria novas demandas para as empresas que lidam com o turismo e, além disso, também proporciona uma experiência mais agradável para o colaborador, o que impacta diretamente na sua motivação e produtividade.

Como vimos, o turismo de negócios tem um impacto cada vez mais significativo na indústria do turismo, o que é resultado também de sua crescente importância para as empresas que enviam seus colaboradores para outras cidades e países. Portanto, é fundamental investir nesse segmento e planejar as viagens a negócios da sua equipe com cuidado.

Fonte: www.copastur.com.br

 
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